segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Dia Escolar da Não Violência e da Paz

Não há um caminho para a paz. 
A paz é o caminho.
Mahatma Gandhi

Reconheces estas figuras que lutaram pela paz?
Observa com atenção e fica a saber mais:
Retirado de EMRC | MC - António L. Domingues - Facebook

Murais Anne Frank, pelos alunos do 1º ciclo. Vídeo

Mural 3ºB - EB1 Lordelo - 26/1/2023
Mural 3ºA - EB1 Lordelo - 26/1/2023
Mural 3º ano - EB1 Prado - 25/01/2023

Mural 3º ano - EB1 nº 6 - 24/01/2023
Mural 1º ano - EB1 nº 3 - 27/01/2023
Autoria do desenho: Beatriz, 3º ano
Mural 3º ano - EB1  20/01/2023
Mural 4º ano - EB1 Prado - 25/01/2023
Cronologia de Anne Frank - 4ºano - 19/01/2023

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Nunca mais. Com ninguém.

2 de agosto de 2015


Imagens tiradas por mim no Yad Vashem - Jerusalém - julho e agosto 2015

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

O sentido da vida

 A fragilidade da condição humana, que se manifesta no sofrimento e na morte, traz-nos perguntas fundamentais sobre o enigma da existência: Quem somos? O que nos espera depois da morte? Qual o sentido da vida?

Estas perguntas provocam respostas diferentes, consoante as pessoas e os contextos socioculturais em que vivem. A maioria das pessoas tem procurado resposta na religião, apesar do fenómeno crescente do ateísmo teórico e prático.

A experiência religiosa

Somos seres finitos com desejo de infinito. A consciência da nossa finitude e a busca do sentido último da vida estão na origem da experiência religiosa, que tem acompanhado o ser humano, desde sempre, em todas as culturas.

A religião é um sistema de crenças, valores e rituais que unem um grupo ou uma comunidade na sua relação com Deus. Isto não significa que os seguidores de uma determinada religião estejam de acordo com tudo o que ela propõe. Muitos crentes gostam da liberdade de criar a sua própria versão da religião, aproveitando seletivamente doutrinas e práticas religiosas. É isso que se verifica quando alguém se confessa “católico não praticante”.

Existem dezenas de religiões organizadas. O cristianismo, baseado na vida e nos ensinamentos de Jesus, é a religião com mais crentes, cerca de um terço da população mundial. Tal como o judaísmo e o islamismo, a religião cristã defende a existência de um só Deus, criador omnipotente e bom, sentido último da vida. Os cristãos (católicos, ortodoxos e protestantes), iluminados pela fé, acreditam que a morte é uma passagem e alimentam a esperança na vida eterna.

Cada religião é uma forma de expressar a dimensão mais profunda do ser humano, a dimensão espiritual. Mas a espiritualidade, fonte de uma vida com sentido, não é património exclusivo das religiões. Muitas pessoas vivem a sua espiritualidade sem compromisso com qualquer crença ou prática religiosa.

Deus existe?

Ao longo de séculos, vários pensadores (por exemplo, Marx, Nietzsche, Freud e Sartre) anunciaram a morte de Deus e o fim da religião. Atualmente, alguns ateus defendem que a ciência explica a origem do universo e da vida, dispensando a necessidade de um Deus criador. Outros consideram que a existência de um Deus omnipotente e bom é incompatível com o sofrimento dos inocentes. Se Deus existe, porque permite a maldade humana, as guerras e os genocídios? Porque não nos liberta das catástrofes da natureza (terramotos, furacões e pandemias)?

Afinal, Deus existe ou não? Ninguém sabe. Estamos perante um mistério incompreensível para a mente humana. Crentes, ateus e agnósticos têm de aceitar com humildade que não há provas racionais para afirmar ou negar a existência de Deus. Não há certezas. A fé autêntica, que vai além da razão, convive com a dúvida. Crer não é saber.

