quarta-feira, 14 de março de 2018

Morreu Stephen Hawking, o físico que desafiou os limites do cosmos e da vida humana


O prestigiado cientista britânico revolucionou o estudo dos buracos negros e deu-nos novas perspectivas sobre o tempo e sobre a origem do Universo.


 Stephen Hawking era um dos nomes mais prestigiados da ciência, destacando-se no campo da astrofísica.

Stephen Hawking, o físico que desafiou os limites do cosmos e da vida humana, deixou uma panóplia de frases para a posteridade. Estas são algumas delas:


 “Ao tornar livre o acesso à minha tese, espero inspirar pessoas em todo o mundo a olhar para cima, para as estrelas, e não para baixo, para os seus pés” — frase proferida quando divulgou pela primeira vez a sua tese de doutoramento, em 2017.
“O problema da minha fama é que não posso ir a lado nenhum sem ser reconhecido. Não me basta pôr uns óculos de sol e uma peruca, a cadeira de rodas denuncia-me”, Stephen Hawking em entrevista a uma televisão israelita em 2006.

“O meu objectivo é simples. É um entendimento completo do universo, a razão pela qual existe e pela qual existe sequer.”

“Se descobríssemos a resposta para isso [a razão pela qual o Universo existe], seria o triunfo derradeiro da razão humana — pois aí conheceríamos a mente de Deus.” Excerto de Uma Breve História do Tempo, 1988

“Vejo o cérebro como um computador que deixará de funcionar quando os seus componentes falharem. Não há paraíso ou vida além da morte para computadores avariados; isso é um conto de fadas para pessoas com medo da escuridão.”

“As minhas expectativas foram reduzidas a zero quando tinha 21 anos [altura em que lhe foi diagnosticada a esclerose lateral amiotrófica]. Desde aí, tudo tem sido um bónus” – em entrevista ao New York Times, em Dezembro de 2004

“A vida seria trágica se não fosse engraçada.”

“Sem imperfeição, eu e tu não existiríamos” – dito na mini-série televisiva Into the Universe with Stephen Hawking, transmitido na National Geographic

“Vivi sob o espectro de uma morte precoce durante os últimos 49 anos. Não tenho medo da morte, mas não tenho pressa de morrer. Há tanta coisa que quero fazer primeiro.” — em entrevista ao Guardian, em Maio de 2011

“Ainda que não me consiga mexer e mesmo tendo de falar através de um computador, sou livre na minha mente.”

“A inteligência é a capacidade de se adaptar à mudança.”


“Penso que os vírus informáticos deviam ser considerados vida… Penso que diz algo sobre a natureza humana que a única forma de vida que criámos até agora é meramente destrutiva. Construímos vida à nossa imagem.”      in Público.

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