terça-feira, 27 de abril de 2010

Dia Europeu da Segurança Rodoviária

Pela primeira vez, a Comissão Europeia designou o dia 27 de Abril, como o Dia Europeu da Segurança Rodoviária.

Este dia está ligado à Primeira Semana Global de Segurança Rodoviária, organizada pelas Nações Unidas (ONU) e Organização Mundial de Saúde (OMS), que decorre entre 23 e 29 de Abril.
O Dia Europeu da Segurança Rodoviária é dedicado aos Jovens Condutores, focando os temas de Álcool e Drogas ao volante.


Conduzir Alcoolizado:
- exige maior tempo de observação para avaliar as situações de trânsito, mesmo as mais corriqueiras;
- torna difícil, quase impossível, sair-se bem de situações inesperadas, que dependam de reaçcões rápidas e precisas;
- leva o condutor a fixar-se num único ponto, diminuindo a sua capacidade de desviar a atenção para outro facto relevante;
- limita a percepção a um menor número de factos num determinado tempo.


in Estradas de Portugal

terça-feira, 20 de abril de 2010

Visita ao santo Sepulcro

A Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, recebe os cuidados de várias comunidades cristãs, todas reguladas pela lei que rege a presença delas nos lugares santos. Um alemão lançou um documentário sobre esse múltiplo convívio dentro de uma das mais importantes Basílicas da fé cristã.

sábado, 17 de abril de 2010

Percurso de Bento XVI

Desde a sua eleição, o Papa Bento XVI assumiu um propósito com os católicos do mundo inteiro. Aos 83 anos, o Papa dá o testemunho de que a fé e o amor são capazes de superar todas as coisas.




Um humilde servo da vinha do Senhor". Uma frase que tocou fundo o coração dos católicos durante a primeira apresentação de Bento XVI como Papa, em 19 Abril de 2005, três dias depois de ter completado seus 78 anos.

A frase, naquele momento, talvez o fizesse recordar os tempos de menino, já que o pequeno Joseph Ratzinger cresceu a ver o trabalho dos vários agricultores da cidade onde cresceu, chamada Titmonting, que fica localizada na região da Baviera, na Alemanha, e possui ainda hoje, pouco mais de 6 mil habitantes.

Os olhos do Papa, que em todas as catequeses e Missas celebradas na Praça de São Pedro contemplam a multidão que toma conta desse lugar, foram os mesmos que presenciaram a multidão atingida pela Guerra, na Alemanha dos anos 40. Através daqueles olhos, há 83 anos de muitas histórias para contar.

Joseph Ratiznger, hoje Papa Bento XVI, nasceu em 16 de Abril de 1927, em Mark Amm In, na Alemanha, justamente no Sábado Santo. Foi baptizado um dia depois, ou seja, no Domingo de Páscoa. Para Ratzinger, um sinal da providência, que ele mesmo reconheceu, antes de se tornar Papa.

“Ser o primeiro baptizado com a água que acabara de ser abençoada na noite pascal era um grande sinal profético” (Autobiografia de Joseph Ratzinger, 1997.

A profecia cumpre-se a cada ano na vida de Bento XVI, o qual, diante das mais duras provas e perseguições sofridas pela Igreja, nunca deixou de dirigir um olhar sereno à Multidão que a cada semana enche a Praça de São Pedro.

Bento XVI escolhe celebrar a vida dirigindo-se à Igreja que está espalhada pelos confins da terra, através das inúmeras viajens que faz a cada ano.

Bento XVI não deixa de dispensar o sorriso mesmo diante do cansaço e das grandes adversidades e encontrou nos campos da Baviera o sentido da sua vocação: ser um humilde servo da vinha do Senhor!

Mirticeli Medeiros
Canção Nova Notícias (adaptado), Roma

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Obesidade infantil

O que é a obesidade?