Independentemente do olhar sobre o mistério de Deus e da atitude face à religião, somos todos irmãos, partilhamos a fragilidade da condição humana e temos a necessidade espiritual de descobrir o sentido da nossa existência. Disse Viktor Frankl (1905-1997), psicoterapeuta austríaco de origem judaica, sobrevivente dos campos de concentração nazis: “A principal preocupação da pessoa não consiste em obter prazer ou evitar a dor, mas antes em ver um sentido na sua vida.” Precisamos de razões para viver. Cada um de nós, diferente e único, é responsável pelas suas escolhas e insubstituível na sua missão.

Crentes ou não, podemos encontrar um horizonte de sentido na experiência da compaixão e da solidariedade, amando e servindo os outros. A descoberta de um sentido para a vida liberta-nos do vazio existencial e ajuda-nos a suavizar o sofrimento. É uma chave para a felicidade.

António Estanqueiro
Formado em Filosofia e Teologia

https://agencia.ecclesia.pt/portal/o-sentido-da-vida/

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Anne Frank




Anne Frank

 Em 1942, Anne Frank, uma menina judia de apenas 13 anos, é forçada a esconder-se com a família diante das constantes ameaças dos nazis. No seu Diário, ela narra a própria história, privada do mundo exterior, enquanto sonha em ter a sua liberdade de volta. 
Por meio do seu Diário, podemos perceber  os seus sentimentos mais profundos, enquanto esteve presa num pequeno abrigo / anexo com outras sete pessoas. Mesmo fechada, revela -se uma jovem engraçada, sensível e cheia de esperança.
Anne Frank não conquista a tão sonhada liberdade, mas sua história sobrevive!
O Diário de Anne Frank em quadrinhos é uma adaptação do título O anexo: notas do diário de 12 de junho de 1942 a 1º de agosto de 1944, um relato doce e, ao mesmo tempo, melancólico da menina judia e sua experiência durante a Segunda Guerra.




    
          
        Neste livro, um dos momentos que mais merecem destaque é quando a família Frank está a mudar-se para o esconderijo e a Anne diz à irmã que as lembranças, os objetos que ela juntou a vida inteira  trazem recordações e são bem mais importantes do que as roupas. 
Para a maioria das crianças da nossa realidade, o que importa é o ter e não ser...
                Outro trecho arrepiante é quando Anne escreve que desejava viver mesmo após a morte, objetivo que ela alcançou sem saber, pois o seu livro passou a ser de "leitura obrigatória".

Mas, sem sombra de dúvidas, o que deixa qualquer leitor intrigado e arrasado é saber que a menina e as outras sete pessoas que viviam com ela foram parar a campos de concentração tão perto do fim da guerra. Eles enfrentaram grandes perigos ao longo de dois anos (1942 - 1944), durante os quais poderiam ter sido presos e até mesmo mortos, mas conseguiram viver sem poder nem olhar através das janelas...
       Adaptado daqui




Dia internacional do obrigado!

Hoje é o dia de dizermos “obrigado” aos amigos, aos familiares, às pessoas de quem gostamos. 



Obrigada por existirem e por nos acompanharem!

Imagens do Facebook

domingo, 8 de janeiro de 2023

Reflexão - Desabafo bem feito, real e muito "amargo"...

Alguns anos depois que nasci, o meu pai conheceu um Estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, o meu pai ficou fascinado com este encantador personagem e, em seguida, convidou-o a viver com nossa família.
O Estranho aceitou e desde então tem estado connosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre o seu lugar na minha família; na minha mente jovem, já tinha um lugar muito especial.
Os meus pais eram instrutores complementares: a minha mãe ensinou-me o que era bom e o que era mau e omeu pai ensinou-me a
obedecer. Porém, o Estranho era o nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quisessemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou a minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir e chorar.
O Estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, a minha mãe levantava-se cedo e calada, enquanto nós ficávamos a escutar o que o Estranho timha para dizer, e só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora pergunto-me se ela teria rezado alguma vez, para que
o Estranho se fosse embora).
O meu pai dirigia o nosso lar com certas convicções morais, mas o Estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las. As blasfémias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa, nem da nossa parte, nem da parte dos nossos amigos ou de qualquer um que nos
visitasse.
Entretanto, o nosso visitante de longo prazo, usava, sem problemas, a sua linguagem inapropriada que, às vezes, queimava os meus ouvidos e fazia o meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
O meu pai nunca nos deu permissão para beber álcool, mas o Estranho animou-nos a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Os seus comentários eram, às vezes, evidentes, outras sugestivos e, geralmente, vergonhosos.
Agora sei que os meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante a minha adolescência pelo Estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais. Mesmo assim, permaneceu no nosso lar.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o Estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao princípio.
Não obstante, se hoje pudesses entrar na guarida dos meus pais, ainda o encontrarias sentado no seu canto, à espera que alguém quisesse escutar as suas conversas ou dedicar o seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
O seu nome?
Chamamos-lhe Televisor.
Nota:
Agora o Televisor tem uma esposa que se chama Computador e um filho que se chama Telemóvel.
Esta "família" tem contribuído, ao longo dos tempos, para nos afastar do verdadeiro significado e dos valores da Família!
Recebido por email (autor desconhecido - adaptado)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Os três Reis Magos


