quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Manuais de EMRC: 1º, 2º e 3º Ciclos

1º CICLO
1º Ano: O Girassol

2º Ano: O Tesouro


3º Ano: O Amor

4º Ano: A Luz da Vida



2º Ciclo
5º Ano: Conta Comigo!

6º Ano: Estou Contigo!



3º Ciclo
7º Ano: Quero Saber!


8º Ano: Quero Descobrir!

9º Ano: Quero Ser!




Um par de sapatos velhos - reflexão

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

"Os pobres não podem esperar": 14 frases de D. António Francisco dos Santos

Atento aos grandes dramas da actualidade, preocupava-se sobretudo com os mais frágeis. O bispo do Porto morreu esta segunda-feira de manhã.
D. António Francisco dos Santos. O bispo do diálogo e "sem planos prévios"
“Não compete à Igreja educar nem para o medo, nem para a proibição.” 2010
“O diálogo entre a Igreja e a sociedade passa necessariamente pelos caminhos abertos da cultura, em que a Igreja soube tantas vezes ser pioneira.” Abril de 2010
“O bispo não trabalha sozinho. É bispo de todos, mas é irmão com todos.” À Renascença, na primeira entrevista depois da tomada de posse como bispo do Porto, Abril de 2014
"Sejamos ousados, criativos e decididos. Sobretudo onde estiverem em causa os frágeis, os pobres e os que sofrem. Os pobres não podem esperar.” Primeira homilia como bispo do Porto, Abril de 2014
Novo bispo do Porto diz que "pobres não podem esperar”
“O diálogo será timbre do meu viver e caminho do meu encontro com todos." Primeira homilia como bispo do Porto, Abril de 2014
“Precisamos de uma forma nova de ser líder e de ser protagonista, de ser governante e de ser responsável deste país.” A propósito da austeridade, Fevereiro de 2015
“Não podemos ser uma Igreja que apenas recebe, que apenas diz ‘vem’. Temos de ser uma Igreja que sabe ir, que sabe estar e que sabe encontrar-se com todos.” Fevereiro de 2015
“É necessário que a Igreja saiba ir ao encontro de todos, sem medo de perder algo de si.” Fevereiro de 2015
“Se tivéssemos feito pela paz aquilo que temos feito pela guerra, se tivéssemos feito pelo diálogo aquilo que temos feito pela separação e pelos conflitos, isto não teria acontecido.” Na sequência dos atentados de Paris, Novembro de 2015]
“Quando adoramos o Senhor nosso Deus, temos de respeitar e adorar o Deus das pessoas, dos nossos irmãos, independentemente da sua origem, cultura, credo ou ideologia.” Na sequência dos atentados de Paris, Novembro de 2015
“Vai ser felizmente diferente para eles este Natal, mesmo que seja outra a sua fé, porque encontraram casa junto de nós, abrigo na cidade e acolhimento humano em terra de gente de paz e de bem.” Uma referência ao primeiro Natal dos refugiados acabados de chegar, Dezembro de 2015
“Uma ofensa à dignidade humana e aos direitos fundamentais da dignidade humana. Isso não há povo que o possa fazer, nem há responsável que o possa assumir.” A propósito da eleição de Donald Trump, Novembro de 2016]
“[Apelo] à sociedade civil, às autarquias e ao próprio Estado, para encontrarem respostas estruturais e soluções definitivas que tirem estas pessoas das ruas.” Mensagem no Jubileu dos Sem-Abrigo, Novembro de 2016
“O Porto não é apenas um monumento erguido; é alma, é vida, é gente.” Sobre o crescimento do turismo na cidade do Porto, em entrevista à Renascença, Julho de 2017
Daqui

D. António Francisco "era alguém que inspirava sempre bondade"

Padre Américo Aguiar, presidente do Grupo Renascença, recorda o amigo D. António Francisco dos Santos, bispo do Porto, que faleceu esta segunda-feira aos 69 anos.
D. António Francisco dos Santos. O bispo do diálogo e "sem planos prévios"
"Estas notícias de hoje desenterraram no meu coração as notícias de 2007, quando a diocese do Porto acordou com a notícia do acidente vascular cerebral (AVC) de D. Armindo Lopes Coelho, bispo do Porto na altura. E hoje, quando o mundo evoca os atentados das Torres Gémeas de 11 de Setembro de 2001, vem-me à memória uma coisa boa: a bondade do senhor D. António.
Estivemos com ele em Fátima e com mais de 50 mil diocesanos do Porto. A sua alegria, a sua homilia e os seus comentários extensos – eu zangava-me sempre com ele por essa generosidade de partilha. Sinto no meu coração que o bispo do Porto morreu pela sua bondade.
É isso que nós vemos a norte e a sul, junto das autoridades, no estrangeiro, em Paris, em Cinfães – terra de que ele tanto gostava -, em Tendais.
É alguém que inspirava sempre bondade. Sempre, sempre, sempre. E quando as suas decisões não eram de bondade, por vezes, era porque não vinham do seu coração, mas das circunstâncias.
Ele estava a explodir de alegria no sábado à noite quando nos reunimos no paço do Porto, depois de tudo o que aconteceu, e hoje de manhã... a Nossa Senhora de Fátima gostou tanto, os pastorinhos gostaram tanto, Deus gostou tanto, que decidiu chamá-lo à sua presença. É a bondade que ecoa nos nossos corações.
Em Fátima, no fim da celebração, disse assim: 'Consagro-te, ó Mãe do Senhor, juntamente com os meus irmãos bispos desta amada igreja do Porto. Fomos chamados a servir com coração de pastores ao jeito do coração de Cristo'.
E foi este coração humano que não foi capaz de aguentar a pressão do seu coração de bom pastor.
D. António Francisco tinha verdadeiramente um coração de bom pastor. E o coração de bom pastor rebenta com o coração humano, que quer ser outra coisa.
A humanidade não foi capaz de aguentar tanta bondade, tanta santidade. É esse o testemunho que levamos no nosso coração deste amado bispo do Porto, como ele dizia em relação à 'amada' diocese do Porto.
Eu não tenho ilusões sobre como vai ser recordado. O que eu sei e ouvi do senhor D. António Francisco, como ele dizia muitas vezes: os mortos não habitam no cemitério, habitam no coração agradecido dos vivos. Eu tenho a certeza que este bom pastor da Igreja portucalense habitará muitos bons anos no coração agradecido de tantos portuenses, de tantos portugueses, de tantos e tantos do mundo inteiro que tiveram a honra de privar com ele".

A partir de um depoimento oral do padre Américo Aguiar, presidente do Grupo Renascença Multimédia e director do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais  Daqui 11 set, 2017 - 18:17

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Até um dia, amigos!

Chegou a hora... 
Mudança de casa... :(

Embora triste, levo o coração cheio de pessoas maravilhosas (alunos, professores, pessoal não docente, pais). Foram muitos os bons momentos e vão ser ótimas as recordações! 

Foram 10 anos inesquecíveis! 

Até um dia, Amigos!

Contem comigo! Aguardo notícias!

Obrigada por tudo! 

Bom ano letivo 2017/ 2018


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