sexta-feira, 16 de junho de 2017

Inscreve-te em EMRC!


«Vem e vê!» é o lema escolhido para a Campanha de matrículas 2017 da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC). 


Um dos objetivos essenciais da Escola é promover a formação integral dos alunos. Para esta formação, a disciplina de EMRC oferece um contributo decisivo, dando atenção aos valores morais e religiosos.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Feriado "Corpo de Deus"

Esta festa, erradamente chamada de Corpo de Deus, é uma espécie de réplica de Quinta-Feira Santa, quando os cristãos celebram a Última Ceia de Jesus com os seus discípulos e a instituição da Eucaristia. A Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, como diz o seu título correcto, foi instituída em 1269 pelo Papa Urbano IV, mas nascera antes na Bélgica, em 1246. 

Celebrada 60 dias após a Páscoa, sempre à quinta-feira – dia da ceia pascal de Jesus com o grupo que os seguia –, esta festa “constitui uma resposta de fé e de culto a doutrinas heréticas sobre a presença real de Cristo na Eucaristia, ao mesmo tempo que coroou um movimento de devoção ardente ao Santíssimo Sacramento do altar”, explicam Carlos Azevedo e Camões Gouveia no Dicionário de História Religiosa de Portugal (ed. Círculo de Leitores). Em 1318, acrescentam os mesmo autores, já o Papa João XXII lhe acrescentava a procissão solene, que a caracteriza por levar em triunfo o “Santíssimo Sacramento”, ou seja, a hóstia consagrada.

Portugal foi rápido a acolher a festa, pouco depois da sua criação belga. Em 1294, já há notícia da festa de Corpus Christi no Porto e também em Coimbra ainda no final do século XIII. Mesmo assim, no início a celebração teve pouca repercussão. Mas, a partir dos séculos XVI e XVII, a festa assume-se também como resposta católica à Reforma protestante, acentuando a convicção católica da presença real de Cristo na hóstia consagrada. 

O Corpus Christi acabou por tornar-se uma das mais fortes tradições católicas, com procissões de rua. Ainda hoje, a procissão do Corpo de Deus tem grande visibilidade em muitas localidades. As procissões davam também lugar a representações teatrais e jogos de danças populares, que a dada altura a hierarquia proibiu ou controlou, pois davam lugar também a abusos. Há dois anos, o grupo Teatro do Ourives encenou em Lisboa uma peça de Calderón de La Barca, Os Mistérios da Missa, que era representada na rua, precisamente por ocasião do Corpus Christi. 

in Público, 07.06.2012 - 07:57 Por António Marujo

segunda-feira, 12 de junho de 2017

84 milhões de crianças arriscam a vida todos os dias a trabalhar




Os números são revelados pelas Nações Unidas e por organizações não-governamentais no Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.
Cerca de 168 milhões de crianças trabalham em todo o mundo, das quais 84 milhões fazem trabalhos em que colocam as suas vidas em risco. Os números são revelados pelas Nações Unidas e por organizações não-governamentais esta segunda-feira, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.
A agricultura é o sector com o maior número de crianças que exercem trabalho infantil (98 milhões), seguindo-se o sector de serviços (54 milhões) e da indústria (12 milhões). Este ano, o alerta vai para o impacto dos conflitos e desastres naturais no trabalho infantil.
Um dos exemplos que a ONG World Vision destaca é o caso de uma criança síria refugiada no Líbano que vende tecidos na rua para ajudar a sua família. Os refugiados sírios que vivem na Jordânia e no Líbano não estão legalmente autorizados a trabalhar, o que os obriga a fazerem tarefas por salários muito baixos, com os seus filhos a renunciarem à educação para procurar trabalhos para ajudar as suas famílias.
O destaque da Plan International vai para os dez milhões de crianças – 67% das quais meninas – trabalham no serviço doméstico em condições de escravidão, escondidas nas vivendas dos seus empregadores sem que estas actividades possam ser controladas.
A mesma organização recorda que em muitos países da América Latina e de África o trabalho doméstico e infantil são aceitáveis a nível social e cultural, pelo que pede aos Governos e aos legisladores que incluam nas suas prioridades “o objectivo de limitar o trabalho doméstico e garantir o acesso à educação”.
“A educação é a melhor solução para se lutar contra o trabalho infantil”, argumenta a Educo, uma ONG que desenvolve projectos contra o trabalho infantil no Bangladesh e que procura romper o círculo de pobreza em que as crianças desse país vivem.
Mundo do espectáculo gera preocupação
Em Portugal, a preocupação da Confederação Nacional de Acção Contra o Trabalho Infantil (CNASTI) vai para o mundo das artes e do espectáculo.
“Temos algumas dúvidas que não haja situação de exploração de crianças”, revela Fátima Pinto, coordenadora-executiva da organização, em declarações à Renascença.
“Temos conhecimento de que há imensas crianças a trabalhar. Temos nós e tem a sociedade inteira, uma vez que é um trabalho muito bem aceite por toda a gente”, defende a coordenadora da CNASTI, que aponta o dedo à fiscalização. Daqui