Após o nascimento de Jesus, segundo o Evangelho de São Mateus, surgem os Reis Magos provenientes do Oriente, que o visitaram em Belém guiados por uma estrela.
Esta denominação de «Mago» tem conotação de sapiência entre os Orientais ou designa ainda astrólogos, deduzindo-se inicialmente que seriam Astrólogos eruditos. Isto pensa-se por se contar que terão avistado uma estrela que os terá guiado até onde Jesus nasceu. Terão chegado até Cristo a 6 de Janeiro, data que actualmente se comemora o «Dia de Reis».
O nome de «Reis» fora colocado com base na aplicação liberal do Salmo 71,10 realizada pela Igreja. Não há informação de quantos seriam e os seus nomes, existem sim apenas suposições e algumas pinturas dos primeiros séculos, aparecendo dois, quatro e doze «Magos».
Após o Evangelho terão sido atribuídos os nomes dos «Reis»; Baltazar, representante da raça africana ; Belchior, representante da raça europeia e Gaspar que representava a raça asiática, representando todas as raças conhecidas até à data, simbolizando a homenagem de todos os Homens da Terra a Jesus.
Pelo número de prendas deduziu-se quantos seriam, pois ofereceram três presentes, ouro (Belchior), incenso (Gaspar) e mirra (Baltazar).


As prendas têm uma simbologia, pois o ouro era somente oferecido a Reis, perfazendo a sua nobreza; o incenso, representa a divindade e a mirra, simboliza Jesus como Homem e o sofrimento que iria ter ao longo da sua vida.
Sendo países tradicionalmente católicos, Espanha e Itália são os países que maior importância e simbolismo atribuem a esta tradição.
As crianças espanholas e italianas celebram o Natal como todas as outras mas têm de esperar pelo dia de Reis, 6 de Janeiro, para receber as tão desejadas prendas.
Autor desconhecido

História do Bolo Rei

O bolo rei está repleto de simbologia. Não é por acaso que tem forma de coroa e brilho nas suas frutas cristalizadas. Reza a lenda que este doce representa os presentes oferecidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus aquando do seu nascimento.

A côdea simbolizava o ouro, as frutas secas e cristalizadas representavam a mirra e o aroma do bolo assinalava o incenso.

Ainda na base do imaginário, a existência duma fava também tem a sua explicação: quando os Reis Magos viram a Estrela de Belém que anunciava o nascimento de Cristo, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a entregar ao menino os presentes que levavam. Como não conseguiram chegar a um acordo e com vista a acabar com a discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no interior da massa uma fava. De seguida, cada um dos três Magos do Oriente pegaria numa fatia. O Rei Mago que tivesse a sorte de retirar a fatia contendo a fava seria o que ganharia o direito de entregar em primeiro lugar os presentes a Jesus.

O dilema ficou solucionado, embora não se saiba se foi Gaspar, Baltazar ou Belchior o feliz contemplado. É claro que isto é só uma lenda, historicamente falando, a versão é bem diferente.

Aproveitando um inocente jogo de crianças, os Romanos inseriram a sua prática nos banquetes durantes os quais se procedia à eleição do rei da festa, que consistia em escolher entre si um rei tirando-o à sorte com favas, por isso designado por vezes também rei da fava.

A Igreja Católica aproveitou o facto de aquele jogo ser característica do mês de Dezembro e decidiu relacioná-lo com a Natividade e com a Epifania, ou seja, com os dias 25 de Dezembro e 6 de Janeiro.

A influência da Igreja na Idade Média determinou que esta última data fosse designada por Dia de Reis e simbolizada por uma fava introduzida num bolo, cuja receita se desconhece.

Havia ainda a tradição de que os cristãos deveriam comer 12 Bolos Reis, entre o Natal e o Dia de Reis, festa que muito cedo começou a ser celebrada na côrte dos reis de França. O Bolo Rei terá, aliás, surgido neste país no tempo de Luis XIV para as festas do Ano Novo e Dia de Reis. Vários escritores da época escreveram sobre esta iguaria, até mesmo Greuze celebrou-o num famoso quadro, com o nome de Gâteau dês Róis.

Com a Revolução Francesa, em 1789, este bolo foi proibido, “como mais tarde iria acontecer em Portugal”, só que os pasteleiros que tinham um excelente negócio em mãos em vez de o eliminarem decidiram continuar a confeccioná-lo chamando-lhe Gâteau dês Sans-cullotes.

Com isto, parece não haver dúvidas que o Bolo Rei tem verdadeiras origens francesas, apesar do Bolo Rei popularizado em Portugal no século passado não ter a ver com o bolo simbólico da festa dos reis existente na maior parte das províncias francesas a norte do rio Loire, na região de Paris, onde o bolo é uma rodela de massa folhada recheada de creme.

O nosso Bolo Rei segue a receita a sul de Loire, um bolo em forma de côroa feito de massa lêveda. Acrescenta-se que ambos os bolos continham uma fava simbólica, podendo ser um objecto de porcelana. Tanto quanto se sabe, a primeira casa onde se vendeu Bolo Rei em Portugal foi em Lisboa na Confeitaria Nacional, por volta do ano de 1870, bolo esse feito pelo afamado confeiteiro Gregório através duma receita que Baltazar Castanheiro Júnior trouxera de Paris.

Durante a Quadra Natalícia a Confeitaria Nacional oferecia aos lisboetas uma exposição de tudo quanto de mais delicado e original a arte dos doces podia então produzir. A pouco e pouco, outras confeitarias também passaram a fabricá-lo o que deu origem a várias versões.

No Porto foi posto à venda pela primeira vez em 1890, por iniciativa da Confeitaria Cascais, feito segundo receita que o proprietário Francisco Júlio Cascais trouxera de Paris.

Assim o Bolo Rei atravessou com êxito os reinados da rainha D. Maria II e dos reis D. Pedro, D. Luis, D. Carlos e D. Manuel II.Vieram depois o Estado Novo de Salazar e Marcelo Caetano e a Revolução de 25 de Abril de 1974. Mas foi com a proclamação da República em 5 de Outubro de 1910 que vieram os piores tempos para o Bolo Rei, ficando em risco a sua existência, tudo por causa da palavra “rei”, símbolo do poder supremo que numa lógica de hoje nos faz rir. Ora morto este símbolo, o bolo tinha que desaparecer ou mascarar-se para evitar a guerra que lhe podia ser feita. Os confeiteiros partiram do princípio de que negócio é negócio e política é política e continuaram a fabricar o bolo sob outra designação. Os menos imaginativos deram-lhe o nome de ‘ex-bolo rei’, mas a maioria chamou-lhe bolo de Natal ou bolo de Ano Novo.

A designação de bolo Nacional seria a melhor, uma vez que remetia para a confeitaria que o tinha introduzido em Portugal e também por estar relacionado com o país o que ficava bem em período revolucionário.

Não contentes com nenhuma destas ideias, os republicanos mais radicais chamaram-lhe bolo Presidente e até houve quem he chamasse bolo Arriaga. Não se sabe como reagiu o Presidente da República, mas convenhamos que a homenagem não tivesse sido a melhor.

Passado esse período negro, a história deste bolo tem sido um sucesso.

A receita do Bolo Rei correu mundo, muito contribui para isso a fama que o bolo ganhou por proporcionar expectativa a quem comesse a fatia que continha a fava ou o brinde. A fava amaldiçoada pelos sacerdotes Egípcios que a viam como alojamento para os espíritos é considerado o elemento negativo, representando uma espécie de azar, tendo quem a encontra duas opções: assumir o pagamento do próximo bolo ou correr perigo de engoli-la.

Por sua vez, o brinde era colocado no bolo com o objectivo de presentear os convidados com quem se partilhava o bolo. Havia quem colocasse nos bolos pequenas adivinhas complicadas por sinal, mas cuja recompensa seria meia libra de ouro.

Porém outros incluíam propositadamente as moedas de ouro na massa, por uma forma requintada de agradecimento, como se o próprio bolo não chegasse. Infelizmente, com o passar do tempo, o brinde passou a ser um pequeno objecto metálico sem outro valor que não o do símbolo e pouco evidente para a maioria das pessoas. Como não bastasse, as leis comunitárias ditaram o fim da tradição, proibindo que no interior do bolo se encontre uma fava ou um brinde.

Mesmo assim, o Bolo Rei continua a ser um símbolo da época Natalícia e hoje os confeiteiros e pasteleiros não se poupam a esforços na sua promoção, por isso se enchem de clientes para adquirir o rei das iguarias nesta quadra festiva.

O Bolo Rei não se limita a ser um bolo com gosto agradável, ele é na verdade um verdadeiro símbolo desta época!

Teresa HenriquesCake & Chocolate Designer nas Caldas da Rainha
in Jornal das Caldas online

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

"Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus"

Com a invasão de França pelas tropas nazis, dezenas de milhares de refugiados começam a formar-se junto do consulado português em Bordéus, na esperança de aí obterem um visto para Portugal. 

Obrigado a respeitar a circular de Salazar que determinava a proibição expressa de concessão de vistos a quaisquer refugiados judeus, Sousa Mendes viveu, então, um terrível dilema: se concedesse vistos, arriscava a carreira diplomática e o sustento da sua família; se não o fizesse, todos aqueles milhares de pessoas teriam como destino os campos de concentração nazis.

Ficha Técnica:
Título: «Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus»
Título original: «Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus»
Realização: Francisco Manso, João Correa
Elenco: Carlos Paulo, João Cabral, Laura Soveral, Leonor Seixas, São José Correia, Vítor Norte
Género: Drama
País: Portugal
Ano: 2011
Para assinalar a estreia do filme ‘Aristides de Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus’, de Francisco Manso e João Correa, aqui ficam umas Palavras Cruzadas biográficas sobre Aristides de Sousa Mendes.
Este passatempo resulta da colaboração com Ana Cristina Luz, autora do livro infantojuvenil 'Aristides, o semeador de estrelas’, com ilustrações de António de Moncada Sousa Mendes (neto do diplomata português).

Clica para aumentar...
Palavras cruzadas retiradas de http://palavrascruzadas-paulofreixinho.blogspot.pt e sugerido por Maria João Palma. ;)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

"Feliz Ano Novo" para todos!


Português : Feliz Ano Novo

Alemão: Frohes neues Jahr

Dinamarquês: Godt Nytår

Espanhol: Feliz Año Nuevo

Esloveno: Srečno novo leto

Esperanto: Feliĉigan Novan Jaron

Francês: Bonne Année

Galego: Feliz Aninovo

Hebraico: Shaná Tová

Inglês: Happy New Year

Italiano: Buon Anno - Felice Anno Nuovo

Japonês:
 明けましておめでとうございます (akemashite omedetou gozaimasu)

Búlgaro: Честита Нова Година /Chestita Nova Godina/

Lituano: Laimingų Naujųjų Metų (laimingu nauiuiu meetu)

Sueco: Gott nytt år

Catalão: Bon any nou!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Religiões do mundo

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Jogo - Para saber mais

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Fotos do Mundo

Objetivos Globais para o Desenv. Sustentável

Igrejas em três dimensões

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