terça-feira, 31 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Votos de um Santo e Feliz Natal

    Desejo a todos - familiares, amigos, colegas, alunos e respetivas famílias - um Santo e Feliz Natal! 

     Que a nossa noite de Natal seja iluminada pelo amor, pela paz e pela esperança do nascimento do Deus Menino!

Itinerário do Pai Natal - da google

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Com licença... Sou o JC!


O meu nome é Cristo. Jesus Cristo. JC para os amigos!

Nasci no dia 25 de Dezembro. Por isso, a celebração do meu aniversário está próxima. Há dois mil e treze anos, na cidade de Belém, a minha mãe deu-me à luz. Foi um acontecimento tão especial para a humanidade que toda a história ficou dividida em duas partes: antes de mim e depois de mim.
Durante muitos séculos, muita gente esperou e pediu a Deus que eu viesse. O projeto inicial do Altíssimo foi manchado e o que era uma bela história de amor entre o céu e a terra e entre a divindade e a humanidade corrompeu-se. Os homens e as mulheres quiseram viver sem o seu Criador e Senhor. Mas Deus respeitou-os. É que Ele não vos fez como se fosseis robôs ou computadores programados para fazerdes apenas o que Ele quisesse. Deu-vos o dom da liberdade por amor. Quem ama não pode obrigar. A vossa história podia ter sido de outra maneira, mas foi esta a que aconteceu. 
Deus não desistiu de vós, apesar do pecado e foi enviando profetas que falaram em seu nome e fez de vós o seu povo querido e fez convosco uma aliança.
A determinada altura, Deus decidiu adotar outra estratégia e Ele próprio quis vir ter convosco. Chegada a plenitude dos tempos, foi, então, que eu apareci em cena, de uma forma única e radical. Podia ter aparecido de uma forma espetacular. Talvez num avião, num helicóptero, numa nave espacial ou até tipo super-homem. Mas não. Eu, a segunda pessoa da Santíssima Trindade surgi no vosso planeta da forma mais bela e singela: sob a forma de um bebé. Uma criança frágil e indefesa.
Encarnei no seio de uma jovem mulher, chamada Maria. Já deveis ter ouvido falar dela, muitas vezes. Ela foi escolhida e convidada pelo meu Pai para ser a minha mãe humana. Através dela, chegaria o Messias prometido. Ela não compreendeu muito bem como seria aquilo possível, mas, na sua humildade, acreditou naquele desígnio divino e aceitou tão especial projeto de vida.
A minha mãe estava noiva de um carpinteiro chamado José. Ele também teve dificuldade em compreender tudo aquilo que estava a acontecer. A minha mãe estava grávida e ele não era o pai. Aos poucos, foi entendendo o tamanho milagre que ocorria ali. Percebeu a origem sobrenatural da gravidez da minha mãe, pois a minha encarnação era obra do Espírito Santo. Ele tornou-se o meu querido pai adotivo.
Quando os meus papás humanos já tinham casado e viviam na sua simples casinha de Nazaré, saiu um édito de César Augusto, obrigando todas as pessoas sob domínio do império romano a recensear-se. O meu pai tinha que deslocar-se a Belém e como a minha mãe estava grávida, para não ficar sozinha, acompanhou-o. Mas o seu estado não era muito favorável a viagens e aqueles dias foram muito complicados.
Ao chegarem a Belém, a minha mãe já estava com dores de parto. O meu pai procurou uma hospedaria para ficarem por uns dias e para a minha mãe gerar-me. Mas não havia lugar algum porque a cidade e as redondezas estavam cheias de gente naquela ocasião.
Não dava para esperar mais. Tinha que ser num sítio qualquer. Um pobre homem, vendo o desespero do meu pai e a aflição da minha mãe, disponibilizou tudo quanto tinha: uma grutinha, onde guardava os seus animais. 
E foi ali, não num palácio ou numa maternidade, mas num humilde curral, que eu nasci para a minha vida terrena. Naquela noite fria eu nasci e fui colocado entre panos numa manjedoura com palhinhas. Não havia médicos, riqueza ou comodidade. Apenas o muito carinho e alegria dos meus pais e o calor de uma vaca e de um burro. Alguns anjos cantavam e davam glória a Deus. Havia uma magia especial em tudo quanto estava a acontecer. 
Pouco tempo depois, os meus pais foram surpreendidos com a visita de vários pastores que tinham recebido a notícia do meu nascimento e muito felizes se prostraram e ofereceram coisas dos seus trabalhos de pastorícia. Posteriormente, chegaram, também, guiados por uma estrela e fugindo de Herodes, três magos do Oriente. Também se curvaram em solene veneração e ofereceram ouro, incenso e mirra. Todos me adoravam, desde as pessoas mais simples do povo até às mais sábias e poderosas. 
Tudo aquilo era misterioso e intrigante. A minha mãe escutava tudo quanto se dizia de mim e guardava todas aquelas coisas no seu coração.
Este foi o início dos meus 33 anos de vida no vosso planeta. Vim como caminho, verdade e vida, fazer-vos um convite de salvação e realização em que tudo se resume no mandamento do Amor. Deus é amor e o amor é a chave da autêntica felicidade.
A poucos dias da minha festa de anos, queria dizer-vos que gostava de voltar a nascer na vossa vida e no vosso coração. Nasci criança para que não tenhais medo de mim. Que mal poderia fazer um Deus Menino? Não tenho força para abrir a porta da vossa casa. Volto a bater e se quiserdes, abri-a. 
Gostava de festejar o meu aniversário convosco. Ao fim e ao cabo, a razão de ser do Natal sou eu. E há tanta gente que celebra a minha festa sem mim, que sou o aniversariante… Quero desejar-vos também eu, um feliz Natal! Afinal de contas, sabeis bem quem eu sou. Com licença, sou o JC!'