A obesidade é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afectar a saúde.
A pré-obesidade e a obesidade estão directamente relacionadas com um balanço energético positivo (a quantidade de energia ingerida é superior à quantidade de energia despendida), que resulta de um excesso de ingestão em relação aos gastos do corpo.

A obesidade tem origem em diversos factores, complexos, de ordem genética, metabólica, ambiental e comportamentais. É considerada uma doença crónica, e como tal requer esforços persistentes e continuados para ser controlada.

O diagnóstico de pré-obesidade e de obesidade é feito através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que de se determina dividindo o peso em quilogramas, pela altura em metros elevada ao quadrado (peso/altura2). A sua utilização fundamenta-se numa boa correlação com a massa gorda corporal. Segundo a OMS considera-se que há excesso de peso quando o IMC calculado é igual ou superior a 25 e obesidade para valores a partir de a 30.
Note-se, no entanto, que nas crianças e adolescentes, não existe um critério consensual para o diagnóstico da obesidade, devido às características dinâmicas dos seus processos de crescimento e maturação. Para além das diferentes velocidades de crescimento entre rapazes e raparigas, existe ainda uma grande variabilidade entre os indivíduos, não só entre os dois grupos como entre os elementos de cada um. Assim, o valor do IMC tem como base tabelas de referência, considerando-se que valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 85 e inferiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico de pré-obesidade. Valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico de obesidade.
Refira-se ainda que o número de células adiposas do organismo tem um maior desenvolvimento desde o fim da infância até ao início da idade adulta.

Os dados

Estima-se que a prevalência da pré-obesidade e da obesidade, em Portugal, nas crianças dos 7 aos 9 anos de idade, é de cerca de 31,56% - as crianças do sexo feminino apresentam valores superiores às do sexo masculino.
Na União Europeia, na população com mais de 15 anos, a prevalência da pré-obesidade em 1999 foi de 41%. O aumento da obesidade em crianças e adolescentes é, também, cada vez mais preocupante. A taxa de crescimento da doença na Europa tem-se mantido constante, acrescentando 400 mil crianças por ano, aos já existentes 45 milhões de crianças com excesso de peso. Este valor é 10 vezes superior ao registado em 1970.A nível mundial, a prevalência da obesidade é tão elevada que a OMS considerou esta doença como a epidemia global do século XXI.

As consequências
A obesidade está associada ao aparecimento de várias patologias, entre as quais, nas crianças e adolescentes, a diabetes tipo 2 (Diabetes Mellitus insulino-dependente), um aumento da tensão arterial, um aumento dos níveis de triglicéridos e colesterol (LDL), bem como à diminuição do colestrol "bom" (HDL).
Está também associada ao desenvolvimento de outro tipo de sintomas e patologias como a apneia do sono e as dificuldades respiratórias, distúrbios do aparelho locomotor (como são exemplo as artrites), distúrbios hormonais, síndroma do ovário poliquístico, problemas dermatológicos, doenças cardiovasculares e algumas formas de cancro.
O cansaço fácil, a sudação excessiva e o aparecimento de dores musculares são também queixas frequentes e que diminuem o conforto e a qualidade de vida dos indivíduos obesos.
Como já foi referido, a obesidade tem origem em vários factores e pode surgir, por exemplo, associada a distúrbios endócrinos (estima-se que a obesidade endócrina seja responsável apenas por 4% das obesidades), após interrupção de exercício físico (comum em desportistas) ou, entre outros factores, devido ao uso de medicamentos como corticosteróides, antidepressivos, estrogénios, e alguns e anti-histamínicos, entre outros.
No entanto, estima-se que a grande maioria dos casos de obesidade, mais de 95%, esteja relacionada com um mau equilíbrio entre a ingestão e o consumo de calorias, ou seja, quando se consome mais em termos calóricos do que o corpo necessita para desempenhar as suas actividades – o excesso fica armazenado nas células adiposas.
Para esta situação pode contribuir uma dieta com excesso de lípidos, glícidos e de hidratos de carbono, um número reduzido de refeições, mas com um elevado aporte em calorias, o consumo em excesso e rotineiro da chamada fast-food, o consumo de bebidas com elevado valor calórico, e, por outro lado, o sedentarismo e a falta de actividade e exercício físico.

