1ºA - EB1 nº 2
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
1 de Dezembro: RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA
Depois da morte do Rei D. Manuel, O Venturoso, sucedeu-lhe o seu neto D. Sebastião, com apenas três anos. Durante este tempo de menoridade do pequeno rei, o governo foi entregue à sua mãe D. Catarina e, mais tarde, ao tio-avô cardeal D. Henrique.
D. Sebastião com apenas 14 anos, em 1568, assumiu, o nosso governo. Era, porém, um rei ambicioso desejoso de viver momentos heróicos.
Com um poderoso exército de 17 000 homens, tentou conquistar o Norte de África.
Em 1578, o pequeno Rei morreu na batalha de Alcácer Quibir e com ele 7000 homens do seu poderoso exército. O seu corpo nunca foi encontrado.
D. Sebastião morreu sem sucessores.
Sucedeu-lhe o seu tio-avô cardeal D. Henrique, mas, já com muita idade, morreu em 1580, também sem sucessores.
Ao trono, apresentaram-se alguns dos netos de D. Manuel: D. Filipe, II rei de Espanha, D. António Prior do Crato e Dª. Catarina, Duquesa de Bragança eram, pois, os principais sucessores.
Depois de muitas batalhas, foi aclamado em 1581 nas cortes de Tomar D. Filipe II, Rei de Portugal.
Fez várias promessas:
Manter a língua, os costumes e a moeda dos portugueses;
Entregar aos portugueses os cargos todos os cargos de governo de Portugal;
Guardar as riquezas de Portugal.
D. Filipe II até pode ter cumprido as promessas, mas os seus sucessores (Filipe III, Filipe IV) não as cumpriram.
Portugal era obrigado a combater nas batalhas que não eram suas, contra os países europeus mais ricos (Inglaterra, França e Holanda), enquanto estes se ocupavam dos nossos territórios ultramarinos.
Os reis espanhóis passavam cada vez mais pesados impostos.
Os portugueses estavam a ficar fartos disto, por isso começaram a aparecer motins populares por todo o país.
Então, na manhã de 1 de Dezembro de 1640, um grupo de portugueses entrou no Paço da Ribeira, derrotaram a vice-rainha a duquesa de Mântua e mataram o escrivão e traidor do reino Miguel de Vasconcelos.
Aclamaram D. João VI, neto de Dª. Catarina, rei de Portugal.
E assim os portugueses conseguiram o que pretenderam durante 60 anos: ter um reino independente com um rei português!
Adaptado do Livro de História do 6ºano
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quarta-feira, 25 de novembro de 2020
Dia internacional para a eliminação da Violência Doméstica
#NãoSouUmSaco.
Este é o nome da campanha nacional que a Guarda Nacional Republicana (GNR) lançou há um ano, dia 25 de novembro, pelas 11h00, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, visando contribuir para a prevenção e o combate à violência doméstica, especificamente a que atinge vítimas do sexo feminino, que será materializada na exposição da imagem que ilustra esta noticia, em centenas de locais, de norte a sul do país.
segunda-feira, 16 de novembro de 2020
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
São Martinho - atividade EMRC 2020
Atividade Grupo EMRC - AEDC
Vídeo elaborado pelo colega de EMRC Emílio Matos.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Dia de São Martinho - 1º Ciclo
1ºB - EB1 nº2, VR
2º - EB1 Prado
1º - EB1 Prado
4°B - EB1 n°2, VR
Imagem retirada da internet
Imagem retirada da internet
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sexta-feira, 23 de outubro de 2020
O início da nossa vida - vídeo
Desde a entrada dos espermatozóides até ao bebé nascer.
Cada desafio, cada transformação. Vídeo muito bem ilustrado e minucioso em cada etapa... principalmente até a formação do feto.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2020
terça-feira, 20 de outubro de 2020
A mentira tem perna curta
Costuma-se dizer que as mentiras têm pernas curtas, cabeça de pêra, pescoço comprido, corpo coberto de pêlos e os olhos tortos, que são grandes e metediças ou pequenas e mal-educadas.
