sexta-feira, 30 de novembro de 2018

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

E se a Declaração Universal dos Direitos Humanos não existisse?

Contributo da EMRC para a Comemoração dos 70 anos da DUDH, no AEDC.

Cada aluno recebeu um direito (uma pomba).

 De seguida, após reflexão, escreveu na pomba sobre como seria a sua vida sem esse direito...









Falta de memória e direitos humanos

Há 70 anos, apesar de se encontrar dividido em dois blocos antagónicos, o mundo conseguiu unir-se por um objetivo comum: chegar a consenso sobre a lista dos 30 direitos humanos que devem ser o garante “da liberdade, da justiça e da paz”. Foi possível fazê-lo, em 1948, porque as feridas das duas guerras mundiais e da Grande Depressão ainda continuavam abertas e estavam bem presentes na consciência de todos. De uma forma eloquente e para muitos inimaginável, a Humanidade tinha percebido até onde podia chegar a barbárie, executada de forma racional e planeada, como um desígnio de Estado, perante a indiferença de outros governos e, em muitos casos, com o apoio popular.

Terminada a guerra, com as Nações Unidas a darem ainda os primeiros passos e com o planeta a adaptar-se a uma nova ordem mundial, após terem sido julgados, em Nuremberga, os primeiros crimes contra a Humanidade, a aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos tinha uma espécie de carácter de urgência. Era necessário elevar os direitos humanos para um plano global, independente dos Estados e das fronteiras, como instrumento para impedir novas barbáries e, em simultâneo, comprometer todos com esse desígnio.

Embora nenhuma nação possa afirmar, hoje em dia, que cumpre integralmente os 30 artigos da Declaração – que, entretanto, foi assinada por todos os 193 Estados-Membros da ONU –, também é verdade que muito e bom caminho foi percorrido nestes 70 anos. Por mais pessimistas que nos sintamos com tudo o que vamos observando atualmente, não há duvidas de que o mundo evoluiu muito em matéria de direitos humanos nestas últimas sete décadas. Basta lembrar, por exemplo, que, em 1948, os negros continuavam a ser segregados nos Estados Unidos da América, que os gulag eram comuns na União Soviética de Estaline e que o Apartheid era formalmente instituído, nesse mesmo ano, na África do Sul.

Se olharmos menos para os acontecimentos e mais para as tendências, também perceberemos que a qualidade de vida aumentou exponencialmente neste mesmo período. Quando a Declaração foi aprovada, a 10 de dezembro de 1948, mais de três quartos da população mundial vivia em situação de pobreza extrema – hoje esse número caiu para 10 por cento. Outro indicador, nem sempre devidamente considerado, dá também uma ideia precisa da evolução do nível de vida à escala global: em 1950, contaram-se 25,3 milhões de turistas internacionais; no último ano, foram registados 1,3 mil milhões – apesar de todas as visões pessimistas e das declarações, tantas vezes repetidas, de que o mundo está mais perigoso.
Mas não é verdade – pelo menos, por enquanto, em relação à qualidade de vida das pessoas, cujos indicadores, de facto, têm melhorado de forma consistente, muito graças ao desenvolvimento registado na região asiática, onde se concentra a parte maior da população mundial.
O que não quer dizer, no entanto, que o mundo não possa estar a entrar, de facto, num momento perigoso. Até porque há novas ameaças aos direitos humanos que, há 70 anos, não podiam ser previstas pelos autores da Declaração, como a erupção da Inteligência Artificial, o controlo da informação por meia dúzia de empresas tecnológicas, a privacidade digital e as consequências das alterações climáticas – que podem originar, segundo um recente relatório de Washington, profundas convulsões políticas e sociais nos próximos anos.
Porém, a ameaça maior aos direitos humanos vem da ausência daquela urgência que foi sentida há 70 anos, após a barbárie. A falta de memória sobre esses tempos alastra-se cada vez mais e pode ter consequências trágicas. Proclamar, como fizeram os pais da Declaração logo no Artigo 1, que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos” tornou-se uma quase banalidade, que muitos repetem só para ficarem bem na fotografia. Mais do que citar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é preciso agir para a cumprir – sobretudo por respeito para com a nossa memória coletiva.
(Editorial da VISÃO 1343, de 29 de novembro de 2018) Daqui

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Advento


O que é o Advento?

• O Advento é o tempo que antecede o Natal.

• É um tempo de preparação e alegria, onde os fiéis esperam o Nascimento de Jesus Cristo.


• É um momento de reflexão e arrependimento, em que se deve promover a fraternidade e a Paz.


• São as quatro semanas antes do Natal.


Caraterísticas do Advento

• A palavra Advento quer dizer “o que está para vir”.


• O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus, contando quatro domingos.


• Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa volta-se para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. 


• As duas últimas semanas, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. 



Liturgia do Advento

• A liturgia do Advento impulsiona-nos a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.


• Deus é fiel às suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. 

• Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e actual.


• A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia (volta) do Senhor. 

• Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é"Maranatha"! Vem Senhor Jesus!


