terça-feira, 28 de abril de 2015

Campanha Laço azul

AEMOV com a Cáritas de Coimbra
 na luta contra os MAUS TRATOS INFANTIS

Junta-te a nós!

Leva um sorriso :)



Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios. 
M. Luther King

Dia do Sorriso

É tão fácil sorrir! Tudo fica mais agradável se nos nossos lábios houver um sorriso.Tudo fica mais fácil se houver nos lábios dos que convivem connosco um sorriso sincero.


Alguns de nós pensamos que só devemos sorrir para as pessoas com as quais simpatizamos. São tantas as que cruzam o nosso caminho diariamente... Algumas com o rosto carregado por levar no íntimo as amarguras da caminhada áspera.

Poderemos colaborar com um sorriso aberto, no mínimo, para que essa pessoa se detenha e perceba que alguém lhe sorri, já que o sorriso é um alento. O sorriso é uma arma poderosa, da qual nos podemos servir em todas as situações.

Se ao nos levantarmos pela manhã, cumprimentarmos os familiares com um largo sorriso, o nosso dia
certamente será melhor, mais alegre. Se ao entrarmos no autocarro saudarmos com um sorriso os que seguem connosco, ao invés de fecharmos o rosto e olharmos para cima ou para baixo, na tentativa de desviar os olhares, com certeza o nosso dia será mais feliz, uma vez que todos nos verão com simpatia e nos endereçarão energias salutares...

Um sorriso não custa nada e rende muito...
Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o dá.
Dura somente um instante, mas os seus efeitos perduram para sempre.
Ninguém é tão rico que dele não precise.
E ninguém é tão pobre que não o possa dar a todos.
Leva a felicidade a muita gente e a toda parte.
É o símbolo da amizade, da boa vontade. É alento para os desanimados; repouso para os cansados; raio de sol para os tristes; consolo para os desesperados.
Não se compra nem se empresta.
Nenhuma moeda do mundo pode pagar seu valor!

E não há ninguém que precise tanto de um sorriso, como aqueles que não sabem mais sorrir,
aqueles que perderam a esperança...os que vagueiam sem rumo...os que não acreditam mais que a felicidade é algo possível...


O sorriso é sempre bom para quem sorri e melhor ainda para quem o recebe, pois tem o poder de fazer mais amena a nossa caminhada.
Dessa forma, se não temos o hábito de levar a vida a sorrir, devemos começar a cultivá-lo e veremos que sem que mude a situação à nossa volta, nós, intimamente, nos sentiremos mais felizes.

Sabes que o semblante carregado, ou seja, a "cara amarrada", como se costuma dizer, traz ao corpo um desgaste maior que o promovido pelo sorriso? Isto quer dizer que, quando sorrimos, utilizamos menos músculos e fazemos menos esforços.
Assim sendo, até por uma questão de economia, é mais vantajoso sorrir!!!
Sorri sempre!!! 