— Depende — pensava Adalgisa com os seus botões. — Podem ser isso tudo e muito mais!
Ela era uma especialista em mentiras, das quais possuía uma colecção interminável.
Eram tantas e tantas as suas mentiras que já não sabia onde havia de as guardar.
No começo, ela escondia-as apenas no seu quarto: debaixo do tapete, no fundo do guarda-vestidos, atrás do aquecedor...
No fundo do armário, então, tinha uma prateleira repleta de frascos cheios de mentiras.
Mas rapidamente as mentiras encheram o quarto, começando então a saltar para fora, espalhando-se pelos lugares mais impensáveis da casa.
Logo que uma saltava para fora, Adalgisa apressava-se a tapá-la com outra ainda mais gorda.
Quando as mentiras começaram a sair, ela até as achava divertidas, e por isso tentou torná-las suas amigas, mas bem depressa teve de dar o dito por não dito... Não se pode confiar em mentiras!
O problema é que as mentiras não desaparecem logo, quando é preciso, permanecendo ali, à espera do melhor momento para saltarem para fora e causarem uma desgraça! Eis a razão por que a vida de Adalgisa se estava a tornar numa verdadeira tragédia, em vez de ser uma comédia. Ela passava o tempo a vigiar e a prender todas as suas mentiras, e para isso via-se obrigada a criar novas mentiras: um círculo sem fim...
— Adalgisa, já lavaste os dentes? — perguntava a mamã, e ela respondia:
— Já, mamã. E também lavei as mãos.
POF!
Mal acabara de falar, eis que a mentira saltava para o ombro da mamã e, a rir-se, soprava-lhe à orelha toda a verdade.
— Sabes, Luísa — contava Adalgisa, cheia de gozo, à sua amiga — que o meu avô tinha uma vaca chamada Celeste e que sabia falar?
Os dois juntos chegaram a actuar nos teatros mais famosos do mundo! O meu avô era um actor famosíssimo!
Aí vinha outra...
A verdade é que Adalgisa contava as mentiras tão bem e com tanta certeza e segurança que, com o correr do tempo, até ela se convencia que aquilo que dizia era mesmo verdade. Adalgisa andava, pois, carregada de mentiras, que lhe saíam de toda a parte do corpo.
Trazia-as nos bolsos, no meio dos cabelos, nos sapatos, agarradas aos folhos do vestido...
E as mentiras eram verdadeiramente descaradas e arreliadoras. Sucedia, por vezes, que, durante uma aula, uma das mentiras se punha a fazer-lhe cócegas e, quando a professora exigia explicações, Adalgisa contava mais uma mentira, que juntava à sua colecção.
Aquele dia começara como tantos outros. Ninguém poderia adivinhar o que dali a pouco iria acontecer.
A Senhora Gina, amiga da avó, quis saber:
— Adalgisa, é verdade que tu dizes mentiras?
E ela respondeu candidamente:
— Nunca disse uma mentira em toda a minha vida. Palavra de honra!
Não acabara ainda de pronunciar a última palavra quando uma enorme, horrenda, nojenta mentira aparece na sala.
Ao vê-la, Adalgisa ficou de tal modo apavorada que desatou a gritar. A mentira era tão assustadoramente grande que quase ocupava toda a sala. E Adalgisa sentia-se deveras pequena, pequenina. Desta vez, fizera uma grande asneira! Dissera uma tal mentira que nunca ninguém vira nada assim, ou antes, ninguém havia jamais imaginado coisa igual!
A avó e a amiga pareciam feitas de pedra. Imobilizadas no sofá, sentadas, olhavam, de boca aberta, para aquela "coisa".
A enorme mentira começou a mover-se pela sala. Babando-se e sujando tudo, mexia e partia cada coisa que ficava ao seu alcance. Depois, aproximou-se de Adalgisa, com ar ameaçador: o soalho tremia, a avó e a amiga também.
Adalgisa não sabia o que havia de fazer.