Os comportamentos e hábitos alimentares adquiridos na infância, em família e também na escola, têm uma influência fortíssima para o aparecimento (ou não) da obesidade. E não basta “ditar as regras”, há que segui-las, pois os comportamentos dos pais, avós, e irmãos mais velhos vão ser seguidos pelos mais novos.Numa sociedade que valoriza constantemente aparência física, o combate à obesidade e ao estigma a ela associada, é também uma luta pelo bem-estar mental das crianças e jovens.

Saliente-se que, associados à obesidade, surgem distúrbios psicossociais e emocionais acompanhados de depressão, ansiedade e diminuição de auto-estima. Têm origem exactamente na rejeição social, num contexto social que dá primazia à beleza física.

A prevenção e o combate

A prática de uma verdadeira prevenção, e de um tratamento precoce são essenciais para o combate à obesidade. Quanto mais cedo se instala a obesidade numa criança maior será a probabilidade de se vir a tornar num adulto obeso.
A prevenção da obesidade infantil é conseguida através da promoção de um estilo de vida assente num bom programa alimentar acompanhado de um regime de actividade física e desportiva:
As crianças não devem saltar refeições e logo de manhã é importante preparar um bom pequeno almoço, logo ao acordar, completo e equilibrado. Importa adequar a alimentação às necessidades energéticas (por exemplo, ajustada a uma prática de actividade física mais intensa, e nesse caso com uma maior necessidade energética), mantendo-se ao longo do dia uma ingestão fraccionada em pelo menos cinco refeições (pequeno-almoço, almoço e jantar e dois lanches, um a meio da manhã e outro à tarde).
A alimentação requerer-se variada e com produtos naturais em todas as refeições do dia e rica em cereais completos, fruta e produtos vegetais frescos ricos em fibras. Os vegetais são também essenciais para a sopa, a consumir ao almoço e ao jantar.
O consumo de calorias deve ser controlado em particular no que diz respeito à ingestão de açúcares/sacarose - bolos, biscoitos, bolachas - e gorduras/fritos, sobretudo os ácidos gordos saturados e colesterol, gorduras sólidas e gorduras hidrogenadas e sobreaquecidas.

Importa dar preferência ao consumo de hidratos de carbono complexos: pão completo / escuro, rico em sementes e ainda cereais, arroz e massas, de preferência completos / integrais. No que respeita à carne, a preferência deve dirigir-se para o consumo de carnes brancas (como o frango e o peru) e magras (coelho) e, por outro, lado moderar o consumo de carnes gordas (porco, borrego, cabrito) e carnes vermelhas. O peixe é essencial – sem esquecer as várias formas em que pode ser cozinhado e apresentado às crianças.

Nos cozinhados e temperos dar preferência ao consumo de azeite, bem como às ervas aromáticas e especiarias, moderando o consumo de sal.
O regime dietético deve assim ser equilibrado e nutritivo, evitando carências vitamínicas e outras que conduzam à desnutrição. Deve evitar-se o consumo de refrigerantes, preferindo água simples, chás e infusões, ou sumos naturais, sem adição de açúcar.

Refira-se ainda a importância da ingestão adequada de cálcio, uma vez que na alimentação equilibrada reduz o armazenamento da gordura – o reduzido consumo de cálcio, associado à pouca ingestão de lacticíneos, encontra-se associado ao excesso de peso.