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Secundário: o A.E. de Montemor-o-Velho espera por ti!

Preocupação com o ambiente - reflexão

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que  os sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.

A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secava as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. 
Naquela época, só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos, porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro ou ônibus e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

sexta-feira, 2 de junho de 2017

O que é que as alterações climáticas fizeram a Portugal?

Enquanto se discute sobre quem fica fora e dentro do Acordo de Paris, o mundo aquece, o Árctico derrete e a Antárctida fica um bocadinho mais verde. Não são projecções ou especulações, são constatações que estão em relatórios de cientistas que continuam a medir os efeitos das alterações climáticas no planeta Terra. E Portugal? Há muitas coisas que já mudaram à nossa volta.
Se o aumento de temperatura média global for superior a dois graus Celsius até ao fim do século, o ecossistema do montado do Sul dificilmente resisteJá reparou que há sobreiros e azinheiras a morrer no Alentejo? Que as ondas de calor se tornaram mais frequentes? Que a floresta de Portugal está a diminuir, consumida pelos incêndios? Que a chuva já não cai como antes? Que os Invernos estão mais curtos? Que os mosquitos da febre de dengue encontraram condições para espalhar um surto na ilha da Madeira? Que, devagarinho, acontece uma subida do nível do mar? São apenas alguns dos efeitos das mudanças climáticas em Portugal.

A lista de fenómenos, mais ou menos visíveis, registados em Portugal que resultam das alterações climática é longa. Filipe Duarte Santos, especialista em alterações climáticas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS), destaca a diminuição da precipitação, acompanhada de uma mudança do seu regime.

“A diminuição traduz-se, se fizermos uma média por década a partir de 1960, em 40 milímetros por década no Sul de Portugal. Ou seja, em 56 anos, estamos a falar de mais 200 milímetros, o que é muito significativo”, especifica o físico, referindo-se a dados da Agência Europeia do Ambiente (EEA, na sigla em inglês). O problema, diz o especialista, não é exclusivo de Portugal e abarca toda a Península Ibérica onde, segundo os mesmos dados da EEA, a precipitação anual diminuiu até um máximo de 90 milímetros por década, desde 1960.
PÚBLICO -Infelizmente, este mau indicador parece manter a sua tendência. “Este ano é mais um exemplo disso. Estamos a ter uma precipitação reduzida, relativamente à média de há 60 ou 70 anos. Isto tem impactos muito significativos na agricultura e também no montado”, avisa. Por outro lado, nota, também se percebe que o padrão da chuva mudou e que, quando realmente chove, chove muito e durante pouco tempo. O que, entre outros efeitos, significa muitas vezes cidades inundadas por cheias.

Nas cidades sentem-se as cheias mas não a falta da chuva que, aliás, (quando cai) incomoda muita gente. “As pessoas que vivem na cidade não notam a diminuição da precipitação, abrem a torneira e têm água e de qualidade. A chuva é uma chatice”, reconhece Filipe Duarte Santos, que acrescenta que “é muito diferente quando se é um agricultor no interior do país”. É preciso enfrentar este problema e planear uma resposta, sem esquecer que a solução tem de ser discutida com os nossos vizinhos espanhóis com quem partilhamos recursos importantes para nos adaptarmos a estes desafios, recomenda o físico.