domingo, 26 de abril de 2015

As férias em Portugal dos meninos de Chernobyl


Um mês em Portugal dá-lhes mais três anos de vida. A terra natal ainda está marcada pelo maior acidente nuclear da história.
Katerina nunca fala de Chernobyl, mas mora a cinquenta quilómetros da central, a distância mínima permitida desde o pior acidente nuclear da história, a 26 de abril de 1986. Ainda não era nascida quando um reator da central de Chernobyl teve problemas técnicos e libertou uma radiação duzentas vezes superior às bombas atómicas de Hiroshima e Nagasáqui.
Tem nove anos e aquilo que sabe é que as férias de um mês em Portugal - que acabam hoje - lhe deram muitas histórias para contar quando regressar à casa esconsa onde mora com a mãe e os cinco irmãos na Ucrânia. Katerina não sabe que um mês em contacto com o clima do nosso país (praia, sol, ar puro) lhe dá mais três anos de vida. Dados científicos apontam para que mais de 500 mil pessoas nas próximas gerações possam continuar a ser afetadas. "Quando chegou, tinha o cabelo tão fininho, que até se via o couro cabeludo. Agora até brilha" - conta orgulhosa a ‘mãe' portuguesa de Katerina, uma enfermeira reformada com experiência de sobra no Hospital da Estefânia, em Lisboa. Lucília Mendonça e o marido, cirurgião plástico, foram pela primeira vez no ano passado família de acolhimento neste projeto, que, através da Liberty Seguros, traz a Portugal um grupo de crianças oriundas de Kiev, onde as várias gerações ainda sofrem de complicações de saúde resultantes do desastre nuclear.
Gerações doentes
"O nosso administrador teve conhecimento de um projeto parecido em Espanha e quis trazê-lo para Portugal. A seleção destas crianças funciona com a colaboração de um organismo ucraniano do Estado. Eu digo quantas famílias de acolhimento tenho e que idades pretendem e eles fazem a triagem", explica Fernando Pinho, um dos dinamizadores do projeto. "São crianças que ainda não têm doenças, mas os pais já começam a ter problemas de tiroide, pele, coração, tensão arterial e ‘amanhã' é a vez deles. E a seguir a eles ainda vão ser muitas gerações afetadas pelas radiações."
Katerina já sabe dizer algumas palavras em português. ‘Piscina', ‘praia', ‘bananas', ‘fiambre' e ‘iogurtes' são as preferidas, mas o léxico é mais extenso. A primeira coisa que disse à mãe quando telefonou para casa foi que "o quarto tinha muita luz e a cama onde ia dormir era muito grande". Katerina não chegou sozinha à casa de Lucília e Manuel, entre Mafra e a Ericeira. Com ela veio Aliona, da mesma idade, também estreante nesta iniciativa ‘Verão Azul'. As duas crianças não se conheciam, mas depois de cinco semanas juntas une-as uma cumplicidade evidente. Quando chegaram, não sabiam ver as horas, mexer num telemóvel, o que eram guardanapos, pôr o cinto de segurança e nunca tinham nadado. Agora têm relógio, tratam o telemóvel por tu e são peixes na piscina da casa da família de acolhimento.
"No início, não gostavam de beijinhos nem de muito contacto físico, mas agora apertam-
-me tanto que até magoam", brinca Lucília, de 58 anos, que no início da estadia ficou espantada com a velocidade a que o frigorífico ficava vazio. "No primeiro dia, comeram vinte iogurtes, porque lá não costumam comer, são muito caros. Também adoram tudo o que seja fruta - comem quatro bananas a seguir às refeições, por exemplo - e nada lhes faz mal. Percebe-se mesmo que o organismo está em carência e absorve tudo." Onde moram, as famílias destas crianças podem produzir as suas próprias culturas, mas não conseguem vender. "Vão às feiras, mas ninguém compra nada porque o solo está contaminado 
das radiações."
Pele sensível
‘Lucy, anda', ‘Lucy, vê ' chamam em coro Kati e Ali, que abriram os olhos de espanto no Oceanário de Lisboa e engordaram quatro e cinco quilos, respetivamente. A primeira é filha de uma professora de inglês, que ganha um parco salário e pertence a um agregado "paupérrimo". Do pai não há notícias, mas a mãe juntou-se com outro companheiro. Aliona é filha única, também foi abandonada pelo pai, mas tem com a mãe, escriturária num centro de saúde, uma "relação muito próxima". "Ao ser família de acolhimento destas crianças, ganha-se muito mais do que se dá. Elas compensam tudo: a alegria, os sorrisos, ver a evolução delas, os quilos e a saúde que ganham, é maravilhoso", sublinha Lucília.
