sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Dia internacional do obrigado!

Hoje é o dia de dizermos “obrigado” aos amigos, aos familiares, às pessoas de quem gostamos. 



Obrigada por existirem e por nos acompanharem!

Imagens do Facebook

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Grandes religiões...





CRISTIANISMO: Clica


JUDAÍSMO: Clica


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BUDISMO: Clica


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Questões sobre o Judaísmo

in Guião da Visita de Estudo_7

Visita de Estudo aos Templos Abraâmicos: Sinagoga


O termo sinagoga é de origem grega e significa «assembleia». Uma assembleia de dez homens, no mínimo (o «minian»), que se juntam com o objectivo de rezar, pois para o Judaísmo a oração colectiva é essencial.
As sinagogas nascem com a destruição do primeiro Templo de Jerusalém, em 586 a.C. e com o início da diáspora judaica.
Desde a sua fundação, elas preenchem uma tripla função: casa de oração, centro de estudos e local de reunião da comunidade.
Mais do que um imóvel, a sinagoga representa uma comunidade espiritual, o centro de uma relação quotidiana com Deus que, para o judeu praticante, começa de manhã com as orações, prossegue durante o dia com o estudo e o cumprimento da Lei e que termina com as orações da noite.
Em 1897, é criada em Lisboa uma comissão para a edificação de uma sinagoga. O projecto foi da autoria de um dos notáveis arquitectos da época, Miguel Ventura Terra. O edifício teve de ser construído dentro de um quintal muralhado, dado que não era permitida a construção de qualquer templo não católico com fachada para a via pública. Lançada a primeira pedra em 1902, a Sinagoga Shaaré-Tikvá (Portas da Esperança) foi inaugurada em 1904.


Existem diferentes tipos de sinagogas, mas todas estão subordinadas a algumas regras: nenhuma sinagoga pode ultrapassar o Templo em grandeza e beleza; nas sinagogas de rito ortodoxo existe uma separação (‘mehitsa’) entre homens e mulheres que pode tomar a forma de um balcão próprio ou de um pequeno muro; as sinagogas têm de estar viradas para leste, ou seja, para Jerusalém, nomeadamente a Arca Sagrada que contém os rolos da Torah; é totalmente proibido qualquer tipo de imagens humanas; a decoração é feita através dos símbolos da vida judaica: a Estrela de David, o candelabro («menorah»). Em sinagogas antigas foram encontrados frescos ou mosaicos representando cenas bíblicas.

No Judaísmo, a actividade religiosa diz respeito a todos. Qualquer judeu, depois de feita a ‘Bar-Mitzvá’, rito de iniciação pelo qual se atinge a maioridade religiosa aos 13 anos, pode conduzir um serviço religioso. O rabino é uma pessoa especialmente conhecedora da Lei, um líder espiritual, mas não é indispensável à condução dos actos religiosos.
O povo judeu é conhecido como «o Povo do Livro». De facto, no centro do culto, na sinagoga, está a leitura da Torah.
Em termos de rituais, a «Kipá», ou solidéu, cobre a cabeça dos homens (mesmo não judeus) na sinagoga, em sinal de respeito a Deus. Este costume vem provavelmente do facto de os sacerdotes, no Templo, se cobrirem na cabeça. As mulheres praticantes, depois de casadas, cobrem a cabeça, na sinagoga.
Na nossa visita, também os rapazes usaram a kippá! Em geral, todos gostaram muito da experiência!!!


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Mapa animado mostra como a religião se espalhou pelo mundo

Hinduísmo, Budismo, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
 Ao longo de milhares de anos, estes grupos religiosos moldaram o curso da História e tiveram uma profunda influência sobre a trajetória da raça humana.
 Publicado a 14/07/2015

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Justos entre as Nações: Aristides de Sousa Mendes

O termo Justos entre as Nações (em hebraicoחסידי אומות העולם) é um termo utilizado no judaísmo para se referir a góis (não-judeus) fiéis às sete leis de Noé e que, por esse motivo, mereceriam o paraíso.