Um altifalante no Árctico
“Por outro lado, temos as ondas de calor”, continua Filipe Duarte Santos. Apesar de considerar que Portugal se tem adaptado bem a este fenómeno, com um programa de alerta dirigido à população, chamado Ícaro e que é da responsabilidade da Direcção-Geral da Saúde, o físico lembra que as ondas de calor são hoje mais frequentes. E há mais: “Também temos a questão dos fogos florestais. Com temperaturas mais altas e menor precipitação, o risco de incêndio florestal aumenta. Portugal é o único país do Sul da Europa em que a área florestal está a diminuir, por causa dos incêndios”, assinala.
PÚBLICO -
A privilegiada localização deste cantinho da Europa à beira-mar também tem desvantagens. “Há ainda a subida do nível do mar”, acrescenta Filipe Duarte Santos, que confirma que as projecções mais extremas apontam para uma subida média de um metro em 2100.

O investigador também foi o coordenador geral do ClimAdaPT.Local, um projeto para capacitar os municípios para as adaptações às alterações climáticas e ensiná-los a definir estratégias de adaptação. A verdade é que, para já, as mudanças do clima não afectam muito o dia-a-dia da maioria da população portuguesa. “Os problemas nos países desenvolvidos são mais facilmente resolvidos porque temos situações económicas mais favoráveis. Mas se pensar no Sahel, em África, no Mali, na República Centro Africana, na Nigéria, na Etiópia, na Somália, o que se está a passar é dramático! Eles também estão a ter secas mais frequentes mas não têm condições para se adaptar, se a agricultura falha as pessoas têm fome.”

Os problemas em África não parecem ter uma voz mediática mas há um “grito” que se ouve desde o Árctico, que nos últimos anos registou temperaturas invulgarmente elevadas e uma perda de gelo marítimo recorde. “O Árctico e a Antárctica, mas sobretudo o Árctico, são uma espécie de altifalante das alterações climáticas. É uma coisa completamente evidente e é por isso que os senhores decisores políticos vão visitar o Árctico para verem com os seus olhos que realmente há qualquer coisa que está a mudar profundamente no nosso planeta.”

Se fosse possível viajar no tempo e espreitar o futuro de Portugal em 2100, numa viagem maldita em que tudo corresse mal, veríamos um país sem montado, sem sobreiros e azinheiras. É apenas um exemplo. “Se não se cumprir o Acordo de Paris, o futuro do Sul de Portugal e de Espanha apresenta uma grande tendência para a desertificação. Se em Portugal tivermos um aumento de temperatura média global superior a dois graus Celsius até ao fim do século, o ecossistema do montado do Sul dificilmente resiste”, admite Filipe Duarte Santos. Por isso, conclui, a decisão de Donald Trump retirar os EUA do Acordo de Paris é “egoísta”. “Está a defender os interesses das grandes companhias e do lobby dos combustíveis fósseis, mas os países mais vulneráveis – e Portugal é vulnerável no contexto europeu mas há muitos outros países numa situação bastante mais vulnerável –, vão sofrer com isso.”

quinta-feira, 1 de junho de 2017

terça-feira, 16 de maio de 2017

Vídeo interativo. Tudo o que disse o Papa Francisco em Fátima

A RR reuniu todas as intervenções de Francisco em Fátima num só vídeo. 
Navegue através das palavras do Papa Francisco e leia os comentários da jornalista Eunice Lourenço.
16 mai, 2017 - 18:13 • Rui Barros , Eunice Lourenço

segunda-feira, 15 de maio de 2017

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Baden-Powell, o fundador do Escutismo

Em 22 de Fevereiro de 1857 nasceu em Londres, Robert Stephenson Smith Baden-Powell, que mais tarde seria famoso como fundador do Escutismo. Sendo o quinto de sete irmãos, filho do Rev. Prof. Baden-Powell e Henriqueta Graça Smyth, Robert teve na companhia dos irmãos mais velhos uma infância muito divertida em Londres, que naquele tempo era muito diferente da grande cidade de hoje, pois ainda oferecia muita facilidade para actividades ao ar livre. 
Assim, desde menino, Baden-Powell aprendeu através de caminhadas e excursões a cuidar de si. Embora órfão de pai, sempre encontrou na mãe e nos seus irmãos o apoio necessário para tornar a sua infância muito feliz. 
Baden-Powell fez os seus estudos em escolas públicas, onde era muito popular e querido por todos, colegas e professores. Nas férias, aproveitava para acampar com seus irmãos mais velhos. Quando terminou os estudos secundários, Baden-Powell ingressou no exército. 