Arlindo e Helena Gomes, 57 e 55 anos, acolheram Kharchenko Bogdan (mais conhecido por ‘Bog', para facilitar) com a mesma vontade de dar e receber. Há quatro anos que a criança de 12 anos passa férias com a família de Braga. "Já não imaginamos passar julho e agosto sem ele. Durante o ano, comunicamos com ele através do Skype. ‘Bog' tem "várias complicações de saúde" resultantes da proximidade de Chernobyl. "Qualquer coisa, fica todo negro, a pele é extremamente sensível. Há dois anos, quando chegou, vinha cheio de feridas de uma queda de bicicleta que tinha dado dois meses antes e cá em três dias passaram-lhe. A mãe também já me disse que desde que ele vem para cá está menos vezes doente durante o ano", conta Arlindo, funcionário da Liberty. A mulher é doméstica e gosta tanto de crianças, que volta não volta a casa está cheia delas.
O casal, com dois filhos, fica embevecido a ver ‘Bog' comer. "Não come, devora. Come sempre a duplicar e nós deixamos porque sabemos que é o único mês no ano em que tem acesso a comida desta forma." Outra perdição da criança é Coca-Cola. "Fomos ver um jogo do Braga no camarote, e ele conseguiu sozinho esgotar o stock [da bebida]. Adora jogar Playstation e ver televisão. No outro dia, entrámos numa loja [uma conhecida marca de roupa desportiva] que estava em saldos. Peguei num blusão e perguntei-lhe se ele queria. Ele disse: ‘Muito dinheiro', mas eu insisti. O miúdo quase chorou". Como ‘Bog' gosta de bola, Arlindo levou-o certa vez a um jogo de apresentação do FC Porto. "Tivemos de nos vir embora a meio porque ele só gritava pelo Benfica. Agora também é louco pelo Braga." De tal forma, que quando o clube português foi jogar a Kiev, "ele ligou-me a chorar porque o pai não o deixava vestir o equipamento do Braga, que lhe tínhamos dado". No ano passado, Arlindo reuniu coragem para se deslocar à terra natal de ‘Bog'. A Liberty Seguros oferece viagens às famílias de acolhimento para que possam ver "com os próprios olhos" de onde vêm aqueles que acolhem. "Temos cá animais que vivem em melhores condições. A casa do ‘Bog' nem era das piores, mas a de um dos miúdos que está com o Edmundo era uma espécie de armazém. Dormiam todos no chão, não havia mobiliário, andavam quilómetros a pé para ir para a escola debaixo de temperaturas de -25 graus, com neve até ao pescoço." Edmundo Pereira, de Guimarães, confirma a história de Arlindo. Quando viu a casa de Valentim, decidiu logo que no verão o ia receber na sua casa - juntamente com Igor, que nos últimos três anos acolheu. Valentim é irmão de Katerina, que está na casa de Lucília Mendonça. Enquanto Igor "parece um soldadinho, o Valentim é mais doce e musical". Enquanto o primeiro é mais reservado, o segundo é mais dado. Igor é o mais frágil. "Tem umas grandes olheiras, um cabelo muito fraco, uma pele muito sensível.
No ano passado ao dar um mergulho na piscina no dia antes da partida aleijou-se no nariz. Este ano quando veio, ainda tinha a ferida. Em meia dúzia de dias, desapareceu sem deixar rasto".
"São mais dois membros da família. Tenho os meus dois filhos portugueses, os dois filhos ucranianos e os três gatos, é uma animação este mês de verão", diz Edmundo, de 44 anos, já antecipando a despedida complicada. Para Arlindo, o momento também é duro. "O meu filho já disse que não vai ao aeroporto, não consegue. Eu depois de fazer o check in, saio à francesa e fica a minha mulher, já não tenho idade para assistir a essas coisas. No ano passado, ele agarrou-se a nós, não nos largava o pescoço, custa muito deixá-los ir." Edmundo e Arlindo (e respetivas famílias) juntaram neste ano as três crianças ucranianas e foram com elas para o Algarve durante uma semana. "Fomos para um hotel com tudo incluído, e nos primeiros dias eles entravam pelo restaurante adentro a toda a hora, aquilo era o fim do mundo", diz Edmundo.
Ania já conhece Hernâni e Maria João Leitão há cinco anos. Era uma menina, hoje parece uma mulher, apesar dos 14 anos. No ano passado, conseguiu criar uma conta de Facebook e através da rede social comunica durante o ano com a família de acolhimento. "É um orgulho vê-la crescer, de verão para verão. Não me sai da cabeça o dia em que viu o mar pela primeira vez. Só dizia: ‘Grande, grande, grande.'" A família portuguesa mora em Peniche com o oceano à porta. A família ucraniana perdeu o pai há muitos anos, e a mãe vive com um "parco ordenado de professora na escola da aldeia". Ania já fala um português quase correto. "Gosto de vir para aqui porque eles gostam muito de mim." Se razões faltassem, esta é mais do que suficiente para voltar todos os anos.