 Atualmente, o termo é utilizado pelo Estado de Israel para descrever góis/gentios que arriscaram as suas vidas durante o Holocausto para salvar vidas de judeus do extermínio pelo nazismo

Em Portugal, são conhecidos três: Aristides de Sousa MendesCarlos Sampaio Garrido e Padre Joaquim Carreira.
Saber mais: Aqui
Filho de Aristides de Sousa Mendes junto à árvore em homenagem ao seu pai, no Yad Vashem - Jerusalém, Israel. (Imagem Daqui)
 A mesma árvore, em agosto de 2015.

Natal ortodoxo celebra-se esta segunda-feira

O Natal dos cristãos ortodoxos celebra-se esta segunda-feira. Segundo o calendário Juliano, o dia 07 de janeiro corresponde ao dia 25 de dezembro do calendário Gregoriano.
Milhões de cristãos ortodoxos celebram esta se mim da-feira o natal, a mesma efeméride que muitos outros milhões comemoram a 25 de dezembro, mas segundo um calendário diferente.retribuo
A Igreja Ortodoxa nunca aceitou a reforma do calendário feita em 1582 pelo papa Gregório XIII (que Portugal adotou imediatamente) e continuou utilizando o até então calendário Juliano, enquanto o mundo ocidental passou gradualmente a utilizar o calendário Gregoriano.
Apesar da diferença de datas as duas igrejas, a Católica Romana e a Ortodoxa, celebram o nascimento de Cristo e a época é reunião em família e de preferência à volta de uma mesa farta.
A diferença é que no natal Ortodoxo não existe a figura do “pai natal” e as respetivas prendas. A troca de presentes faz-se a 04 de dezembro, dia de S. Nicolau, um santo popular entre os cristãos e conhecido pela generosidade.
Em Portugal celebram esta segunda-feira o Natal os milhares de fiéis provenientes de comunidades de imigrantes, como romenos e ucraniano, nas mesmas igrejas onde se celebrou o “outro” Natal a 25 de dezembro.
Na verdade, a Igreja foi única durante mil anos (a separação deu-se em 1054). Além de calendários diferentes, os ortodoxos não reconhecem a autoridade do papa e apenas admitem nas igrejas pinturas de santos. E um sacerdote pode ser casado.    Daqui

Natal Ortodoxo

Milhões de cristãos ortodoxos celebram o natal  dia 7 de janeiro, tal como muitos outros milhões o fizeram na semana passada, todos a 25 de Dezembro mas em calendários diferentes.
"Não há um natal atrasado", começou por dizer o sacerdote ortodoxo Alexandre Bonito em conversa com a Agência Lusa, a propósito da celebração do Natal a 07 de Janeiro, na verdade 25 de Dezembro.
A explicação é simples: a Igreja Ortodoxa nunca aceitou a reforma do calendário feita em 1582 pelo papa Gregório XIII (que Portugal adoptou imediatamente) e continuou utilizando o até então calendário Juliano, enquanto o mundo ocidental passou gradualmente a utilizar o calendário Gregoriano.
Mas de resto não há "nenhuma diferença", porque quer a Igreja Católica Romana quer a Igreja Ortodoxa celebram o nascimento de Cristo, salientou Alexandre Bonito.
Se é certo que a noite de segunda-feira para terça é uma noite especial, nas famílias não há no entanto o hábito de oferta de presentes nem a "figura" do "pai natal", como aconteceu no natal da semana passada. A troca de presentes também existe mas a 04 de Dezembro, dia de S. Nicolau, um santo popular entre os cristãos e conhecido pela sua generosidade.
"As festividades para os ortodoxos começam com a grande festa de S. Nicolau, muito venerado pelos ortodoxos, seguindo-se o nascimento de Cristo e depois a bênção das águas, ou o baptismo", explicou o sacerdote.
E sim, acrescenta, na noite do natal ortodoxo há "uma panóplia de doces, comidas e tradições de acordo com cada região", e há a reunião da família, o jejum, que acaba na noite de natal, e há nalguns casos a vigília, porque há diferenças entre cada região e cada Igreja ortodoxa, autocéfala ao contrário da Igreja Católica Romana.
Para os ortodoxos, disse também Alexandre Bonito, mais importante do que o Natal é a Páscoa, em 2014 a celebrar-se exactamente na mesma data em que os católicos romanos a festejam.
Em Portugal são vários os milhares de fiéis, romenos e ucranianos principalmente, depois de muitos anos em que a comunidade ortodoxa era basicamente reduzida a uma presença diplomática ou relacionada com armadores gregos, segundo Alexandre Bonito.
Mas não têm templos específicos, usando os das igrejas católicas, porque afinal "há uma comunhão muito próxima", não há "grandes dogmas a dividir as duas Igrejas", afirmou o sacerdote.
Diz a História que na verdade foram a mesma Igreja mil anos. Separaram-se definitivamente em 1054. Além de calendários diferentes os ortodoxos não reconhecem a autoridade do papa e apenas admitem nas igrejas pinturas de santos. E um sacerdote pode ser casado.
Disse Alexandre Bonito que há uma aproximação entre as duas Igrejas. "Com este papa penso que o avanço ainda vai ser mais visível", admitiu.
Mil anos de afastamento mas o mesmo Natal a celebrar o mesmo Deus. E na mesma data, que o resto é só uma questão do tipo de calendário. E depois, como disse o poeta Ary dos Santos, "natal é quando um homem quiser".