Como oficial, viajou muito, conhecendo grande parte do mundo. Durante as suas viagens conheceu tribos de guerreiros da África, os vaqueiros americanos e conviveu com os índios da América e do Canadá. Graças à sua competência, honestidade e exemplo como líder de homens, Baden-Powell, fez uma carreira militar brilhante.
Podemos citar como exemplo a Guerra do Transvaal em 1889, onde comandou a guarnição de Mafeking, importante entroncamento ferroviário, cuja posse era de grande valor estratégico. A cidade foi duramente atacada, durante 217 dias, pelas forças inimigas, entre os anos de 1899 e 1900. Como havia poucos soldados regulares em Mafeking, Baden-Powell treinou os cidadãos capazes de empunhar uma arma e para isso teve que organizar um grupo de jovens cadetes, os adolescentes da cidade, que desempenhavam todas as tarefas de apoio, tais como: cozinha, comunicações, primeiros socorros, etc. Graças a esses recursos, à inteligência e coragem de seu comandante, foi possível a cidade resistir a forças muito superiores, até que chegassem reforços. 
A maneira como os jovens desempenharam suas tarefas, os seus exemplos de dedicação, lealdade, coragem e responsabilidade, causaram grande impressão em Baden-Powell e, anos mais tarde, aquele acontecimento teve grande influência na criação do Escutismo.




Graças aos seus feitos na vida militar, Baden-Powell tornou-se um herói no seu país. Durante uma viagem a Inglaterra, Baden-Powell viu alguns rapazes criarem brincadeiras através de um livro, que ele havia escrito para batedores do exército e que continha explicações sobre como acampar e sobreviver em regiões selvagens. 
Então, conversando com os amigos, ele entusiasmou-se e resolveu realizar, em 1907, na ilha de Brownsea, um acampamento com vinte rapazes dos 12 aos 16 anos, onde transmitiu conhecimentos técnicos tais como: primeiros socorros, observação, técnicas de segurança para a vida na cidade e na floresta, etc.

Devido aos bons resultados deste acampamento, Baden-Powell começou a escrever o livro "Escutismo para Rapazes" que, inicialmente, foi publicado em fascículos e vendido nas bancas de jornais, durante o ano de 1908. Os jovens ingleses entusiasmaram-se tanto com o livro que Baden-Powell organizou e fundou o Movimento Escutista.
Rapidamente o Escutismo alastrou-se por vários países do mundo. 
Em Portugal o Escutismo deu os primeiros passos ainda no território de Macau em 1911, tendo os seus impulsionadores 
regressado ao nosso país e fundado, em 1913, a Associação dos Escoteiros de Portugal. O Corpo Nacional de Escutas, Escutismo Católico Português, veio a ser fundado 10 anos mais tarde, em 27 de Maio de 1923, na cidade de Braga.

O Escutismo, nascido na Inglaterra, não respeitou fronteiras, alastrando-se por outros países, e, já em 1920, em Londres, reuniram-se num grande acampamento Escuteiros de várias nacionalidades. Foi neste primeiro acampamento mundial, denominado Jamboree, que 20.000 jovens aclamaram Baden-Powell como Chefe Mundial. 
Desde então, o crescimento do Escutismo foi grande e nem as duas guerras mundiais conseguiram enfraquecê-lo.
Depois de vários anos de dedicação ao Escutismo, viajando pelo mundo e fundando Associações Escutistas em vários países, Baden-Powell sentiu as suas forças escassearem. Retirou-se então para uma propriedade que possuía próximo da cidade de Nairobi, no Quénia. Ali, na companhia da esposa, dividiu o tempo entre pintura, a numerosa correspondência e as visitas de amigos. 
Faleceu na madrugada de 8 de Janeiro de 1941 enquanto dormia, deixando para nós, Escuteiros do mundo, não só uma enorme exemplo humano mas também uma Última Mensagem.
           Daqui

