“Quando se sobrevive a um lugar construído para destruir a humanidade, compreende-se como a civilização é frágil. O ódio não surge repentinamente. Ele cresce silenciosamente, quando as pessoas deixam de se importar, quando o silêncio substitui a coragem.”
Ele lembrou-se dos últimos momentos com a sua família:
«Vi a minha mãe e os meus irmãos desaparecerem na multidão. Não havia palavras, apenas medo e amor nos nossos olhos. Foi a última vez que os vi. Em Auschwitz, a separação significava a morte. Sobreviver significava carregar a memória deles dentro de mim.»
Mais tarde, ele disse algo que comoveu muitos corações:
«Não sobrevivemos para que o mundo sentisse pena de nós. Sobrevivemos para vos alertar. Sobrevivemos para lembrar-vos o que acontece quando se permite que o ódio reine.”
Então, a sua mensagem voltou-se para o futuro:
“Não digam ‘isso não pode acontecer novamente’. Já aconteceu, de muitas formas, em muitos lugares. Começa quando deixamos de nos ver como seres humanos. Começa quando a raiva se torna mais forte do que a compaixão.”
E ele terminou com um apelo poderoso:
“A memória não é apenas sobre o passado. A memória é uma responsabilidade. É uma promessa que fazemos àqueles que foram assassinados de que o seu sofrimento não será ignorado e as suas vidas não serão esquecidas. O futuro depende do que vocês decidirem fazer com essa memória.”
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