Paulo Costa, Jornal 'Entrelinhas', Colégio de Lamas
Retirado daqui 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Presépios

 


Alguns dos presépios realizados na aula 

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A árvore de Natal


Um símbolo da vida, a árvore de natal é uma tradição muito mais antiga do que o Cristianismo e não é um costume exclusivo de nenhuma religião em particular.

Muito antes da tradição de comemorar o Natal, os egípcios já levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em Dezembro, simbolizando o triunfo da vida sobre a morte. Os romanos já enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, um festival de inverno em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. Nesta época, os religiosos também enfeitavam árvores de carvalho com maçãs douradas para as festividades do Solstício de Inverno.

A tradição da árvore de Natal

A primeira referencia à árvore de Natal como a conhecemos hoje data do século XVI.
Em Strasbourg, Alemanha (hoje território francês), todas as famílias decoravam pinheirinhos de natal com papéis coloridos, frutas e doces. A tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos Estados Unidos no início de 1800. Desde essa altura que a popularidade da árvore de natal tem aumentado.

Reza a lenda de que o pinheiro foi escolhido como símbolo do Natal por causa da sua forma triangular e que de acordo com a tradição cristã representa a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Na Europa, uma das tradições natalinas consiste em decorar um pinheiro com maçãs, doces e pequenos wafers brancos, representando a eucaristia. A Árvore do Paraíso, como é chamada, era o símbolo da festa de Adão e Eva, que acontecia no dia 24 de Dezembro, muito antes da tradição cristã do Natal.
Hoje, a árvore não só representa o Paraíso como no início da tradição, mas também a salvação.

Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma árvore de natal deve incluir 12 ornamentos para garantir a felicidade de um lar:

Casa: protecção

Coelho: esperança

Xícara: hospitalidade

Pássaro: alegria

Rosa: afeição

Cesta de frutas: generosidade

Peixe: benção de Cristo

Pinha: fartura

Pai Natal: bondade

Cesta de flores: bons desejos

Coração: amor verdadeiro

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Direitos Humanos: Papa denuncia «escândalo» da fome

O Papa Francisco lança mensagem de apoio para campanha internacional da Cáritas «Uma só família humana, alimento para todos»

