sexta-feira, 16 de junho de 2017

Inscreve-te em EMRC!


«Vem e vê!» é o lema escolhido para a Campanha de matrículas 2017 da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC). 


Um dos objetivos essenciais da Escola é promover a formação integral dos alunos. Para esta formação, a disciplina de EMRC oferece um contributo decisivo, dando atenção aos valores morais e religiosos.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Feriado "Corpo de Deus"

Esta festa, erradamente chamada de Corpo de Deus, é uma espécie de réplica de Quinta-Feira Santa, quando os cristãos celebram a Última Ceia de Jesus com os seus discípulos e a instituição da Eucaristia. A Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, como diz o seu título correcto, foi instituída em 1269 pelo Papa Urbano IV, mas nascera antes na Bélgica, em 1246. 

Celebrada 60 dias após a Páscoa, sempre à quinta-feira – dia da ceia pascal de Jesus com o grupo que os seguia –, esta festa “constitui uma resposta de fé e de culto a doutrinas heréticas sobre a presença real de Cristo na Eucaristia, ao mesmo tempo que coroou um movimento de devoção ardente ao Santíssimo Sacramento do altar”, explicam Carlos Azevedo e Camões Gouveia no Dicionário de História Religiosa de Portugal (ed. Círculo de Leitores). Em 1318, acrescentam os mesmo autores, já o Papa João XXII lhe acrescentava a procissão solene, que a caracteriza por levar em triunfo o “Santíssimo Sacramento”, ou seja, a hóstia consagrada.

Portugal foi rápido a acolher a festa, pouco depois da sua criação belga. Em 1294, já há notícia da festa de Corpus Christi no Porto e também em Coimbra ainda no final do século XIII. Mesmo assim, no início a celebração teve pouca repercussão. Mas, a partir dos séculos XVI e XVII, a festa assume-se também como resposta católica à Reforma protestante, acentuando a convicção católica da presença real de Cristo na hóstia consagrada. 

O Corpus Christi acabou por tornar-se uma das mais fortes tradições católicas, com procissões de rua. Ainda hoje, a procissão do Corpo de Deus tem grande visibilidade em muitas localidades. As procissões davam também lugar a representações teatrais e jogos de danças populares, que a dada altura a hierarquia proibiu ou controlou, pois davam lugar também a abusos. Há dois anos, o grupo Teatro do Ourives encenou em Lisboa uma peça de Calderón de La Barca, Os Mistérios da Missa, que era representada na rua, precisamente por ocasião do Corpus Christi. 

in Público, 07.06.2012 - 07:57 Por António Marujo

segunda-feira, 12 de junho de 2017

84 milhões de crianças arriscam a vida todos os dias a trabalhar




Os números são revelados pelas Nações Unidas e por organizações não-governamentais no Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.
Cerca de 168 milhões de crianças trabalham em todo o mundo, das quais 84 milhões fazem trabalhos em que colocam as suas vidas em risco. Os números são revelados pelas Nações Unidas e por organizações não-governamentais esta segunda-feira, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.
A agricultura é o sector com o maior número de crianças que exercem trabalho infantil (98 milhões), seguindo-se o sector de serviços (54 milhões) e da indústria (12 milhões). Este ano, o alerta vai para o impacto dos conflitos e desastres naturais no trabalho infantil.
Um dos exemplos que a ONG World Vision destaca é o caso de uma criança síria refugiada no Líbano que vende tecidos na rua para ajudar a sua família. Os refugiados sírios que vivem na Jordânia e no Líbano não estão legalmente autorizados a trabalhar, o que os obriga a fazerem tarefas por salários muito baixos, com os seus filhos a renunciarem à educação para procurar trabalhos para ajudar as suas famílias.
O destaque da Plan International vai para os dez milhões de crianças – 67% das quais meninas – trabalham no serviço doméstico em condições de escravidão, escondidas nas vivendas dos seus empregadores sem que estas actividades possam ser controladas.
A mesma organização recorda que em muitos países da América Latina e de África o trabalho doméstico e infantil são aceitáveis a nível social e cultural, pelo que pede aos Governos e aos legisladores que incluam nas suas prioridades “o objectivo de limitar o trabalho doméstico e garantir o acesso à educação”.
“A educação é a melhor solução para se lutar contra o trabalho infantil”, argumenta a Educo, uma ONG que desenvolve projectos contra o trabalho infantil no Bangladesh e que procura romper o círculo de pobreza em que as crianças desse país vivem.
Mundo do espectáculo gera preocupação
Em Portugal, a preocupação da Confederação Nacional de Acção Contra o Trabalho Infantil (CNASTI) vai para o mundo das artes e do espectáculo.
“Temos algumas dúvidas que não haja situação de exploração de crianças”, revela Fátima Pinto, coordenadora-executiva da organização, em declarações à Renascença.
“Temos conhecimento de que há imensas crianças a trabalhar. Temos nós e tem a sociedade inteira, uma vez que é um trabalho muito bem aceite por toda a gente”, defende a coordenadora da CNASTI, que aponta o dedo à fiscalização. Daqui

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Secundário: o A.E. de Montemor-o-Velho espera por ti!

Preocupação com o ambiente - reflexão

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que  os sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.

A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secava as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. 
Naquela época, só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos, porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro ou ônibus e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

sexta-feira, 2 de junho de 2017

O que é que as alterações climáticas fizeram a Portugal?

