quinta-feira, 14 de maio de 2026
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Dizeres do "Pão por Deus"
"Pão por Deus,

"Bolinhos e bolinhós
"Esta casa cheira a broa
"Esta casa cheira a alho
Pão por Deus - 1 de novembro
As Origens Pagãs
A Origem do Pão Por Deus Cristão
O Terremoto de 1755
A Evolução até aos dias de Hoje
O Doçura ou Travessura Português
A Cantiga Inicial
Para mim e para vós,
Para dar aos finados
Que estão mortos e enterrados
Truz, Truz!
Sentada num banquinho
Faz favor de s’alevantar
Para vir dar um tostãozinho.
A resposta nas casas em que são ofertados doces.
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho,
Aqui mora um santinho.
E a resposta para quem não os dá
Aqui mora um espantalho.
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto
Variações ao longo do país
terça-feira, 13 de junho de 2023
Um tostão para o Santo António
quinta-feira, 5 de janeiro de 2023
Os três Reis Magos
Após o nascimento de Jesus, segundo o Evangelho de São Mateus, surgem os Reis Magos provenientes do Oriente, que o visitaram em Belém guiados por uma estrela.Esta denominação de «Mago» tem conotação de sapiência entre os Orientais ou designa ainda astrólogos, deduzindo-se inicialmente que seriam Astrólogos eruditos. Isto pensa-se por se contar que terão avistado uma estrela que os terá guiado até onde Jesus nasceu. Terão chegado até Cristo a 6 de Janeiro, data que actualmente se comemora o «Dia de Reis».
O nome de «Reis» fora colocado com base na aplicação liberal do Salmo 71,10 realizada pela Igreja. Não há informação de quantos seriam e os seus nomes, existem sim apenas suposições e algumas pinturas dos primeiros séculos, aparecendo dois, quatro e doze «Magos».
Após o Evangelho terão sido atribuídos os nomes dos «Reis»; Baltazar, representante da raça africana ; Belchior, representante da raça europeia e Gaspar que representava a raça asiática, representando todas as raças conhecidas até à data, simbolizando a homenagem de todos os Homens da Terra a Jesus.
Pelo número de prendas deduziu-se quantos seriam, pois ofereceram três presentes, ouro (Belchior), incenso (Gaspar) e mirra (Baltazar).
Sendo países tradicionalmente católicos, Espanha e Itália são os países que maior importância e simbolismo atribuem a esta tradição.
As crianças espanholas e italianas celebram o Natal como todas as outras mas têm de esperar pelo dia de Reis, 6 de Janeiro, para receber as tão desejadas prendas.
História do Bolo Rei
Teresa HenriquesCake & Chocolate Designer nas Caldas da Rainha
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
O Dia de Reis pelo Mundo e as Diferentes Tradições
No Dia de Reis, celebra-se a figura dos três Reis Magos e a tradição estende-se aos quatro cantos do mundo.
O Dia de Reis, celebrado anualmente a 6 de janeiro, é uma tradição cristã e representa o dia em que Jesus Cristo, recém-nascido, recebeu a visita de magos do Oriente, depois de serem guiados por uma estrela. Os Reis Magos ofertaram ao Menino Jesus ouro, incenso e mirra, assim diz a lenda.
A tradição surgiu no século VIII e marca o dia da veneração aos Reis Magos, convertendo em santos Belchior, Gaspar e Baltazar. É ainda nesta data que se encerram, para os católicos, os festejos natalícios, sendo tradição desmontar os presépios e retirar os enfeites natalícios.
Manda a tradição reunir a família para celebrar o fim dos festejos de Natal. A ementa tradicional é semelhante às iguarias do Natal: bacalhau com as batatas cozidas, o bolo-rei, o pão de ló, as rabanadas, os sonhos, entre outros. Neste dia, não podem faltar os cânticos das “Janeiras”.
Tradição de Reis em Portugal
Em Portugal, o tradicional bolo-rei faz parte da celebração de Reis. Existem variações a este bolo: o bolo rainha, o bolo escangalhado, o bolo rei de chocolate, alguns sem as tradicionais frutas cristalizadas.
Algumas zonas do país, principalmente nos meios mais pequenos, continuam ainda com o hábito de cantar as Janeiras. Isto é, a partir do 1 de janeiro até ao dia 6, grupos de pessoas vão para a rua a cantar de porta em porta. Como agradecimento recebem comida e bebida.
Tradição de Reis em Itália
Em Itália, a tradição mais conhecida no Dia de Reis é a da “Befana”. Aqui, no lugar do Pai Natal, uma senhora já com alguma idade toma o seu lugar a distribuir prendas às crianças.
