terça-feira, 31 de janeiro de 2023
Calendários pelo mundo: nem todos estão em 2023...
2023: Calendário gregoriano
2023 (menos 13 dias): Calendário juliano
1444/ 1445: Calendário islâmico
4720/ 4721: Calendário chinês (Ano do Coelho de Água Yin)
5783/ 5784: Calendário judaico/ hebraico
2149/ 2150: Calendário budista tibetano
segunda-feira, 30 de janeiro de 2023
Dia Escolar da Não Violência e da Paz
O Dia Escolar da Não Violência e da Paz comemora-se anualmente a 30 de janeiro.
A data foi instituída em 1964 em Espanha pelo poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal, mas foi acolhida a nível internacional. Foi escolhido o dia 30 de janeiro por assinalar o falecimento do grande pacifista indiano Mahatma Gandhi.
Nos países do hemisfério sul, com calendários escolares diferentes, a data comemora-se por volta de 30 de março.
O objetivo do Dia Escolar da Não Violência e da Paz passa por alertar os alunos, os professores, os pais, os políticos e os governantes para a necessidade de uma educação para a paz, que promova valores como o respeito, a igualdade, a tolerância, a solidariedade, a cooperação e a não violência.
Fomentar a comunicação entre todos, impedir situações de bulling e incrementar a amizade são preocupações deste dia.
Em Portugal realizam-se diversas atividades nos agrupamentos escolares tendo em vista alcançar esses objetivos.
Nos países do hemisfério sul, com calendários escolares diferentes, a data comemora-se por volta de 30 de março.Atividades
- Escrever frases ou manifestos pela paz
- Ler textos sobre a paz
- Realização de trabalhos de grupo com o tema da paz
- Fazer desenhos com o tema da paz
- Exibição de filmes sobre a paz, sobre Gandhi e outros pacifistas
- Largada de balões
- Largada de pombas
- Construção de laços e corações humanos
- Construção de uma árvore com textos e desenhos dos alunos
- Criação de um PowerPoint
- Encenar peças de teatro
- Fazer um debate sobre a paz e a não violência
Frases
- Não existe um caminho para paz. A paz é o caminho.
- A paz é o que torna possível vivermos em harmonia e em união.
- A paz de todos começa dentro de cada um.
- Quem promove a paz promove o amor e a amizade.
- A paz é amor e alegria.
- A paz é partilha e amizade.
- Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti.
- Não ser violento é a melhor opção a tomar.
- Tem mais força aquele que se contém do que aquele que é agressivo.
- Respeita o próximo para seres também respeita. Daqui
Dia Escolar da Não Violência e da Paz
Dia Escolar da Não Violência e da Paz
Murais Anne Frank, pelos alunos do 1º ciclo. Vídeo
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
O sentido da vida
A fragilidade da condição humana, que se manifesta no sofrimento e na morte, traz-nos perguntas fundamentais sobre o enigma da existência: Quem somos? O que nos espera depois da morte? Qual o sentido da vida?
Estas perguntas provocam respostas diferentes, consoante as pessoas e os contextos socioculturais em que vivem. A maioria das pessoas tem procurado resposta na religião, apesar do fenómeno crescente do ateísmo teórico e prático.
A experiência religiosa
Somos seres finitos com desejo de infinito. A consciência da nossa finitude e a busca do sentido último da vida estão na origem da experiência religiosa, que tem acompanhado o ser humano, desde sempre, em todas as culturas.
A religião é um sistema de crenças, valores e rituais que unem um grupo ou uma comunidade na sua relação com Deus. Isto não significa que os seguidores de uma determinada religião estejam de acordo com tudo o que ela propõe. Muitos crentes gostam da liberdade de criar a sua própria versão da religião, aproveitando seletivamente doutrinas e práticas religiosas. É isso que se verifica quando alguém se confessa “católico não praticante”.
Existem dezenas de religiões organizadas. O cristianismo, baseado na vida e nos ensinamentos de Jesus, é a religião com mais crentes, cerca de um terço da população mundial. Tal como o judaísmo e o islamismo, a religião cristã defende a existência de um só Deus, criador omnipotente e bom, sentido último da vida. Os cristãos (católicos, ortodoxos e protestantes), iluminados pela fé, acreditam que a morte é uma passagem e alimentam a esperança na vida eterna.
Cada religião é uma forma de expressar a dimensão mais profunda do ser humano, a dimensão espiritual. Mas a espiritualidade, fonte de uma vida com sentido, não é património exclusivo das religiões. Muitas pessoas vivem a sua espiritualidade sem compromisso com qualquer crença ou prática religiosa.
Deus existe?
Ao longo de séculos, vários pensadores (por exemplo, Marx, Nietzsche, Freud e Sartre) anunciaram a morte de Deus e o fim da religião. Atualmente, alguns ateus defendem que a ciência explica a origem do universo e da vida, dispensando a necessidade de um Deus criador. Outros consideram que a existência de um Deus omnipotente e bom é incompatível com o sofrimento dos inocentes. Se Deus existe, porque permite a maldade humana, as guerras e os genocídios? Porque não nos liberta das catástrofes da natureza (terramotos, furacões e pandemias)?
Afinal, Deus existe ou não? Ninguém sabe. Estamos perante um mistério incompreensível para a mente humana. Crentes, ateus e agnósticos têm de aceitar com humildade que não há provas racionais para afirmar ou negar a existência de Deus. Não há certezas. A fé autêntica, que vai além da razão, convive com a dúvida. Crer não é saber.
Independentemente do olhar sobre o mistério de Deus e da atitude face à religião, somos todos irmãos, partilhamos a fragilidade da condição humana e temos a necessidade espiritual de descobrir o sentido da nossa existência. Disse Viktor Frankl (1905-1997), psicoterapeuta austríaco de origem judaica, sobrevivente dos campos de concentração nazis: “A principal preocupação da pessoa não consiste em obter prazer ou evitar a dor, mas antes em ver um sentido na sua vida.” Precisamos de razões para viver. Cada um de nós, diferente e único, é responsável pelas suas escolhas e insubstituível na sua missão.
Crentes ou não, podemos encontrar um horizonte de sentido na experiência da compaixão e da solidariedade, amando e servindo os outros. A descoberta de um sentido para a vida liberta-nos do vazio existencial e ajuda-nos a suavizar o sofrimento. É uma chave para a felicidade.
António Estanqueiro
Formado em Filosofia e Teologia
terça-feira, 10 de janeiro de 2023
Anne Frank
Filmes da Bíblia - Desenhos animados
- 1 A história da Criação
- 10) O nascimento de Jesus
- 11) Parábola do filho pródigo
- 11) Parábola do filho pródigo
- 2 Adão e Eva
- 3 Caim e Abel
- 4 Abraão
- 5 Abraão e Isaac 1
- 5 Abraão e Isaac 2
- 5 Abraão e Isaac 3
- 6 Isaac e Rebeca
- 7 Isaú e Jacó
- 8 José, no Egipto
- 9 Moisés, o príncipe do Egipto 1
- 9 Moisés, o príncipe do Egipto 2
- 9 Moisés, o príncipe do Egipto 3









-min.jpg)



-min.jpg)



























