sexta-feira, 25 de novembro de 2011

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Expectativas para tornar fado Património da Humanidade “são muito boas”


O presidente da comissão científica da candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade, Rui Vieira Nery, disse nesta sexta-feira que as “expectativas são muito boas” e que o “feedback é muito encorajador”.


Rui Vieira Nery falava à Lusa no centro de convenções de Bali, em Nusa Dua, na Indonésia, onde está a decorrer o VI Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

“As expectativas são muito boas. À medida que a reunião prossegue e nós vamos estabelecendo contactos informais com as delegações dos países que vão votar, temos umfeedback muito encorajador”, afirmou Rui Vieira Nery.

Segundo o presidente da comissão científica, a candidatura tem recebido muitos elogios. “Os técnicos do próprio secretariado da UNESCO voltaram a dizer-nos que consideram que a nossa candidatura é exemplar e que deve ser recomendada para a análise a outros Estados-membros”, referiu.

Rui Vieira Nery disse também que este ano a competição é mais apertada, uma vez que os critérios foram reforçados e os peritos são mais exigentes, dado que havia o risco da convenção se alargar de tal maneira que “significasse nada”.

“Portanto, o facto de nós estarmos entre as 17 únicas recomendadas entre 63 que foram apresentadas e entre as sete que consideram exemplares é motivo de orgulho para todos nós e para o nosso país e estamos com bastante confiança no resultado final”, salientou.

Decisão no domingo

Os 24 delegados que integram o VI Comité Intergovernamental da UNESCO, presidido pelo embaixador da Indonésia junto daquela organização da ONU, Aman Wirakartakusumah, decidem no próximo domingo se inscrevem o fado como Património Imaterial da Humanidade.

Já o embaixador Fernando Andresen Guimarães, presidente cessante da comissão nacional da UNESCO, disse que há “excelentes expectativas”. “Estou convencido que o mais tardar durante a tarde de domingo será conhecida a decisão e temos excelentes expectativas. Mais que excelentes. Ficaria muito surpreendido que algo inesperado acontecesse”, afirmou aos jornalistas.

“Estou convencido pessoalmente, não sei se me estou a adiantar um bocado, que o fado será inscrito no domingo [como Património Imaterial da Humanidade], como estou convencido que em termos de imprensa mundial será o fado um dos que vai ser descrito”, acrescentou o embaixador português.

A candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade foi oficializada no final do mês de Janeiro, numa cerimónia realizada no Teatro São Luiz, em Lisboa. Desde então são vários os fadistas portugueses que têm apoiado e divulgado esta iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, que conta com o apoio da Presidência da República – a candidatura tem como embaixadores Mariza e Carlos do Carmo.

in 25.11.2011 - 08:58 Por Lusa, PÚBLICO

Marcha contra a violência doméstica

Retirar a ideologia de que a violência doméstica, a violação, o assédio ou o abuso sexual ainda podem ser culpa das vítimas é um dos vários argumentos que levará à rua vários defensores dos direitos humanos na próxima sexta-feira. O dia também foi escolhido para o lançamento de duas campanhas de publicidade em Portugal.

Desde 1999, por deliberação da ONU, assinala-se a 25 de Novembro o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. Com este tema em mente será realizada em Lisboa, pela primeira vez em Portugal, uma marcha apoiadas por várias associações, colectivos e partidos políticos.

A marcha reivindica urgência na sensibilização da sociedade para o fenómeno da violência de género e exige a adopção dos mecanismos necessários para combater as opressões de género que se articulam com opressões “económico-sociais, de etnia, identidade de género, nacionalidade, orientação sexual e outras” segundo comunicado emitido pela UMAR,Movimento SlutWalk Lisboa e ComuniDária.

Devido a não verem os direitos das mulheres respeitados, a organização da marcha espera, por parte da Justiça, “a reposição dos direitos humanos das mulheres” por oposição ao que tem “sistematicamente vindo a acontecer”: o reforço do poder dos agressores.

A organização da marcha sublinha que os “piropos na rua, os telefonemas indesejados, a culpabilização pela roupa que se usa, o julgamento moral das sexualidades, o insulto, são violências num contínuo para as quais existe permissividade geral” e que “compactuar com formas de violência subtis é permitir a escalada até à violência extrema.”

in http://dezanove.pt

Manual da vítima de violência doméstica






in
http://noticias.sapo.pt/especial/violencia_domestica/infografias/2011/02/22/manual_da_v_tima/index.html

Violência no namoro

Perfis da violência doméstica




Dia Internacional para a Eliminação da Violência sobre as Mulheres


Um dia por todas as mulheres do mundo: 25 de Novembro!!!