18-08-2013 in cmtv.sapo.pt

sábado, 25 de abril de 2015

Fernão Capelo Gaivota e a liberdade



O filme Fernão Capelo Gaivota marcou uma geração e transformou o livro de Richard Bach num best-seller que vendeu 40 milhões de cópias e viajou por 70 países do mundo.



Com excelente trilha sonora de Neil Diamond e magnífica fotografia, o filme é uma parábola.

Fernão Capelo Gaivota é uma ave que não se contenta em voar apenas para comer, ou em lutar para sobreviver. Fernão tem prazer em voar e esforça-se em aprender tudo sobre o voo. Por ser diferente do bando, é expulso...

"... Fernão, é que tu és um pássaro num milhão. A maior parte de nós percorre um longo caminho.

Fomos de um mundo para o outro que era quase igual ao primeiro,sem nos preocuparmos com o destino, vivendo o momento.


Fazes alguma ideia de quantas vidas teremos de viver antes de compreendermos que há coisas mais importantes do que comer, lutar, ou disputar o poder no Bando?


Mil vidas, Fernão, dez mil vidas! E, depois, mais cem vidas até começarmos a aprender que a perfeição existe,e outras cem para constatar que o nosso objectivo na vida é conseguir a perfeição e pô-la em prática.


As mesmas regras aplicam-se agora a nós: escolhemos o nosso mundo através do que aprendemos no mundo de Fernão.

Se não aprendermos nada,então o próximo mundo será igual a este com as mesmas limitações e obstáculos a vencer."...


"O que fizeste foi modificar abruptamente o teu nível de consciência, que, a propósito,até é bem mais evoluído que o que deixaste. Podes permanecer aqui e aprender neste nível,ou voltar...".


Proposta de atividade:

Faz uma analogia entre o homem e a gaivota, no sentido de mostrar as dificuldades de superação dos limites, do encontro com a liberdade verdadeira e a espiritualidade, pautada no amor e na compreensão do outro.

História do 25 de abril de 1974

Na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, Lisboa assistiu a um movimento militar inusual.
Homens e veículos avançam, através da noite, pela capital do império e vão ocupando, sem resistência visível, vários alvos estratégicos, com o objectivo de derrubar o regime vigente.

História do 25 de Abril de 1974

Os militares golpistas, auto denominados Movimento das Forças Armadas – MFA – são comandados, secretamente, a partir do Quartel da Pontinha, em Lisboa, por Otelo Saraiva de Carvalho, um dos principais impulsionadores da ação.
A par das movimentações em Lisboa no 25 de Abril de 1974, também no Porto os militares tomam posições. São ocupados o Quartel-General da Região Militar do Porto, o Aeroporto de Pedras Rubras e as instalações da RTP na cidade invicta.
Aos homens da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandados por Salgueiro Maia, coube o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço e dos ministérios ali instalados. A coluna de blindados vindos da cidade ribatejana chega a Lisboa ainda o dia não tinha despontado, ocupa posições frente ao Tejo e controla, sem problemas, aquela importante zona da capital.
Mais tarde Salgueiro Maia desloca parte das suas tropas para o Quartel do Carmo onde está o chefe do governo, Marcelo Caetano, que acaba por se render no final do dia com apenas uma exigência: entregar as responsabilidades de governação ao General António Spínola, oficial que não pertencia ao MFA, para que “o poder não caía nas ruas”. O Presidente do Conselho, que anos antes tinha sucedido a Salazar no poder, é transportado para a Madeira e daí enviado para o exílio no Brasil.
Ao longo do dia 25 de Abril de 1974, os revoltosos foram tomando outros objetivos militares e civis e, pese embora tenham existido algumas situações tensas entre as forças fiéis ao regime e as tropas que desencadearam o golpe, a verdade é que não houve notícia de qualquer confronto armado nas ruas de Lisboa.
O único derramamento de sangue teve lugar à porta das instalações da PIDE (Polícia de Investigação e Defesa do Estado) onde um grupo de cidadãos se manifestava contra os abusos daquela organização e alguns dos agentes que se encontravam no interior abriram fogo, atingindo mortalmente quatro populares. Podemos concluir que o 25 de Abril de 1974 foi um golpe relativamente pacifico.
Por detrás dos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 estão mais de 40 anos de um regime autoritário, que governava em ditadura e fazia uso de todos os meios ao seu alcance para reprimir as tentativas de transição para um estado de direito democrático.
A censura, a PIDE e a Legião e a Mocidade Portuguesas são alguns exemplos do que os cidadãos tinham de enfrentar no seu dia-a-dia. Por outro lado, a pobreza, a fome e a falta de oportunidades para um futuro melhor, frutos do isolamento a que o país estava votado há décadas, provocaram um fluxo de emigração que agravava, cada vez mais, as fracas condições da economia nacional.
Mas a gota de água que terá despoletado a ação revolucionária dos militares que, durante tantos anos tinham apoiado e ajudado a manter o regime, foi a guerra colonial em África. Com três frentes abertas em outros tantos países, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, os militares portugueses, passada mais de uma década, começavam a olhar para o conflito como uma causa perdida.
Internacionalmente o país era pressionado para acabar com a guerra e permitir a auto-determinação das populações das colónias. A falta de armas nas forças portuguesas era proporcional ao aumento de meios dos movimentos independentistas. Os soldados portugueses morriam às centenas a milhares de quilómetros de casa.
Todos estes fatores contribuíram para um descontentamento crescente entre as forças armadas, sobretudo entre os oficiais de patentes inferiores, o que levou à organização e concretização de um golpe militar contra o regime do Estado Novo.
25 de Abril de 1974 ficará, para sempre, na história como o dia em que Portugal deu os seus primeiros passos em direção à democracia. O 25 de Abril de 1974 ficou para sempre marcado na Histoŕia de Portugal.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Um minuto com Francisco - Capítulo 2 "Quem merece a misericórdia de Deus?"