A prevenção da cárie dentária na origem, mais tarde, de problemas de mastigação e digestão dos alimentos é também essencial através de um adequado aporte de flúor, de de uma boa higiene dentária e de um consumo reduzido de produtos açucarados.
Para os recém-nascidos de pais obesos (grandes candidatos a obesidade infantil) e com padrões alimentares ricos em calorias, a alimentação deve ser baseada exclusivamente no leite materno durante, pelo menos, os seis primeiros meses de vida. Na evolução da alimentação da criança deverá ser dada preferência ao consumo de carnes magras, legumes, frutas e muito pequenas quantidades.

Perda de peso em crianças e adolescentes obesos
São significativos os benefícios da perda de peso em indivíduos obesos ao nível, por exemplo, da tensão arterial. Uma redução em 3% no peso corporal diminui, significativamente, a tensão arterial nos adolescentes obesos, uma melhoria acentuada se o programa de emagrecimento incluir exercício físico. São também evidentes e em proporção à perda de peso, os benefícios ao nível da redução dos níveis plasmáticos de triglicerídeos e de insulina, bem como o aumento do colesterol HDL.A perda de peso em crianças e adolescentes com diabetes tipo 2, embora difícil, é mais eficaz na melhoria do controlo glicémico quando na dieta se reduz a quantidade de glícidos.

A obesidade



Como se determina ou diagnostica a obesidade e a pré-obesidade?


A obesidade e a pré-obesidade são avaliadas pelo Índice de Massa Corporal (IMC). Este índice mede a corpulência, que se determina dividindo o peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, considera-se que há excesso de peso quando o IMC é igual ou superior a 25 e que há obesidade quando o IMC é igual ou superior a 30.


Índice de Massa Corporal
IMC > 18 <> 25 <> 30 <> 35 <>
Obesidade grave (grau II)
IMC > 40 Kg/m2

Obesidade mórbida (grau III)


No entanto, em certos casos, nomeadamente nos atletas, nos indivíduos com edemas e com ascite (hidropisia abdominal), o IMC não é fiável na medição da obesidade, pois não permite distinguir a causa do excesso de peso.


Como se afere a obesidade nas crianças?


O diagnóstico de excesso de peso e de obesidade em função do IMC em crianças e adolescentes não é aplicável com as regras do adulto, devido às características dinâmicas dos processos de crescimento e de maturação que ocorrem durante a idade pediátrica.


Contrariamente ao adulto, em que é possível definir exactamente a pré-obesidade e a obesidade, na criança e no adolescente, com as velocidades de crescimento que registam, em ambos os sexos, uma enorme variabilidade inter e intraindividual, tal não é possível.
Assim, o valor do IMC em idade pediátrica deve ser percentilado e tem como base tabelas de referência:

Valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 85 e inferiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico da pré-obesidade;
Valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico da obesidade.


in Portal da Saúde

A Importância do Pequeno-Almoço


Um pequeno-almoço saudável e equilibrado é essencial a qualquer criança para que esta comece bem o dia.
O pequeno-almoço deve fornecer nutrientes em quantidades adequadas, de modo a oferecer à criança a energia necessária para o desempenho das suas funções, optimizando as capacidades cognitivas e facilitando os processos de aprendizagem.
Estudos referem que:
Um pequeno-almoço com alimentos provenientes dos 7 grupos da roda dos alimentos fornece às crianças aproximadamente um quarto das suas necessidades diárias em nutrientes;
Indivíduos que “saltam” a refeição do pequeno-almoço têm menos hipóteses de atingir a quantidade diária, necessária, de nutrientes;
Quando as crianças tomam o pequeno-almoço, estão facilitadas funções como a concentração, aprendizagem, pensamento e comportamento.