quarta-feira, 3 de maio de 2017

PSP lança vídeo de prevenção contra o jogo Baleia Azul

Oferta Educativa e Formativa 2017-2018


                                             Para saber mais: clicar aqui

Temos 100 anos para viver na Terra. Depois disso é uma incógnita

O aviso foi lançado por Stephen Hawking num documentário para a BBC “Expedition New Earth”: dentro de 100 anos os humanos terão de abandonar o planeta Terra, partindo à procura de soluções pelo universo.
Para o mundialmente conhecido físico Stephen Hawking, dentro de um século, o planeta Terra estará sob ameaça de vários factores que obrigarão os humanos a procurar soluções sustentáveis fora daqui. Alterações climáticas, vírus geneticamente modificados, epidemias, guerra nuclear, são apenas alguns dos factores que, segundo Hawking, irão perturbar o bem-estar dos humanos.
A ideia de um futuro que, cada vez mais, parece pensado para ser vivido fora das fronteiras terrestres tem vindo a ganhar adeptos de renome nos últimos anos. Um dos nomes mais mediáticos que defende igualmente esta solução é Elon Musk, que tem dedicado muito do seu tempo a procurar soluções sustentáveis para a espécie humana. O projecto mais conhecido do dono da Space X passa mesmo por instalar uma colónia em Marte.
Foto: via Creative Commons Daqui

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O que acontece com o plástico deitado fora - vídeo

Todos nós sabemos que devemos reciclar garrafas de plástico e recipientes. Mas o que realmente acontece com o plástico, quando o deitamos fora? 
Emma Bryce rastreia os ciclos de vida de três garrafas de plástico diferentes, mostrando os perigos que estes descartáveis apresentam ao nosso mundo.

Lição de Emma Bryce, animação de Sharon Colman. Daqui

terça-feira, 25 de abril de 2017

Quando um astronauta se lembra do 25 de Abril

Thomas Pesquet viaja a bordo da Estação Espacial Internacional a 28 mil quilómetros por hora, mas nem por isso se esqueceu de celebrar "a mensagem democrática" dada pela Revolução dos Cravos.
“Bem, não é todos os dias que se pode ver um país inteiro numa única fotografia, especialmente um país que tem tanto para oferecer como Portugal!”, escreveu Pesquet numa rede social de fotografia Flickr. A seguir, explica que habitualmente costuma captar fotografias mais aproximadas de Portugal (“que tem uma bela diversidade de paisagens”).  Mas “para celebrar a Revolução dos Cravos e a sua mensagem democrática, o que podia ser melhor senão uma vista geral?”Daqui

25 de abril - RTP Infominuto

Este episódio conta, muito sinteticamente, a história do 25 de abril, em Portugal. Explica o clima político, económico e social que se vivia durante o estado novo e como e por que é que se deu a revolução dos cravos.


De todos e de cada um - www.rtp.pt   Licença padrão do YouTube

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Milagre atribuído aos pastorinhos é a "cura inexplicável" de uma criança de 6 anos

O “milagre” aprovado pelo papa, que permitiu a canonização dos pastorinhos em Fátima, relaciona-se com a "cura inexplicável" de uma criança brasileira que sobreviveu a uma queda de sete metros, noticiou esta quinta-feira a Rádio Vaticana.
Esta informação, no dia em que o Vaticano anunciou que Jacinta e Francisco seriam canonizados em Fátima, não identifica nem a criança nem o local do Brasil onde terão decorrido os acontecimentos, mas descreve o que se passou.
O “milagre”, reconhecido em 23 de março passado, diz respeito a uma criança brasileira, que na época tinha 6 anos, segundo a Rádio Vaticana. A postuladora da causa, Ângela Coelho, já havia dito, também há um mês, que os factos se reportavam a 2013, mas não deu mais pormenores.
A criança “estava na casa do avô, brincando com a irmãzinha, quando caiu, por acidente, de uma janela de cerca sete metros de altura, sofrendo um grave traumatismo crânio encefálico, com a perda de material cerebral”.
Depois de transportada “ao hospital em coma, foi operada” e os médicos disseram que, “caso sobrevivesse, viveria em estado vegetativo ou, no máximo, com graves deficiências cognitivas”.
Escreve a Rádio do Vaticano que, “milagrosamente, após três dias, a criança recebeu alta, não sendo constatado nenhum dano neurológico ou cognitivo”.
A 02 de fevereiro de 2007, uma equipa médica, segundo a mesma fonte, deu um “parecer positivo unânime sobre o caso, como ‘cura inexplicável do ponto de vista científico’”.
Na descrição da Rádio Vaticana, “no momento do incidente, o pai da criança havia invocado Nossa Senhora de Fátima e os dois pequenos beatos”.
“Na mesma noite, os familiares e uma comunidade de irmãs de clausura haviam rezado com insistência, pedindo a intercessão dos pastorinhos de Fátima”, lê-se no texto publicado em www.news.va/pt/news/jacinta-e-francisco-serao-canonizados-em-13-de-mai.
O Vaticano anunciou hoje que o papa Francisco vai canonizar, a 13 de maio, os dois pastorinhos Jacinta e Francisco durante a sua visita a Fátima para assinalar o centenário das “aparições”.
O anúncio foi feito por Francisco no Consistório, reunião formal de cardeais, no Palácio Apostólico do Vaticano, em que foram fixadas as datas para a cerimónia de canonização de 37 futuros santos.
Francisco e Jacinta morreram ainda crianças, pouco depois de, com a sua prima Lúcia de Jesus (1907-2005), terem estado na origem do fenómeno de Fátima, entre maio e outubro de 1917.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Filme "A vida é Bela"


