segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dez regras para o seu filho ser um bom gestor financeiro

Coloque o dinheiro a trabalhar para o seu filho, enquanto ele ainda brinca!


É a partir dos dois anos de idade que as crianças tomam consciência de que os pais têm dinheiro e lhes compram coisas...Por isso, esta é a fase para lhes começar a ensinar sobre poupança. Como? Utilizando as coisas do dia-a-dia. Exemplo: quando o seu filho estiver a pintar com lápis de cor, pegue num afia e explique que se o fizer muitas vezes não o estará a poupar. Utilize jogos com moedas e notas, deixe-o manuseá-las.

Quando o seu filho completar três anos leve-o consigo ao banco e ao supermercado. Pegue na sua lista de compras e faça a comparação dos preços. Dá trabalho mas decerto não conseguirá manter a sua atenção durante muito tempo, contudo pense no seu futuro financeiro, além disso é uma forma divertida de brincar com os números e ensinar-lhe algumas regras de matemática como a adição e subtração.

Aprenda a dizer não. Ensine-o que para comprar algo mais caro terá primeiro de poupar o dinheiro. Pode esperar por exemplo uma semana para lhe dar o que ele deseja, assim está a ensinar-lhe a diferença entre o que se quer e o que realmente se precisa. E que há coisas que podem esperar! Falando agora dos presentes, estes devem ter datas – aniversário, natal e caso queira oferecer algo extra ensine o seu filho a esperar – assim este aprenderá a dar valor ao que recebe.

Seja o seu melhor exemplo. Os comportamentos também se aprendem em casa. Se os pais forem muito gastadores e consumistas, os filhos seguem os mesmos passos. Talvez esta educação também seja um teste para si. Quem sabe se ao fazer este exercício com o seu rebento não aprenderá também a poupar mais?

Semanada ou Mesada? A partir dos 6/7anos é a idade em que se deve começar a dar semanada, pois é nesta fase que as crianças aprendem as bases do cálculo antes disso pode ser prematuro. A mesada deve ser dada a partir dos 10-11 anos, altura em que as crianças pedem mais dinheiro aos pais. É normal que no início a semanada não chegue ao fim da semana. Se isto acontecer sente –se com o seu filho e veja onde é que este derrapou o orçamento e faça-lhe um empréstimo com juros – ou então dê-lhe tarefas extras e pague-lhe – porém, as domésticas não devem ser remuneradas, assim como as boas notas na escola. Isso é já um dever da criança.

Agora os pais: os compromissos devem ser honrados. Se prometeu dar uma semanada ou mesada estipule um dia para o pagamento e não falhe. Esta é uma regra básica de educação financeira. Caso se atrase no pagamento da semanada ou da mesada deve pagar uma multa ou então pagar juros. É importante passar-lhe a informação de que se deve cumprir com os pagamentos e recebimentos. O dinheiro tem um custo! Quanto ao montante a dar tem de estabelecer com o seu filho. Faça uma lista e veja o que este deve pagar com a sua semanada ou mesada e o que lhe cabe a si pagar mas incentive-o sempre a poupar algum dinheiro...

Não impeça o seu filho de gastar o dinheiro que é dele. Recebeu-o, então tem de o gerir. Haverá alturas em que ele vai errar mas esse erro fará parte da aprendizagem financeira. Se lhe pedir um aumento, negoceie. Se for por uma boa causa, e se puder patrocinar esse extra, então avance. Se o seu filho está a gerir bem o orçamento dê-lhe os parabéns. É uma forma de incentivo.

Caso tenha dificuldades financeiras não as esconda nem sustente um padrão de vida que não corresponda à realidade do orçamento familiar. As crianças devem participar das reuniões financeiras da família.