• O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1)


• Esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna.


• Esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.


• O Advento também é tempo propício à conversão.


• Sem um retorno de todo o ser a Cristo não há como viver a alegria e a esperança na  expectativa da Sua vinda. 


• É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, lutando incessantemente contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.

• No Advento, precisamos de nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. 


• Não da pobreza económica, mas principalmente aquela que leva a confiar, abandonar-se e depender inteiramente de Deus e não dos bens terrenos. 


• Pobreza que tem n'Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.



Figuras do Advento

• ISAÍAS
• É o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Ele anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim, os exilados.
• As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos.


• JOÃO BAPTISTA
• É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, "mais que um profeta", o mensageiro que veio diante d'Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (Lc 7, 26 - 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).
• A figura de João Baptista ao ser o precursor do Senhor e aponta como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento.
• João Baptista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também serem profetas do Reino, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do pecado.

• MARIA
• Não há melhor maneira de se viver o Advento que unindo-se a Maria como mãe, grávida de Jesus, esperando o seu nascimento. 
• Assim como Deus precisou do sim de Maria, hoje, Ele também precisa do nosso sim para poder nascer e se manifestar no mundo.
• Assim como Maria se "preparou" para o nascimento de Jesus, a começar pela renúncia e mudança de seus planos pessoais para sua vida inteira, nós precisamos de nos preparar para vivenciar o Seu nascimento em nós mesmos e no mundo, também numa disposição de "Faça-se em mim segundo a Sua Palavra" (Lc 1, 38), permitindo uma conversão do nosso modo de pensar, da nossa mentalidade, do nosso modo de viver, agir etc.


• JOSÉ
• Nos textos bíblicos do Advento, destaca-se José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adoptivo de Jesus. 
• Ao ser da descendência de David e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de "Filho de David".
• José é justo por causa de sua Fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.




A Celebração do Advento


• O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. 



• As vestes litúrgicas (casula, estola etc.) são de cor roxa, bem como o pano que recobre o ambão, como sinal de conversão em preparação para a festa do Natal. 




Símbolos do Advento

• Vários símbolos do Advento ajudam-nos a mergulhar no mistério da encarnação e a vivenciar melhor este tempo. 


• Entre eles há a coroa ou grinalda do Advento.


• Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento. 



A coroa de Advento


• A Coroa de Advento tem a sua origem numa tradição pagã europeia. No Inverno, acendiam-se algumas velas que representavam o “fogo do deus sol” com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltasse. 



• Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. Partiam dos seus próprios costumes para anunciar-lhes a Fé. 



A forma circular

• O círculo não tem princípio, nem fim. 


• É sinal do Amor de Deus que é eterno, sem princípio nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca deve terminar.


• Além disso, o círculo dá uma ideia de “elo”, de união entre Deus e as pessoas, como uma grande “Aliança”.

As ramas verdes


• Verde é a cor da esperança e da vida. 

• Deus quer que esperemos a Sua Graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. 

• Bênçãos que nos foram derramadas pelo Senhor Jesus, na Sua primeira vinda entre nós, e que agora, com esperança renovada, aguardamos a Sua consumação, na Sua segunda e definitiva volta.





As quatro velas


• As quatro velas da coroa simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento. 



• No inicio, vemos a nossa coroa sem luz e sem brilho. 



• Recorda-nos a experiência de escuridão do pecado. 



• A medida em que se vai aproximando o Natal, vamos ao passo das semanas do Advento, acendendo uma a uma as quatro velas representando assim a chegada, no meio de nós, do Senhor Jesus, luz do mundo. 



1. Vela Vermelha: Lembra Isaías, profeta que anunciou 1000 anos antes da vinda do Salvador.



2. Vela Azul: Lembra João Baptista, que anuncia que está próximo o Salvador, orai e preparai os caminhos.



3. Vela Cor de Rosa: Lembra Maria, filha de Israel, que deu o seu Sim e dele nasceu o Salvador. 



4. Vela Amarela: O símbolo do ouro e da realeza, que vem na sua plenitude para o seu povo e quer morar entre o povo que O ama.

Retirado de http://iluminareaquecer5.blogspot.pt

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Baleia encontrada morta tinha 115 copos de plástico no estômago...

A Indonésia, onde foi encontrada a baleia, é o segundo maior utilizador de plástico do mundo, logo a seguir à China
AFP/Getty Images
Uma baleia foi encontrada morta, ao largo de Wakatobi, sudeste indonésio, com 6 kg de plástico no estômago. No estômago do animal foram encontrados, na terça-feira, 115 copos, 4 garrafas, 25 sacos, um par de chinelos e muitos outros pedaços de plástico que não puderam ser identificados. A Indonésia é o segundo maior utilizador de plástico do mundo, logo a seguir à China.
A descoberta foi feita numa zona turística da Indonésia, a ilha de Kapota, perto do Parque Nacional de Wakatobi. Para já, a equipa de ambientalistas e biólogos que se deslocou ao local não conseguiu identificar as causas da morte da baleia de 9,5 metros.
“Apesar de não termos conseguido determinar a causa da morte, os factos que conhecemos já são horríveis o suficiente”, afirmouDwi Suprapti, bióloga marinha do World Wildlife Fund (WWF), à CNN.
“Fico muito triste a ouvir isto”, disse o ministro indonésio dos Assuntos Marítimos. Luhut Binsar Pandjaitan tem sido uma das vozes defensoras da redução do uso do plástico e espera que o sucedido sirva para alertar a opinião pública sobre a necessidade de refrear o consumo e a produção deste material. “É possível que muitos outros animais marinhos estejam contaminados com plástico e isto é muito perigoso para as nossas vidas”, disse à Associated Press na terça-feira.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

