
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Palavras Cruzadas 2

2. Tens direito a ser informado de tudo que se passa a tua volta: por isso tens direito à .......!
3. Para teres um bom desenvolvimento precisas de te alimentar: por isso tens direito à ......!
5. Podes estar com outras pessoas, isso quer dizer que tens direito à .........!
6. Se te magoares e for alguma coisa grave deves ir imediatamente ao médico. Isso quer dizer que tens direito a cuidados ... !
Palavras cruzadas 1

2. Nome comum que se dá a uma pessoa que não gosta de outra por ser de outra cor.
3. Direitos para todos igual a ...
5. Todos devemos ter o ... da nossa família, dos amigos e colegas.
1. Como se chama o dia dedicado às crianças: Dia Mundial da ...
4. Todos nós temos que ter os mesmos deveres, a mesma privacidade, os mesmos ... !
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
O Ter em detrimento do Ser, hoje...

Assistimos a uma cada vez maior diferenciação de profissões e funções que vieram pôr termo à estrutura tradicionalmente simples da sociedade, tornando-a extraordinariamente complexa. Este fenómeno acentua evidências de individualização e grande diversidade e pluralidade de grupos sociais, de valores, de necessidades, de orientações e formações, de estilos de vida e de conflitos de interesse.
Daí o aumento de crises e sinais de ruptura (ontem em França e na Grécia, amanhã…) com princípios, comportamentos e normas ancoradas em referências tradicionais, que eram apontadas como abrangentes.
Isto é, a unidade de valores quebrou-se.
Existem hoje muitos estudos que apontam estas mudanças profundas no capítulo dos valores fundamentais. Há até quem ponha em dúvida tais alterações, referindo que o que está realmente em causa não são modificações propriamente ditas dos valores mas sim das atitudes para com eles.
No entanto, independentemente da nossa opinião, a “sociedade vive uma passagem de perspectivas materialistas para horizontes pós-materialistas, decorrente também da evolução de sociedade de produção para sociedade de serviços, de sociedade de trabalho para sociedade de trabalho, da cultura e do tempo livre.”
Hoje valoriza-se diversamente o trabalho, o rendimento e o tempo livre – pensa-se menos no futuro, valoriza-se mais o presente, o dia-a-dia, e o “ aqui; já e agora”.
Pelo que não é estranho não valorizar valores como: disciplina, adaptação, subordinação, esforço, sacrifício, solidariedade, entreajuda; e a estarem na moda valores tais como: autonomia, criatividade, individualismo, fruição de vida, comunicação, convívio, aventura, risco.
Estas alterações provocam as seguintes inquietações:
– Que tipo e grau de coabitação estão a ser alcançados entre a “tradição e a necessidade de inovação?”
Em suma, será que este caminho vislumbra FELICIDADE?
Hoje existe a pressão, do TER em detrimento do SER – vivemos num mundo em que a apologia das aparências vai subordinando, inclusivamente, a inteligência.
Valerá a pena, com toda a certeza, cada um de nós fazer um esforço e recentrar a sua vida.
“As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir”.
Para reflectir: “O amor é a força mais subtil do mundo.” (Mahatma Gandhi)
O Barbeiro e Deus...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
A ciência da generosidade
Stephen Post tinha apenas 16 anos quando escreveu o seu primeiro ensaio sobre altruísmo. Hoje é professor de Bioética, Filosofia e Religião na Faculdade de Medicina da Universidade de Case Western Reserve, nos Estados Unidos da América, e dirige o Institut for Research on Unlimeted Love, dedicado à investigação sobre a interacção entre a ciência, a espiritualidade, a saúde e o amor.
Assim, uma vida generosa é tão boa para nós como para os que nos rodeiam. Destaco também um outro estudo que demonstrou que os alcoólicos que ajudam outras pessoas com o mesmo problema têm 40 por cento de hipóteses de o ultrapassar, um ano depois, enquanto os que não o fazem apresentam apenas 22 por cento de taxa de sucesso.
Mas eu interesso-me particularmente pelas pessoas cujo altruísmo radica na compaixão, na empatia e no afecto. São pessoas que não são apenas altruístas, mas calorosamente generosas, que oferecem afectos.
Descrevo-as como indivíduos alegres, à prova de emoções destrutivas, como hostilidade e amargura, que demonstram uma cordialidade que os outros consideram notável.
Os genes importam, assim como as relações, mas também existe o factor escolha. Face às dificuldades podemos tornar-nos mais amargos ou então melhores pessoas e cooperar com os desafios recorrendo ao amor.
Existe um elemento genético que, em parte, determina quem, face aos eventos mais traumáticos da vida, irá sofrer de stress pós-traumático ou crescer ao nível da compaixão.
A imagem de ressonância magnética demonstra que basta pensarmos que vamos dar algo a outra pessoa para activar a área emocional mais profunda do cérebro (sistema mesolímbico) que está associada à alegria e promove a produção de substâncias que nos fazem sentir bem. Nós estamos programados para sentirmos alegria quando somos generosos.
O nosso nível de felicidade pode então ser determinado pelo nosso nível de generosidade...
Os que fizeram a segunda opção relataram-se muito mais felizes. A felicidade resulta principalmente da nossa contribuição para os outros.
Sim, embora esta possa ser uma generalização pouco pertinente em termos individuais. Penso que as mulheres, ao longo da evolução humana, desenvolveram mais as suas capacidades empáticas do que o sexo oposto, até porque estas são essenciais para o sucesso da educação de uma criança. No entanto, existem também muitos homens tão generosos quanto elas.
Acredita que «nos podemos descobrir ao entregar-nos aos outros». Porquê?
No egoísmo, encontramos a mais profunda futilidade, mesmo que durante algum tempo pareçamos estar a prosperar. Quando vivemos tanto ou mais para outros como para nós, descobrimos uma vida muito mais profunda e feliz e também tendemos a sentir-nos menos stressados e propensos à depressão.
E como podemos estimular os nossos filhos a serem pessoas generosas?
