sexta-feira, 29 de março de 2019

quinta-feira, 28 de março de 2019

Páscoa 2019 - 1°Ciclo

Parada
 3ºB Bairro
 3ºB Bairro



3ºB Bairro
Prado
Prado
Prado
Prado
EB 1 - Prado - 1° ao 4° ano
EB 1 n° 6 - 3° e 4° anos
nº6
nº6
EB n° 6  -  1° e 2° anos
EB1 do Bairro - 2ºB
Parada
Parada
Parada
EB 1 Parada de Cunhos -  1º ao 4º ano

quarta-feira, 20 de março de 2019

Dia da Felicidade


 A felicidade está em cada um de nós
Daqui

sexta-feira, 15 de março de 2019

Greta, a adolescente que começou as greves climáticas e o exemplo em Portugal

A adolescente tem encorajado os estudantes de todo o mundo a faltarem à escola e a juntarem-se a protestos para exigir uma ação mais rápida contra as mudanças do clima.
A adolescente ecologista sueca Greta Thunberg, que se tornou uma voz proeminente em campanhas contra as alterações climáticas, foi  nomeada para o Prémio Nobel da Paz por três deputados noruegueses.
Freddy Andre Oevstegaard e outros dois membros do Partido da Esquerda Socialista defenderam que "o gigantesco movimento que Greta pôs em ação é um contributo muito importante para a paz".
Greta Thunberg, de 16 anos, tem encorajado os estudantes a faltarem à escola e a juntarem-se a protestos para exigir uma ação mais rápida contra as mudanças do clima, um movimento que se estendeu além da Suécia a outros países europeus.
Oevstegaard declarou hoje ao jornal VG que "as ameaças climáticas são talvez uma das mais importantes contribuições para a guerra e o conflito".
Qualquer deputado nacional pode nomear um candidato ao Prémio Nobel da Paz.

O Comité Nobel Norueguês não comenta publicamente as nomeações que, para 2019, tiveram de ser apresentadas até 01 de fevereiro.     Daqui
Em Portugal:

Seis anos da eleição do Papa Francisco

Há seis anos atrás tinha início o pontificado do Papa Francisco.
Estas imagens recordam os momentos do último ano, denso de iniciativas que ficarão na História.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica


In imagens da internet: "violência doméstica"

quarta-feira, 6 de março de 2019

História da Páscoa - Vídeo

A História da Páscoa, contada por crianças


Youtube - Marcos Meier

DEZ SÍMBOLOS DA QUARESMA

A quaresma começa com um símbolo bem conhecido e consolidado: a Cinza, que nos lembra a condição efémera da vida e o seu destino de eternidade em Deus.


A Cinza de cada ano, recorda também a árvore da Cruz Ressuscitada da Vigília Pascal do ano anterior.




1.- A quaresma é DESERTO. É aridez, solidão, jejum, austeridade, rigor, esforço, penitência, perigo, tentação.




2.- A quaresma é PERDÃO. As histórias bíblicas de Jonas e de Nínive e a parábola do filho pródigo são exemplos dele.




3.- A quaresma é ENCONTRO, é abraço de reconciliação como na parábola do filho pródigo ou na conversão de Zaqueu ou no diálogo de Jesus Cristo com a mulher adúltera.




4.- A quaresma é LUZ, como se põe em evidência, por exemplo, no evangelho do cego de nascença. É a passagem das trevas para a luz. Jesus Cristo é a luz do mundo.




5.- A quaresma é SAÚDE, símbolo manifestado nos textos como na cura do paralítico ou do filho do centurião.




6.- A quaresma é AGUA. É a passagem da sede de nossa insatisfação para a água viva, a água de Moisés ao povo de Israel no deserto ou de Jesus à mulher samaritana.




7.- A quaresma é superação vitoriosa das provas e dificuldades. É LIBERTAÇÃO, TRIUNFO. Algumas figuras bíblicas, que sofrem graves perigos e vencem na prova, são José, filho de Jacob, a casta Suzana, Ester, o profeta Jeremias e, sobretudo, Jesus, tentado e transfigurado.




8.- A quaresma é CRUZ. Sinal e presença permanente durante toda a quaresma. Prefigurada no Antigo Testamento e manifestada com o exemplo de Jesus Cristo e com seu convite de carregá-la como condição para o seguimento.




9.- A quaresma é TRANSFIGURAÇÃO. É a luz definitiva do caminho quaresmal, preanunciada e vivida na cena da transfiguração de Jesus. Pela cruz para a luz".




10.- A quaresma é o esforço para retirar o fermento velho e incorporar a FERMENTAÇÃO NOVA DA PÁSCOA RESSUSCITADA E RESSUSCITADORA, agora e para sempre.


Pe. António G. Dalla Costa, CS

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

De onde vem o Carnaval?


De onde vem o Carnaval? Alguns, erroneamente, dizem até que foi a Igreja Católica que o inventou; nada mais absurdo.

Vários autores explicam o nome Carnaval, do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; o que significa que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne.


Alguns etimologistas explicam as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se fazer um cortejo com uma nave, dedicado ao deus Dionísio ou Baco, o deus do vinho, festa que chamavam em latim de “currus navalis” (nave carruagem), de donde teria vindo a forma Carnavale. Não é fácil saber a real origem do nome.


