sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Como é que é 1 em 7 mil milhões?
Em 1908 éramos mil milhões. Hoje somos 7 mil milhões de habitantes na Terra. E vamos ser ainda mais. Mas como é que é um em 7 mil milhões?
@Vera Moutinho Notícias Sapo
CHAVES PARA O FUTURO
Chegados aos 7 mil milhões de habitantes na Terra, é preciso olhar em frente.
No futuro, em áreas chave como a demografia, o ambiente, a energia, a ciência e a cultura, que desafios nos esperam?
Quais as chaves para um futuro onde seremos mais de 7 mil milhões?
Maria Filomena Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Demografia
Para Maria Filomena Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Demografia, um dos grandes desafios para o futuro é encontrar o equilíbrio entre os países sub-desenvolvidos, onde nascem mais pessoas, e os países mais desenvolvidos, onde nascem cada vez menos mas onde, por outro lado, se consomem mais recursos.
Susana Fonseca, Vice-Presidente da Quercus
Alexandre Fernandes, Diretor-geral da Agência para a Energia (ADENE)
Guilherme d'Oliveira Martins, Diretor do Centro Nacional de Cultura
Alexandre Quintanilha, investigador e cientista
@ Sapo Vera Moutinho com Alice Barcellos
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Indiferença humana: que valores?!

domingo, 23 de outubro de 2011
China não abdica da política do filho único
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Reflexões sobre "Amor Verdadeiro"

Enquanto o mundo fala muito sobre paixão e amor verdadeiro, alguns acham que Deus fica vermelho ou gagueija quando toca em assuntos românticos. Nada mais distante da verdade!
Alguns, na história da igreja têm "alegorizado" este livro (imaginando que sua mensagem só fala do o amor de Deus para com Israel, ou talvez um tipo da "paixão" entre Cristo e Sua igreja). Mas nada é mais normal do que uma palavra divina sobre o mais importante dos relacionamentos humanos.
Deus interessa-se pelo desenvolvimento do amor matrimonial, inclusive o namoro, as núpcias, a lua-de-mel e o quotidiano da vida a dois. Deus fala sobre amor e paixão e não gagueija!!!
A mensagem do livro fica clara: Deus criou e abençoou o amor verdadeiro entre um homem e uma mulher. Mas quais as características desse amor? Como identificá-lo? Como distinguir entre "paixão" superficial e amor genuíno?
O livro "Cântico dos Cânticos" identifica muitos elementos do amor verdadeiro, mas dois se destacam. O amor verdadeiro sabe ESPERAR e o amor verdadeiro é EXCLUSIVO.
Há muitas "estrofes" no "Cântico dos Cânticos", mas somente 2 frases repetidas como "refrão" no livro. Cada frase se encontra exactamente três vezes, espalhadas no início, meio e fim do livro. Servem como "coros" que ecoam a mensagem do livro.
O primeiro refrão simplesmente diz "não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira". A frase aparece pela primeira vez em 2:7: Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira. Mais tarde se repete em 3:5 e 8:4.
Três vezes, em momentos de intensa paixão entre a noiva e o noivo, ela exorta as suas amigas sobre a natureza do verdadeiro amor. O amor verdadeiro sabe esperar, e por isso, pode desfrutar ao máximo as delícias que Deus sempre tencionou para o casal. Amor verdadeiro não é precipitado, precoce, adiantado ou impaciente. Não precisa manipular as circunstâncias para "ganhar" o amor. Não precisa seduzir para chamar atenção para si mesmo. Não precisa "se entregar" com medo de perder o amado.
Na verdade, nota-se que a mensagem do nosso mundo é exactamente o contrário - o amor é precipitado, apressado, forçado até ao ponto em que a pessoa que espera o tempo de Deus é considerada ultrapassada, estranha... Que tristeza quando crianças de 8, 10, ou 12 anos "namoram", até pelo incentivo de seus pais. Que pena quando adolescentes que não "ficam" são considerados inferiores pelos colegas. Que tragédia quando jovens universitários que ainda são "virgens" são marginalizados como "extra-terrestres"!
A mensagem de Cantares é simples mais clara: Deus reserva os maiores prazeres matrimonias e amorosos para aqueles que saibam esperar o tempo dEle! Mas mágoas e ressentimento esperam os que adiantam o tempo de Deus nos relacionamentos românticos.