Um novo capítulo da série animada sobre o Papa Francisco, que fala sobre a infinita misericórdia de Deus.

Um minuto com Francisco - Capítulo 1 "A família nunca vai dormir zangada"

Este é o primeiro episódio da série animada sobre o Papa Francisco.

Este capítulo fala sobre a família e da importância de saber viver na reconciliação.

sábado, 18 de abril de 2015

Razões pelas quais a meditação deve ser praticada nas escolas

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Se todas as crianças de oito anos aprenderem meditação, nós eliminaremos a violência do mundo dentro de uma geração". — Dalai Lama


Imagine que a meditação se torne uma prática regular na vida escolar das crianças. Basta pensar o quão diferente o mundo seria se cada criança for capaz de conectar ao oceano de consciência que permeia tudo, o desejo de fazer mal ao outros iria ser significativamente menor, pois a meditação nos permite descobrir através da experiência, quem realmente somos.
O problema na sociedade hoje é que estamos constantemente correndo de nós mesmos, e consequentemente, da verdade. Estamos tão ocupados com a correria do dia a dia que nunca tomamos tempo para descobrir quem somos no âmago de nosso ser. A maioria de nós aprendemos a ser algo que não somos, a nos ajustar para se conformar e obedecer às normas sociais. Aprendemos a colocar uma máscara e sermos escravos de nosso próprio ego. E nos tornamos tão bons nisso que somente a ideia de tirar essa máscara já causa um desconforto desagradável. Então traímos a nós mesmos e deixamos nosso ego comandar, ficamos insensíveis ao mundo e todos os seres que nele vivem. Vendemos a nossa alma por uma ilusão de quem somos, e no fundo, uma parte nossa sabe que algo está muito errado.
E se desde cedo, parássemos de correr de nós mesmos? E se aprendermos a olhar pra dentro desde a tenra idade?
Se as escolas ensinarem a meditação, as crianças podem descobrir suas verdadeiras paixões, seus interesses e potencial criativo. Elas não seriam tão incomodadas, inseguras e aprenderiam a viver para o momento presente.
A meditação ajuda a compreender a vida, através dela, as crianças não seriam tão propensas ao estresse, preocupações e doenças. Elas também poderiam desenvolver laços mais fortes com todos os seres e teriam menos necessidade de competir com seus semelhantes.
 
Muitos estudos clínicos têm demonstrado que a meditação desenvolve a capacidade do cérebro, e com isso, melhora o foco e a concentração. Além de fortalecer o sistema imunológico, protegendo o organismo contra doenças.

