segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dia da Terra


Dia da Terra: dicas para reduzir o consumo de energia e combater as alterações climáticas

Algumas dicas para reduzir o consumo de energia e combater as alterações climáticas:

Em casa:
- Usar a máquina de lavar roupa na capacidade máxima, optando pela lavagem em água fria. Poupará energia e a roupa durará mais tempo;
- Prefirir lâmpadas de baixo consumo. Estas utilizam menos 80% de energia e duram até oito vezes mais que as lâmpadas comuns.
- Na altura de comprar um electrodoméstico, certificar-se do nível de energia e água que despende, optando por electrodomésticos classificados com a Categoria A;
- Descongelar o congelador antes que a camada de gelo atinja mais de 3 mm de espessura: conseguirá atingir poupanças energéticas até 30%. Ajuste o termóstato do frigorífico a uma temperatura de 6ºC e do congelador a 18ºC;
- Sempre que escovar os dentes ou se ensaboar no duche, fechar a torneira.


No trabalho:
- Desligar o monitor do computador durante a pausa para refeição. Poderá programar para que se desligue automaticamente (basta que procure esta facilidade nas opções de protecção de ecrã). Não deixe o equipamento ligado no final de cada dia de trabalho;
- Utilizar equipamentos de baixo consumo energético;
- Apagar as luzes ao sair do escritório. Não acender as luzes que não são necessárias e procurar aproveitar a luz natural o máximo possível;
- Reciclar e reutilizar o papel. Procurar imprimir e fotocopiar em ambos os lados das folhas.

Nas deslocações:- Preferir a bicicleta. Não só fará mais exercício como ajudará na redução das emissões de Dióxido de Carbono. Optar pelo uso de transportes públicos em vez do seu automóvel, sempre que possível;
- Partilhar o seu transporte com familiares, amigos ou vizinhos, se o automóvel tiver mesmo de ser o seu meio de deslocação de eleição;
- Desligar o motor sempre que estiver parado por mais de 30 segundos;
- Verificar a pressão dos pneus, já que uma diferença, mesmo que mínima, quanto aos valores da pressão correcta pode significar um aumento de combustível na ordem dos 5%.


Atitudes menos consumistas:- Reciclar, reutilizar e reparar. Acções deste tipo reduzem o consumo e, por conseguinte, a produção de CO2 proveniente da produção industrial;
- Partilhar as subscrições de revistas e jornais com amigos e familiares. Depois de lê-los, utilize-os para limpar espelhos ou recicle-os;
- Quando for ao supermercado, levar os seus próprios sacos e elejer verduras e frutas sem invólucros plásticos, vidro ou papel, de preferência de produção local.
in Sapo, por Rita Afonso@ e WWF

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Visita de Estudo aos Templos Abraâmicos: Mesquita


A Mesquita Central de Lisboa é a principal mesquita da comunidade islâmica portuguesa. Situa-se na Avenida José Malhoa, perto da Praça de Espanha. À semelhança da generalidade das mesquitas, nesta podem ser distinguidas quatro áreas: a entrada, a sala de orações (sobre a qual se ergue uma cúpula ou abóbada), a madrassa (escola islâmica) e o minarete (torre).O actual imã(autoridade religiosa) da mesquita de Lisboa é o Sheik David Munir.
A partir de 1974, e em consequência do movimento de descolonização português e da guerra civil que se seguiu nas antigas colónias portuguesas, o número de muçulmanos aumentou em Portugal, sendo estes, em grande parte, oriundos dos países africanos de expressão portuguesa.
Assim, este templo foi construído entre 1979 e 1985, com a ajuda de um grupo numeroso de países islâmicos (Arábia Saudita, Kuwait, Líbia, Emiratos árabes Unidos e Oman), bem como o empenho da comunidade Islâmica de Lisboa e da Câmara Municipal, que cedeu o terreno. Foi inaugurado a 29 de Março de 1985.
É um templo de arquitectura moderna que não perde em comparação com outros edifícios religiosos da capital.

A Mesquita possui finalidades religiosas e também sociais de apoio aos muçulmanos que habitam, temporária ou permanentemente a área da Cidade; constitui também para os crentes um lugar de oração e meditação individual e colectiva e um espaço muito apreciado de descanso, convívio e partilha social.
Tal como em todos os templos, também aqui, deves adoptar atitudes de respeito e diálogo!
Em termos históricos, a Península Ibérica foi território islâmico desde o século VII até, pelo menos o séc. XI, mas, no sul, o islão permaneceu mais tempo, em alguns locais até finais do século XV. Luxbuna, ‘Lisboa muçulmana’, foi conquistada pelos cristãos em 1147, mas a comunidade dos crentes esteve organizada na Mouraria de Lisboa até ao século XVI em torno das suas duas mesquitas e da "Madrassa".
A influência da civilização e da arte muçulmana no modo de ser e de viver de Portugal e de Espanha foi muito profunda e em muitos aspectos ainda hoje se mantém.
O Islão conta actualmente com mais de 950 milhões de fiéis em todo o Mundo, sobretudo na Ásia (650 milhões) e África (270 milhões).
Algumas imagens para recordar... entre elas, as explicações do Sheik David Munir, in loco, o facto de nos termos descalçado, entre outras experiências...



imagens de 2010

sábado, 6 de abril de 2013

Livro Digital sobre Bento XVI

Livro digital, oferecido pelo Vaticano, com a trajetória de Bento XVI


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terça-feira, 2 de abril de 2013

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