Enquanto se discute sobre quem fica fora e dentro do Acordo de Paris, o mundo aquece, o Árctico derrete e a Antárctida fica um bocadinho mais verde. Não são projecções ou especulações, são constatações que estão em relatórios de cientistas que continuam a medir os efeitos das alterações climáticas no planeta Terra. E Portugal? Há muitas coisas que já mudaram à nossa volta.
Se o aumento de temperatura média global for superior a dois graus Celsius até ao fim do século, o ecossistema do montado do Sul dificilmente resisteJá reparou que há sobreiros e azinheiras a morrer no Alentejo? Que as ondas de calor se tornaram mais frequentes? Que a floresta de Portugal está a diminuir, consumida pelos incêndios? Que a chuva já não cai como antes? Que os Invernos estão mais curtos? Que os mosquitos da febre de dengue encontraram condições para espalhar um surto na ilha da Madeira? Que, devagarinho, acontece uma subida do nível do mar? São apenas alguns dos efeitos das mudanças climáticas em Portugal.

A lista de fenómenos, mais ou menos visíveis, registados em Portugal que resultam das alterações climática é longa. Filipe Duarte Santos, especialista em alterações climáticas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS), destaca a diminuição da precipitação, acompanhada de uma mudança do seu regime.

“A diminuição traduz-se, se fizermos uma média por década a partir de 1960, em 40 milímetros por década no Sul de Portugal. Ou seja, em 56 anos, estamos a falar de mais 200 milímetros, o que é muito significativo”, especifica o físico, referindo-se a dados da Agência Europeia do Ambiente (EEA, na sigla em inglês). O problema, diz o especialista, não é exclusivo de Portugal e abarca toda a Península Ibérica onde, segundo os mesmos dados da EEA, a precipitação anual diminuiu até um máximo de 90 milímetros por década, desde 1960.
PÚBLICO -Infelizmente, este mau indicador parece manter a sua tendência. “Este ano é mais um exemplo disso. Estamos a ter uma precipitação reduzida, relativamente à média de há 60 ou 70 anos. Isto tem impactos muito significativos na agricultura e também no montado”, avisa. Por outro lado, nota, também se percebe que o padrão da chuva mudou e que, quando realmente chove, chove muito e durante pouco tempo. O que, entre outros efeitos, significa muitas vezes cidades inundadas por cheias.

Nas cidades sentem-se as cheias mas não a falta da chuva que, aliás, (quando cai) incomoda muita gente. “As pessoas que vivem na cidade não notam a diminuição da precipitação, abrem a torneira e têm água e de qualidade. A chuva é uma chatice”, reconhece Filipe Duarte Santos, que acrescenta que “é muito diferente quando se é um agricultor no interior do país”. É preciso enfrentar este problema e planear uma resposta, sem esquecer que a solução tem de ser discutida com os nossos vizinhos espanhóis com quem partilhamos recursos importantes para nos adaptarmos a estes desafios, recomenda o físico.

Um altifalante no Árctico
“Por outro lado, temos as ondas de calor”, continua Filipe Duarte Santos. Apesar de considerar que Portugal se tem adaptado bem a este fenómeno, com um programa de alerta dirigido à população, chamado Ícaro e que é da responsabilidade da Direcção-Geral da Saúde, o físico lembra que as ondas de calor são hoje mais frequentes. E há mais: “Também temos a questão dos fogos florestais. Com temperaturas mais altas e menor precipitação, o risco de incêndio florestal aumenta. Portugal é o único país do Sul da Europa em que a área florestal está a diminuir, por causa dos incêndios”, assinala.
PÚBLICO -
A privilegiada localização deste cantinho da Europa à beira-mar também tem desvantagens. “Há ainda a subida do nível do mar”, acrescenta Filipe Duarte Santos, que confirma que as projecções mais extremas apontam para uma subida média de um metro em 2100.

O investigador também foi o coordenador geral do ClimAdaPT.Local, um projeto para capacitar os municípios para as adaptações às alterações climáticas e ensiná-los a definir estratégias de adaptação. A verdade é que, para já, as mudanças do clima não afectam muito o dia-a-dia da maioria da população portuguesa. “Os problemas nos países desenvolvidos são mais facilmente resolvidos porque temos situações económicas mais favoráveis. Mas se pensar no Sahel, em África, no Mali, na República Centro Africana, na Nigéria, na Etiópia, na Somália, o que se está a passar é dramático! Eles também estão a ter secas mais frequentes mas não têm condições para se adaptar, se a agricultura falha as pessoas têm fome.”

Os problemas em África não parecem ter uma voz mediática mas há um “grito” que se ouve desde o Árctico, que nos últimos anos registou temperaturas invulgarmente elevadas e uma perda de gelo marítimo recorde. “O Árctico e a Antárctica, mas sobretudo o Árctico, são uma espécie de altifalante das alterações climáticas. É uma coisa completamente evidente e é por isso que os senhores decisores políticos vão visitar o Árctico para verem com os seus olhos que realmente há qualquer coisa que está a mudar profundamente no nosso planeta.”

Se fosse possível viajar no tempo e espreitar o futuro de Portugal em 2100, numa viagem maldita em que tudo corresse mal, veríamos um país sem montado, sem sobreiros e azinheiras. É apenas um exemplo. “Se não se cumprir o Acordo de Paris, o futuro do Sul de Portugal e de Espanha apresenta uma grande tendência para a desertificação. Se em Portugal tivermos um aumento de temperatura média global superior a dois graus Celsius até ao fim do século, o ecossistema do montado do Sul dificilmente resiste”, admite Filipe Duarte Santos. Por isso, conclui, a decisão de Donald Trump retirar os EUA do Acordo de Paris é “egoísta”. “Está a defender os interesses das grandes companhias e do lobby dos combustíveis fósseis, mas os países mais vulneráveis – e Portugal é vulnerável no contexto europeu mas há muitos outros países numa situação bastante mais vulnerável –, vão sofrer com isso.”

quinta-feira, 1 de junho de 2017

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