A figura do mealheiro é mais importante do que parece porque apesar de o dinheiro não render juros é uma forma de poupar. Compre um e incentive o seu rebento a colocar lá as moedas que você lhe dá quando este for por exemplo comprar o pão ou fazer um recado em que lhe sobre troco. Quando o partir poderá ver que o que amealhou é pouco, então está na hora de investir o dinheiro. Vá ao banco e abra uma conta num depósito com boa rentabilidade. A DECO aconselha a evitar as contas para crianças e adolescentes, pois defende que os depósitos ou superdepósitos dão rentabilidades mais atrativas.

Ensine o seu filho a fazer uma folha de orçamento. Com os dias da semana e onde gastou o dinheiro, assim saberá sempre para onde foi a sua semanada ou mesada... E tudo tem de ser incluído até um rebuçado ou uma pastilha elástica!

@ in Sapo, Teresa Cotrim, 31/10/11

Dia Mundial da Poupança


in jornais

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O MUNDO AOS 7 MIL MILHÕES


A ocasião merece celebração e reflexão. Vivemos mais tempo e só isso seria um sucesso. Mas o Mundo continua a crescer a duas velocidades, a dos países desenvolvidos e a dos em vias de desenvolvimento.

No dia 31 de outubro vamos ser 6,999,999 mais 1. Quem o diz é a Organização das Nações Unidas (ONU) que marcou no calendário o dia em que vai nascer o bebé que fará o mundo chegar aos 7 mil milhões de habitantes. E ainda antes de chegar, já podia ouvir ao longe o aviso. “O cidadão sete mil milhões irá nascer num mundo de contradições", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. “Temos muitos alimentos, mas ainda assim milhões passam fome. Vemos estilos de vida luxuosos, mas ainda assim milhões são pobres. Temos uma grande oportunidade para fazer progressos, mas também grandes obstáculos".

Num mundo a duas velocidades, onde nos países desenvolvidos se nasce cada vez menos e nos países sub-desenvolvidos se nasce cada vez mais, o momento é de reflexão.

O último relatório da ONU com dados da população mundial de 2009 a 2010 deixa os fatos: globalmente, a população está mais nova e mais velhas do que nunca. Em alguns dos países mais pobres, as elevadas taxas de natalidade perpetuam a pobreza, enquanto que em alguns dos mais ricos, as baixas taxas de natalidade e a cada vez mais escassa entrada de pessoas novas no mercado de trabalho ameaça a economia e o sistema de segurança social.

Se depois da 2ª Guerra Mundal o baby boom contribuiu para um forte aumento da população, o desenvolvimento, melhor educaçãoo e acesso a métodos contracetivos minou a natalidade mundial ao ponto de isso se tornar um problema para os países mais desenvolvidos.

Nos últimos 60 anos, as mulheres deixaram de ter em média 6 filhos para ter entre 2 e 3 hoje em dia. A meta simbólica de 7 mil milhões é real o suficiente para fazer pensar na sustentabilidade do nosso planeta. E em 2050, diz a ONU, seremos 9,1 mil milhões. Chegados aos 7 mil milhões a ONU lança uma apelo: não perguntem se somos demais. Perguntem o que podemos fazer para tornar o Mundo um lugar melhor para viver.

@ Sapo, Vera Moutinho

O Mundo à escala...

Quantos somos?
Como somos?
Em crescimento?

CLICA PARA SABER MAIS:



in notícias sapo

Como é que é 1 em 7 mil milhões?

Em 1908 éramos mil milhões. Hoje somos 7 mil milhões de habitantes na Terra. E vamos ser ainda mais. Mas como é que é um em 7 mil milhões?

@Vera Moutinho Notícias Sapo

CHAVES PARA O FUTURO

Chegados aos 7 mil milhões de habitantes na Terra, é preciso olhar em frente.

No futuro, em áreas chave como a demografia, o ambiente, a energia, a ciência e a cultura, que desafios nos esperam?

Quais as chaves para um futuro onde seremos mais de 7 mil milhões?

Maria Filomena Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Demografia

Para Maria Filomena Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Demografia, um dos grandes desafios para o futuro é encontrar o equilíbrio entre os países sub-desenvolvidos, onde nascem mais pessoas, e os países mais desenvolvidos, onde nascem cada vez menos mas onde, por outro lado, se consomem mais recursos.