D.R.
Cidade do Vaticano, 09 dez 2013 (Ecclesia) – O Papa afirmou que a fome representa um “escândalo” e apelou à ação dos católicos, dos governos e da sociedade para a erradicação deste problema, associando-se à campanha da Cáritas ‘Uma só família humana, alimento para todos’.
“Estamos perante um escândalo mundial que afeta quase mil milhões. Mil milhões de pessoas que ainda hoje passam fome: não podemos virar a cara para o lado e fingir que esta realidade não existe”, refere Francisco, na mensagem divulgada hoje pelo Vaticano.
O Papa convida todas as instituições, a Igreja e cada um a dar voz aos que “sofrem silenciosamente por causa da fome, para que estas vozes se transformem num rugido capaz de fazer o mundo tremer”.
A confederação internacional da Cáritas vai lançar esta terça-feira, Dia Internacional dos Direitos Humanos, uma campanha internacional que apela à erradicação da fome no mundo até ao ano de 2025 e vai começar com uma “onda de oração”.
“Queridos irmãos e irmãs, convido-vos a encontrar espaço nos vossos corações para esta emergência, respeitando este direito que Deus deu a todos e que é o direito a ter acesso a uma alimentação adequada”, apela Francisco.
De acordo com o Papa, esta campanha quer ser também um convite para que cada pessoa pessoas seja mais consciente na forma como escolhe os seus alimentos, decisões “que muitas vezes levam ao desperdício alimentar e a um mau uso dos recursos disponíveis”.
“É também um apelo para que deixemos de pensar que as nossas ações diárias não têm um impacto direto naqueles que, longe ou perto, sofrem os efeitos da fome na sua própria pele”, prossegue.
A Cáritas Portuguesa associa-se a esta iniciativa e vai apresentar a campanha aos jornalistas, pelas 09h00, na Centro Cultural Franciscano, em Lisboa.
“Sinto-me feliz por vos poder anunciar o arranque da campanha mundial contra a fome no mundo, promovida pela Caritas Internationalis, e dizer-vos que é minha intenção dar-lhe todo o meu apoio”, refere a mensagem do Papa.
Francisco sustenta que “os alimentos hoje disponíveis no mundo seriam suficientes para alimentar todos”.
A videomensagem recorda a passagem do Evangelho em que Jesus pediu aos discípulos que dessem de comer a uma multidão que os rodeava, tendo estes recolhido cinco pães e dois peixes, com os quais “conseguiram alimentar uma multidão de pessoas”.
“Chegou-se mesmo a recolher o que tinha sobrado para evitar o desperdício”, acrescenta o Papa.
Segundo Francisco, a parábola da multiplicação dos pães e dos peixes mostra que quando há “vontade”, aquilo que cada um tem “nunca acaba”, pelo contrário, “sobeja e não se perde”.
“Partilhemos aquilo que temos, numa atitude de caridade cristã, com todos os que são obrigados a enfrentar numerosos obstáculos para poder satisfazer uma necessidade tão primária e, ao mesmo tempo, sejamos promotores de uma autêntica cooperação com os pobres para que através dos frutos do seu e do nosso trabalho possamos viver uma vida digna”, explica o Papa.
‘One Human Family, Food For All’ é a primeira campanha global a envolver as 164 organizações nacionais que compõem a confederação internacional da Cáritas.
“Rezemos para que o Senhor nos dê a graça de ver um mundo no qual não haja mais ninguém a morrer de fome”, pede o Papa Francisco, no final da sua mensagem de apoio a esta iniciativa, à qual se associa também a Conferência Episcopal Portuguesa.
OC       daqui

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Adeus, Mandela!



Morreu Nelson Mandela, o antigo Presidente da África do Sul. O anúncio foi feito pelo atual Presidente do país, Jacob Zuma. 

Tinha 95 anos, a maioria dos quais dedicados à defesa dos direitos humanos e igualdade racial. 

O líder histórico do ANC foi o mais emblemático resistente contra o Apartheid, o regime de segregação racial imposto na África do Sul até 1994.


Símbolo da reconciliação e do perdão, Mandela foi eleito como primeiro presidente negro daquele pais, após 27 anos de prisão.
Hoje, o mundo ficou muito mais pobre. 

Que Mandela descanse em paz!

Que o seu exemplo de vida dê muitos frutos em todo o Mundo!    in Sol, adaptado.

Outras notícias:

Palavras Cruzadas Biográficas: Aristides de Sousa Mendes - Soluções

SOLUÇÕES: Confirma as tuas respostas

Clica para aumentar...
Palavras cruzadas retiradas de http://palavrascruzadas-paulofreixinho.blogspot.pt. Atividade sugerida por Maria João Palma. ;)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Visita virtual às catacumbas de Priscila, em Roma

Semana Nacional/ Internacional da Pessoa Com Deficiência


Eduardo Mãos de Tesoura

Era uma vez um castelo no topo de uma colina, onde vivia um inventor cuja maior criação é o Eduardo. Apesar deste possuir um carisma irresistível, não é perfeito. A trágica e súbita morte do inventor deixou-o incompleto e dotado de afiadas tesouras em vez de mãos. Eduardo vivia sozinho na escuridão até o dia em que uma vendedora de Avon o adotou, passando a viver com a familia desta. E assim começou a fantástica aventura no paraíso chamado Suburbia.

De Tim Burton, o realizador de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça e Marte Ataca, chega-nos um inesquecível conto de fadas sobre o menos usual dos personagens. Com Johnny Depp, Winona Ryder, Dianne Wiest e Vincent Price como o Inventor.


