segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Jovens acham normal violência no namoro

Jovens acham normal violência no namoro


É uma conclusão no mínimo inesperada a um inquérito da Associação UMAR. Depois de inquiridos mais de 800 alunos, com idades entre os 11 e os 18 anos, a grande maioria considerou normal violência física ou psicológica entre namorados. Uma conclusão considerada alarmante pela associação de defesa das mulheres.

"Violência no namoro"


Alguns sites:







"No início está sempre tudo bem
Os beijos surgem e os presentes também
Até que surge a primeira discussão
A vítima sofre a primeira desilusão
O agressor pede perdão
A vítima perdoa, mas é tudo em vão
Torna-se prisioneiro do agressor
E cada vez é maior a dor
A vítima entra num beco sem saída
Não percebe que está a acabar com a própria vida."


Ináquia Santiago


Reportagem da RTP - Aqui

Reportagem da SIC - Amor do avesso: Aqui

Caminhada contra a violência no namoro: Aqui

Projeto Natal: construção de presépios

 

Alguns dos presépios realizados na aula 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

"Em breve será tarde" - 15 MIL cientistas assinam aviso alarmante contra a mutilação do planeta

Mais de 15.000 cientistas de 184 países advertiram hoje para os riscos de desestabilização do planeta, por falta de ações para preservar o meio ambiente, os ecossistemas e a saúde pública mundial.
A advertência surge 25 anos depois de um primeiro aviso de uma maioria de laureados com o prémio Nobel, que em 1992 emitiu um “Aviso dos Cientistas do Mundo para a Humanidade”, no qual se dizia que o impacto das atividades humanas na natureza iria provavelmente levar a “um grande sofrimento humano” e “mutilaria o planeta de forma irremediável”.
Agora, no que chamam de “segundo aviso”, os cientistas dizem que a disponibilidade de água potável, a desflorestação, a diminuição do número de mamíferos, e as emissões de gases com efeito de estufa são questões que estão todas “no vermelho”, sendo que as medidas para as mitigar tomadas desde 1992 são dececionantes, com exceção das destinadas a estabilizar a camada do ozono.
“A humanidade não está a fazer o que deve ser feito urgentemente para salvaguardar a biosfera ameaçada”, dizem os cientistas no aviso hoje publicado na revista BioScience.
Em breve será demasiado tarde
Thomas Newsom, professor universitário australiano e um dos autores da declaração, diz que os subscritores avaliaram a evolução da situação nas últimas duas décadas e as respostas humanas, com base nos dados oficiais existentes. “Em breve será demasiado tarde para reverter esta tendência perigosa”, disse.
Os cientistas estimam que a grande maioria das ameaças já identificadas subsistem e “a maior parte” até se agravou, e salientam que ainda é possível reverter essas tendências para que os ecossistemas recuperem a sustentabilidade.
Após 25 anos , diz-se no documento, a quantidade de água potável disponível por pessoa em todo o mundo diminuiu 26% e o número de zonas mortas nos oceanos aumentou em 75%.
O apelo alerta também para a perda de quase 120,4 milhões de hectares de floresta, convertidos na maior parte em terrenos agrícolas, e para um aumento acentuado das emissões de dióxido de carbono e da temperatura média do planeta.
Apontando o aumento da população mundial em 35% e uma redução de 29% do número de mamíferos, répteis, anfíbios, aves e peixes, os cientistas recomendam a criação de reservas naturais terrestres e marinhas, leis mais fortes contra a caça furtiva e mais restrições ao comércio de produtos da vida selvagem.
E uma generalização dos programas de planeamento familiar, medidas para incentivar uma dieta mais baseada em plantas e adoção generalizada das energias renováveis e outras tecnologias verdes.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

"Fechar a torneira à seca"

Campanha para promover uso cuidadoso da água lançada nos jornais

“Um minuto da sua atenção”, pode ler-se no anúncio, hoje publicado nos jornais generalistas, alertando que “uma torneira aberta durante um minuto pode gastar 12 litros de água”.
No anúncio, da campanha conjunta do Governo, da Águas e Portugal, da Agência Portuguesa do Ambiente e da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), recorda-se que, segundo as Nações Unidas, “um ser humano precisa de 110 litros de água por dia.
Fechando a torneira 1 minuto poupamos 12 litros de água. Se todos o fizermos, poupamos 120 milhões de litros por minuto”, informa a campanha, que acrescenta que este valor é “suficiente para garantir as necessidades básicas de um milhão de portugueses”
“Não controlamos o tempo que faz, mas podemos controlar o que fazemos com o tempo”, alerta.
O mês de outubro foi o mais seco dos últimos 20 anos, com 30% da precipitação normal para a época, segundo os dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
No final de outubro, todo o território de Portugal continental se encontra em situação de seca severa (24,8%) e extrema (75,2%).
A seca extrema em Portugal está já a prejudicar culturas e pasto para animais, com produtores de diversos setores a falarem de "calamidade" e a reclamarem do Governo ajudas extraordinárias para fazer face aos prejuízos.
Na semana passada, numa conferência de imprensa conjunto dos ministros do Ambiente e da Agricultura, foi lançado o alerta para a gravidade da situação de seca que afeta o país, com o ministro João Matos Fernandes a apelar aos portugueses para fazerem “uso parcimonioso” da água e às autarquias para limitarem o uso de água em lavagens de ruas e regas a situações inadiáveis.
“Não é por chover dois ou três dias que a situação se vai inverter”, salientou, anunciando o lançamento de uma campanha na comunicação social para promover o uso cuidadoso da água por toda a população.
Na altura, o responsável pela pasta do Ambiente apontou o exemplo do município de Nelas, que encerrou as suas piscinas, como seguidor de “uma orientação que é para todo o país” e que está a ser “assumida pelas autarquias”.
“Quanto mais se agravar [a seca] mais essas medidas terão de ser assumidas”, admitiu João Matos Fernandes.
A primeira prioridade na poupança de água é reservá-la para o consumo humano, indicou o responsável, afirmando que nos últimos lugares de prioridade estão a rega de jardins, o enchimento de piscinas e o funcionamento de fontes ornamentais.
Quer Portugal quer Espanha estão a cumprir os valores mínimos de caudais exigidos a ambos os países na gestão de rios internacionais, como o Tejo. Daqui

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