Susana Fonseca, Vice-Presidente da Quercus

Susana Fonseca, vice-presidente da associação ambientalista QUERCUS, diz que estamos numa corrida contra o tempo. Já estamos a consumir "recursos a crédito", ambiente a crédito. Tal como com a economia, diz Susana Fonseca, é preciso poupar recursos pensando já nas futuras gerações.













Alexandre Fernandes, Diretor-geral da Agência para a Energia (ADENE)

Para Alexandre Fernandes, diretor geral da Agência para a Energia (ADENE), a chave para o futuro energético mundial está no equilíbrio entre os países que consomem mais energia e aqueles que consomem menos. Em Portugal, como no Mundo, é ainda preciso que cada um possa ser um produtor de energia.













Guilherme d'Oliveira Martins, Diretor do Centro Nacional de Cultura

Guilherme d'Oliveira Martins, diretor do Centro Nacional de Cultura, afirma que a chave para o futuro na área da Cultura está na educação e no respeito mútuo.













Alexandre Quintanilha, investigador e cientista

Para Alexandre Quintanilha, investigador e cientista, a chave para o futuro está num maior controlo do crescimento populacional. Um aumento descontrolado traz problemas graves às regiões mais pobres do planeta, e os consumos desenfreados nas regiões mais ricas resultam em questões que minam a qualidade de vida das populações.











@ Sapo Vera Moutinho com Alice Barcellos

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A criação do mundo

Animação sobre a criação do mundo por Deus


in www.kids4truth.com

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Indiferença humana: que valores?!



Hoje não posso deixar passar ao lado esta notícia que correu o mundo

e que chocou pela crueldade, pela frieza e,
principalmente, pela indiferença humana tão visível que gera revolta, terror e incredulidade com as seguintes imagens:

Logo quando soube desta notícia senti que não conseguiria ver estas imagens, mas hoje, sabendo da morte da menina chinesa de 2 anos, que foi desumanamente atropelada duas vezes e que foi ignorada por 18 chineses que ficaram indiferentes ao que se estava a passar com ela, não pude deixar de me "obrigar" a ver para não deixar de sentir o que é a falta de humanidade na China. Este é, sem dúvida, um exemplo extremo, mas variadas vezes não pude deixar de perceber que os chineses têm um sentido muito particular de estar perante a vida humana alheia e, posso mesmo dizer que, no geral, há uma total ausência de compaixão e assistência a pessoas em situação de risco/emergência.
É desumano o que se fez a esta menina, nenhuma cultura ou pessoa por mais fria que seja, ou por mais indiferente que o "outro" lhe seja pode conceber como algo normal a falta de reacção numa situação destas.
E não, não é normal, que alguém que assista a um episódio destes não sinta urgência de a socorrer nem um pingo de piedade. Esta indiferença humana choca, principalmente por se tratar de uma criança, um ser humano indefeso sem capacidade nem consciência para sequer tentar reagir perante o que passa com ela.
É uma brutalidade e é uma pena que, por mais que os chineses sejam imensos (sim, são mesmo muitos) e que tenham outra noção do valor da vida, não sintam que uma vida humana é algo único e não uma banalidade, e que o sofrimento (imagine-se o que a pobre criança não tenha agonizado) de uma criança não suscite absolutamente nada para além de espanto e curiosidade.
O coração ficou tão apertado a ver estas imagens, mas é necessário ver, e, ainda que não vivesse na China, chocar-me-ia de igual modo, mas vivendo, sinto que isto não só não é desculpável de modo algum como também é um abre-olhos à insignificância que a vida alheia assume aos olhos deles.
A China, once again, a ser notícia pelas piores razões.

in mandarina.blogs.sapo.pt

Eu, porém, ainda não vi as imagens...