Ela abraçou com muita força o seu macaquinho de pelúcia, o Tricky, em busca de protecção. A mentira inclinou-se sobre ela. Algumas gotas de baba malcheirosa caíram no tapete. A sombra fixou Adalgisa nos olhos, rindo horrendamente, e, depois, agarrou Tricky, pronta a desfazê-lo em mil bocadinhos...
— NÃÃOOOOOO!!! — gritou Adalgisa — Não direi mais mentiras, prometo! — e agora era mesmo uma promessa de verdade.
Imediatamente sentiu-se um estrondo medonho e a sala encheu-se de fumo e um cheiro nauseabundo. Da enorme mentira só restavam algumas gotas de baba nojenta sobre o tapete.
Logo a seguir, por entre milhares de estranhos grunhidos, todas as outras mentiras começaram a correr doidamente, até que, contorcendo-se, explodiram com um POF igual àquele que se ouvia quando apareciam.
— Avó, diz-se que as mentiras têm as pernas curtas, mas viste como estas mentiras corriam a bom correr?
Avó e neta abraçaram-se, rindo, muito felizes.
Rosy Gadda Conti
A mentira tem perna curta
Maia, Edições Nova Gaia, 2003
Texto adaptado
Dia Mundial de Combate ao Bullying - 20 de outubro
Todos nós, infelizmente, já sofremos ou conhecemos um caso de bullying em algum ponto da nossa vida.
Não apenas hoje, mas todos os dias, é nosso dever ajudar no combate ao bullying.
Se vires alguém ser humilhado, maltratado ou intimidado, quer seja na escola ou fora dela, não fiques indiferente. Ajuda essa pessoa e denuncia o agressor.
Se estás, neste momento, a sofrer de bullying, não te sintas sozinho. Fala com os teus pais ou familiares ou procura o apoio dos teus professores e diz-lhes o que se passa.
in Escola Virtual
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quarta-feira, 14 de outubro de 2020
"Cada qual com a sua voz, mas todos irmãos"
"Cada qual com a sua voz, mas todos irmãos"
Nos pontos 2 a 8 da sua mais recente Encíclica, o Papa Francisco, partindo naturalmente das suas convicções cristãs, expressa a intenção de assumir este texto como uma "humilde contribuição" para a reflexão em torno das problemáticas diversas que (pre)ocupam as sociedades do século XXI.
Nesta obra, "Fratelli Tutti", Francisco recorda o encontro histórico entre S. Francisco de Assis (1181-1226) e o sultão Malik-al-Kamil (1177-1238) num contexto absolutamente atípico para o diálogo entre cristãos e muçulmanos. A época era mais propensa à guerra e à ignorância do que à sapientíssima cultura do encontro.
Numa época de cicatrizes profundas e feridas abertas, motivadas pelo ódio da intolerância e pela sede de poder, o "santo de Assis" tornou-se um arauto de paz e fraternidade, a partir da sua convicção profunda de que todos os seres humanos são fruto do ato criador e criativo de um Deus que é Amor, de que estes são merecedores dos mesmos direitos e deveres e, por isso, igualmente chamados à convivência fraterna.
Na senda desse sinal de surpreendente fidelidade de S. Francisco aos valores evangélicos, o Papa evoca o seu próprio encontro com o imã Ahmad Al-Tayyeb em 2017.
Com o surgimento da pandemia da COVID-19 ficou provada a falência das muitas seguranças que até então vigoravam: apesar da superconexão digital, o mundo foi e está a ser incapaz de agir em conjunto.
Não se trata, portanto, de fazer funcionar melhor o que já se fazia mas, segundo o autor, fazer renascer um anseio mundial de fraternidade.
"Como é importante sonhar juntos", declara Francisco para caracterizar a urgência de nos assumirmos "filhos" desta mesma terra. Irmãos que caminham juntos, "cada qual com a sua voz mas todos irmãos".
Mário Rocha . in Docentes de EMRC, Facebook
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sexta-feira, 9 de outubro de 2020
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