segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

As avós...

Para reflexão...


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A propósito do dia dos Namorados...


Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer.
O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...)
Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado.
O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.
(Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela')

História de S.Valentim

As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações possíveis, umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.




A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III da nossa era, em Roma, tendo morrido como mártir em 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.

Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou foi proibir os casamentos dos jovens!

Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.



A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».



Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14.

Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.


Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.

Postal de 1910

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Papa resignou 'para o bem da Igreja'


O papa Bento XVI assegurou hoje que resignou ao papado “em plena liberdade, para o bem da Igreja”.
O papa fez esta declaração no início da audiência pública de quarta-feira, a primeira aparição depois de anunciar a sua resignação.
Bento XVI anunciou a sua resignação, na segunda-feira, devido à sua avançada idade e à falta de forças, permanecendo à frente da Igreja Católica até ao dia 28 de Fevereiro.

“Queridos irmãos e irmãs, como sabem, decidi resignar ao ministério que o Senhor me confiou a 19 de Abril de 2005. Fi-lo em plena liberdade para o bem da Igreja, depois de ter orado muito e de examinar a minha consciência diante de Deus”, declarou hoje o papa, diante de cerca de dez mil fiéis na sala Paulo VI, no Vaticano.
Bento XVI acrescentou que “é consciente da importância deste acto, mas também consciente de não ser capaz de levar a cabo o ministério de Pedro com a força física e espiritual que o requer”.
“Apoia-me e ilumina-me a certeza de que a Igreja é de Cristo, a qual nunca vai perder a sua orientação e cuidado. Obrigada a todos pelo amor e pelas orações que me haveis acompanhado. Continuem a orar pelo papa e pela Igreja”, concluiu.
Os milhares de presentes responderam com uma grande ovação, ainda maior à que lhe dedicaram à sua chegada à tradicional audiência de quarta-feira.

Um novo papa será escolhido até à Páscoa, a 31 de Março, disse o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, anunciando que um conclave deve ser organizado entre 15 e 20 dias após a resignação.
O último chefe da Igreja Católica a resignar foi Gregório XII, no século XV (1406-1415).

Lusa/SOL

Bento XVI

Depois de ouvir o Papa a anunciar que se ia resignar, o Cardeal Sodano disse que a notícia era como um “trovão num céu sereno”.


Bento XVI será o sexto ou sétimo Papa a resignar – havendo dúvidas em relação aos factos históricos que rodearam o fim do pontificado de Clemente I, no primeiro século. Mas o único caso comparável ao de Bento XVI é o de Celestino V, que resignou por vontade própria e não por qualquer factor externo. Quando o Papa visitou as relíquias de Celestino V no dia 4 de Julho de 2010, deixou o seu pálio, símbolo da sua autoridade, no túmulo. 


Segundo o L'Osservatore Romano, depois da viagem de Bento XVI a Cuba o Papa, que regressou exausto, confessou que estava a pensar resignar. A visita foi em Março de 2012.


A data escolhida pelo Papa para anunciar a sua resignação, por motivos de fragilidade de saúde, foi 11 de Fevereiro, dia de Nossa Senhora de Lourdes e dia Mundial do Doente. 


O Papa cumpriu 24 viagens apostólicas para fora de Itália, algumas das quais foram históricas. Foi o primeiro a fazer uma visita de Estado ao Reino Unido, sendo recebido por Isabel II e pelo primeiro-ministro e falando no parlamento em Londres. Visitou também Cuba, um Estado comunista, e a Terra Santa, bem como a Turquia e, por fim, o Líbano. Em todas as visitas, quase sem excepção, as previsões apontavam para um fracasso mas o balanço acabava sempre por ser muito positivo. A visita a Portugal foi particularmente importante e teve efeitos notórios para Bento XVI, que disse que saía do país com um novo fôlego.


O sucessor de Bento XVI será eleito por 117 cardeais eleitores. Neste momento existem 118 eleitores, mas um deles, o Patriarca emérito da Igreja Greco-católica da Ucrânia, faz 80 anos a 26 de Fevereiro e por isso será excluído do conclave. 


Mais dois cardeais fazem 80 anos antes do início provável do conclave, mas as regras estipulam que são excluídos aqueles que cumprem 80 anos até à véspera do começo da “sede vacante”, como se designa o estado da Igreja sem Papa em funções, pelo que o Cardeal Kasper e o Cardeal Poletto poderão participar no conclave. 


Caso não seja substituído antes da resignação do Papa, o Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, tornar-se-á o Patriarca católico mais velho da Igreja Católica, com 77 anos feitos no dia 26 de Fevereiro. Existem 11 patriarcas católicos, incluindo o Papa. 


No conclave, salvo alguma situação inesperada, haverá sete cardeais lusófonos, dois portugueses e cinco brasileiros. Haverá contudo pelo menos mais um que fala fluentemente português, o Cardeal americano Sean O’Malley, que é apontado como um dos nomes mais influentes por entre os participantes do Conclave. 


Documentário Do Amor à Verdade, sobre o pontificado de Bento XVI, disponível no site da Renascença.
in rrsapo

Papa resigna. "As minhas forças, devido à idade, já não são idóneas"


O Papa anunciou que resigna ao pontificado, a partir de 28 de Fevereiro. 
Bento XVI fez o anúncio perante os cardeais, que estão reunidos em Roma para um consistório.
O Papa anunciou que resigna por motivos de idade e por não se encontrar com força para exercer de forma idónea o seu ministério. "Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino", afirmou. 


"Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando", prosseguiu o Papa.
"Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito, vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste acto, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro", disse ainda o Papa.
A notícia apanhou o mundo de surpresa, uma vez que não havia indicações neste sentido nos últimos tempos. É muito raro um Papa resignar ao pontificado - o último caso foi o do Papa Gregório XII, em 1415. O Cardeal Angelo Sodano, atual número dois do Vaticano, disse mesmo que o anúncio foi como um "raio fulminante num céu sereno".
No mesmo anúncio, feito esta segunda-feira de manhã, o Papa disse ainda que deve ser convocado um conclave para eleger o seu sucessor. "A partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20h00, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice."
Bento XVI agradece ainda a todos os que o ajudaram até esta altura. "Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus."
Perante esta situação coloca-se evidentemente a questão de saber onde irá viver Bento XVI. No único caso verdadeiramente comparável ao seu, o de Celestino V, o Papa retirou-se para uma vida de clausura, longe do olhar público.
Questionado esta segunda-feira de manhã sobre o assunto, o director da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, deu a entender que deverá acontecer algo semelhante com Bento XVI. "Num primeiro momento, o Papa deve mudar-se para Castel Gandolfo. Depois, quando terminarem as obras no mosteiro das irmãs de clausura, no Vaticano, ele deve mudar-se para lá. É pelo menos essa a minha previsão acerca da sua residência quando acabar o seu ministério."
in rrsapo

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Crianças portuguesas mais alerta quanto à violência e pornografia na Net

Os portais de partilha de vídeos como o Youtube são a maior fonte de incómodo na internet. As conclusões surgem num estudo do projeto europeu "EU Kids Online". 
 
Os jovens portugueses entre os nove e os 16 anos têm uma perceção maior do que os seus pares europeus quanto aos riscos associados a conteúdos violentos e pornográficos na internet, revela um estudo divulgado hoje.
Crianças portuguesas mais alerta quanto à violência e pornografia na Net"Quando analisámos as respostas das crianças portuguesas, o que notámos foi que Portugal apresentava valores acima da média europeia no que se refere aos conteúdos pornográficos e aos conteúdos violentos", disse à Lusa Cristina Ponte, coordenadora em Portugal do projeto europeu 'EU Kids Online', responsável pelo estudo.
De acordo com a coordenadora portuguesa, os jovens portugueses mostram preocupações com os riscos associados a conteúdos violentos e pornográficos numa percentagem de 27%, contra um valor médio europeu ligeiramente acima dos 20%.
Os portais de partilha de vídeos como o YouTube são a maior fonte de incómodo na internet para os jovens europeus dos nove aos 16 anos, que os associam ao risco de encontrar online imagens violentas ou pornográficas.
A conclusão consta de um estudo divulgado hoje, que congrega as respostas de quase dez mil jovens europeus para aferir o que incomoda as crianças e jovens dessa idade ao usarem a rede.

"Não falar com estranhos"

Conduzido em 25 países europeus, incluindo Portugal, e divulgado na data em que se assinala o Dia Europeu da Internet Mais Segura, este estudo aponta os portais de partilha e alojamento de vídeos, as páginas na internet na sua generalidade, as redes sociais e os jogos, como as principais fontes de incómodos e riscos para os mais novos.
Ainda sobre os resultados relativos aos 430 jovens e crianças portugueses inquiridos, num universo de 9904 respostas em toda a Europa, Cristina Ponte referiu que as respostas portuguesas têm que ser enquadradas "com a paisagem europeia".
"A preocupação com os conteúdos pornográficos e violentos aparece mais nos países do sul da Europa, com uma certa cultura católica e em que o uso da internet não é tão intenso, como no norte da Europa", explicou.
A coordenadora adiantou também que cerca de um terço das respostas portuguesas se assemelhavam mais a "uma recomendação do que realmente àquilo que as crianças acham que pode incomodar uma criança da idade delas".
"A resposta ao questionário parecia reproduzir uma frase que eles ouvem muito: 'Não falar com estranhos'", precisou.

Experiência que os pais não viveram

Cristina Ponte destacou a diversidade das respostas a este inquérito, que levou crianças a manifestar preocupações aparentemente tão elementares como entrar na conta da rede social Facebook e perceber que se tem um amigo a menos, a aspetos mais vastos e elaborados como a perceção de uma quase total ausência de privacidade pelo uso da rede.
"São problemas que mostram que as crianças e os jovens estão a viver uma experiência que os seus pais não viveram e que é uma experiência nova em termos de relações sociais", sublinhou a coordenadora portuguesa.
Para Cristina Ponte os resultados indicam uma necessidade de envolver pais, professores, governos e entidades com poderes regulatórios num processo que previna o acesso a imagens violentas.
"Ressalta também a necessidade de uma educação para os direitos das crianças no digital e o direito à sua boa imagem não ser maltratado pelos colegas. Isto é uma questão de educação e respeito que o Dia Europeu da Internet Mais Segura deste ano coloca com muita tónica", afirmou.
Quanto ao envolvimento dos pais, Cristina Ponte pede uma atenção permanente aos sinais dados pelos filhos, um diálogo constante e uma mudança de atitude, já que entre os pais portugueses se denota uma tendência para negar comportamentos reconhecidos até pelas próprias crianças, como o envio ou a receção de imagens sexuais.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/criancas-portuguesas-mais-alerta-quanto-a-violencia-e-pornografia-na-net=f784793#ixzz2K1FHu7ZW

Lusa

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