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quarta-feira, 26 de julho de 2023

Dia dos Avós: 26 de julho

Ser Avô e Avó


Ser avô e avó é como fazer uma colcha de retalho sim, como muitos dizem, é juntar pedaço por pedaço de cada quadradinho, de cada retângulo, de tamanhos diferentes, de cores diferentes mas sempre cores vivas, alegres, cheias de vida e transformando aqueles pequenos retalhos num ato de amor, mesmo que cada um tenha estilo próprio.

Ana Maria Pantaneira

terça-feira, 9 de novembro de 2021

Campanha Nacional Contra a Violência no Namoro, Quem te ama, não te agride!



Não esqueças,
QUEM TE AMA NÃO TE AGRIDE!


Tu podes:
- Prevenir a vitimização de jovens e a violência com base nas desigualdades de género;
- Combater a violência no namoro que afeta os elementos mais permeáveis da nossa sociedade;
- Sensibilizar jovens para as questões da igualdade de género;
- Eliminar estereótipos de género promovendo uma cultura de não-violência e cidadania participativa.

terça-feira, 8 de junho de 2021

Dia do Ambiente - 1ºCiclo

 1º ano da EB Prado




1ºA - EB nº2

terça-feira, 4 de maio de 2021

De mãos dadas com o mundo

1) Observa as imagens sobre Diversidade e União e as suas legendas.
Meninos de várias cores à volta do mundo, unidos pelo respeito e pelas suas diferenças. Meninos unidos por um terço.


Os anéis olímpicos simbolizam os continentes unidos pelos desportos. 
Os cinco aros entrelaçados numa bandeira de fundo branco foram idealizados em 1914. Na verdade, todas as pessoas devem respeitar-se entre si.
Os anéis representam os continentes. As cores dos anéis olímpicos correspondem à cor que aparece com mais frequência nas bandeiras dos países pertencentes aos respetivos continentes:
Verde: Oceania    Amarelo: Ásia     Vermelho: América    Preto: África    Azul: Europa
No terço dos continentes, as cores representam: 
Vermelho: América   Verde: África    Amarelo: Ásia    Azul: Oceania    Branco: Europa
   
2) Constrói ou desenha um terço, um colar ou uma pulseira com cinco cores, representando as  pessoas dos cinco continentes.

3) Materiais possíveis: 
folha de papel, papel às cores, recortes de revistas, flores recortadas. pedrinhas pintadas,  grãos de arroz pintados, missangas, pompons,  cartão para fazer a base, lápis de cor, tesoura, cola.

Alguns exemplos da internet. Podes fazer em colar ou pulseira.
 

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Meninos de Todas as Cores


Era uma vez um menino branco, chamado Miguel, que vivia numa terra de meninos brancos e dizia:

É bom ser branco

porque é branco o açúcar, tão doce,
porque é branco o leite, tão saboroso,
porque é branca a neve, tão linda.

Mas um certo dia o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos são amarelos. Arranjou uma amiga, chamada Flor de Lótus, que como todos os meninos amarelos dizia:


É bom ser amarelo

porque é amarelo o Sol,
e amarelo o girassol
mais a areia amarela da praia.

O menino branco meteu-se num barco para continuar a sua viagem e parou numa terra onde todos os meninos são pretos. Fez-se amigo de um pequeno caçador chamado Lumumba que, como os outros meninos pretos, dizia:


É bom ser preto

como a noite,
preto como as azeitonas,
preto como as estradas que nos levam por toda a parte.

O menino branco entrou depois num avião que só parou numa terra onde todos os meninos são vermelhos. Escolheu para brincar aos índios um menino chamado Pena de Águia. E o menino vermelho dizia:


É bom ser vermelho

da cor das fogueiras,
da cor das cerejas
e da cor do sangue bem encarnado.

O menino branco foi correndo mundo até uma terra onde todos os meninos são castanhos. Aí fazia corridas de camelo com um menino chamado Ali-Bábá que dizia:


É bom ser castanho

como a terra do chão,
os troncos das árvores.
É tão bom ser castanho
como um chocolate.

Quando o menino voltou à sua terra de meninos brancos, dizia:


É bom ser branco como o açúcar,

amarelo como o sol,
preto como as estradas,
vermelho como as fogueiras,
castanho da cor do chocolate.

Enquanto, na escola, os meninos brancos pintavam em folhas brancas desenhos de meninos brancos, ele fazia grandes rodas com meninos sorridentes de todas as cores.



Luísa Ducla Soares, Meninos de todas as cores, Lisboa: Nova Gaia, 2010 (excerto)

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Dia do Animal

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram diálogo marcante









O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento.
Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades. Há oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al-Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.
No dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras, mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.
As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.
A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

«A parábola do rato», um conto para contar a quem acha que os problemas dos outros não lhe dizem respeito

Quando alguém te contar um problema, seu ou de outros, pensa duas vezes andes de concluir que isso não te afeta ou não tem nada a ver contigo. Tudo está conectado. O individual tem repercussões sociais globais.

A parábola do rato
Um rato, olhando por um buraco na parede, viu o fazendeiro e a sua esposa a abrir um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Mas ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda e advertiu a todos:
– Tem uma ratoeira na casa, tem uma ratoeira na casa!
A galinha, que andava ciscando de um lado para outro, levantou a cabeça e cacarejou:
– Desculpe, Sr. Rato, eu sei que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada. Ratoeiras não são para as galinhas, por isso não corro nenhum perigo por causa da ratoeira.
O rato foi até ao porco:
– Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
– Desculpe, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces – concluiu irónico.
O rato dirigiu-se então à vaca. Mas ela nem ligou para um animalzinho tão pequeno:
– Você acha que eu estou em perigo por causa de uma ratoeirazinha?
E mugiu despreocupada.
Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar sozinho a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite, ouviu-se na casa o barulho característico da ratoeira quando apanha a sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha acontecido. No escuro, ela não viu que a ratoeira prendera a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo a gente sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou na faca e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.
Como a mulher continuava mal, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou por morrer. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro, então, matou a vaca para alimentar todo aquela gente.

Fábula de Esopo
Ficha de trabalho para interiorizar a fábula
Assinala a resposta correta entre as quatro apresentadas.

1 – A fábula que tem como objetivo produzir a reflexão sobre alguns sentimentos e valores que os seres humanos devem preservar. Dentre outros, podemos destacar:
A) a solidariedade
B) a verdade
C) a honestidade
D) a beleza

2 – O rato ficou aterrorizado ao ver a ratoeira porque:
A) a ratoeira estava desarmada.
B) sentiu-se ameaçado.
C) a mulher do fazendeiro corria perigo
D) era muito medroso

3 – