segunda-feira, 24 de março de 2014

Páscoa cristã


A palavra PÁSCOA significa "passagem", tanto para os judeus quanto para os Cristãos.
Na Páscoa cristã, os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação na Sexta-Feira Santa, que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egipto.

A palavra Páscoa advém, exactamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egipto para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário.

Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício da Páscoa. Isso pode ser visto como uma profecia de São João Baptista, no Evangelho de São João: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (João, 1:29) e uma constatação de São Paulo "Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázmos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado." (1Co 5:7). Na missa, os católicos repetem a frase de João Baptista.

Jesus Cristo, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso, Deus teria designado a sua morte exactamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.

A sequência da liturgia para todos os domingos do Ano Cristão está na dependência da Páscoa, excepto os domingos do Advento, que são sempre quatro Domingos antes do Natal, não importando seacontece no Domingo ou em outro dia da semana.
Como, segundo a tradição cristã sustentada no Novo Testamento, Jesus ressuscitou num Domingo, surgiu a prática de algumas igrejas se reunirem aos domingos (literalmente, Dia do Senhor), e não aos sábados, como fazem os judeus(sabbath). Esta tradição foi modificada posteriormente por algumas igrejas restauracionistas de inspiração protestante(como a Adventista do Sétimo Dia) que equivocadamente interpretaram o costume judeu em relação ao sábado fazendo dele um dia exclusivo de adoração.

DEZ SÍMBOLOS DA QUARESMA

A quaresma começa com um símbolo bem conhecido e consolidado: a Cinza, que nos lembra a condição efémera da vida e o seu destino de eternidade em Deus.


A Cinza de cada ano, recorda também a árvore da Cruz Ressuscitada da Vigília Pascal do ano anterior.




1.- A quaresma é DESERTO. É aridez, solidão, jejum, austeridade, rigor, esforço, penitência, perigo, tentação.




2.- A quaresma é PERDÃO. As histórias bíblicas de Jonas e de Nínive e a parábola do filho pródigo são exemplos dele.




3.- A quaresma é ENCONTRO, é abraço de reconciliação como na parábola do filho pródigo ou na conversão de Zaqueu ou no diálogo de Jesus Cristo com a mulher adúltera.




4.- A quaresma é LUZ, como se põe em evidência, por exemplo, no evangelho do cego de nascença. É a passagem das trevas para a luz. Jesus Cristo é a luz do mundo.




5.- A quaresma é SAÚDE, símbolo manifestado nos textos como na cura do paralítico ou do filho do centurião.




6.- A quaresma é AGUA. É a passagem da sede de nossa insatisfação para a água viva, a água de Moisés ao povo de Israel no deserto ou de Jesus à mulher samaritana.




7.- A quaresma é superação vitoriosa das provas e dificuldades. É LIBERTAÇÃO, TRIUNFO. Algumas figuras bíblicas, que sofrem graves perigos e vencem na prova, são José, filho de Jacob, a casta Suzana, Ester, o profeta Jeremias e, sobretudo, Jesus, tentado e transfigurado.




8.- A quaresma é CRUZ. Sinal e presença permanente durante toda a quaresma. Prefigurada no Antigo Testamento e manifestada com o exemplo de Jesus Cristo e com seu convite de carregá-la como condição para o seguimento.




9.- A quaresma é TRANSFIGURAÇÃO. É a luz definitiva do caminho quaresmal, preanunciada e vivida na cena da transfiguração de Jesus. Pela cruz para a luz".




10.- A quaresma é o esforço para retirar o fermento velho e incorporar a FERMENTAÇÃO NOVA DA PÁSCOA RESSUSCITADA E RESSUSCITADORA, agora e para sempre.


Pe. António G. Dalla Costa, CS

sábado, 22 de março de 2014

A vida, um valor a cuidar...

Lançado o desafio, as vidas de algumas alunas do 7ºano:
21-03-14

sexta-feira, 21 de março de 2014

A palavra "Páscoa" em várias línguas

Alemão - Ostern

Árabe - عيد الفصح (ʿĪdu l-Fiṣḥ)

Basco - Bazko
Búlgaro Пасха (Paskha)
Catalão - Pasqua
Espanhol - Pascua
Esperanto - Pasko
Finlandês - Pääsiäinen
Francês - Pâques
Friulano - Pasche
Georgiano - აღდგომა (Aghdgoma)
grego - Πάσχα (Páscha)
Inglês - Easter
Irlandês - Cáisg
Islandês - Paska
italiano - Pasqua
Latim - Pascha ou Festa Paschalia
Neerlandês - Pasen
Norueguês - Påske
Polonês - Wielkanoc
Português - Páscoa
Romeno - Paşti
Russo - Пасха (Paskha)
Sueco - Påsk
Turco - Paskalya

Páscoa judaica



Pessach (do hebraico פסח, ou seja, passagem), também conhecida como Páscoa judaica, é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan, segundo o calendário judaico, e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot).

Geralmente, o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egipto, conforme narrado no livro de Shemot (Êxodo).

De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas sobre o povo do Egipto. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebreia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogénitos.
Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogénitos egípcios, desde os primogénitos dos animais até mesmo os primogénitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo ainda mais a Ira Divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.

Como recordação desta liberação e do castigo de Deus sobre o Faraó, foi instituído para todas as gerações o sacríficio de Pessach.

É importante notar que Pessach significa a passagem, porém a passagem do anjo da morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.

Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar, para que as pessoas que na ocasião do primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos de impureza , ou por viagem.

A caminho da Páscoa



O que representa cada imagem?



Sabes?!



Então, completa a legenda...













A - _____

















B- _____














C - _____
















D - _____















E - _____
















F - _____














G - _____














H - _____





Caso tenhas dúvidas, aguarda pela resposta.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Receita de ovo da Páscoa



Ingredientes:

Perdão, Alegria, Paciência, Fé, Perseverança, Vontade de Ser Feliz e Paz.
Preparação:

Mistura, no recipiente bem lavado da tua alma, chocolate, perdão e alegria.
Descansa, em banho-maria, até que todas as mágoas e rancores sejam depurados.
Espera até arrefecer um pouco, salpicando perseverança e paciência. Depois, despeja nos dois lados do coração.
Prepara o teu rebuçado predilecto com recheios de paz e vontade de ser feliz. Reza nessa hora nessa hora. Fé é importante.
Desinforma as duas partes moldadas no coração, coloca lá dentro os bombons,
embrulha com um papel transparente de amizade e esperança.
Amarra com fitas coloridas de carinho e manda muitos, muitos, para todos aqueles que queres bem e também para quem não aprecias tanto... pois é tempo de redenção.
Não te esqueças do cartão:
Feliz Páscoa, com chocolate no coração.
Com amor,
................................

segunda-feira, 17 de março de 2014

Visita de Estudo 6ºs anos

20 de março de 2014
Parque Biológico - Gaia




quinta-feira, 13 de março de 2014

Morreu D. José Policarpo


Pensador e académico com vasta obra publicada, D. José Policarpo, Patriarca emérito, morreu esta quarta-feira aos 78 anos, cerca das 19h50, em Lisboa, vítima de aneurisma na aorta. Foi Cardeal Patriarca de Lisboa durante 15 anos. 

O Patriarca D. Manuel Clemente diz que “mantém-se viva a feliz memória do seu trabalho e do muito que a Igreja de Lisboa e a Igreja em Portugal deve à sua generosidade e à sua lucidez, à sua grande bondade com que exerceu o seu Ministério.
As exéquias serão na próxima sexta-feira pelas 16 horas na Sé de Lisboa, seguindo depois para São Vicente de Fora, o panteão dos Patriarcas.

O sonho de ser o Padre da aldeia
D. José Policarpo cresceu no seio de uma família numerosa, com oito irmãos, e descobriu a vocação no dia em que foi crismado.

“A recordação mais antiga que tenho do desejo de ir para o seminário é o do dia do meu Crisma”, recordava D. José Policarpo numa entrevista concedida ao jornal “Voz da Verdade”, em Outubro de 2011.
Tinha como sonho ser o Padre da aldeia, mas a Igreja chamou-o sempre para outras funções.
Foi nomeado bispo auxiliar de Lisboa a 26 de Maio de 1978, recebeu a Ordenação Episcopal a 29 de Junho do mesmo ano e, em Março de 1997, tornou-se arcebispo coadjutor do Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro, a quem sucedeu como Patriarca a 24 de Março de 1998.
Natural da pequena aldeia do Pego, na freguesia de Alvorninha, concelho das Caldas da Rainha, Policarpo cresceu no seio de “uma família cristã muito piedosa”, como o próprio refere, e acabaria por entrar para o seminário de Santarém.
Passou, depois, pelo seminário de Almada, um tempo que recorda com saudade e boa disposição: “Tive dois cargos no seminário de Almada. Um deles era ser o encarregado da loja onde a rapaziada comprava as coisas. Depois, fui encarregado do laboratório. Tinha a chave e ia para o laboratório sempre que quisesse! Uma vez, ia lá ficando, porque me pus a fazer uma experiência por minha conta e risco e apanhei um choque enorme”.
Formou-se em Filosofia e Teologia, no seminário maior do Cristo-Rei, dos Olivais, e passou por Roma e pela Pontifícia Universidade Gregoriana, antes de regressar a Portugal, para ocupar vários cargos na Universidade Católica, desde docente a director da Faculdade de Teologia e, até, a reitor da Universidade, tendo deixado o cargo em 1996.
"Temos de corrigir a rota" 
Enquanto Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo nunca deixou de ter um olhar crítico para com o país e a sociedade que o rodeava.

“Estamos num tempo em que isto já não vai lá com lutas sectoriais e soluções parciais”, afirmou em Dezembro de 2009. “Estamos num tempo em que o grande desafio é de correcção de rota em termos de civilização”, acrescentou.
A preocupação com as famílias e a justiça social também foi sempre uma constante. Na abertura de uma conferência episcopal em Fátima, em 2011, afirmou: “A solidariedade exige a equidade dos sacrifícios que se pedem, dos contributos que se esperam de cada pessoa ou de cada grupo social”.
Os problemas que a própria Igreja atravessou nos últimos anos, como os casos de pedofilia, também não foram indiferentes ao seu discurso e foram abordados com frontalidade.
Durante o seu mandato, a sociedade portuguesa passou por profundas transformações e, por várias ocasiões, Igreja e Patriarca opuseram-se às decisões políticas. São exemplos a liberalização do aborto e aprovação do casamento homossexual.
Momentos polémicos 
Foram vários os momentos polémicos de D. José Policarpo. Uma das suas declarações irritou, em particular, a comunidade muçulmana.

“Cautela com os amores. Pensem duas vezes antes de casar com um muçulmano. Pensem muito seriamente. É meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam”, afirmou em Janeiro de 2009, num debate ocorrido na Figueira da Foz.
Em Outubro de 2012, em pleno clima de contestação social no país, criticou os protestos, afirmando que não se resolve nada protestando nas ruas. “Estes problemas foram criados ao longo e muito tempo, por nós e por quem nos governou”, defendeu. 

Dois Papas em 15 anos 
Enquanto Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo recebeu duas visitas papais. João Paulo II veio a Portugal no ano 2000 e, dez anos depois, foi a vez de Bento XVI.

Enquanto cardeal participou no conclave que elegeu Bento XVI, em 2005, e, em 2013, na eleição do Papa Francisco, que tinha sido feito cardeal por João Paulo II no mesmo consistório que D. José Policarpo (a 21 de Janeiro de 2001).
Durante o seu mandato, Lisboa acolheu também, em 2005, o Congresso Internacional para a Nova Evangelização, que levou milhares de pessoas às ruas da cidade. Uma oportunidade para debater os novos desafios lançados à Igreja, mas também o que é necessário mudar para que se adapte aos tempos actuais.
A vontade de estar perto das pessoas levou o Patriarcado de Lisboa a abrir-se às novas tecnologias e, em 2011, foi lançado um novo portal na Internet.
No mesmo ano, D. José Policarpo assinalou 50 anos de sacerdócio. Uma das várias iniciativas que marcou a data foi a publicação de um livro sobre os seus pensamentos. “Atraídos pelo infinito” conta com textos de D. Manuel Clemente, que agora lhe sucede como Patriarca de Lisboa. 

Pedido de resignação 
Por essa altura, já o Cardeal Patriarca tinha apresentado a resignação ao Papa, por ter atingido o limite de idade de 75 anos. Fê-lo oficialmente numa carta dirigida a Bento XVI a 17 de Fevereiro, mas Bento XVI pediu-lhe que prolongasse o seu ministério “por mais dois anos”.