Tradição de Reis na Argentina e no Uruguai
Semelhante a Portugal, aqui têm o hábito de comer um bolo conhecido como “Rosca de Reyes”, muito parecido ao bolo-rei. É ainda habitual as crianças deixarem um sapato junto à porta com erva e água para os camelos dos Reis Magos.
Tradição de Reis na Finlândia
Para comemorar o “Loppiainen”, têm a tradição de fazer bolachas de gengibre em forma de estrela, as “Piparkakut”, ao mesmo tempo que pedem desejos. A tradição dita que a bolacha seja partida em três pedaços, na palma da mão e que seja comida em silêncio para o que o desejo se realize.
Tradição de Reis na Bulgária
No Dia de Reis, um Padre atira uma cruz de madeira para dentro de água e os homens mais jovens devem mergulhar para a resgatar. Visto que nesta altura do ano as águas estão muito frias, reza a lenda que a pessoa que resgatar a cruz vai gozar de boa saúde e de sorte.
Tradição de Reis nos Estados Unidos
No Estado do Louisiana, o Dia de Reis marca o início das preparações do Carnaval. Aqui também é habitual comer o “King Cake”, semelhante ao bolo-rei de Portugal, até à celebração do “Mardi Gras” (terça-feira Gorda).
Tradição de Reis no Brasil
Aqui grupos de pessoas juntam-se a tocar diversos instrumentos, seguindo as ordens do Mestre de Folia, da Folia dos Reis, uma manifestação religiosa praticada pelos católicos. Nesta data, comemora-se com festas onde se servem doces e comidas típicas das diversas regiões.
Tradição de Reis em França
Neste país, come-se o bolo “Galette des Rois” à base de amêndoa ou maçã. Tal como outrora em Portugal, o bolo também tem um brinde no seu interior e quem o encontrar será o rei, pelo menos por uma noite.
Tradição de Reis na Irlanda
O Dia de Reis na Irlanda é considerado o Natal das Mulheres. Neste dia, as mulheres tiram o dia para descansar, depois do trabalho que tiveram entre o Natal e o Ano Novo. Neste dia, grupos de mulheres juntam-se e partilham uma refeição.
Tradição de Reis em Malta
Neste país, a data é celebrada no primeiro domingo do mês onde é habitual a realização de concertos, sendo o principal da responsabilidade da Orquestra Nacional do país.
Tradição de Reis nos Países Baixos
Na Holanda, Bélgica e Luxemburgo, é habitual que grupos de três crianças andem de porta em porta a entoar canções e, em troca, recebem dinheiro ou doces.
Tradição de Reis em Espanha
Aqui comem a “Rosca de Reyes”, semelhante ao bolo-rei. É no Dia de Reis que os espanhóis têm a tradição de trocar presentes. Em algumas cidades organiza-se o cortejo dos Reis Magos, a que chamam de “Cabalgata de Reyes”. Os Reis Magos desfilam em carros bem decorados, acompanhados de muitos cavaleiros e lançam doces à assistência. É ainda comum oferecer “carvão de azúcar” às crianças.
Tradição de Reis no México
Seguindo as tradições de países como Espanha, Argentina e Uruguai, é também neste dia que se fazem as trocas de presentes e se come a “Rosca de Reyes”.
Tradição de Reis na Alemanha
Tal como na Hungria, aqui as crianças também se disfarçam de Reis Magos e escrevem as iniciais do nome nas portas das casas.
Tradição de Reis em Porto Rico
Na madrugada de 5 para 6 de janeiro, as crianças recolhem um pouco de erva ou folhas no pátio das suas casas e colocam numa caixa ao lado das suas camas. A lenda diz que os camelos alimentam-se com isso e os Reis Magos deixam um presente como recompensa.
Tradição de Reis em Cuba
Este dia em Cuba é conhecido como a “Páscoa dos Negros”, pois desde o tempo da colonização espanhola que se dava folga aos escravos nesta data. Estes saíam à rua para dançar ao som dos tambores.
Tradição de Reis no Perú
Outrora também era uma data em que se festejava com a oferta de presentes às crianças, contudo, essa tradição caiu em desuso. No 6 de janeiro, celebram a “Bajada de Reyes” e fazem uma pequena festa familiar durante a qual se desmonta o presépio. Por cada figura e adorno que se guarde, dita a tradição que se deve deixar dinheiro.
No geral, o Dia de Reis encerra o Natal com várias comemorações por todo o mundo. Alguns países com tradições mais específicas que outros, mas sempre mantendo a essência da história dos Reis Magos.