Opiniões dos alunos do 7º ano


* O filme transmitiu, de forma clara, a sua mensagem que era fazer-nos ver as dificuldades que as pessoas diferentes têm nas suas tarefas diárias, bem como o modo como as pessoas ditas normais as tratam.
* A cena que mais gostei foi quando Eduardo saiu de casa irritado e fugiu para o seu
castelo, depois de perceber que as pessoas o tinham usado.
* Penso que é importante termos visto este filme, pois podemos observar como as pessoas são discriminadas por serem diferentes.

* Na minha opinião, o filme é interessante pois mostra o sofrimento por que algumas pessoas deficientes passam, quando outras pessoas as deixam de lado e se aproveitam do facto de não terem um braço ou uma perna para se rirem. A cena do filme que mais gostei foi quando a senhora da Avon levou o Eduardo para sua casa.
* Fiquei muito surpreendido quando a senhora da Avon entrou no castelo e o percorreu à procura de alguém, acabando por encontrar uma pessoa com mãos de tesoura chamada Eduardo.
* A parte que mais gostei foi quando o Eduardo descobriu uma nova vida, num mundo novo. Gostei também da atitude que ele teve ao entrar na vila, todo emocionado, espantado e alegre.
* A parte que eu não gostei foi quando se aproveitaram de Eduardo e a parte que mais gostei foi quando eles o “adotaram”. Espero voltar a ver este filme, porque tem uma moral muito importante que quer dizer que nunca devemos deixar de ajudar as pessoas deficientes.
* Eu gostei deste filme. Não devemos julgar os outros por serem diferentes do normal. A parte que mais gostei foi aquela em que a família o adotou, lhe deu carinho, que era do que ele precisava.
* O filme foi bastante interessante, porque retrata a indiferença pelas pessoas que têm alguma deficiência. No mundo há sempre alguém que gosta de nós para além de todos os nossos defeitos, como aconteceu no filme. Eduardo Mãos de Tesoura ajudou-me a refletir.
* Gostei do filme, porque o Eduardo era discriminado por algumas pessoas embora, ao mesmo tempo, fosse adorado por outros. A inocência de Eduardo era tão grande que, muitas vezes, se aproveitavam dele e das suas habilidades.
Estes comentários foram elaborados na aula de Língua Portuguesa

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A história de São Nicolau

O dia de São Nicolau comemora-se a 6 de Dezembro. São Nicolau é muito amado pelos cristãos e alvo de inúmeras lendas. Filho de pais ricos com profunda vida de oração, nasceu no ano 275, na Ásia Menor. Tornou-se sacerdote da diocese de Mira, onde, com amor, evangelizou os pagãos, mesmo em clima de perseguição em que viviam os cristãos.
São Nicolau é conhecido principalmente ligado aos pobres, já que, ao receber por herança uma grande quantia de dinheiro, livremente a partilhou com os necessitados.
Certa vez, Nicolau sabendo que três pobres moças não tinham os dotes para o casamento e, por isso, o próprio pai, na loucura, aconselhou-lhes a prostituição, jogou pela janela da casa das moças três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens.
Daí que, nos países do Norte da Europa, usando da fantasia, viram em Nicolau o velho de barbas brancas que levava presentes às crianças, no mês de dezembro.
Sagrado bispo de Mira, Nicolau conquistou todos com a sua caridade, zelo, espírito de oração e carisma de milagres.
Historiadores relatam que, ao ser preso, por causa da perseguição dos cristãos, Nicolau foi torturado e condenado à morte, mas felizmente salvou-se em 313, pois foi publicado o édito de Milão, que concedia a liberdade religiosa aos cristãos e fazia do cristianismo a religião do império romano.
São Nicolau participou do Concilio de Niceia, onde Jesus foi declarado consubstancial ao Pai. Entrou Nicolau no Céu, em 342, ao morrer em Mira com fama de santidade e de instrumento de Deus, para que muitos milagres chegassem ao povo.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Ramos do Cristianismo

Cristianismo: unidade na diversidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

Muçulmanos em peregrinação a Meca


Dia 23 de outubro de 2012

 O último pilar do Islão e uma das mais notáveis instituições é a “Hajj” ou a Peregrinação a Meca (Cidade natal do Profeta Muhammad), que tem lugar no último mês do calendário islâmico, Dul – Hijjah.
Esta peregrinação é obrigatória pelo menos uma vez na vida, para qualquer muçulmano, homem ou mulher, que for mental, financeira e fisicamente apto. O peregrino tem de ter possibilidades financeiras para cobrir os gastos pessoais e familiares, pagar as suas dívidas ou pelos menos aprovisionar as mesmas, até a peregrinação acabar.
Não é permitido ao crente contrair uma dívida para poder cumprir com este preceito, pondo em risco a sobrevivência da família.