Outras festas semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno. Eram festas religiosas, dentro da concepção pagã e da mitologia. Por exemplo, para exprimir o cancelamento das culpas passadas, encenava-se a morte de um boneco que, depois de haver feito seu testamento era queimado ou destruído.

Em alguns lugares havia a confissão pública dos vícios, o que muitas vezes se tornava algo teatral, como por exemplo, o cômico Arlequim que, antes de ser entregue à morte confessava os seus pecados e os dos outros.


Tudo isso era feito com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro, etc. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram para essas festividades carnavalescas. Estas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”. Como essas festas perturbavam a ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C., resolveu combater os bacanais e seus adeptos, acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.


Essas festividades populares podiam acontecer no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra - ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.


Quando o Cristianismo surgiu, encontrou esses costumes pagãos. Os missionários procuraram então cristianizar esses costumes, como ensinava São Gregório Magno, no sentido de substituir essas práticas supersticiosas e mitológicas por outras cristãs (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “Festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro). Por fim, essas festividades pagãs do Carnaval ficaram apenas nos três dias que precedem a Quarta-feira de Cinzas.

(...)
 Felipe Aquino especialista aleteia network, Daqui

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Origem do Carnaval

Todos pensamos que o Carnaval é uma festa típica do Brasil. Mas toda esta farra existe desde a Antiguidade e vem de muito longe.


O Carnaval originário tem início nos cultos agrários da Grécia, de 605 a 527 a.C. Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar a fertilidade e produtividade do solo.

O Carnaval Pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C., e termina quando a Igreja Católica adopta a festa em 590 d.C.


O primeiro foco de concentração carnavalesca localizava-se no Egipto. A festa consistia em danças e cantorias em volta de fogueiras. Os foliões usavam máscaras e disfarces, simbolizando a inexistência de classes sociais.


Depois, a tradição espalhou-se pela Grécia e Roma, entre os séculos VII a.C. e VI d.C.


A separação da sociedade em classes fazia com que houvesse a necessidade de "válvulas de escape"... É nessa época que surge a ideia de incluir sexo e bebidas na festa...


Em seguida, o Carnaval chega a Veneza para, então, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características actuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles...

O Carnaval Cristão passa a existir quando a Igreja Católica oficializa a festa, em 590 d.C.. Antes, a instituição condenava a festa devido ao seu carácter “pecaminoso”. No entanto, as autoridades eclesiásticas da época tiveram dificulades em proibir o Carnaval... Foi então que houve a imposição de cerimónias oficiais sérias para conter a libertinagem. Porém, esse tipo de festa batia de frente com a principal característica do Carnaval: o riso, a brincadeira...


É só em 1545, no Concílio de Trento, que o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua.


Em 1582, o Papa Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as datas do Carnaval.

O motivo da mobilidade da data é não coincidir com a Páscoa Católica, que não pode ter data fixa para não coincidir com a Páscoa dos judeus. O cálculo é um pouco complexo. Determina-se o equinócio da primavera, que ocorre entra os dias 21 e 22 de março no hemisfério norte. Observando a lua nova que antecede o equinócio, o primeiro domingo após o 14º dia de lua nova é o domingo de Páscoa. Como o primeiro dia da lua nova, antes de 21 de março, é entre 08 de março e 05 de abril, a Páscoa só pode ser entre 22 de março e 25 de abril.


O domingo de carnaval é sempre no 7º domingo que antecede ao domingo de Páscoa.

O Carnaval brasileiro surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. A principal diversão dos foliões era jogar água aos outros. O primeiro registo de um baile é de 1840.


Em 1855, surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores das actuais escolas de samba.
No início século XX, já havia diversos cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval. A primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se chamava Deixa Falar.


A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.

in shvoong.pt (adaptado)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Cartas de amor 2018

Minha fofinha,
Eu penso em ti quando a noite cai e sinto-me angustiado.
Eu tenho vontade de ir à lua, pois a tua mãe diz-me que sou louco e o meu chefe lembra-me que estou no céu.
Tu és insuportável. Contigo, a minha vida é inútil. Sem ti, seria brilhante.
Quando regressares, não estarei mais lá.
Espero esquecer-te rapidamente.
                                                 O teu doce
                                                 Pedro C. 9ºC

Meu coraçãozinho,
Eu penso em ti quando o assado se queima e sinto-me angustiada.
Eu gostaria de gritar aos sete ventos, pois o nosso papagaio diz-me que me tornei trapaceira e os teus olhos lembram-me que me tornei trapaceira.
Tu és a minha fome. Contigo, a minha vida é inútil. Sem ti, seria um jardim devastado.
Quando regressares, esta será a união perfeita.
Espero que não te aborreças ainda mais.
                                                 A tua fofinha,
                                                 Inês 9ºC

Meu amorzinho,
Eu penso em ti quando o sol brilha e sinto-me apaixonada.
Eu gostaria de voar contigo, pois os teus olhos dizem-me que me tornei trapaceira e as tuas cartas lembram-me que estou no céu.
Tu és a minha razão de viver. Contigo, a minha vida é uma madrugada sem fim. Sem ti, seria inútil.
Quando regressares, abraço-te em breve.
Espero encontrar uma companhia agradável.
                                                 A tua doçura,
                                                 Diana 9ºC

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Cartas de amor: 3ºA (2018)





 Cartas dos alunos: Leonor, Carina Filipa, Afonso R. e Dinis.

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