quinta-feira, 6 de junho de 2013

Visita de Estudo ao Parque Biológico da Serra da Lousã - 6ºs anos



Animal do mês:



Soluções:
A lontra é uma espécie semiaquática, tendo membranas interdigitais nas patas posteriores (barbatanas), permitindo a deslocação da mesma na água. A cauda serve de leme e a posição elevada das narinas e dos olhos à superfície da água permite a “camuflagem” para não ser vista tão facilmente.
A sua pelagem é espessa, brilhante e castanha-escura, excetuando a parte do ventre que é mais clara. A mesma é também responsável pela impermeabilização e pelo isolamento térmico.
Este animal como peixe e alimenta-se também de aves, micromamíferos e répteis. Esta espécie vive em margens de rios, podendo com a vegetação construir os seus abrigos. Em Portugal, existe em todo o território, nomeadamente zonas húmidas.
in Guião, Visita de Estudo, 6ºs anos

sábado, 1 de junho de 2013

"Já não há valores" - Opinião

Já não há valores! Aí está uma afirmação que se ouve constantemente, vinda de ex-presidentes da República, bispos, professores, padres, pais e mães, educadores. De quase toda a gente.
A afirmação, porém, não é verdadeira. Evidentemente, continua a haver valores. Não é possível viver sem valores. Não há sociedade sem valores. O que se passa é que mudou a escala de valores. A hierarquia dos valores, agora, é outra.
Abraham Maslow estabeleceu uma famosa pirâmide: a pirâmide das necessidades humanas. 
Segundo o psicólogo norte-americano, essas necessidades têm uma hierarquia ascendente, que vai, portanto, da base até aos níveis superiores. As necessidades básicas confundem-se com as necessidades fisiológicas, condição de sobrevivência: respirar, comer, beber, dormir, reproduzir-se. No segundo patamar, encontra-se a necessidade de segurança, que tem a ver com a integridade do corpo, da saúde, a salvaguarda dos bens e da propriedade. As necessidades de pertença estão no terceiro plano e referem-se à necessidade de identidade e de afecto; daí, a importância da amizade, do amor, da vida familiar e grupal. O quarto nível é ocupado pelas necessidades de estima, tanto no que se refere a si mesmo - auto-estima - como confiança nos outros: estimar-se a si e aos outros e ser estimado e respeitado pelos outros. No quinto nível, temos a realização pessoal, com tudo o que isso implica de criatividade, ética, vida interior, sentido e transcendência.
Evidentemente, esta escala é discutida e discutível, pois pode não ser tão universal como pode parecer, não tendo na devida conta a sua determinação histórica e cultural. No entanto, como escreveu Frédéric Lenoir, parece possível "considerar estes cinco tipos de necessidades como sendo todos, e com a mesma dignidade, condições do bem-estar, da felicidade, da realização de si".
A esta escala de necessidades corresponde uma escala de valores. É claro que as necessidades biológicas são as mais urgentes - sem a sua satisfação, não se sobrevive -, mas isso não significa que sejam as mais humanas, já que são partilhadas com os outros animais.
Valor vem de valere - vale, valete era a saudação romana: passa bem!, passai bem! -, que significa ser forte, ter saúde, passar bem, estar de saúde. E está em conexão com perguntas como: quanto custa isto?, quanto vale?, qual o seu preço? No contexto desta conexão, percebe-se que rapidamente venha à ideia a ligação ao dinheiro.
E não é o dinheiro um valor? A questão é saber se é o valor primeiro - é o mais urgente, pois dele depende a salvaguarda da vida -, mas é o mais humano, aquele que determina verdadeiramente a nossa realização humana?
Jesus disse que havia incompatibilidade entre Deus e o Dinheiro: "não podeis servir a dois senhores, a Deus e ao Dinheiro; ou a um ou a outro." É evidente que Jesus não condena o dinheiro enquanto tal, isto é, enquanto meio. Ele próprio teve de servir-se dele, ganhando a sua vida através do trabalho. O que se passa é que a palavra utilizada no Evangelho para dizer este dinheiro é Mamôn, isto é, o Dinheiro divinizado e fim em si mesmo. De facto, não é possível servir o Deus da Vida, que quer a vida de todos, e o Dinheiro enquanto ídolo. Quem faz do dinheiro e da riqueza o objectivo essencial da sua vida de certeza que fará muitas vítimas pelo caminho e impedirá muitos de viver.
Continua a haver valores. Mas a sua hierarquia transtornou-se e o que é meio tornou-se fim. E aí está o culto do bezerro de ouro, o egoísmo feroz, a avareza, a ganância sem limites. Mas são o dinheiro e a riqueza a finalidade última da vida? Os gregos apresentaram sabiamente a famosa lenda do rei Midas: tudo o que tocasse transformar-se-ia em ouro. Ora, quem ele tocou primeiro foi a filha. Depois, quando levava algo à boca para comer, também se transformava em ouro. E viu a sua desgraça trágica.
Precisamos é de repor uma escala decente de valores. Comecemos pela justiça, em ligação com a verdade e a igualdade; junte-se-lhe a liberdade, coroada pelo amor. Afinal, há gente riquíssima que é infeliz e quem viva feliz na sobriedade.
por ANSELMO BORGES, in DN, dia 1/6/13. Imagens da internet.

Evolução dos seres vivos - breve história (filme)


in youtube

Feliz Dia da Criança


quarta-feira, 22 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

Ecologia, na "Audácia"

Interessas-te pelos temas de Ecologia? 

A Audácia fez uma revista toda ela dedicada à causa ambiental. 


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Nossa Senhora de Fátima

Estas sandálias, Mãe,
eu mesmo as teci de pétalas de flores
para os teus pés cansados
de buscar os pecadores...