domingo, 23 de outubro de 2011

China não abdica da política do filho único

A China, país mais populoso do mundo, com mais de 1,3 mil milhões de habitantes, manterá estritamente a política do filho único, anunciaram neste domingo os jornais governamentais, apesar dos apelos de flexibilização desta regra.
Este tipo de planeamento familiar impediu cerca de 500 milhões de nascimentos desde a sua introdução, em 1979, estimam especialistas chineses.
Mas também mostrou-se uma verdadeira bomba-relógio demográfica devido ao envelhecimento da população, fazendo pressagiar enormes problemas económicos e sociais, além de criar um desequilíbrio demográfico entre os sexos, segundo a oposição.

"A superpopulação é um dos principais desafios para o desenvolvimento económico e social", afirmou à agência Xinhua o diretor da Comissão de Estado para a População e Planeamento Familiar, Li Bin. O responsável prevê que a população chinesa atingirá 1,45 mil milhões de pessoas, em 2020.
Os opositores à política de filho único acusam-na de ter criado um desequilíbrio entre os sexos por causa dos abortos das filhas mulheres, que muitas vezes são também abandonadas ou mortas.
Reportagem em vídeo:
in SAPO com AFP, 30/10/11

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Reflexões sobre "Amor Verdadeiro"


Enquanto o mundo fala muito sobre paixão e amor verdadeiro, alguns acham que Deus fica vermelho ou gagueija quando toca em assuntos românticos. Nada mais distante da verdade!

Deus não fala somente sobre a paixão romântica; foi Ele quem a criou e abençoou. Não é de estranhar, pois, que se tivesse dedicado um livro inteiro da Bíblia sobre esse assunto: o livro "Cântico dos Cânticos".

Alguns, na história da igreja têm "alegorizado" este livro (imaginando que sua mensagem só fala do o amor de Deus para com Israel, ou talvez um tipo da "paixão" entre Cristo e Sua igreja). Mas nada é mais normal do que uma palavra divina sobre o mais importante dos relacionamentos humanos.

Deus interessa-se pelo desenvolvimento do amor matrimonial, inclusive o namoro, as núpcias, a lua-de-mel e o quotidiano da vida a dois. Deus fala sobre amor e paixão e não gagueija!!!

A mensagem do livro fica clara: Deus criou e abençoou o amor verdadeiro entre um homem e uma mulher. Mas quais as características desse amor? Como identificá-lo? Como distinguir entre "paixão" superficial e amor genuíno?

Essas perguntas perturbam adolescentes e jovens à procura do seu "príncipe encantado". Complicam a vida dos pais que desejam orientar os seus filhos no caminho espinhoso do amor.

O livro "Cântico dos Cânticos" identifica muitos elementos do amor verdadeiro, mas dois se destacam. O amor verdadeiro sabe ESPERAR e o amor verdadeiro é EXCLUSIVO.

I. A Esperança do Amor Verdadeiro
Há muitas "estrofes" no "Cântico dos Cânticos", mas somente 2 frases repetidas como "refrão" no livro. Cada frase se encontra exactamente três vezes, espalhadas no início, meio e fim do livro. Servem como "coros" que ecoam a mensagem do livro.

O primeiro refrão simplesmente diz "não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira". A frase aparece pela primeira vez em 2:7: Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira. Mais tarde se repete em 3:5 e 8:4.
Três vezes, em momentos de intensa paixão entre a noiva e o noivo, ela exorta as suas amigas sobre a natureza do verdadeiro amor. O amor verdadeiro sabe esperar, e por isso, pode desfrutar ao máximo as delícias que Deus sempre tencionou para o casal. Amor verdadeiro não é precipitado, precoce, adiantado ou impaciente. Não precisa manipular as circunstâncias para "ganhar" o amor. Não precisa seduzir para chamar atenção para si mesmo. Não precisa "se entregar" com medo de perder o amado.