A peregrinação a Meca tem, entre outras, as seguintes características:
  1. É a mais ampla convenção anual de Fé, em que os muçulmanos de diferentes origens se encontram e se conhecem, convivendo entre si. É também a maior manifestação de paz espiritual com carácter regular que a história da humanidade jamais conheceu.
    Durante a Peregrinação o tema predominante é a paz, e a oração; paz com Deus e com a própria alma, paz com os outros semelhantes. É estritamente proibido perturbar a paz de qualquer pessoa ou criatura, seja de que maneira for.
    A título informativo, esta peregrinação tem a participação de cerca de quatro milhões de pessoas.

  2. É uma demonstração integral da universalidade do Islão e da fraternidade e igualdade entre os muçulmanos.
    Em resposta à chamada de Deus, os muçulmanos de todas as esferas da vida, de todas as classes e profissões, vindas de todas as partes do mundo, reúnem-se em Meca. Vestem-se todos da mesma forma e com a mesma simplicidade. Não há realeza, mas sim devoção de todos a Deus. Não há aristocracia, mas humildade.
    O traje utilizado é o “ihram”, que é composto de dois panos brancos que caem pela frente e pelas costas no caso dos homens, ficando com a cabeça a descoberto e no caso das mulheres o “ihram” é composto por uma ampla capa e véu.

  3. É uma confirmação da dedicação dos muçulmanos a Deus e a sua disposição de abandonar os interesses materiais ao serviço d’Ele.

  4. Familiariza os peregrinos com a ambiente espiritual e histórico do Profeta Muhammad.

  5. Comemora os rituais divinos seguidos por Abraão e Ismael (Ibrahim e Ismail), que são conhecidos como os primeiros peregrinos à primeira casa consagrada a Deus nesta terra, a Caba em Meca.

  6. É uma lembrança da Grande Assembleia do Dia do Juízo Final, em que todos comparecerão perante Deus, em pé de igualdade à espera do seu Destino Final, sem poderem pretender nenhuma superioridade de raça ou de linhagem.
Clica nas imagens, para aumentar.                 
Texto daqui e imagens daqui

Todos são cristãos...


Em que ano estão os judeus e os muçulmanos?


Comportamento gera comportamento

in youtube

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

"Pais maus" - para refletir...


Um dia, quando os meus filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva um pai, hei de dizer-lhes:

- Amei-vos o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão, e a que horas regressam a casa?

- Amei-vos o suficiente para ter insistido em que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidade de a comprar.

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia.

- Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha que “tiraram” da mercearia e dizerem ao dono: "Eu roubei isto ontem e queria pagar".

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vós, durante 2 horas, enquanto limpavam o vosso quarto (tarefa que eu teria realizado em 15 minutos).

- Amei-vos o suficiente para vos deixar ver fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos.

- Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO quando sabia que me iríeis odiar por isso.

Estou contente, venci! Porque, no final, vocês venceram também!
E, qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês hão de dizer-lhes, quando eles vos perguntarem se os vossos pais eram maus ...que sim, que éramos maus, que éramos os pais piores do mundo:

- «Os outros miúdos comiam doces ao pequeno almoço; nós tínhamos de comer cereais, ovos, tostas.

- Os outros miúdos bebiam Pepsi ao almoço e comiam batatas fritas; nós tínhamos de comer sopa, o prato e fruta. E - não vão acreditar - os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, ao contrário dos outros pais.

- Os nossos pais insistiam em saber onde nós estávamos a todas as horas. Era quase uma prisão.

- Eles tinham de saber quem eram os nossos amigos e o que fazíamos com eles.

- Eles insistiam em que lhes dissessemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.

- Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles violaram as leis de trabalho infantil: tínhamos de lavar a loiça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Acho que eles nem dormiam a pensar em coisas para nos mandarem fazer...

- Eles insistiam sempre connosco para lhes dizermos a verdade, apenas a verdade e toda a verdade.

- Na altura em que éramos adolescentes, eles conseguiam ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata.

- Os pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham de subir, bater à porta, para eles os conhecerem.

- Enquanto toda a gente podia sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.

- Por causa dos nossos pais, perdemos imensas experiências da adolescência.
Nenhum de nós, alguma vez, esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem foi preso por nenhum crime.
Foi tudo por causa deles.

Agora que já saímos de casa, somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "maus pais", tal como os nossos pais foram».

Deus abençoe os pais maus!
(Augusto Cury)

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