Tudo isso bate bem com o texto clássico de amor bíblico, 1 Coríntios 13, que descreve o amor verdadeiro assim: "É paciente... não arde em ciúmes... não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses... tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." O livro de Hebreus bate na mesma tecla: "Digno de honra entre todos seja o matrimónio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros." (Hb 13:4)
Por que razão alguns apressam o amor? Há muitos factores, mas a falta de confiança na soberania e no amor de Deus certamente se destacam. Deus tem, sim, um plano maravilhoso para nossas vidas. Ele nos ama mais que nós nos amamos. Mas o medo de ficar na "solteirice" às vezes leva para relacionamentos precipitados. A pressão de colegas também faz com que abaixemos nosso padrão. Quando esquecemos que Deus tem tudo sob controle; que Ele quer nosso bem; e que Ele desperta o amor na hora certa, é fácil cair na tentação de tomar a situação em nossas mãos. "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu... tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar...tudo fez Deus formoso no seu devido tempo" (Ecl 3:1, 5,11)
Como aplicar esse princípio do amor que espera?
1) Para Jovens: a) Esperem o amor verdadeiro! Não cedam às pressões de ser precipitado no "ficar", no namorar, "no ter alguém para não ser inferior". É difícil esperar, mas sejam verdadeiros convosco mesmos! Jamais usem "máscaras"!
b) Confiem em Deus, nos pais, nos amigos, na vida.
2) Para Pais: a) Levem em conta a seriedade das emoções e dos sentimentos dos seus filhos. São verdadeiros, mesmo que impensados às vezes.
in http://www.reflexoes.diarias.nom.br (com adaptações)
18º Peditório Nacional da AMI: 20 a 23 de Outubro

Centenas de voluntários da AMI (também no nosso Agrupamento*) vão estar presentes nas ruas, em centros comerciais e nos principais hipermercados de Portugal e, graças ao apoio dos núcleos da AMI, o peditório de rua da AMI cobrirá pelo sétimo ano consecutivo, praticamente todo o território nacional.
O Peditório Nacional de Rua tem um duplo objectivo: por um lado, recolher fundos para as nossas missões internacionais bem como para o projecto de acção social desenvolvido em Portugal; por outro, contactar com as pessoas para perceber qual a percepção que o cidadão comum tem da AMI e da Acção Humanitária e se possível sensibilizá-lo para uma intervenção mais directa e pessoal numa causa. Durante os quatro dias de peditório, a população pode contribuir para a AMI quando abordada pelos voluntários.
É igualmente importante salientar que se trata de um peditório de rua e não de porta a porta, pelo que os donativos apenas deverão ser entregues a voluntários devidamente identificados e credenciados pela Assistência Médica Internacional que abordem as pessoas em locais públicos.
A AMI renova assim o apelo à sociedade civil, afinal o principal garante da sua força e independência, para a ampla participação nesta acção. Para isso, a AMI solicita à Comunicação Social a máxima divulgação deste peditório para que a população esteja informada sobre a sua existência e credibilidade.
Departamento de Informação e Comunicação da Ami
Post sriptum:
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
A indisciplina nas escolas (vista por F. Savater)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Prémios Nobel 2011
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve Jobs: 1955/2011
"Estamos cá para deixar uma marca no universo"
Visionário, criativo, irascível, místico, carismático, um dos maiores inovadores, senão o maior, da era digital. Morreu aos 56 anos e deixou a sua marca na vida de milhões de pessoas.Saiu de cena há menos de dois meses com uma missiva curta e directa: "Sempre disse que se chegasse o dia em que não conseguisse cumprir com as minhas funções e expectativas como presidente executivo da Apple, seria o primeiro a informar-vos. Infelizmente, esse dia chegou".
Ontem à noite, Steve Jobs não resistiu mais à doença contra a qual lutou desde 2004, um cancro no pâncreas.
A sua morte acontece no dia a seguir à estreia do seu sucessor, Tim Cook, no palco dos lançamentos da Apple que Jobs tornou míticos. Uma espécie de última homenagem ao homem que revolucionou não apenas uma indústria, mas a forma como as pessoas comunicam e se relacionam no século XXI.
Jobs foi quase sempre precoce. Nasceu em 1955, em São Francisco, cidade que seria capital, na sua adolescência, do movimento hippie. Ainda na escola telefonou um dia ao então presidente da HP, William Hewlett, o próprio, para lhe pedir peças para um projecto que queria desenvolver.
Conseguiu não só as peças como um estágio de verão na empresa. Fã de Bob Dylan e também dos Beatles, Jobs cresce num ambiente favorável à sua natureza anti status quo que ao longo dos anos iria reforçar.
