segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Sexualidade, namoro e casamento

Amor apaixonado dá a vida para sempre com corpo e alma: Papa fala de sexualidade, namoro e casamento

A sexualidade, o sexo, é um dom de Deus. Nada de tabu. É um dom de Deus, um dom que o Senhor nos dá. Tem dois propósitos: amar e gerar vida. É uma paixão, é o amor apaixonado. O verdadeiro amor é apaixonado. O amor entre um homem e uma mulher, quando é apaixonado, conduz-te a dar a vida para sempre. Sempre. E a dá-la com o corpo e a alma.

Quando Deus criou o homem e a mulher, a Bíblia diz que ambos são imagem e semelhança de Deus. Os dois, não só Adão ou só Eva, mas os dois. E Jesus vai além e diz: por isso o homem, e também a mulher, deixará o seu pai e a sua mãe, unir-se-ão e serão… uma só pessoa?... uma só identidade?... uma só fé de matrimónio?... Uma só carne: esta é a grandeza da sexualidade.

Deve falar-se da sexualidade assim. E deve viver-se a sexualidade assim, nesta dimensão: do amor entre homem e mulher para toda a vida.

É verdade que as nossas fragilidades, as nossas quedas espirituais, conduzem-nos a usar a sexualidade fora deste caminho tão belo, do amor entre o homem e a mulher. Mas são quedas, como todos os pecados. A mentira, a ira, a gula... São pecados: pecados capitais. Mas esta não é a sexualidade do amor: é a sexualidade “coisificada”, separada do amor e usada para o divertimento.

É interessante como a sexualidade é o ponto mais belo da criação, no sentido em que o homem e a mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus, e a sexualidade é a mais atacada pela mundanidade, pelo espírito do mal. Diz-me: já viste, por exemplo, uma indústria da mentira, por exemplo? Não. Mas uma indústria da sexualidade separada do amor, viste? Sim. Muito dinheiro se ganha com a indústria da pornografia, por exemplo. É uma degeneração em relação ao nível onde Deus a colocou. E com este comércio faz-se muito dinheiro.

Mas a sexualidade é grande: protegei a vossa dimensão sexual, a vossa identidade sexual. Protegei-a bem. E preparai-a para o amor, para a inserir nesse amor que vos acompanhará toda a vida.

Dir-vos-ei uma coisa e depois outra. Na Praça de S. Pedro, uma vez – eu saúdo as pessoas na Praça – havia dois idosos que celebravam os 60 anos de casamento. Eram luminosos! E eu perguntei: «Discutis muito?»; «às vezes…»; «e vale a pena isto, o casamento?». E esses dois, que me olhavam, olharam-se entre eles e depois voltaram a olhar-me; tinham os olhos em lágrimas, e disseram-me: «Estamos enamorados». Depois de 60 anos!

E a seguir quero dizer-vos: uma vez um idoso – muito idoso, com a mulher idosa – disse-me: «Nós amamo-nos muito, muito, e por vezes abraçamo-nos. Não podemos fazer amor na nossa idade, mas abraçamo-nos, beijamo-nos»… Esta é a verdadeira sexualidade. Nunca a separar do lugar tão belo do amor. É preciso falar assim da sexualidade.

Papa Francisco 
Encontro com um grupo de jovens da diocese de Grenoble-Vienne, França | 17.9.2018 | Vaticano 
Fonte: Sala de Imprensa da Santa Sé
Trad.: Rui Jorge Martins 
Imagem: nd3000/Bigstock.com 
Publicado em 18.09.2018  Daqui

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Simplesmente Amor - vídeo

"A luz do caminho" Daqui

Manuais de EMRC: 1º, 2º e 3º Ciclos

1º CICLO
1º Ano: O Girassol

2º Ano: O Tesouro


3º Ano: O Amor

4º Ano: A Luz da Vida



2º Ciclo
5º Ano: Conta Comigo!

6º Ano: Estou Contigo!



3º Ciclo
7º Ano: Quero Saber!


8º Ano: Quero Descobrir!

9º Ano: Quero Ser!




quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Rosh Hashana: Novo Ano Judaico - 5779

Rosh Hashaná 2018: 
Da tarde de domingo, 9 de setembro
Até à tarde de 
terça-feira
, 
11 de setembro

O Ano Novo Judaico, conhecido como Rosh Hashaná, é um dos feriados mais significativos dos judeus. Ao contrário das celebrações dos finais de ano convencionais, comemorados com muitas festas e queimas de fogos, esta passagem da mística judaica envolve uma profunda meditação sobre o passado, durante a qual se faz um balanço de tudo que passou no ano que ficou para trás, o que se concretizou, o que se deixou de realizar, como se agiu, de que forma se poderia ter actuado, entre várias outras questões existenciais. A partir daí, planeia-se um período melhor no futuro. As pessoas têm a oportunidade de avaliar os seus erros e redimir-se dos seus pecados diante de Deus.