D. José Policarpo acabaria assim por ficar até à resignação do próprio Bento XVI – notícia que, confessou na altura aos microfones da Renascença, também o apanhou de surpresa.
Foi já depois da eleição do Papa Francisco que a sua resignação foi aceite, a 18 de Maio de 2013. O Papa nomeou para o cargo de patriarca D. Manuel Clemente, até à data bispo do Porto.
Terminada a missão como Patriarca de Lisboa, fica a memória de um dos vários convites à acção que fez durante o mandato. “Convido-vos a todos, a partir do nosso bairro, a sermos verdadeiramente cidadãos activos deste mundo novo que queremos construir”, afirmou na conferência “Portugal, o país que queremos ser”, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.
Vídeo D. José Policarpo, uma vida ao serviço da Igreja
  • Vídeo Vaticano II. Uma janela aberta sobre o mundo
  • Vídeo Vaticano II. Policarpo e a "ousadia de caminhos novos no diálogo com o mundo"
  • Vídeo Patriarca diz que celebrar o Concílio não é apenas recordar o passado
  • Vídeo Guilherme d'Oliveira Martins lembra grande figura da Igreja do sec. XX




    • Vídeo A última homilia como patriarca: Desejar que a Igreja de Lisboa cresça
    • Vídeo "Somos um povo ousado que não cruza os braços diante do sofrimento"
    • Áudio D. Manuel Clemente lembra D. José Policarpo
    • Vídeo A esperança de D. José Policarpo, na última entrevista à Renascença









segunda-feira, 10 de março de 2014

História da palavra "Páscoa"


PÁSCOA, do latim paschalis, deriva da palavra hebraica Pessah, passagem.

A páscoa, maior festa do cristianismo, comemora a ressurreição de Cristo.

A palavra Páscoa é de origem hebraica- "pesach" e significa passagem. No calendário cristão, a celebração pascal- que foi fixada pelo Concílio de Niceia no ano 325, acontece após o período da Quaresma e é considerada "festa da libertação".

A história da celebração da Páscoa cristã é narrada na Bíblia. O evangelho escrito pelo apóstolo Mateus (capítulo 26, versículo 17) descreve a celebração da Última Ceia, em que Jesus de Nazaré participou com os seus discípulos.

O texto narra a instituição da Páscoa por Jesus, que, naquela ocasião, oferece a sua vida, a sua carne, simbolicamente representada pelo pão, e seu sangue (representado pelo vinho), que seria derramado no calvário para remissão dos pecados.

Os judeus também comemoram a Páscoa. 
Na Páscoa judaica, comemora-se a libertação do povo do Egito, por Moisés, com a ajuda de Deus. 

domingo, 9 de março de 2014

Biografia da Barbie


O nome completo de Barbie é Barbara Millicent Roberts. Numa série de romances publicados na década de 1960, são dados os nomes dos seus pais: George e Margaret Roberts, da cidade fictícia de Willows, no Wisconsin.

Barbie frequentou o liceu de Willows e a Manhattan International High School, também fictícia, em Nova Iorque. Tem uma relação amorosa intermitente com Ken (Ken Carson), que apareceu a primeira vez em 1961. Tal como Barbie, Ken partilha o seu nome com um dos filhos de Ruth Handler. Um comunicado da Mattel em Fevereiro de 2004 anunciou que Barbie e Ken tinham decidido separar-se de vez, mas em Fevereiro de 2006 o casal voltou a juntar-se.
A Barbie teve mais de 40 animais de estimação, incluindo gatos, cães, cavalos, um panda, um leão bebé e uma zebra. Também teve uma variada série de veículos, incluindo um Corvette cor-de-rosa, descapotáveis, roulotes e jeeps. Barbie tem também brevet de piloto de avião, e trabalha tanto como piloto como como assistente de bordo em carreiras comerciais.
As várias carreiras de Barbie foram estudadas de modo a evidenciar que as mulheres podem ter muitos papéis na vida, e a boneca foi vendida com vários nomes, incluindo Barbie Astronauta, em 1965, Barbie Doutora, em 1988, e Barbie em Nascar, também em 1988.
A Mattel criou uma série de companheiros para a Barbie, que incluem Teresa, de origem hispânica, Midge Hadley, africo-americana, Christie e Steven (o namorado de Christie). Os irmãos e primos de Barbie são: Skipper Roberts, Tutti Roberts, Todd Roberts e Stacie Roberts (os três últimos são irmãos gémeos), Kelly Roberts, Krissy Roberts, Francie e Jazzie.