Como já foi mostrado aqui, estudos desenvolvidos pela Universidade da Califórnia revelaram que a prática da meditação aumenta o número de dobras no córtex cerebral e, com isso, melhora o processamento de informações e emoções. Os resultados foram publicados na revista Frontiers in Human Neuroscience.
Presume-se que quanto maior o número de dobras, melhor a capacidade do cérebro de processar informações, tomar decisões e formar memórias, além de aumentar o autocontrole. O córtex é a camada externa do cérebro e tem papel fundamental na memória, atenção, pensamento e consciência.
Uma outra pesquisa realizada pelo Instituto de Medicina e Prevenção Natural da Universidade de Maharishi, observou 201 pessoas com doença arterial coronariana (DAC) que se dividiram em um dois grupos: um programa de meditação transcendental e um programa de educação para a saúde. Depois de cinco anos de observação, o grupo que praticou meditação mostrou uma redução de risco de 48% de sofrer um acidente vascular cerebral.
O Departamento de Psiquiatria da Universidade Emory também chegou à uma conclusão semelhante em um estudo sobre o impacto da meditação no cérebro. Pesquisadores compararam a massa cinzenta no cérebro de praticantes Zen e não praticantes durante um longo período de tempo. Embora a massa cinzenta diminua normalmente com a idade, no caso dos praticantes Zen não houve nenhuma redução.
Felizmente a meditação nas escolas já é uma realidade e está acontecendo inclusive aqui no Brasil. Há um ano, as notas dos alunos do Centro de Apoio O Visconde, no Real Parque (zona oeste de São Paulo) melhoraram por causa da introdução de yoga e meditação.
Antes das aulas de português e matemática, 134 alunos fazem um conjunto de exercícios físicos e de respiração e praticam 20 minutos de meditação (fecham os olhos e mentalizam palavras ou sons).
A Sociedade Internacional de Meditação é a favor da incorporação da prática na rotina das escolas.
Basta imaginar o quanto futuras gerações podem ganhar com esta prática regular, os benefícios são extraordinários. É realmente importante implementar a meditação nas escolas, se vamos aprender a viver pacificamente uns com os outros, precisamos primeiro descobrir que a paz se encontra dentro de nós.
 
(Texto de Will Stanton | Traduzido e adaptado por Despertar Coletivo | Via: The Mind Unleashed)  Daqui

quinta-feira, 16 de abril de 2015

5 Crianças. 5 Religiões. 5 Minutos.

Este vídeo de Katina Mercadante mostra em apenas 5 minutos o quotidiano de 5 crianças com 5 religiões diferentes.

 Um filme para meditar sobre a tolerância e as crenças, até porque provavelmente teria uma fé diferente se tivesse nascido noutro sítio do mundo...

in Educris

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Anne Frank morreu há 70 anos. Citá-la é recordá-la

No dia em que se assinala 70 anos após o desaparecimento de Anne Frank, muitas pessoas foram para as redes sociais ler passagens de um diário que relatou não só história de uma vida, mas de uma nação.
Mais do que um nome, mais do que um livro. Não se sabe ao certo quando é que Anne Frank morreu, mas escolheu-se o 14 de abril para celebrar o 70º aniversário do seu desaparecimento, um dia antes da libertação do campo Bergen-Belsen onde a jovem escritora, então com 15 anos, viria a falecer. 

Annelies Marie Frank é uma das figuras mais conhecidas entre os cerca de 6 milhões de judeus que perderam a vida para o Holocausto.

Em vez do habitual minuto de silêncio, comummente associado à perda de figuras de impacto social, as comemorações adotaram outro formato. “Porque a voz dela não podia ser silenciada, decidimos que um minuto de silêncio não seria apropriado”, explicou Gillian Walnes, cofundador e vice-presidente da Anne Frank Trust UK, ao Guardian. “Anne Frank não podia ser silenciada. A sua voz ressoou entre gerações nos 70 anos desde que ela morreu, ela inspirou as pessoas…”, continuou Walnes.
A campanha entretanto criada pela respetiva instituição, batizada #NotSilent, propõe que as pessoas passem um minuto a ler uma passagem de O Diário de Anne Frank. O convite estende-se à publicação de um vídeo desse momento nas redes sociais com a devida hashtag. Os resultados são facilmente visíveis no Twitter, onde se encontram vídeos de diferentes intervenientes e em diferentes línguas.

Recordemos a história: Anne Frank refugiou-se num anexo do número 263 no Canal de Prinsengracht, em Amesterdão. Durante cerca de dois anos encontrou uma paz relativa num abrigo que a separava da perseguição judaica montada pelos nazis. Aí viveu até ser arrastada para um campo de concentração. Para trás ficaram as histórias que escreveu, escondidas no seu esconderijo.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Viajar sem sair de casa...


O vídeo é composto de milhares de fotos transformadas em vídeo, com o objetivo de “inspirar a apreciação por essas obras-primas realizadas pela mão do homem”.

The Lie We Live ou “A mentira em que vivemos” - reflexão


The Lie We Live (ou “A mentira em que vivemos”, em tradução livre) é um curto documentário criado e escrito por Spencer Cathcart.
No vídeo, o autor convida-nos a refletir sobre liberdade, sistema de ensino, dinheiro, capitalismo, meio ambiente, mudança climática, alimentação etc. Parece muita coisa? Vamos ver e refletir!

