domingo, 8 de janeiro de 2017

Michelle Obama despede-se dos jovens: “Vocês importam”

No seu último discurso enquanto primeira-dama, Michelle Obama disse que a “gloriosa diversidade” dos Estados Unidos “não é uma ameaça”


No seu último discurso enquanto primeira-dama, Michelle Obama deixou uma mensagem especial aos mais jovens: “Saibam que este país vos pertence”.

“Nunca permitam que alguém vos faça sentir que vocês não importam ou que não têm um lugar na História da América, porque têm”, disse a primeira-dama esta sexta-feira, durante um evento na Casa Branca em que se pretendeu homenagear funcionários da área da educação.

“Se os vossos pais são imigrantes, saibam que vocês são parte de uma orgulhosa tradição americana, de cruzamento de novas culturas, talentos e ideias”, disse Michelle Obama. “Geração após geração, foi isso que nos transformou na maior nação da Terra (...) A nossa gloriosa diversidade não é uma ameaça para quem somos, é aquilo que faz de nós quem somos.”

Alertando os jovens para não tomarem a sua “liberdade por garantida”, a primeira-dama disse que os mais novos devem “estar preparados para fazer com que a sua voz seja ouvida, preparados para estar informados e envolver-se enquanto cidadãos”.

Já na fase final do discurso, entre lágrimas (segundo as agências internacionais), Michelle Obama declarou que ter sido a primeira-dama dos Estados Unidos nos últimos oito anos foi “a maior honra” da sua vida. “Não tenham medo, tenham esperança. E saibam que eu estarei com vocês até ao resto dos meus dias, a torcer por vocês e a trabalhar para vos apoiar.”

A educação foi uma das prioridades de Michelle Obama durante os seus oito anos na Casa Branca enquanto primeira-dama, assim como o foram a promoção do exercício físico e de hábitos alimentares saudáveis e o acompanhamento aos veteranos de guerra e suas famílias.

O casal Obama está de saída da Casa Branca. Faltam cerca de duas semanas para a tomada de posse de Donald Trump, que acontece a 20 de janeiro.

HELENA BENTO  06.01.2017 às 20h09 Aqui

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A lenda do Bolo Rei

Resultado de imagem para bolo reiTudo começou com os três Reis Magos. Caminhando pelo deserto, Baltasar, Belchior e Gaspar levavam consigo ouro, incenso e mirra para oferecer ao Messias.
Orientados por uma estrela, sete quilómetros antes de chegarem ao seu destino, começaram a discutir qual seria o primeiro a entregar as suas oferendas a Jesus.


Para resolver a contenda aceitaram a sugestão de um artífice que propunha fazer um bolo com uma fava. Depois de cozido, o artífice partiu o bolo em três e o Rei que ficou com a fava foi o primeiro a entregar os presentes.E assim surge o bolo-rei, cozido uma vez por ano na altura do Natal. A cor do bolo está associada ao ouro, o miolo e frutas secas à mirra e o aroma ao incenso.


Outra explicação associada ao bolo-rei está relacionada com os Romanos que nas festas dedicadas a Saturno usavam as favas para eleger o Rei da Festa. Este jogo, muito popular entre as crianças, assumiu tal importância que chegou a ser usado nas assembleias.


Mais tarde, quando o Cristianismo passou a ser a religião oficial do Império Romano, a Igreja Católica apropriou-se das Festas de Saturno que decorriam em Dezembro, passando a celebrar o Natal. O dia 6 de Janeiro passou a ser o Dia de Reis, altura em que as crianças recebem presentes.


Existe ainda uma outra tradição associada ao Bolo-rei. Em França, no reinado de Luís XIV, havia a hábito de comer 12 bolos-rei entre o Natal e o Dia de Reis. Veio depois a ser proibida a sua produção logo após a revolução francesa.

Em Portugal, com a República, a confeção do bolo diminuiu.
E apesar de atualmente o calendário de jejum não ser cumprido com tanto rigor, a tradição do bacalhau manteve-se, principalmente na época do Natal.

Fonte desconhecida.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Para reflexão: Preconceito / racismo




6/1: Dia dos Reis e de Natal...


Para a Igreja Católica, o Dia de Reis (em Portugal, celebra-se hoje, primeiro domingo de Janeiro), enquanto os cristãos ortodoxos do Oriente celebraram o seu Natal.


Duas igrejas cristãs, com raiz comum, assinalam em datas diferentes o nascimento do mesmo Menino Jesus. Esta diferença no calendário litúrgico demonstra que os primeiros cristãos nunca se preocuparam em saber qual foi o dia do nascimento de Cristo.


O Natal é, sobretudo, resultado de uma reflexão teológica, ou seja, partindo do dado da fé de que Jesus é Filho de Deus, os primeiros teólogos (chamados Padres da Igreja) concluiram que o momento em que o Filho de Deus assume a condição humana deveria também ser assinalado como acontecimento salvífico. A única celebração que desde o início do cristianismo se assinalava era, de facto, a Ressurreição, enquanto mistério central da fé. Porém, não foi ao nascimento de Jesus que os primeiros cristãos deram importância, mas sim ao baptismo. Isto significa que, segundo a prática cristã mais primitiva, a manifestação humana de Deus é apenas considerada quando João Baptista, no rio Jordão, aceita baptizar Jesus e o reconhece como o Messias. Este episódio bíblico passou a ser celebrado como Festa da Epifania, palavra grega que significa "manifestação", "aparição". Ainda hoje, o Natal dos Ortodoxos do Oriente centra-se precisamente na Epifania, celebrada a 6 de Janeiro.


Os católicos de Roma, influenciados por factores culturais do Ocidente, seguiram uma outra tradição, assinalando o nascimento, não o baptismo, a 25 de Dezembro. Recorde-se que nesta data os romanos celebravam o solstício de Inverno e faziam a sua adoração ao Sol invicto.


Para os cristãos, o verdadeiro Sol (luz) é Jesus Cristo, logo a apropriação da data para assinalar o nascimento do Filho de Deus e fazer desaparecer a última resistência do paganismo vingou com naturalidade.


Roma, entretanto, tomou conhecimento da solenidade celebrada a Oriente no dia 6 de Janeiro e adaptou-a ao seu calendário, na segunda metade do século IV. Mas o tema central passou a ser a adoração dos Reis Magos, festejando o baptismo no domingo seguinte.


O 25 de Dezembro permaneceu como celebração do nascimento, a adoração dos pastores e a recordação do massacre das crianças mandado executar por Herodes. O Oriente, por seu lado, também adotou as solenidades celebradas em Roma (nascimento, adoração dos pastores, etc.), mantendo-se, contudo, fiel às origens. Ainda hoje a Epifania é, sobretudo, a evocação do batismo de Jesus Cristo, conhecida também por "festa das luzes".
Fonte DN

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Bom regresso às aulas - 2º período

03 de janeiro a 4 de abril - 2017

Interrupção: entre 27 de fevereiro  a 1 de março (Carnaval)


terça-feira, 27 de dezembro de 2016

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