Anos 60

A Barbie foi a primeira boneca a usar maquilhagem e com acessórios disponíveis. Continuou a sua trajectória em 1960 e lançou novos modelos inspirados na moda contemporânea.
Nos anos 60, a Barbie era a típica rapariga norte-americana, com seu conjuntinho de lã e fitas no cabelo, que podia ser de três cores: loura, castanha e ruiva.
Em 1962, vestiu-se de Jacqueline Kennedy, com o famoso saia e casaco cor-de-rosa.
Em 1965, passou a ter pernas flexíveis.
Em 1968, o seu rosto ganhou um aspecto ainda mais jovem, com longas pestanas e olhos azuis. No final da década, roupas floridas, estampas psicadélicas, grandes óculos e uma nova amiga, a primeira boneca negra, Christie 1969. Também começaram a ser aparecer as Barbies de Lingerie.

Anos 70

Durante os anos 70, surgiu mais uma "amiga" da Barbie, Stacy. E a Barbie inspirada pela juventude e influenciada pela época, adotou um visual hippie.
Foi criado também o estilo Malibu em 1971 de cabelos louros e claros e pele bronzeada. Ken também teve uma versão John Travolta inspirada no Disco e no filme "Febre de Sábado à Noite".
O casal encarnou várias celebridades da época, no seu novo automóvel, um modelo rosa-choque desportivo.
Em 1972, a Barbie passou a dispor de uma caravana, passaporte para uma vida mais próxima da natureza, com as suas saias de retalhos e vestidos românticos estilo Laura Ashley.

Anos 80

Os anos 80 foram marcados pelo glamour e mistura de proporções das roupas. A Barbie apareceu em versão Dallas (famosa série da televisão da década) com muitos brilhos e lábios vermelhos.

As roupas exibiam transparências e mangas tufadas. A maquilhagem passou a ser obrigatória. Foi nesse período que começou a produção de bonecas para colecionadores.
Em 1980, teve início a colecção étnica, com Barbies vestidas de roupas típicas de vários países. Por exemplo: México, Chile, Jamaica, Brasil, Inglaterra, Holanda, França, Itália, Japão e Nigéria. Continuou também a usar roupas que a identificavam com várias celebridades.


Anos 90

Em 1990, a Barbie apareceu a conduzir um Ferrari, divertindo-se, cantando e dançando. Os seus cabelos estavam mais compridos que nunca e as suas roupas cada vez mais sofisticadas. Em 1992, sempre politicamente correcta, a boneca candidatou-se à presidência dos Estados Unidos.
Em 1996, conheceu uma nova amiga, paraplégica, Becky, que vinha com uma cadeira de rodas. Ken apareceu em versão Brad Pitt em 1999. No mesmo ano foram lançadas Barbies com rostos de modelos famosas como Naomi Campbell. Comemora os 40 anos com o lançamento de uma boneca exclusiva.


Após o ano 2000

Sempre a acompanhar a evolução da sociedade, a Barbie chega ao ano 2000 demostrando que é uma mulher moderna, que trabalha e possui acessórios como telemóvel e computador.
Em 2003, a Mattel lançou uma linha paralela da Barbie, a My Scene. A boneca passou a ter uma cara mais jovem e moderna, tudo para conquistar as meninas que preferiam bonecas concorrentes.

A partir de 2006, a Barbie fica mais adolescente, adora desporto e moda.
Em 2007, a Mattel lançou a nova geração da Barbie, que mistura a boneca com o iPod.

Outras informações: Barbie dá volta ao mundo em 55 anos

quinta-feira, 6 de março de 2014

Comercial da ONG Save The Children: "Não é porque não está acontecendo aqui, que não está acontecendo"