Esta festa é realizada com refeições tradicionais em família, geralmente acompanhadas de maçã e mel. O termómetro para se avaliar a importância de um evento judaico é a extensão do feriado dedicado a ele. Neste caso, o Rosh Hashaná é um dos dois Grandes Feriados do judaísmo. O outro é uma sequência deste, o Yom Kipur, que se inicia dez dias depois do Ano Novo Judaico. Juntos, eles tecem o que se conhece como a era dos Grandes Feriados.

De facto, o Rosh Hashaná abrange quatro eventos que se interconectam: o Ano Novo judaico, o dia do julgamento, o dia da lembrança e o dia do toque do shofar. Estes acontecimentos estão essencialmente ligados à criação do Homem, a qual, segundo o Talmud, teria se concretizado no primeiro dia do mês chamado de Tishrei. Assim, este evento marca o dia em que essa geração se processou, como se a cada ano se reciclasse este ato criador, oferecendo a todos a oportunidade de se renovar e de se purificar, conquistando assim um novo recomeço.

Logo que os judeus fugiram do Egito, o Criador transmitiu a Moshe Rabenu as leis que se referem ao princípio de cada mês, o qual normalmente ocorre simultaneamente ao nascer de cada nova lua. Desta forma, ao fim de um ciclo de 19 anos, os judeus acrescentam um mês a mais para contrabalançar o calendário lunar, mais curto. Aliás, o calendário da religião judaica, ao contrário do gregoriano adotado pelo Ocidente, foi estabelecido por Hillel II, em meados de 359, fundamentado não só no sol, mas também na lua.

Traduzindo, Rosh Hashaná significa ‘cabeça do ano’, uma referência à importância do cérebro para o Homem na estruturação de sua existência, mas ao contrário da tradição ocidental, ele não incide sobre o primeiro dia do ano judaico, portanto é mais representativo do que algo exato, preciso. É uma forma de oferecer a cada um o dia do julgamento, durante o qual o homem pode decidir-se pela rectificação dos seus erros, por meio do arrependimento – teshuvah -, da oração – tfiloh – e da caridade – tzedakah. O judeu é valorizado no seu livre arbítrio; tem o poder da escolha, que parte da consciência; detém o potencial de mergulhar em si mesmo e de perceber o que deve ser mudado. Então, é ‘inscrito e selado no Livro da Vida’, saudação comum entre os judeus neste momento.

Os judeus acreditam que os seus nomes são, neste período, registados neste Livro da Vida. Aí entra a importância do Yom Kipur na sequência, quando este Livro é selado. Enquanto este momento não chega, considera-se que o indivíduo está a viver os dias de temor. O dia da lembrança marca a rememoração do quase sacrifício de Isaac, filho de Abraão, pelo próprio pai, a pedido do Senhor, ato de extrema subserviência a Deus, recordando assim a cada judeu a importância de servir ao Criador. O shofar é um instrumento de sopro construído com chifre de carneiro. O soar dele redesperta na memória dos judeus o episódio de Isaac; traz à mente a lembrança de uma coroação e também comemora a criação da Humanidade, além de despertar os judeus para a presença de Deus nas suas vidas.

Durante os banquetes realizados ao longo de duas noites, os judeus costumam submergir a Chalá, pão particularmente trançado, e pedaços de maçã em mel, representando assim as suas expectativas quanto a um ano doce. Tudo o que é então consumido, de frutas a vegetais, têm não só um sabor especial, mas também uma simbologia específica. Ao se comer cada alimento, faz-se antes um pedido. Alguns destes desejos estão de certa forma associados ao nome da comida, em hebraico.

Por Ana Lucia Santana (adaptado) Daqui

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Um ano letivo excelente!

Que este novo ano seja repleto de novas descobertas e aprendizagens, muitas brincadeiras, toneladas de valores e bastantes sorrisos!

Ano letivo 2018-19



terça-feira, 24 de julho de 2018

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Testa a tua memória

Faz o teu presépio

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Jogo Gesto Inteligente Transportes

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Jogo "Ser Pessoa"

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