Em 1999, as Nações Unidas (ONU) designaram oficialmente 25 de Novembro como Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher. Antes desta indicação da ONU, o dia 25 de Novembro já era vivido pelo movimento internacional de mulheres. A data está relacionada com a homenagem a Tereza, Mirabal-Patrícia e Minerva, presas, torturadas e assassinadas em 1960, a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.
Violência plural
A mulher sofre diversas formas de violência. Quando pertence às classes menos favorecidas, sofre a violência de classe. Quando não é branca, sofre a violência racial. Pode ser vítima de uma violência múltipla, por exemplo, quando é negra e pobre. No entanto, a mulher, independentemente da sua classe social, raça e idade, sofre também uma violência específica, de género, derivada da subalternização da população feminina. A organização social de género, atribui aos homens, prerrogativas que lhes permitem ditar normas de conduta para as mulheres, bem como julgar a aplicação correcta dessas normas.

Violência dentro de casa
A violência física é uma das expressões extremas das contradições de género, que revela a crueza e profundidade do problema. É no espaço doméstico que ela é mais frequente e apresenta variadas formas. Contrariando o senso comum, as pesquisas indicam que o lugar menos seguro para a mulher é a sua própria casa. Segundo dados mundiais, o risco de uma mulher ser agredida em casa, pelo marido, ex-marido ou actual companheiro, é nove vezes maior do que o de sofrer alguma violência na rua. Escondida pela cumplicidade da sociedade e pela impunidade, a violência contra a mulher ainda é um fenómeno pouco visível. Os casos que chegam às autoridades são apenas a ponta do iceberg. Os registos de ocorrência nas polícias revelam um número significativo de casos provenientes das classes alta e média alta, contrariando a tese, de que a violência contra a mulher, é apenas o resultado de uma cultura da pobreza ou da baixa escolaridade.


A violência é inimiga da saúde
A violência conjugal tem forte impacto sobre a saúde física e mental das mulheres. Os actos ou ameaças de violência, infundem medo e insegurança. As mulheres têm medo por causa do poder dos homens, em particular dos maridos, e este próprio medo, serve para justificar o poder.Entre as consequências psicológicas da violência, podemos destacar: terror que paralisa, agitação e ansiedade próximas do pânico, ameaça constante de ataque, impotência, incapacidade de actuar, desespero, sensação de abandono, desvalorização pessoal, indolência extrema, constante depressão.

A violência doméstica - nas suas manifestações física, sexual e psicológica - é um problema de saúde pública, relevante pela magnitude do número de vítimas, bem como pela enorme quantidade de recursos despendidos. As mulheres agredidas tendem a ser menos produtivas. Faltam mais, apresentam dificuldade de concentração e desenvolvem uma baixa auto-estima. Estão também mais propensas à depressão e ao «stress». O Banco Mundial estima que, em termos médios, um em cada cinco dias de absentismo do trabalho feminino, decorre da violência.

São necessárias políticas públicas
A partir da década de setenta, do século XX, como resultado da luta das mulheres contra a discriminação, a questão da violência doméstica, transferiu-se do espaço privado para o espaço público, passando a ser encarada como um problema social a combater. Em vários países, começaram a ser postas em prática políticas públicas, destinadas a enfrentar este flagelo social. Mas as respostas ao problema da violência doméstica, no tocante às políticas públicas, são ainda insuficientes. O combate à violência contra a mulher, exige acções integradas em diversos níveis, áreas e instâncias. Como problema público, exige políticas públicas, decididas e devidamente apoiadas.

Temos de eliminar a violência doméstica
A violência contra a mulher é um problema complexo, que não se resolverá de forma simplista. Encontrar soluções, representa um enorme desafio para o movimento feminista, para as mulheres em geral, e para todos os segmentos da sociedade. Tal como o problema do racismo, é um problema de todos e de nenhuma raça em particular, também, o problema da violência contra a mulher, é um problema de todos e não apenas das mulheres.A violência contra a mulher, é também, um problema de saúde pública. O reconhecimento deste facto, implica a qualificação e formação dos profissionais de saúde, para enfrentarem este problema. Na área educacional, é preciso lutar por uma educação não sexista. E preciso incentivar a elaboração de livros, de unidades didácticas, que explicitem as contradições de género e combatam as discriminações. Os docentes e outro pessoal, com trabalho nas escolas, devem ter qualificação e formação que lhes permita não terem comportamentos sexistas, e contrariarem, tais comportamentos nos alunos.É necessário desenvolver uma rede de casas abrigo. Oferecer qualificação e formação de recursos humanos, visando melhorar a qualidade do acolhimento. Finalmente, torna-se necessário travar uma luta, em todas as frentes, contra os preconceitos, estereótipos e tabus, que contribuem para difundir uma visão de subalternidade da mulher e, desse modo, legitimar a violência.As mulheres têm de continuar a trabalhar para conquistarem espaços de cidadania, fazendo valer os seus direitos e tendo uma maior participação política — nos cinco Poderes, movimentos sociais, sindicais, económicos, culturais, políticos – num decidido processo de ganho permanente de poder.

Fonte: Rede Feminista de Saúde e OCDE

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