6/01/2020, POR NATIONAL GEOGRAPHIC
domingo, 10 de dezembro de 2017
A árvore de Natal

Muito antes da tradição de comemorar o Natal, os egípcios já levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em Dezembro, simbolizando o triunfo da vida sobre a morte. Os romanos já enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, um festival de inverno em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. Nesta época, os religiosos também enfeitavam árvores de carvalho com maçãs douradas para as festividades do Solstício de Inverno.
A tradição da árvore de Natal
Hoje, a árvore não só representa o Paraíso como no início da tradição, mas também a salvação.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
A lenda do Bolo Rei
Orientados por uma estrela, sete quilómetros antes de chegarem ao seu destino, começaram a discutir qual seria o primeiro a entregar as suas oferendas a Jesus.
Existe ainda uma outra tradição associada ao Bolo-rei. Em França, no reinado de Luís XIV, havia a hábito de comer 12 bolos-rei entre o Natal e o Dia de Reis. Veio depois a ser proibida a sua produção logo após a revolução francesa.
E apesar de atualmente o calendário de jejum não ser cumprido com tanto rigor, a tradição do bacalhau manteve-se, principalmente na época do Natal.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
As tradições de Natal, de forma breve

Ainda que cada vez menos rígidas, as tradições de Natal envolvem habitualmente alguns rituais religiosos, tais como a montagem do presépio, a carta ao Menino Jesus e a Missa do Galo.
A tradição «mandava» que os mais novos tratassem da recolha de material para a criação do Presépio. Entre encenações mais minimais, apenas com os três elementos da Sagrada Família, Menino Jesus, Maria e José, até «grandes produções» que contavam com os Reis Magos, os pastores e as suas ovelhas, os vendedores, o que contava, e ainda conta, é acima de tudo o empenho.
As cartas ao Menino Jesus são cada vez mais escassas. O Pai Natal, bonacheirão americano, passou a dominar as atenções dos mais novos que enchem de pedidos este símbolo natalício que, no final das contas, talvez lhes pareça mais próximo do que um menino com quase 2009 anos, infelizmente...
Depois da consoada, algumas famílias rumam até à Igreja mais próxima para assitir
à missa da meia-noite, a Missa do Galo. Aquele que é o principal acto litúrgico desta época já perdeu muitos dos seus «adeptos» do passado, mas ainda continua a compôr algumas igrejas.Se na consoada as famílias saboreiam, na maioria, o perú assado ou o bacalhau com todos, a ceia contempla todo a espécie de doces tradicionais desta quadra: filhós, rabanadas, azevias, sonhos, aletria, broas de vários tipos, belhós, coscorões, etc.. Na verdade, com maior ou menor facilidade, juntam-se nas mesas de Natal uma autêntica «montra» de delícias.
Também com o seu lugar reservado nas mesas natalícias está o Bolo-Rei. Apesar de as últimas regras de higiene alimentar terem travado um pouco a tradição da fava e do brinde, estes dois «intrusos» continuam a marcar lugar entre a massa e os frutos cristalizados. Quem acerta no brinde tem direito a um (muito) pequeno brinde. Quem acerta na fava tem a responsabilidade de comprar o próximo bolo-rei.
Tal como em todas estas tradições a abertura dos presentes não foge à regra e oscila muito entre as casas. Se algumas famílias optam por abrir os presentes logo à meia-noite, algumas esperam pela manhã de dia 25 de Dezembro...
Comum a toda a época natalícia é a música. Se em algumas zonas ainda se realizam os míticos cantares de porta a porta, noutras esta tradição já só acontece no dia de Reis, com as Janeiras.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O Patrono dos Presépios

Nessa época, a realização de dramas litúrgicos nas igrejas era proibida; por isso, São Francisco teve que solicitar uma autorização especial ao Papa Honório III. Parte das imagens desse presépio, encontram-se actualmente na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.
Uma grande multidão assistiu nesse ano à missa. As velas eram tantas que a floresta ficou iluminada como se fosse dia. A manjedoura, nessa noite, fez as vezes do altar.