Na Itália dos anos 40, Guido Orefice muda-se para a cidade de Arezzo para aí abrir uma livraria. Fica maravilhado pelo primeira mulher com que se cruza, uma professora chamada Dora, com a qual se vai encontrando das formas mais invulgares, primeiro casualmente, depois propositadamente.
O regime fascista vai interromper a harmonia que entretanto se instala na vida de Guido, judeu, que é levado com o filho para um campo de concentração.
Determinado a poupar o pequeno Giosué ao horror da situação, elabora uma complicada justificação, que vai adaptando à medida das necessidades, e que consiste sumariamente em convencê-lo que se trata tudo de uma brincadeira, e que os soldados Alemães estão apenas a fazer o papel de pessoas que gritam muito e são muito maus.
Este filme é sobre o Holocausto, a intolerância, o amor, o sacrifício, a luta pelo bem-estar da família e, principalmente, a busca da liberdade e da felicidade...

Ótimo 3º Período


terça-feira, 18 de abril de 2017

Canadá: rio desaparece em quatro dias devido ao aquecimento global

A água do rio Slims provinha de um dos maiores glaciares do país. Devido ao aquecimento global, na primavera de 2016, o glaciar derreteu mais depressa do que era costume e a água começou a escoar para outro rio.

Imagem aérea captada a 2 de setembro de 2016 onde é possível ver que o glaciar Kaskawulsh (à esquerda em cima) trocou o rio Slims pelo Alsek. DAN SHUGAR/UN. DE WASHINGTON TACOMA
Quatro dias. Mais não foi preciso para que o rio Slims, no Canadá, desaparecesse da face da Terra. A história vem esta segunda-feira na conceituada revista científica “Nature”. Explicam os autores do artigo que água começou a escoar para outro rio depois de, no ano passado, se terem registado temperaturas mais altas e, consequentemente, ter derretido mais gelo do que era habitual.
“Fomos ao local onde pretendíamos continuar as medições e demos com o leito do rio mais ou menos seco”, contou James Best, geológo da Universidade do Illinois e um dos responsáveis pelo artigo publicado na “Nature”, entrevistado pelo “The Guardian”. O investigador recordou que o local onde anteriormente já tinha navegado se tornou “numa tempestade de areia”. “Em termos de paisagem, a mudança foi incrivelmente dramática”, acrescentou.
O Slims foi vítima de “river piracy”, um fenómeno em que o fluxo de um rio diverge para outro repentinamente. Neste caso, a água passou a correr para o rio Alsek, a centenas de quilómetros de distância.
A análise agora apresentada sugere que só existe 0,5% de possibilidade de na origem da mudança estar uma causa natural. “Portanto, há 99,5% de hipóteses de que tenha acontecido devido ao aquecimento da era industrial”, defendeu James Best.
Ao longo de centenas de anos, o Slims foi alimentado pela água derretida do glaciar Kaskawulsh e chegou a medir, no ponto mais largo, 150 metros.
Até ao ano passado, as medidas do Slims e do Alsek eram semelhantes. Mas já não são. Enquanto o primeiro ficou reduzido a poucas gotas, o contrário aconteceu com Alsek, que é agora entre 60 e 70 vezes maior que o Slims.
Os dados revelados pelos cientistas mostram também que a redução drástica do Slims aconteceu entre os dias 26 e 29 de maio de 2016. “Ao longo da nossa vida, não conhecemos ninguém que tenha documentado um acontecimento como este”, referiu Dan Shugar, o investigador responsável pela investigação.      Daqui

"Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come."― Greenpeace

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Obras de arte por países: o mapa da Europa, com os seus quadros mais famosos

Legenda: país, nome da obra, autor, data e respetivo museu. 

