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segunda-feira, 3 de março de 2025

Visita de Estudo a Templos abraâmicos e Museu do Holocausto - Porto

 SINAGOGA







IGREJA DE SÃO FRANCISCO e CATACUMBAS



MESQUITA





MUSEU DO HOLOCAUSTO

no Porto mostra a vida antes, durante e depois da tragédia “para que nunca ninguém esqueça”







Alunos dos 6.º e 7.ºanos - atividade do grupo de EMRC - AEDC
Algumas imagens da internet

terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Calendários pelo mundo: nem todos estão em 2023...

O calendário ocidental, de raiz cristã, é o que nós usamos e o mais utilizado, mas há outros igualmente importantes espalhados pelo mundo.
Nós "acabámos" de festejar a passagem do ano de 2022 para o de 2023, mas outros povos ainda estão a preparar-se para entrar nos seus anos novos. Porque não há só um calendário! É verdade que com a globalização (um palavrão que significa que os costumes são cada vez mais parecidos pelo mundo fora), a contagem dos anos usada no Ocidente – a nossa – é reconhecida em toda a parte e utilizada nas coisas da política e do comércio. Mas nem por isso os outros calendários deixaram de existir.

2023: Calendário gregoriano

É este o calendário que se segue em Portugal e na maioria dos países. O calendário gregoriano foi criado pelo Papa Gregório XIII, em fevereiro de 1582, e foi feito com base no calendário romano. O marco inicial é o nascimento de Jesus Cristo, no ano 0 a.C., e tem em conta o ciclo solar.

2023 (menos 13 dias): Calendário juliano

O calendário juliano está sempre 13 dias atrás do gregoriano. É usado por alguns cristãos ortodoxos, na Rússia e Sérvia. Foi estabelecido pelo imperador romano Caio Júlio César, em 46 a.C., basicamente é igual ao calendário romano, que existia na altura, mas com pequenas diferenças.

1444/ 1445: Calendário islâmico

Os povos islâmicos (ou muçulmanos), como os árabes, hão-de mudar de ano lá mais para o verão, a 20 de agosto. E estão em 1441.

O ano 0 do calendário do Islão é aquele em que o profeta Maomé, fundador daquela religião, se mudou da cidade de Meca para a de Medina. Isso aconteceu no ano 622 da era cristã, que principia com o nascimento de Cristo. Parece que a conta está mal feita mas não: é que este calendário baseia-se no ano lunar e não no ano solar, como o nosso.
As comemorações do Ano Novo muçulmano variam conforme as regiões. Na Líbia, matam uma ovelha e dão metade aos pobres; no Líbano, fazem questão de comer apenas comida de cor branca; e os malaios não varrem a casa no fim do ano, pois isso significaria tirar algo de dentro dela!

4720/ 4721: Calendário chinês (Ano do Coelho de Água Yin)

Onde não se brinca com a passagem do ano é na China: as festas duram seis semanas, entre Janeiro e Fevereiro! Os chineses fazem uma limpeza completa à casa. Na última noite do ano as luzes ficam acesas e ouve-se o rebentar de muitas bombinhas. Tudo isto, dizem, para afastar os espíritos indesejáveis. Os chineses adoram jogos de azar, que estão proibidos em quase todo o país. Mas nos primeiros três dias do ano podem jogar à vontade! Cada ano chinês é simbolizado por um de 12 animais – Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo, Cão e Javali. Terminado o ciclo, volta-se ao primeiro. Segundo a cronologia chinesa, é o ano 4720. A contagem começou em 2697 a.C., quando o Rei Amarelo subiu ao trono.

5783/ 5784: Calendário judaico/ hebraico

Os judeus (ou hebreus, ou israelitas) vão entrar no ano 5784, mas só em 15 de Setembro. A contagem é feita a partir do que dizem ser «a criação do mundo» – a Rosh Hashanah. O cálculo é baseado numa leitura à letra dos livros da Torah, que correspondem mais ou menos ao Antigo Testamento da Bíblia cristã. Os judeus comemoram a passagem do ano visitando os túmulos dos antepassados e praticando atos religiosos durante dez dias, até ao Yom Kippur, ou Dia do Perdão, durante o qual estão proibidos de comer, beber e trabalhar.

2149/ 2150: Calendário budista tibetano

O Ano Novo não é nenhuma festa! Os budistas tibetanos, que vão no ano 2149, têm também uma passagem de ano tudo menos divertida, completamente voltada para a religião e o recolhimento.
Alguns indianos começam a contar a sua era 57 anos antes do nascimento de Cristo (a era de Vikram), outros 79. Quer dizer que uns estão agora no ano 2080 e outros no ano 2102. Não admira que assim seja, pois existem muitas tradições na Índia, uma das regiões culturalmente mais ricas do mundo!
in Visão Júnior (adaptado)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Calendário Judaico e Islâmico







Trabalho de Daniela Fernandes 7A, dezembro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Diálogo inter-religioso marca o dia do Papa em Abu Dhabi

A segunda-feira do Papa Francisco nos Emirados Árabes Unidos é dedicada ao diálogo inter-religioso.
Após celebrar a missa em caráter privado no Palácio Al Mushrif, onde pernoita em sua estadia em Abu Dhabi, o Pontífice dirigiu-se ao Palácio Presidencial para a cerimónia de boas-vindas.
Ali, foi acolhido pelo príncipe herdeiro, Xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan. Após a execução dos hinos e da apresentação das delegações, os dois líderes reuniram-se para um encontro privado.
O príncipe herdeiro é filho do Xeque Zayed bin Sultan Al Nahyan, que é considerado o “pai da nação” e primeiro presidente dos Emirados Árabes Unidos, e irmão do Xeque Khalifa bin Zayed Al Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos.
Após deixar a residência presidencial, o Pontífice voltou para o Palácio Al Mushrif para o almoço.