A história de Natal

Dia Universal dos Direitos da Criança – 20 de novembro

A 20 de novembro comemora-se um duplo aniversário que pretende alertar e sensibilizar para os direitos das crianças de todo o mundo: proclamação da Declaração dos Direitos da Criança(1959) e adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança (1989), pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais relacionados com todos os direitos das crianças (civis, políticos, económicos, sociais e culturais): a não discriminação, o interesse superior da criança, a sobrevivência e desenvolvimento e a opinião da criança.
Para que 20 de novembro seja um dia divertido com uma mensagem séria, das crianças, pelas crianças, a UNICEF apela ao desenvolvimento de iniciativas que deem voz às crianças, em que estas reflitam sobre os seus direitos e expressem o seu apoio aos milhões de crianças que estão fora da escola, desprotegidas e desenraizadas.
Neste sentido, a UNICEF disponibiliza um Guia para Educadores e Professores com um conjunto de sugestões de atividades que podem ser realizadas com as crianças, bem como um Kit de Materiais Digitais para Parceiros.
Este é o vídeo da Campanha da UNICEF:

Convenção dos Direitos da Criança

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Abraão - pai das religiões abraâmicas

História de Abraão

























Abraão (do hebraico אברהם, Avraham ou ’Abhrāhām), que significa ab (pai) + raham (multidão) = pai da multidão, é o primeiro patriarca citado, no Livro do Génesis, na Bíblia, e dele se reclamam filhos todos os crentes das três grandes religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.

Segundo o livro do Génesis, Abraão era natural da cidade de Ur na Caldeia, uma localidade da Baixa Mesopotâmia e terá nascido no séc. XIX ou XVIII a.C., altura em que a Baixa Mesopotâmia e o Médio Eufrates eram dominados pelos Amorreus e a Alta Mesopotâmia pelos Urritas.


De Ur, terá partido com a sua família para norte, tendo-se fixado em Harran, principal cidade da Alta Mesopotâmia.
Respondendo ao chamamento de Deus, seguiu daí para Canaã na Palestina, a "Terra Prometida". Foi por essa altura que se deu nele uma grande transformação religiosa, tendo deixado de adorar o deus "Elohim" e passado a adorar "El-Chadai", que significa o "Todo Poderoso".

Passou de politeísta a monoteísta.



Teve dois filhos, Isaac e Ismael, o primeiro da sua esposa Sara e o segundo da sua escrava Agar, dos quais se consideram descendentes os povos judeu, árabe e cristão.

A sua fé inabalável, colocada à prova com o pedido de Deus para que sacrificasse o seu filho Isaac (impedido no último momento pelo Anjo do Senhor), fizeram dele o patriarca de todos os crentes.

CLICA:

Abraão judeu, cristão e muçulmano


terça-feira, 13 de novembro de 2018

Gentileza gera gentileza

No dia da gentileza,  e nos outros dias, sê gentil!

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Frutos de São Martinho

Mensagem de sensibilização para os valores de São Martinho
Grupo EMRC AEDC

Porque só há um Deus no nosso céu: A.M.O.R.

Porque só há um Deus no nosso céu: A.M.O.R. Uma nova autopromoção da SIC Notícias, com música e letra de Pedro Abrunhosa.

sábado, 10 de novembro de 2018

Campanha Human Rights Superheroes

Em 2016, para marcar o Dia Internacional contra o fascismo e o anti-semitismo, dia 9 de novembro, e Dia dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, a UNITED coordenou uma campanha sobre os Super Heróis dos Direitos Humanos - nomeadamente com pessoas do passado e do presente que fizeram grandes feitos - e muitas vezes grandes sacrifícios - para defender os direitos dos outros. 
Clica e fica a saber mais sobre os Super Heróis dos Direitos Humanos:
Se o gráfico interativo não funcionar, clica aqui para obter uma lista dos perfis.
Para votar: AQUI

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Fotos do Mundo

Testa a tua memória

Faz o teu presépio

Faz a tua árvore

Jogo Poluição das Águas

Jogo Eco-Cidade

Jogo Gesto Inteligente Transportes

Joga connosco e aprende!

Jogo interativo em Espanhol

Jogo "Ser Pessoa"

Os perigos do tabaco

Os perigos do tabaco
Clica, joga e aprende...

Religiões do mundo

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Jogo - Para saber mais