Acima de tudo, sendo pais carinhosos e modelos de acções e emoções. Os estudos demonstram que famílias em que existe uma elevada empatia geram crianças bondosas.
Portanto, a generatividade de que falávamos tem início numa idade muito precoce. Os pais podem também estimular esta característica envolvendo os seus filhos em acções generosas e quando as crianças se comportam de forma egoísta não as repreender severamente mas antes encorajá-las a reflectir sobre as suas acções.
No seu dia a dia, o que faz para pôr em prática o que escreve?
Estou muito consciente de que a hostilidade e amargura afectam a minha saúde física e mental e sei que não gasto mais tempo ou energia se for bom para os outros em vez de desagradável.
Faço questão de dar algo, por muito pequeno que seja, a toda a gente com quem me cruzo, mesmo que isso signifique apenas cumprimentar o outro, porque quero que essa pessoa sinta que tem importância. Não me importo com a reciprocidade, em parte porque isso pode ser frustrante.
Também medito e rezo pelos outros e acredito que o amor é a força mais poderosa do universo.
domingo, 11 de janeiro de 2009
Momento de felicidade
Distribua-o gentilmente.
Transmite-o bastante.
Esbanje-o, o mundo precisa dele.
Viva em paz consigo mesmo.
Utilize-a.
sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
As personagens do Tintim
TINTIM - Adolescente sem família conhecida, que exerce a profissão de
repórter. Na verdade, podemos considerá-lo mais um aventureiro ou detective... Apesar de se apresentar sempre disponível, Tintim nunca parte em busca da aventura, sendo ela a aparecer à sua frente de uma maneira puramente acidental. Corajoso, não hesita em enfrentar as forças do mal, sempre em defesa dos mais fracos, minoritários e oprimidos. Engenhoso e inteligente, Tintim é, pela sua modéstia e pelas suas acções, o contrário de um super-herói. MILÚ - Fox-terrier, dotado de um tom de branco fora do normal, é o
primeiro companheiro de Tintim, o seu ajudante e, no início, o seu único interlocutor. Milú, ao contrário do seu dono, faz certas asneiras, não por vontade própria, mas por curiosidade, guloseima ou mesmo pelo seu instinto de "batalha". Muito fiel a Tintim, segue-o para todo o lado e salva-o de inúmeras armadilhas.CAPITÃO HADDOCK - Ex-oficial da marinha, acabou por preferir a vida do castelo.
Junta-se ao seu jovem amigo Tintim nas suas aventuras, normalmente contra a sua vontade. Haddock aparece nas Aventuras de Tintim de uma maneira bem curiosa: é despistado, impulsivo, generoso, nervoso e excessivo no que diz. O seu gosto pelo whisky e pelo rum é bem visível, tal como são célebres as suas injúrias: palavras patuscas, desprovidas da mínima grosseria, das quais somente a sonoridade é agressiva. Adopta um papel paternalista em relação a Tintim.DUPOND e DUPONT - Polícias de profissão, obedecem cegamente às ordens. Ridículos mas pretenciosos, despistados e desajeitados, eles são mais
infantis que malvados. A sua parecença é extraordinária: se bem que não sejam nem gémeos nem mesmo irmãos, nada os distingue à primeira vista. Só a forma do bigode difere: Dupond com d tem o bigode direito, enquanto que Dupont com t tem o bigode encaracolado nas pontas, tal como explicava Hergé. A sua expressão preferida "Direi mesmo mais..." é o indício do seu comico involuntário: as gaffes e os lapsos fazem-se sempre no plural!TCHANG - Personagem da vida real, um amigo chinês, Tchang-Tchong-Jen, que deu
inspiração a Hergé para a criação do Lotus Azul. Tchang é o fiel amigo de Tintim na sua visita à China e parceiro na luta contra os mafiosos de Changai que inolculavam as suas vítimas com um estranho veneno da loucura. Tchang volta a aparecer muitos anos depois em Tintim no Tibete, quando é vítima do abominável homem das neves, salvo é claro por seu bravo amigo Tintim.TRIFÓLIO GIRASSOL - Muito distraído, surdo, intuitivo e sentimental ao extremo,
Girassol estabelece, através do seu pêndulo, conexões com o real deveras inesperadas e por vezes mesmo tresloucadas. Inicialmente inventor de segunda, mais tarde cientista astucioso, chega mesmo a conceber o foguetão lunar que levará Tintim à Lua. Mais tarde, depois de se ter dedicado à criação de um aparelho de ultra-sons, Trifólio decide dedicar-se à horticultura e à jardinagem.NESTOR - Mordomo no castelo de Moulinsart, já desde os tempos dos irmãos
Pardal, eficaz, discreto e dotado de uma paciência fora de série, Nestor parece ter só qualidades. Deste modo, conquistou a confiança e o afecto de todos os habitantes do castelo. As suas passagens mais interessantes dão-se quando Milú invariavelmente persegue o gato do castelo, passa entre as pernas de Nestor, o que faz com que este execute malabarismos para equilibrar uma bandeja, sem deixar que nada caia.SERAFIM LAMPIÃO - Lampião é o protótipo do "chato". Segurador da Mondass,
é um verdadeiro inoportuno. No pior dos casos, faz-se acompanhar da sua "tribo", sem sequer se dar ao trabalho de avisar. Aparece sempre nos piores momentos, mas não se pode dizer que esteja directamente relacionado com o curso dos acontecimentos. Apresenta constantemente um humor que só faz rir a ele próprio e apresenta geralmente uma curiosa vulgaridade que desconcentra.BIANCA CASTAFIORE - Artista lírica pertencente à Scala de Milão, tem um
carácter curioso e caprichoso, digno de uma diva. A sua vítima habitual é o pobre capitão Haddock, cujo nome ela é incapaz de pronunciar correctamente. É famosa por cantar a música "Ária das Jóias", extraída de Fausto de Gounod, na qual ela "se ri de se ver tão bela ao espelho"... RASTAPOPOULOS - Génio do mal, inimigo do bem, Roberto Rastapopoulos encontrou em Tintim um inimigo de peso que o
impede de concretizar os seus planos mais maquiavélicos. Inicialmente realizador de cinema numa conhecida indústria cinematográfica, tornou-se Grande Mestre de uma organização oculta de tráfico de estupfacientes, cujas ramificações invadiram todo o planeta. Viria a cair no ridículo, mais tarde, mascarado de cowboy...Tintim faz 80 anos