Conselho dos Anciãos

Na parte da tarde, está programado o encontro privado com os membros do Conselho Islâmico dos Anciãos na Grande Mesquita do Xeque Zayed. O Papa será recebido pelo Grande Imã de al-Azhar, Ahmad al-Tayeb, que já veio duas vezes visitar o Papa no Vaticano e acolheu Francisco durante sua viagem apostólica ao Egito.
O Conselho é uma organização internacional independente, com sede em Abu Dhabi, que promove a paz nas comunidades islâmicas. O Conselho reúne estudiosos, especialistas e dignitários muçulmanos estimados pelos princípios de justiça, independência e moderação.
Os membros dedicam uma atenção especial aos conflitos internos das comunidades muçulmanas e às causas que as originam, com a finalidade de defender os valores humanitários e os princípios de tolerância do Islã, em oposição ao sectarismo e à violência.

Fraternidade Humana

Da Mesquita, o Papa  dirige-se para o grande evento do dia e motivo de sua viagem: o Encontro Inter-religioso no Founder’s Memorial. Trata-se de uma conferência global sobre a fraternidade humana, ocasião em que Francisco pronunciará o seu primeiro discurso.

O tema “Fazei-me instrumento de vossa paz” explica bem o significado desta viagem apostólica do líder católico mundial a um país aonde os seus fiéis são apenas 10% da população. Os Emirados Árabes são a 41ª meta de Francisco, que foi até lá para escrever uma nova página na história das religiões e selar uma das principais missões de seu Pontificado: Construir pontes” de diálogo com muçulmanos e tentar romper a lógica da instrumentalização das religiões com o ódio e a violência.


Outras notícias desta viagem:
Falando à Agência de Notícias Emirates, à WAM e ao ‘The Filipino Times’, Hjayceelyn Quintana, embaixadora do país nos Emirados, assegura que será uma ‘honra’ receber o Santo Padre, em nome dos 700.000 filipinos residentes.
“ Estão muito felizes por ter esta oportunidade única na vida de serem abençoados com a presença do Papa Francisco. Sem dúvida, o evento não só fortalecerá a fé da comunidade católica, mas os inspirará a viver com humildade, compaixão e generosidade. ”
Agradecendo o governo do reino por tornar possível a visita do Papa, a embaixadora acrescenta que 2019 foi declarado "Ano da Tolerância" nos Emirados Árabes Unidos.
“O gesto evidencia a forte consciência de todas as pessoas que vivem nesta sociedade, altamente diversificada, os valores da harmonia, fraternidade e humanidade”, diz, frisando que nisto, os Emirados são verdadeiramente únicos e um exemplo para o mundo , digno de admiração e emulação. A visita é uma prova do compromisso duradouro deste país em promover a tolerância entre as diferentes cidadanias que consideram os Emirados como sua segunda casa”.
“Aos fiéis filipinos de todo o Oriente Médio que participarão das atividades relacionadas com a visita do Papa Francisco, somos gratos e estendemos as mãos”. A declaração se conclui com uma citação do Salmo 133:

“ Como é bom e agradável quando o povo de Deus vive em unidade. ”

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

História de Abraão

























Abraão (do hebraico אברהם, Avraham ou ’Abhrāhām), que significa ab (pai) + raham (multidão) = pai da multidão, é o primeiro patriarca citado, no Livro do Génesis, na Bíblia, e dele se reclamam filhos todos os crentes das três grandes religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.

Segundo o livro do Génesis, Abraão era natural da cidade de Ur na Caldeia, uma localidade da Baixa Mesopotâmia e terá nascido no séc. XIX ou XVIII a.C., altura em que a Baixa Mesopotâmia e o Médio Eufrates eram dominados pelos Amorreus e a Alta Mesopotâmia pelos Urritas.


De Ur, terá partido com a sua família para norte, tendo-se fixado em Harran, principal cidade da Alta Mesopotâmia.
Respondendo ao chamamento de Deus, seguiu daí para Canaã na Palestina, a "Terra Prometida". Foi por essa altura que se deu nele uma grande transformação religiosa, tendo deixado de adorar o deus "Elohim" e passado a adorar "El-Chadai", que significa o "Todo Poderoso".

Passou de politeísta a monoteísta.



Teve dois filhos, Isaac e Ismael, o primeiro da sua esposa Sara e o segundo da sua escrava Agar, dos quais se consideram descendentes os povos judeu, árabe e cristão.

A sua fé inabalável, colocada à prova com o pedido de Deus para que sacrificasse o seu filho Isaac (impedido no último momento pelo Anjo do Senhor), fizeram dele o patriarca de todos os crentes.

CLICA:

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Diferença entre Cristão, Judeu e Muçulmano - QQD


Apesar de algumas "brincadeiras", o vídeo tem conteúdos corretos.
Daqui

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