Na verdade, nota-se que a mensagem do nosso mundo é exactamente o contrário - o amor é precipitado, apressado, forçado até ao ponto em que a pessoa que espera o tempo de Deus é considerada ultrapassada, estranha... Que tristeza quando crianças de 8, 10, ou 12 anos "namoram", até pelo incentivo de seus pais. Que pena quando adolescentes que não "ficam" são considerados inferiores pelos colegas. Que tragédia quando jovens universitários que ainda são "virgens" são marginalizados como "extra-terrestres"!

A mensagem de Cantares é simples mais clara: Deus reserva os maiores prazeres matrimonias e amorosos para aqueles que saibam esperar o tempo dEle! Mas mágoas e ressentimento esperam os que adiantam o tempo de Deus nos relacionamentos românticos.

Tudo isso bate bem com o texto clássico de amor bíblico, 1 Coríntios 13, que descreve o amor verdadeiro assim: "É paciente... não arde em ciúmes... não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses... tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." O livro de Hebreus bate na mesma tecla: "Digno de honra entre todos seja o matrimónio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros." (Hb 13:4)

Por que razão alguns apressam o amor? Há muitos factores, mas a falta de confiança na soberania e no amor de Deus certamente se destacam. Deus tem, sim, um plano maravilhoso para nossas vidas. Ele nos ama mais que nós nos amamos. Mas o medo de ficar na "solteirice" às vezes leva para relacionamentos precipitados. A pressão de colegas também faz com que abaixemos nosso padrão. Quando esquecemos que Deus tem tudo sob controle; que Ele quer nosso bem; e que Ele desperta o amor na hora certa, é fácil cair na tentação de tomar a situação em nossas mãos. "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu... tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar...tudo fez Deus formoso no seu devido tempo" (Ecl 3:1, 5,11)

Como aplicar esse princípio do amor que espera?

1) Para Jovens: a) Esperem o amor verdadeiro! Não cedam às pressões de ser precipitado no "ficar", no namorar, "no ter alguém para não ser inferior". É difícil esperar, mas sejam verdadeiros convosco mesmos! Jamais usem "máscaras"!
b) Confiem em Deus, nos pais, nos amigos, na vida.
c) Amar é dar-se; é dialogar, respeitar, descobrir-se, caminhar na mesma direcção...

2) Para Pais: a) Levem em conta a seriedade das emoções e dos sentimentos dos seus filhos. São verdadeiros, mesmo que impensados às vezes.
b) Mantenham as portas abertas para conversar, aconselhar e dialogar com seus filhos sobre relacionamentos românticos e outros assuntos que eles questionem.
c) Protejam o coração dos seus filhos! Párem para conversar, OUVIR e ACONSELHAR.
d) Preservem os laços de amizade e cumplicidade existentes na infância.
e) Dêem importância e dediquem tempo aos afectos!

in http://www.reflexoes.diarias.nom.br (com adaptações)

‎18º Peditório Nacional da AMI: 20 a 23 de Outubro




Inicia-se amanhã o 18º Peditório Nacional de Rua da AMI. A acção prolonga-se até Domingo, dia 23 em todo o território nacional, Continente e Ilhas.
Centenas de voluntários da AMI (também no nosso Agrupamento*) vão estar presentes nas ruas, em centros comerciais e nos principais hipermercados de Portugal e, graças ao apoio dos núcleos da AMI, o peditório de rua da AMI cobrirá pelo sétimo ano consecutivo, praticamente todo o território nacional.
O Peditório Nacional de Rua tem um duplo objectivo: por um lado, recolher fundos para as nossas missões internacionais bem como para o projecto de acção social desenvolvido em Portugal; por outro, contactar com as pessoas para perceber qual a percepção que o cidadão comum tem da AMI e da Acção Humanitária e se possível sensibilizá-lo para uma intervenção mais directa e pessoal numa causa. Durante os quatro dias de peditório, a população pode contribuir para a AMI quando abordada pelos voluntários.
É igualmente importante salientar que se trata de um peditório de rua e não de porta a porta, pelo que os donativos apenas deverão ser entregues a voluntários devidamente identificados e credenciados pela Assistência Médica Internacional que abordem as pessoas em locais públicos.
A AMI renova assim o apelo à sociedade civil, afinal o principal garante da sua força e independência, para a ampla participação nesta acção. Para isso, a AMI solicita à Comunicação Social a máxima divulgação deste peditório para que a população esteja informada sobre a sua existência e credibilidade.

