segunda-feira, 4 de maio de 2026

O poder destrutivo do boato - reflexão

 A história mais conhecida sobre o poder destrutivo dos boatos é uma parábola tradicional, frequentemente atribuída a contos de sabedoria popular, sobre as penas e o vento.

A Parábola das Penas 

1.     Um homem, conhecido por espalhar boatos e mentiras sobre os outros, procurou um sábio buscando conselho. O sábio, para lhe dar uma lição, pediu-lhe que fosse ao mercado, comprasse uma galinha, a depenasse pelo caminho e trouxesse as penas.

2.    O homem obedeceu. Depenou a galinha, espalhando as penas pelo caminho, e voltou com a ave depenada.

3.     O sábio então disse: "Agora, volte e recolha todas as penas que você espalhou".    O homem protestou: "Mas isso é impossível! O vento já as levou para longe; eu nunca conseguiria recolher todas".


4.    Moral: O sábio concluiu: "Assim são as palavras e os boatos. Uma vez espalhados, é impossível apagá-los ou recolhê-los totalmente. O dano causado à reputação de alguém é espalhado pelo vento, e a verdade raramente consegue apagar a mentira".

Por que razão esta história é importante?

Esta narrativa ilustra o caráter irreversível da difamação. O boato, semelhante às penas, é leve, espalha-se rápido e atinge muitas pessoas, tornando a reparação do dano algo inalcançável.

Negatividade: Estudos mostram que a maioria dos boatos são negativos e buscam destruir a imagem de alguém ou alertar para perigos.                                 Da internet.

Jogo(s) de influências:

 Manipulação
Publicidade e Propaganda
A publicidade foca-se no comércio e na venda, enquanto a propaganda foca-se na disseminação de ideias e ideologias.

Fake News

Dia Internacional da Família

 O Dia Internacional da Família é celebrado anualmente a 15 de maio.

A data foi escolhida pela Assembleia Geral da ONU, que proclamou o dia 15 de maio como o Dia Internacional da Família.

A celebração do Dia Internacional da Família visa, entre outros objetivos, destacar:

a importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil;

reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família;

chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades;

sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afetam a família.

O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994. 

Imagens da internet

A gastronomia e as culturas religiosas


 A gastronomia e as culturas religiosas estão intrinsecamente ligadas, atuando a alimentação como uma forma de expressão de fé, identidade cultural e tradição, muitas vezes com regras alimentares específicas.

Principais pontos de intersecção entre gastronomia e religiões:

·        1-  Religiões Abraâmicas (Cristianismo, Judaísmo, Islamismo):

 

·         Catolicismo: A alimentação é usada para cumprir preceitos, como a abstinência de carne vermelha na Quaresma, optando-se por peixes. Os pães e cereais simbolizam o corpo de Cristo na Eucaristia. 

 

·         Judaísmo: Segue as leis dietéticas do kashrut, que definem alimentos "kosher" (permitidos), como a proibição da carne de porco e a separação entre carne e leite.

 

·         Islamismo: Observa o jejum durante o mês sagrado do Ramadão, consumindo alimentos "halal" (permitidos) e evitando a carne de porco e o álcool. 



         2-     Religiões Afro-brasileiras (Candomblé e Umbanda):

- A comida é central, sendo utilizada como oferenda aos Orixás para fortalecimento, agradecimento e pedidos.

- Alimentos como feijão, inhame, milho e ingredientes como o dendê são fundamentais, refletindo uma mistura de culturas africanas e a adaptação no Brasil.

 

·         3- Religiões Orientais (Hinduísmo e Budismo):

- Muitos praticantes são vegetarianos, focando no respeito a todas as formas de vida e na pureza alimentar.

 

·        4- Influência Monástica (Portugal):

- As ordens religiosas tiveram um papel crucial na definição da gastronomia, especialmente na região do Entre Douro e Minho, onde os mosteiros influenciaram receitas e a produção de vinhos. A Regra de S. Bento, por exemplo, moldou práticas alimentares e a rotina dos monges durante séculos.

Significado da Alimentação Religiosa:

- Identidade e Comunidade: A alimentação ajuda a reforçar o sentido de pertença a um grupo.

- Jejum e Abstinência: Períodos de jejum, como no Ramadão ou no Yom Kippur, são formas de disciplina espiritual.

- Oferenda e Rito: A comida é frequentemente vista como um mediador entre o divino e o humano.

A gastronomia religiosa também se tornou um atrativo cultural, com festas religiosas e o turismo gastronómico, valorizando produtos tradicionais. 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Religiões do mundo

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