domingo, 6 de janeiro de 2019

Os três Reis Magos



Após o nascimento de Jesus, segundo o Evangelho de São Mateus, surgem os Reis Magos provenientes do Oriente, que o visitaram em Belém guiados por uma estrela.
Esta denominação de «Mago» tem conotação de sapiência entre os Orientais ou designa ainda astrólogos, deduzindo-se inicialmente que seriam Astrólogos eruditos. Isto pensa-se por se contar que terão avistado uma estrela que os terá guiado até onde Jesus nasceu. Terão chegado até Cristo a 6 de Janeiro, data que actualmente se comemora o «Dia de Reis».
O nome de «Reis» fora colocado com base na aplicação liberal do Salmo 71,10 realizada pela Igreja. Não há informação de quantos seriam e os seus nomes, existem sim apenas suposições e algumas pinturas dos primeiros séculos, aparecendo dois, quatro e doze «Magos».
Após o Evangelho terão sido atribuídos os nomes dos «Reis»; Baltasar, representante da raça africana ; Belchior, representante da raça europeia e Gaspar que representava a raça asiática, representando todas as raças conhecidas até à data, simbolizando a homenagem de todos os Homens da Terra a Jesus.
Pelo número de prendas deduziu-se quantos seriam, pois ofereceram três presentes, ouro (Belchior), incenso (Gaspar) e mirra (Baltasar).


As prendas têm uma simbologia, pois o ouro era somente oferecido a Reis, perfazendo a sua nobreza; o incenso, representa a divindade e a mirra, simboliza Jesus como Homem e o sofrimento que iria ter ao longo da sua vida.
Sendo países tradicionalmente católicos, Espanha e Itália são os países que maior importância e simbolismo atribuem a esta tradição.
As crianças espanholas e italianas celebram o Natal como todas as outras mas têm de esperar pelo dia de Reis, 6 de Janeiro, para receber as tão desejadas prendas.
Autor desconhecido

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Dia Mundial do Braille

Imagem daqui
O Dia Mundial do Braille ocorre a 4 de janeiro.
A data de 4 de janeiro assinala o nascimento de Loius Braille, o criador do sistema de leitura e de escrita Braille, que permite através do toque facilitar a vida das pessoas invisuais e a sua integração na sociedade.
Louis Braille ficou cegou aos 3 anos de idade e aos 20 anos conseguiu formar um alfabeto com diferentes combinações de 1 a 6 pontos que se alastrou pelo mundo e que ainda hoje é usado como forma oficial de escrita e de leitura das pessoas cegas.
Livros, folhetos, medicamentos, cd's, dvd's, são alguns exemplos de produtos com impressão em Braille para facilitar a perceção do conteúdo.
O Braille é composto por 64 sinais, gravados em papel em relevo. Estes sinais são combinados em duas filas verticais e justapostas, à semelhança de um dominó ao alto. A leitura faz-se da esquerda para a direita.
Em Portugal, destaque-se o papel do Núcleo para o Braille e Meios Complementares de Leitura, no âmbito do Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P, que no Dia Mundial do Braille organiza vários eventos para celebrar a efeméride.     Daqui

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