Albânia . Iconografia da Onufri em Berat . século XVI.
Alemanha . Andarilho acima do mar da névoa, por Caspar David Friedrich . 1818. Museu de Arte Kunsthalle em Hamburgo .
Áustria. O beijo, por Gustav Klimt. 1908. Galeria Belvedere em Viena.
Bielorrússia. O violinista, Marc Chagall. 1913. Stedelijk Museum Amsterdam (Holanda) .
Bélgica . O Filho do Homem, por René Magritte. Magritte Museum Bruxelas .
Bósnia e Herzegovina . Paisagem da montanha, de Karlo Mijić. 1924.
Bulgária Rachenitsa, Ivan Mrkvička. 1894. National Gallery, em Sofia .
Croácia. Mulher romana que joga um alaúde, Vjekoslav Karas. 1845-1847.
Chipre. Casal de Stelois Votsis. Século XX.
Dinamarca. A Pequena Sereia, por Edvard Eriksen. 1913. Copenhagen.
Eslováquia . Ilustração UNTITLED, de Albin Brunovsky. Século XX.
Espanha : Guernica, de Pablo Picasso. Museu Reina Sofia, em Madrid .
Estónia. Seminua com saia listrada, Adamson-Eric. Século XX.
Finlândia. O anjo ferido Hugo Simberg. 1903. Museu Ateneum , em Helsínquia.
França . Impression, Sunrise, por Claude Monet. 1872. Museu Marmottan-Monet, em Paris.
Grécia . Vénus de Milo . 130 aC - 100 aC Museu do Louvre , em Paris.
Hungria . Old Fisherman Tivadar Csontváry Kosztka. 1902. Museu Herman Ottó de Miskolc.
Ireland . Três Estudos de Lucian Freud , Francis Bacon. Ptivado 1969. Proprietário.
Islândia . Thingvellir, de Þórarinn B. Thorlaksson. 1900.
Itália. Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. 1503-1519. Museu do Louvre , em Paris.
Letónia . Depois da missa, Janis Rozentāls. 1894. Museu Nacional da Letónia .
Lituânia . Conto dos Reis, de Mikalojus Konstantinas Čiurlionis. 1909.
Macedónia . O códice Saltério de Paris . X. Century (Foi feito em Constantinopla, atual Istambul, Turquia, mas é considerado macedónio). Biblioteca Nacional da França , em Paris.
Moldávia. Lunga Ciadar meninas, Mihai Grecu. 1960.
Montenegro . Nossa Senhora de Philermos .
Noruega . O grito, por Edward Munch. 1893. A versão mais famosa está na Galeria Nacional da Noruega em Oslo .
Holanda . Menina com um brinco da pérola por Johannes Vermeer. 1665-1667. Museu Mauritshuis, em Haia .
Polónia . Rejtan, de Jan Matejko. 1866.
Portugal . O Fado, José Malhoa. 1910. Museu do Fado .
República Checa . O bebedor de absinto Viktor Oliva. 1901. Cafe Slavia Prague .
Roménia . Carro Cu Boi ,de Nicolae Grigorescu. 1899.
Rússia . Golden Autumn, Isaac Levitan. 1895. Museu Russo em São Petersburgo .
Sérvia . Montenegrina ferido, por Paja Jovanović. 1882. Museu Nacional em Belgrado .
Suécia . Pequeno-almoço sob o Big Birch, por Carl Larsson. 1896. Museu Nacional de Estocolmo .
Suíça . O homem que anda, por Alberto Giacometti. 1970. Existem várias esculturas de autores similares espalhadas pelo mundo.
Turquia . Treinador tartarugas, Osman Hamdi Bey. Século XX. Museu Pera de Istambul .
Vaticano . A Criação de Adão, por Miguel Ângelo. 1511. Capela Sistina .

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