Departamento de Informação e Comunicação da Ami



Post sriptum:


Fala com a tua professora de EMRC e requisita um cofre para seres voluntário(a)!!!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A indisciplina nas escolas (vista por F. Savater)


Aumento da violência nas escolas reflecte crise de autoridade familiar

Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores.
Os participantes no encontro 'Família e Escola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.

'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.

'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou.

Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.

No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa..

'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha.

Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'.

Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'.

A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.

'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, 'uma oportunidade e um privilégio'.

'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater.

Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'.

'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou.

Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam.

Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.

Enviado por email

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Vida humana: da fecundação ao nascimento




Filmes "Corpo humano": o nascimento

sábado, 8 de outubro de 2011

Prémios Nobel 2011

Em 2011, foram estes os Prémios Nobel! Dia 10, saberemos o laureado da Economia.

Prémio Nobel da Fisiologia e Medicina

O Prémio Nobel da Fisiologia e da Medicina de 2011 foi atribuído a três cientistas, ao norte-americano

Bruce Beutler, Presidente do Departamento de Genética do Scripps Research Institute, ao luxemburguês Jules Hoffmann, membro do Conselho de Administração do National Center of Scientific Research, em França, e ao canadiano Ralph Steinman, professor da Universidade de Rockefeller.


Bruce Beutler e a Jules Hoffmann são reconhecidos pelo trabalho desenvolvido que conduziu à descoberta relacionada com a ativação de imunidade inata. Enquanto Ralph Steinman é laureado pelo trabalho que culminou com a descoberta das células dendríticas e o seu papel na imunidade adaptativa.

Prémio Nobel da Física


O Prémio Nobel da Física é também atribuído a três cientistas, todos eles nascidos nos EUA.
Saul Perlmutter, investigador doLawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, Brian Sch
midt, da Australian National University e Adam Riess, investigador do Space Telescope Science Institute, em Baltimore. Estes três cientistas descobriram através da observação de supernovas distantes que o universo está a expandir-se a uma velocidade acelerada.


Prémio Nobel da Química


O Prémio Nobel da Química 2011 é atribuído ao israelita Dan Schechtman, do Instituto

Technion, em Israel, pela descoberta dos quase-cristais. Contrariando a ciência até então

estabelecida, em 1982 o investigador descobriu que os átomos nos quase-cristais apresentam um
padrão regular que nunca se repete. Com esta descoberta, o laureado alterou de forma fundamental a maneira como os químicos concebem a matéria sólida.


Prémio Nobel da Literatura


O Prémio Nobel da Literatura 2011 é atribuído a Tomas Tranströmer, «porque através das suas imagens condensadas e translúcidas, dá-nos acesso à realidade», indica o Comité Nobel.

Tomas Tranströmer é um dos mais importantes poetas suecos, com milhares de livros vendidos na Suécia e trabalhos traduzidos em mais de 50 línguas.


Prémio Nobel da Paz


O Prémio Nobel da Paz 2011 é atribuído a três mulheres: Ellen Johnson Sirleaf, Presidente

da Libéria, a Leymah Gbowee, ativista liberiana e a Tawakkul Karman política do Iémen e

ativista pelos direitos humanos. De acordo com o Comité norueguês as três mulheres são reconhecidas pela «sua luta pacífica pela segurança das mulheres e pela defesa dos direitos humanos das mulheres na plena participação da construção da paz».



O valor de cada Prémio Nobel em cada uma das áreas é de 10 milhões de coroas suecas, cerca de 1,1 milhões de euros.

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