“Muitas das pessoas mais felizes são aquelas que possuem pouco… será que estamos realmente muito felizes com os nossos iPhones, as nossas grandes casas, os nossos carros de luxo?”

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Dia Mundial do Beijo

      O Dia do Beijo celebra-se anualmente a 13 de abril, e Portugal não é exceção.
      Esta data visa comemorar o ato do beijo e mostrar os benefícios da sua prática. 
     O beijo é um ato comum em várias sociedades, seja como forma de cumprimentar ou saudar alguém ou como mostra de amor e carinho por outra pessoa.

Benefícios do Beijo

Beijar faz bem à saúde, tanto a nível emocional como físico.
  • Beijar emagrece - queimamos calorias enquanto beijamos. 
  • Beijar alivia o stress - o ato é um ótimo aliado da tranquilidade e do relaxamento. 
  • Beijar promove o bem estar.

Significado dos Beijos

Os apaixonados trocam beijos na boca, os amigos beijam na face, seja com um, dois ou até três beijos! Para mostrar respeito e admiração por alguém podemos beijar a mão. Curiosamente, as crianças recebem muitas vezes beijos na testa, em forma de bênção.

Beijos Famosos

  • O "Beijo" de Gustav Klimt
  • O "Beijo" de Rodin
  • O beijo de Judas
  • O beijo de "E Tudo o Vento Levou"
  • O beijo da "Bela Adormecida"
  • O beijo de "A Dama e o Vagabundo"
  • O beijo de "Titanic"                                                                                       Daqui

O beijo à volta do mundo

Argentina: Os sul-americanos são, no geral, mais descontraídos e íntimos mesmo com desconhecidos. Quando amigos ou família se encontram, é normal dar um beijo rápido na bochecha direita, muita vezes com abraço. Ao conhecer uma pessoas nova é normal dar dois beijos, principalmente entre mulheres. Os homens também abraçam e beijam os amigos no rosto.

Brasil: Os brasileiros são conhecidos pelo calor latino. Homens e mulheres ou mulheres entre si beijam-se quando se encontram. O número de beijos depende da região do país. Em Brasília, por exemplo, dois beijos é a norma. Mais para sul, em São Paulo, apenas um beijo é mais frequente. Mas, no geral, abraços, beijos e palmadas nas costas são sempre aceites.

Gronelândia: O kunik foi criado pelos esquimós e é aquilo a que os acidentais chamam de 'beijo à esquimó'. Esta forma de expressar afeto é comum entre membros da família e implica pressionar o nariz e lábio superior contra a bochecha ou testa, respirando de forma a sugar a pele. O cumprimento foi criado desta forma por esta zona do rosto ser a única parte visível quando está muito frio.

Índia: Todos as formas de contacto físico na Índia têm protocolos antigos. Entre vénias, apertos de mão e abraços, o beijo não tem lugar. Apenas as crianças podem ser beijadas em público.

China: Os asiáticos são, por norma, mais contidos nas expressões de afeto físicas. Por isso na China não é comum ver pessoas a beijar-se. Mesmo os amigos na maior parte das vezes só se cumprimentam com um olá ou um abraço.

Filipinas: Aqui só se beija o rosto de família ou amigos próximos. Também há o “beso-beso”, que é como dar dois beijos na bochecha mas no ar, sem realmente os rostos se tocarem.

Reino Unido: Como sabemos, os ingleses são conhecidos por alguma formalidade. Assim, um beijo no rosto fica reservado apenas para amigos. Quando conhece alguém novo o melhor é estender a mão.

Roménia: Na Roménia os abraços e beijos no rosto são frequentes entre homens e mulheres e mulheres e mulheres. Apenas os homens mais jovens e muito próximos costumam beijar-se no rosto ou então em dia de celebração. Os homens mais velhos beijam a mão das senhoras e, para mostrar respeito, geralmente dizem 'sarut mana' (beijar a sua mão).

Alemanha: Os alemães não são realmente beijoqueiros. Mesmo entre amigos, o abraço é mais comum. Quando há muita intimidade, geralmente dá-se apenas um beijo no lado esquerdo do rosto.

Holanda: O normal é cumprimentar as pessoas que conhece com três beijos, começando com o lado direito do rosto. Quando há muita familiaridade, pode passar a dar-se só para um beijo.