O manto novo eu o pedi à aurora
- guarda reflexos dos primeiros raios do sol
que os teus olhos puríssimos
não se cansavam de contemplar...
(Com ele poderás envolver
os filhos que voltando chegarem,
como sempre chegam, mortos de cansaço,
de abandono e de frio).

O mais, Senhora,
são lembranças singelas, singelíssimas:
um pouco de perfume das rosas da terra,
um pouco do gorjeio (quando passares)
das aves do exílio e na concha das mãos
um pouco de água da fonte para os teus lábios
que eu sei,
Mãe Santíssima,
continuam a ter sede...

(in “Nossa Senhora no Meu Caminho”, D. Helder Câmara, Ed. Paulus, 2005)

sábado, 11 de maio de 2013

Evento: 25 dias verdes, da Oikos


Uma atitude por dia não sabes o bem que nos fazia!
 Proteger o meio ambiente não pode ser apenas um tema de notícias, vago, preocupação de outros. Para bem de todos nós, o ambiente necessita de medidas urgentes e comprometidas de cada um, desde os mais jovens aos mais adultos.
Se achas que o assunto não te diz respeito, podes ficar por aqui. Mas se achas q todos nós – sim, tu inclusive! - temos que tomar uma atitude, então aceita este desafio!


Fazendo a contagem decrescente para o Dia Mundial do Ambiente, dia 5 de junho, a Oikos lança o Desafio dos 25 Dias Verdes. Durante estes dias, posta no Facebook  uma mensagem ou fotografia de atitudes verdes no teu dia-a-dia. Não precisa de ser todos os dias, mas sugestões não vale! Têm que ser coisas reais que já faças ou que te propuseste a fazer durante estes 25 dias. Porque boas ideias todos temos e com boas intenções não chegamos a lado nenhum! Precisamos de menos palavras e mais ações!
Vai publicando durante este tempo as tuas atitudes verdes. Temos a certeza que no final nos vamos surpreender com a quantidade de coisas simples que podemos fazer pelo ambiente… Que afinal está ao nosso alcance e é um assunto de todos nós!

Dia 5 de junho a Oikos fará um levantamento das diversas atitudes verdes publicadas. As tuas, claro! Podem ser mais comuns ou mais originais, de maior ou menor impacto, mais simples ou mais "chatas" (que requerem um bocadinho mais de paciência!).

Estamos curiosos para saber o que já fazes atualmente ou que te propuseste a fazer nalgum destes 25 dias verdes!
A contagem decrescente está a começar! De 12 de maio a 5 de junho publica as tuas atitudes verdes, no evento 25 Dias Verdes  e no teu mural, incentivando a que outros se juntem a este desafio!
Vá… Não custa nada! Vamos dar o exemplo? O ambiente agradece!
Tic-tac... Está a contar!

Maio - Mês de Maria

quinta-feira, 9 de maio de 2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013

I Have a dream

in wikipedia

sábado, 4 de maio de 2013

A mãe


A mãe é alguém apaixonado
Que se dá alegremente.
Nunca deixa de sorrir,
Mesmo que esteja doente!
A mãe é um coração aberto
Ao diálogo e à dor...
Consegue iluminar toda a casa
Com a sua ternura e amor!
Além de ter o dom da simpatia,
Ela consegue ser sonhadora...
E é uma amiga maravilhosa
Cheia de empatia acolhedora!
A mãe até mesmo "adivinha"
Quando estou alegre ou triste...
Minha mãe tem tanta força
Que, por mim, nunca desiste!
A mãe possui a magia
Da mais envolvente flor...
Ela é um grande tesouro!
Ela é mesmo um amor!
E este tesouro tão valioso
Tem uma característica tão nobre,
Que quem o tem é muito rico,

Mesmo que seja o mais pobre!


in Faceobok, Luis Filipe Dias

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Os jovens querem tudo... de preferência sem terem de trabalhar muito


Estudo americano concluiu que há um desfasamento entre aquilo que os jovens querem e aquilo que estão dispostos a dar em troca


Não se sabe como é o panorama em Portugal, onde quase 40% dos jovens não tem trabalho mesmo que o quisesse, mas um estudo norte-americano concluiu que os mais novos não estão preparados para se esforçarem de modo a conseguirem aquilo que querem.
O estudo da Universidade de San Diego examinou as prioridades e objetivos de 355.000 pessoas de 18 anos entre 1976 e 2007, e concluiu que entre as três gerações as pessoas se tinham tornado mais narcisistas, e que os jovens de hoje se achavam no direito a muito mais do que os seus pais tiveram, mas não estavam dispostos a batalhar por isso.
O estudo chamou ‘fantasy gap’ – uma espécie de desfasamento fantasioso – entre aquilo que eles querem e aquilo que estão dispostos a dar em troca.
Os estudantes de agora dão muito mais importância ao dinheiro, à estabilidade económica e à liderança do que os seus pais e avós, mas 39% declararam já que não estavam na disposição de trabalhar no duro para lá chegar.
Segundo o professor Jean Twenge, que liderou o estudo, a atual cultura da publicidade transformou completamente a forma de pensar dos mais novos: “Os anúncios raramente mostram o trabalho que é preciso fazer para se ter qualquer coisa. Além disso, quando a vida familiar e económica é instável, é compreensível que os jovens procurem conforto nos bens materiais e acreditem que isso é que traz a felicidade".

Ler mais: http://activa.sapo.pt/vida/sociedade/2013/05/02/os-jovens-querem-tudo...-de-preferencia-sem-terem-de-trabalhar-muito#ixzz2SB7LKZor

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