S. Francisco morreu dois anos depois e com o seu desaparecimento a representação do nascimento de Cristo esmoreceu.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
Receita do "Bolo-Rei"
750 g de farinha ;
30 g de fermento de padeiro ;
150 g de manteiga ou de margarina ;
150 g de açúcar ;
150 g de frutas cristalizadas ;
150 g de frutas secas (pinhões, nozes, passas, etc.) ;
4 ovos ;
1 limão ;
1 laranja ;
1 dl de vinho do Porto ;
1 colher de sobremesa (rasa) de sal grosso
Picam-se as frutas cristalizadas e põem-se a macerar com o vinho do Porto juntamente com as frutas secas.Dissolve-se o fermento em 1 dl de água tépida e junta-se a uma chávena de farinha (tirada do peso total). Mistura-se e deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 15 minutos. Entretanto, bate-se a gordura escolhida, o açúcar e a raspa das cascas do limão e da laranja. Juntam-se os ovos, um a um, batendo entre cada adição, e depois a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adiciona-se a restante farinha peneirada com o sal. Amassa-se ou bate-se a massa muito bem. Esta massa deve ficar macia e elástica. Se estiver muito rija, junta-se um pouco de leite tépido. Misturam-se as frutas maceradas no vinho do Porto. Volta a amassar-se e molda-se em bola. Polvilha-se a massa com um pouco de farinha, tapa-se com um pano e envolve-se a tigela num cobertor. Deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 5 horas. Quando a massa estiver bem levedada - em princípio deve dobrar de volume -, mexe-se e molda-se novamente em bola (ou em várias bolas) e já sobre um tabuleiro untado faz-se-lhe um buraco no meio. Introduz-se a fava e o brinde, este embrulhado em papel vegetal. Deixa-se levedar durante mais 1 hora. Pincela-se o bolo com gema de ovo e enfeita-se com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões inteiros, meias nozes, etc. Leva-se a cozer em forno bem quente. Depois de cozido, pincela-se o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
Para impedir que a rodela feche, pode introduzir-se uma tigela no buraco.
Pensa-se que este bolo, que é hoje um dos símbolos da festa do Natal, é uma versão adaptada da «gallette des rois», de Bordéus. Começa a fabricar-se nos Fins de Novembro e vê-se em todas as pastelarias até meados de Janeiro. Todos os bolos devem conter uma fava e um brinde. A fava obriga aquele a quem sair a uma penalidade, que será cumprida no ano seguinte, ofertando um bolo-rei àqueles que o acompanharam na cerimónia do ano anterior.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Por que razão "25 de Dezembro"?

Todos festejam o Natal no dia 25 de Dezembro. É data unânime. Mas por que razão? Apesar de a resposta « foi nesse dia que Jesus Cristo nasceu» ser a mais comum, é inexacta.
25 de Dezembro, desde quando?
E qual a razão desta escolha? Por que razão o dia 25 de Dezembro?
A origem está no Imperador Aureliano, quando este oficializou o culto ao Sol, no ano de 274, mandando construir um templo e fixando a sua festa no dia 25 de Dezembro, no solstício de Inverno.
Na verdade, foi assim que os cristãos passaram a festejar no vigésimo quinto dia de Dezembro o nascimento de Jesus!
Por que razão oferecemos prendas?

A origem dos presentes de Natal tem várias explicações.
Outra explicação está relacionada com São Nicolau. Conta a lenda de São Nicolau que este conheceu três jovens gregas muito pobres que não se conseguiam casar. O pai tinha entrado em falência e por isso não tinha um dote para dar por cada uma das suas filhas. Para piorar a situação o pai, em desespero tentava vendê-las assim que completassem 18 anos.
Comovido com a situação, São Nicolau decide durante a noite atirar moedas de ouro pela chaminé da casa das jovens solteiras. No dia seguinte as jovens encontraram as moedas nas meias que tinham ficado a secar penduradas na lareira.
Mais tarde, nas comemorações de São Nicolau, um santo conhecido pela sua caridade e generosidade, os pais costumavam oferecer aos filhos chocolates e frutas. Durante algum tempo também se ofereciam raminhos de oliveira.
Por fim, a história mais conhecida dos presentes de natal está associada aos Reis Magos que ofereceram a Jesus ouro, incenso e mirra. O ouro representa a realeza divina o incenso a transcendência e as orações humanas que se elevam a Deus como a fumaça e o perfume e a mirra, usada para embalsamar os corpos no Oriente e que simboliza a eternidade que vem depois da morte.
Filmes da Bíblia - Desenhos animados
- 1 A história da Criação
- 10) O nascimento de Jesus
- 11) Parábola do filho pródigo
- 11) Parábola do filho pródigo
- 2 Adão e Eva
- 3 Caim e Abel
- 4 Abraão
- 5 Abraão e Isaac 1
- 5 Abraão e Isaac 2
- 5 Abraão e Isaac 3
- 6 Isaac e Rebeca
- 7 Isaú e Jacó
- 8 José, no Egipto
- 9 Moisés, o príncipe do Egipto 1
- 9 Moisés, o príncipe do Egipto 2
- 9 Moisés, o príncipe do Egipto 3