França: Dependendo da região de França em que se encontra, pode dar um beijo, dois três ou até cinco. Isto acontece em alguma zonas do norte do país. 

sábado, 4 de abril de 2015

Uma Santa e Feliz Páscoa!

Clicar no link abaixo e depois no cesto de ovos:

sexta-feira, 3 de abril de 2015

10 curiosidades sobre a crucifixão


1. A   morte   por   crucificação   foi inventada pelos persas entre 539 e 533 a.C..  Os romanos, porém, popularizaram-na. Era utilizada para punir escravos rebeldes, criminosos violentos e subversivos políticos.
2. As pessoas crucificadas não eram enterradas. Os seus corpos eram deixados para serem consumidos pelos urubus. Jesus Cristo foi uma exceção. O seu sepultamento ocorreu graças à influência de José de Arimateia, um rico judeu simpatizante que negociou com Pilatos, o governador.
3. Em 70 a.C., Spartacus e outros seis mil rebeldes foram crucificados juntos pelo governo romano. Outro caso de crucificação em massa ocorreu durante a guerra da Judeia, em 66 d.C. Para conter o avanço de uma rebelião no local, o governador romano da Judeia, Floro, mandou para a cruz 3600 pessoas. Depois da vitória, Roma seguiu enviando 500 judeus por dia para a crucificação. Só interrompeu a carnificina depois que a madeira acabou.
4. Morrer na cruz pode demorar até três dias. Normalmente, o condenado era torturado antes. O Evangelho diz que Jesus levou 6 horas para expirar. Ele foi crucificado às 9h e morreu às 15h.
5. Segundo a Bíblia, Jesus suou sangue quando foi crucificado. Esse fenómeno, chamado hematidrose, é raro, mas pode acontecer em situações de extrema fraqueza física aliada a um grave abatimento moral (como, por exemplo, o medo exagerado).
6. O percurso que Jesus fez com parte da cruz (de cerca de 50 kg) às costas tinha aproximadamente 600 metros.
7. São Pedro também foi crucificado. Porém, ele pediu que fosse pendurado de cabeça para baixo na cruz, pois não se considerava digno de morrer da mesma forma que Jesus Cristo foi morto.
8. A prática foi extinta em 313 d.C., após a libertação da crucificação do Cristianismo por Constantino.
9. A cruz tornou-se símbolo cristão na Idade Média.
10. O método da crucificação ainda é usado em alguns países. No Sudão, cerca de 90 pessoas são crucificadas todos os anos.
in Revista Audácia  

quinta-feira, 2 de abril de 2015

O lava-pés




Na liturgia católica, o termo lava-pés designa o gesto que se pratica na Quinta-Feira Santa em que o sacerdote, assistido por dois ministros, lava o pé direito de 12 homens, clérigos ou seculares, à imitação e em celebração do que fez Jesus aos seus discípulos, na Última Ceia.
Muito além da liturgia católica, o lava pés foi o evento que marcou a insistência do Senhor Jesus num dos assuntos mais importantes do seu ministério: o papel dos cristãos e da igreja; o serviço; a humildade; o colocar-se abaixo do próximo...
in Wikipédia

Quinta-feira Santa: início do Tríduo Pascal

O mundo cristão assinala hoje, Quinta-feira Santa, o início do chamado Tríduo Pascal, um período em que a Igreja celebra a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
São três momentos que a Igreja torna presentes na força do Espírito Santo, celebrando assim, de maneira solene, a Páscoa do Senhor.



As celebrações começam com a missa da Ceia do Senhor, durante a qual se unem três grandes acontecimentos queJesus, na Última Ceia, realizou: a instituição da Eucaristia, o Ministério Sacerdotal e o Mandamento novo do Amor. Inclui a celebração da Paixão com a adoração da Cruz na Sexta-Feira Santa, o silêncio de Sábado na sepultura do Senhor, a Missa da Vigília Pascal com os ritos baptismais, e encerra com a Missa e Segundas Vésperas do Domingo da Ressurreição.



Em síntese, a expressão Tríduo Pascal «contempla aquilo que Jesus Cristo viveu nestes dias», explica o padre Luís Manuel Pereira da Silva, pároco da Sé de Lisboa, Portugal. «São três elementos e verdades da nossa fé», acrescenta.

RONNY MARINOTO, in Revista Além Mar

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