Celebra oitenta anos amanhã, dia 10 de Janeiro, mas continua a ser o jovem repórter belga que correu mundo (e a Lua) em aventuras destemidas acompanhado pelo fox terrier Milu.
Ainda hoje uma das mais populares personagens da banda desenhada mundial, Tintim foi criado pelo desenhador e argumentista belga George Remi (Hergé) e apareceu pela primeira vez no suplemento juvenil Le Petit Vingtième, do jornal Le Vingtième Siècle, a 10 de Janeiro de 1929.

Na estreia, Tintim é apresentado como um jovem jornalista do Petit Vingtième enviado à antiga União Soviética, onde se envolve em várias cenas de pancadaria.
Com um traço ainda imaturo e tosco e uma narrativa frágil, Hergé - na altura com 22 anos - desenhou Tintim numa história a preto e branco no «país dos sovietes», com referência a Moscovo como «um pardieiro infecto», numa alegada ridicularização do regime comunista.
Ao longo dos tempos, Hergé moldou-lhe uma personalidade mais altruísta, defensor da justiça, em 23 álbuns, como «Os charutos do Faraó», «A estrela misteriosa», «As jóias de Castafiore», «Tintim no Tibete», que venderam mais de 230 milhões de exemplares em todo o mundo.
A profissão de jornalista ficou quase sempre relegada para segundo plano perante aventuras passadas no Oriente, em África, no oeste americano e até na Lua, ao lado de uma galeria de personagens como o capitão Haddock, Dupond e Dupont, o professor Tournesol e, esporadicamente, o português Oliveira da Figueira.
Para o público português, Tintim surgiu pela primeira vez em 1936, na publicação «O Papagaio».
Hergé morreu em 1983, aos 76 anos, deixando incompleto «Tintin e Alpha-Art» e, apesar de não terem surgido mais histórias originais, Tintim e o inteligente cão Milu continuam a ser reconhecíveis em todo o mundo, independente da língua e da cultura.