Foi adoptado por Clara e Paul Jobs que prometeram à sua mãe biológica, Joanne Simpson, dar uma educação universitária a Steve. As coisas não correram exactamente como planeado: ao fim de um semestre, Jobs desistiu do Reed College. Um dos seus primeiros empregos foi como designer de jogos para vídeo na Atari, emprego esse que viria a deixar para poder viajar para a Índia.
Fundou a Apple com apenas 21 anos, em sociedade com o amigo Steve Wozniak, e foi pai pela primeira vez aos 23 anos, de uma rapariga, Lisa, cuja paternidade negou durante vários anos. Posteriormente teve mais três filhos no seu casamento com a actual mulher, Laurene Powell.
O primeiro produto Apple - o Apple 1 - foi construído na garagem dos pais de Steve Jobs, como mandam as boas novelas épicas de negócios do século XXI ( e de sempre). O sonho americano começava em 1976 e o financiamento foi parcialmente obtido com a venda de uma carrinha VW de Jobs. O Apple 1 era garantidamente uma proposta diferente: não tinha teclado nem ecrã, tinha de ser montado pelos clientes e custava 666.66 dólares.
No ano seguinte, os dois sócios apresentaram o Apple II que foi recebido com grande entusiasmo. Era o princípio de uma nova era suportada em evidências hoje tão banais quanto o facto de as pessoas preferirem usar um rato para interagir com o computador e poderem clicar em imagens "para fazer coisas" em vez de escrever textos com instruções à máquina. Os interfaces gráficos assumiam-se, assim, desde o primeiro momento como uma poderosa arma Apple. Depois de um bem sucedido lançamento do Macintosh em 1984, Jobs sairia da Apple em 1986 na sequência de confrontos regulares com colegas e com o CEO que ele próprio tinha ido recrutar à Pepsi, John Sculley .
O que poderia ser para muitos um fim de linha, revelou-se para Jobs um novo começo.
Fundou a NeXT e seguiram-se 10 anos de um outro caminho, à margem da Apple, onde conheceria momentos de extraordinária oportunidade, como foi o da compra dos estúdios Pixar a George Lucas, ainda antes de sucessos como Toy Story.
Em 1996, num volte-face digno dos filmes, a Apple compra a NeXT e Jobs está de regresso à sua criação original. Mais velho, mais experiente e igual e em tudo o resto, Jobs inicia à frente da Apple uma nova e genial etapa, em que seriam criados alguns dos objectos e plataformas que moldam o mundo de hoje: iTunes (2003), Iphone (2007), App Store (2008), iPad (2010).
Jobs deixa uma empresa que vende mais 275 milhões de iPods 100 milhões de iPhones e 25 milhões iPads em todo o mundo. Deixa mais do que isso: uma visão e um exemplo de que é mesmo possível mudarmos o mundo.
in @SAPO
As frases de Steve Jobs
- "Estamos cá para deixar uma marca no universo. Senão, para que estaríamos sequer aqui?
- "Acho que estamos a divertir-nos. Acho que os nossos clientes gostam dos nossos produtos. E estamos sempre a tentar melhorar. "
- "A inovação distingue um líder de um seguidor."
- "Sejam uma referência na qualidade. Algumas pessoas não estão habituadas a um ambiente onde a excelência é esperada. "
- "Nós não cultivamos a maior parte da comida que ingerimos. Usamos roupas que outras pessoas fazem. Falamos uma língua que outras pessoas desenvolveram. Usamos uma matemática que outras pessoas fizeram evoluir…Quero dizer, estamos constantemente a apropriar-nos de coisas. É uma sensação maravilhosa e delirante sentir que criámos algo que devolvemos ao conjunto da experiencia e do conhecimento humano. "
- "Há uma expressão no budismo…mente de principiante. É maravilhoso ter uma mente de principiante. "
- "Vemos televisão para desligar o nosso cérebro e trabalhamos no nosso computador quando queremos ligar o nosso cérebro. "
- "Sou a única pessoa que conheço que perdeu 250 mil milhões de dólares num ano. Ajuda a fortalecer a personalidade."
- "Trocaria toda a minha tecnologia por uma tarde com Sócrates. "
- "O nosso tempo é limitado, por isso não o percamos nas vidas dos outros. Não fiquemos encurralados em dogmas, isso é viver com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixem que o ruído das opiniões dos outros torne a nossa voz interior inaudível. E acima de tudo, tenham a coragem para seguir o vosso coração e a vossa intuição. De alguma forma, eles sabem aquilo em que verdadeiramente nos queremos tornar. Tudo o resto é secundário. "
@SAPO
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
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