Quatro estratégias para tornar o pequeno-almoço um hábito em sua casa:
1. Seja um modelo

Se quer que a sua criança coma o pequeno-almoço, tome-o também!!!
2. Mantenha os alimentos do pequeno-almoço sempre à mão

Tenha pelo menos duas porções de cada item que vai servir ao pequeno-almoço (ex: no caso do pão, servir dois tipos de pão diferentes), para tornar o pequeno-almoço mais variado e assim evitar a monotonia.
3. Torne-o fácil
Adopte formas de servir o pequeno-almoço que sejam simples e viáveis, de preferência, de modo a que as próprias crianças consigam servir-se sozinhas. Mantenha os alimentos sempre visíveis.
4. Tente o pequeno-almoço na escola
Encoraje as crianças que não conseguem tomar o pequeno-almoço em casa a tomarem-no na escola. O importante aqui é a intervenção dos pais na elaboração do pequeno-almoço para se certificarem de que as crianças tomam um pequeno-almoço saudável.
in Plataforma contra a obesidade

Por que estão "gordos" os nossos filhos?

As nossas crianças estão cada vez mais gordas e a próxima geração será, com certeza, mais doente, se não fizermos nada em contrário.
A obesidade é uma doença e nós estamos e estaremos cada vez mais doentes. Existe ainda pouca preocupação com o que comemos e com a actividade física que fazemos.
Os pais preocupam-se e com justificação com o aproveitamento escolar, com as actividades extra-curriculares, mas e com a saúde? Está nas nossas mãos mudar o rumo da situação. Uma criança obesa pode ter um futuro bem diferente se deixar de o ser. Terá com certeza mais saúde e muito mais oportunidades do ponto de vista profissional, social e emocional...

11 dicas para manter os filhos na linha...

1. Prepare as refeições iguais para toda a família, em vez de preparar uma refeição especial para a criança que está a perder peso. Esta atitude permite criar um envolvimento saudável e muito mais apoio para a criança.

2. Não lhes imponha uma alimentação muito restritiva, caso contrário, mais tarde ou mais cedo, vão acabar por comer descontroladamente.

3. Não os compense ou castigue com comida. Eles necessitam criar uma relação saudável com os alimentos.

4. Crie horários para as refeições. Sem estes horários, as crianças tendem a petiscar com mais frequência e com menos qualidade.

5. Não os obrigue a comer tudo o que têm no prato.

6. Encoraje-os a comer devagar. Pouse os talheres entre cada garfada e engula cada garfada antes de colocar na boca a próxima.

7. Se lhe pedirem para repetir o prato, faça-os esperar cinco minutos para ter a certeza de que têm fome. Depois, não esqueça: o 2º prato deve conter metade da dose do 1º.
8. Faça as suas refeições por etapas. Comece com os alimentos menos calóricos, sopa, vegetais e depois ingira os alimentos mais calóricos como as massas, carnes, etc.

9. Crie espaços próprios para as refeições. Nunca em frente à televisão ou ao computador.

10. Crie, pelo menos, uma refeição com toda a família. Se não for o jantar, talvez o pequeno-almoço.

11. Planeie as refeições atempadamente. As refeições quando planeadas, são, usualmente, mais saudáveis.
Texto: Teresa Branco (coordenadora da Clínica Metabólica e investigadora no Laboratório do Exercício e Saúde da Faculdade de Motricidade Humana)

Reflexão: "Raise your pants, raise your image!"



Vi esta notícia na internet, no dia 4 de Abril, e não posso deixar de concordar com o seu conteúdo!
Este cartaz publicitário pretende lutar contra a "moda". Um senador norte-americano mandou colocar um anúncio em Brooklyn, Nova Iorque, no qual pede aos jovens que puxem as calças para cima.
Com o lema "Raise your pants, raise your image!" (Subam as calças, melhorem a imagem), Eric Adams pretende que os jovens deixem de usar as calças abaixo da cintura, mostrando a roupa interior.
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domingo, 11 de abril de 2010

3º Período


Início: 12 de Abril
Termo:
8 de Junho para o 9.º, 11.º e 12.º anos
18 de Junho para os restantes anos de escolaridade

domingo, 4 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A Ressurreição de Jesus

1 / 3

2 / 3

3 /3

Sexta-feira Santa



A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

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Testa a tua memória

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