Diversos vídeos do tipo 1 segundo por dia fizeram sucesso nos últimos anos, até com a existência de aplicativos que facilitam o trabalho.
Utilizando essa estrutura, a ONG britânica Save The Children criou um poderoso comercial que alerta sobre a situação das crianças na Síria, onde mas de 11 mil foram mortas e 11 milhões se tornaram refugiadas.
No filme, acompanhamos o cotidiano feliz de uma menina em Londres, que captura um segundo de sua vida todos os dias.
O início de uma guerra, porém, muda tudo, e ela passa de um aniversário alegre entre a família e amigos, para um comemorado numa barraca militar.
Criada pela agência Don’t Panic, a campanha assina com a frase: “Não é porque não está acontecendo aqui, que não está acontecendo”, em uma tentativa de fazer a crise na Síria parece menos remota do que parece.
Retirado daqui

quarta-feira, 5 de março de 2014

Mensagem do Bispo de Coimbra para a Quaresma de 2014

Brasao Dom VirgilioIniciamos, de novo a Quaresma como tempo forte do Ano Litúrgico, que nos centra em Cristo como nossa vida e nossa meta, nos faz sentir Igreja e nos abre as portas do coração aos irmãos, particularmente aos mais pobres. 

 
1. Caminho para Cristo
Dentro dos objetivos do Plano Pastoral da Diocese, destacamos a necessidade do encontro pessoal com Cristo, como dinamismo transformador da nossa vida pessoal, familiar e comunitária.
Envolvidos como andamos em tantas atividades eclesiais e ações pastorais, pode facilmente ficar na sombra a centralidade de Jesus Cristo na nossa vida e a mais autêntica verdade segundo a qual ser cristão é viver em Cristo e aceitar que Cristo viva em nós.
O encontro pessoal com Cristo, caraterizado pelo conhecimento, amizade, partilha, confiança e compromisso, manifesta-se na comunhão de vida, realização do maior desejo de Deus.
Este encontro supõe um caminho interior de acolhimento de Cristo no coração e uma disponibilidade para ir ao seu encontro e para permanecer com Ele. A escuta da Palavra de Deus na lectio divina, de acordo com a proposta apresentada oportunamente a toda a Diocese, a oração silenciosa e a meditação são os meios que havemos de usar intensamente para realizar este caminho para Cristo.
 
2. Caminho em Igreja
A Quaresma, como tempo de retiro espiritual dos cristãos, leva-nos a caminhar ao encontro de Cristo, em Igreja.
A dimensão comunitária e eclesial é essencial ao nosso modo de ser cristãos, pelo que havemos de trabalhar para ser plenamente membros da Igreja, integrados, participativos, ativos.
O amor à Igreja, Povo de Deus, nas suas diversas formas de realização, é amor a Cristo nos irmãos, que constituem o seu corpo. A paróquia, a unidade pastoral, o arciprestado, a diocese na comunhão universal de todos os discípulos de Cristo, constituem os lugares de realização da nossa condição de Povo em caminho.
Num tempo de forte marca individualista e de difícil envolvimento comunitário, somos convidados a trabalhar para progredir no sentido da pertença eclesial: sentir que sou da Igreja e que a Igreja também é minha.
A participação nos exercícios de piedade popular que fazem parte da tradição multisecular da Igreja, e de forma mais assídua e profunda na sagrada liturgia, ajudar-nos-á a caminhar para Cristo em Igreja.

3. Caminho com os pobres
O Papa Francisco escolheu como lema da sua mensagem das Quaresma a seguinte frase bíblica: “Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza” (cf. 2 Cor 8, 9). Com a sua reflexão e proposta recorda-nos um outro aspeto essencial da vida cristã: não podemos caminhar para Cristo, em Igreja, sem uma atenção especial aos outros, particularmente aos mais pobres, os prediletos de Jesus.
A renúncia e a partilha, juntamente com as ações de solidariedade e caridade exprimem a verdade da conversão do coração ao amor de Deus e dos irmãos.
São inúmeras as pessoas e situações de pobreza entre nós. Gostaríamos de socorrê-las a todas com palavras e gestos de amor e com o auxílio material necessário. Cada comunidade dê especial atenção aos seus pobres nesta Quaresma.
A Renúncia Quaresmal de 2014 deste ano destina-se ao Projeto Ergue-te, da Fundação Madre Sacramento das Irmãs Adoradoras, que lidera em Coimbra uma Estrutura de Emprego Protegido para mulheres que abandonam a prostituição.
Desejo a todos um renovado caminho para Cristo, em Igreja, na Quaresma, e uma santa Páscoa no Senhor Ressuscitado.
 
O vosso bispo

Virgílio Antunes

Publicado em terça, 04 março 2014 15:40, in Amicor, retirado daqui

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