Da banda desenhada, as histórias de Tintim saltaram para a televisão e para o cinema e a imagem do rapaz de poupa loira e gabardina foi amplamente reproduzida, de relógios a selos, de canecas a calendários, de moedas a material escolar, reforçando a imortalidade do herói.
in Iol Diário
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Prémio Dardos

Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada "blogueiro" emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, entre as suas palavras.
Este selo foi criado com a intenção de promover a confraternização entre os "blogueiros", uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valores à web.
O premiado deve, por favor, seguir estas instruções:
1) Deve exibir a imagem do selo no seu blog;
2) Deve "linkar" o blog pelo qual recebeu a indicação;
3) Escolher outros 15 blogs a quem entregar o PRÉMIO DARDOS;
4) Avisar os escolhidos.
Assim conforme o regulamento do prémio e julgando os méritos e as realizações, indico abaixo mais 15 blogs merecedores de tal distinção, como difusores e incentivadores culturais:
http://www.asalaencantadadasu.blogspot.com/
http://cantinhodasoracoes.blogspot.com/
http://jardimdaalegria.blogspot.com/
http://verefazer.blogspot.com/
http://cristinaarteselazer.blogspot.com/
http://ostachosdamanuela.blogspot.com/
http://sermais.blogspot.com/
http://claudinhaecintiaartes.blogspot.com/
http://cantodosprofessores.blogspot.com/
http://www.niraartes.blogspot.com/
http://docessorrisosfadaluz.blogspot.com/
http://www.eloassessoriapedagogica.com/
http://baucolorido.blogspot.com/
http://educarpartilhando.blogspot.com/
http://sotaodasideias.blogspot.com/
Capela das Aparições em Fátima funciona 24h por dia na internet

"Isso permitirá aos fiéis internautas verem ao vivo o Santuário de Fátima e acompanhar as celebrações que são realizadas", explicou.
O Santuário, inaugurado em 28 abril de 1919, foi erguido em homenagem à Virgem Maria, que apareceu a três pequenos pastores em 13 de maio, junho, julho e outubro de 1917.
Todos os anos, o Santuário de Fátima recebe milhões de peregrinos de todo o mundo.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Receita do "Bolo-Rei"
750 g de farinha ;
30 g de fermento de padeiro ;
150 g de manteiga ou de margarina ;
150 g de açúcar ;
150 g de frutas cristalizadas ;
150 g de frutas secas (pinhões, nozes, passas, etc.) ;
4 ovos ;
1 limão ;
1 laranja ;
1 dl de vinho do Porto ;
1 colher de sobremesa (rasa) de sal grosso
Picam-se as frutas cristalizadas e põem-se a macerar com o vinho do Porto juntamente com as frutas secas.Dissolve-se o fermento em 1 dl de água tépida e junta-se a uma chávena de farinha (tirada do peso total). Mistura-se e deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 15 minutos. Entretanto, bate-se a gordura escolhida, o açúcar e a raspa das cascas do limão e da laranja. Juntam-se os ovos, um a um, batendo entre cada adição, e depois a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado, adiciona-se a restante farinha peneirada com o sal. Amassa-se ou bate-se a massa muito bem. Esta massa deve ficar macia e elástica. Se estiver muito rija, junta-se um pouco de leite tépido. Misturam-se as frutas maceradas no vinho do Porto. Volta a amassar-se e molda-se em bola. Polvilha-se a massa com um pouco de farinha, tapa-se com um pano e envolve-se a tigela num cobertor. Deixa-se levedar em ambiente morno durante cerca de 5 horas. Quando a massa estiver bem levedada - em princípio deve dobrar de volume -, mexe-se e molda-se novamente em bola (ou em várias bolas) e já sobre um tabuleiro untado faz-se-lhe um buraco no meio. Introduz-se a fava e o brinde, este embrulhado em papel vegetal. Deixa-se levedar durante mais 1 hora. Pincela-se o bolo com gema de ovo e enfeita-se com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões inteiros, meias nozes, etc. Leva-se a cozer em forno bem quente. Depois de cozido, pincela-se o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.
Para impedir que a rodela feche, pode introduzir-se uma tigela no buraco.
Pensa-se que este bolo, que é hoje um dos símbolos da festa do Natal, é uma versão adaptada da «gallette des rois», de Bordéus. Começa a fabricar-se nos Fins de Novembro e vê-se em todas as pastelarias até meados de Janeiro. Todos os bolos devem conter uma fava e um brinde. A fava obriga aquele a quem sair a uma penalidade, que será cumprida no ano seguinte, ofertando um bolo-rei àqueles que o acompanharam na cerimónia do ano anterior.
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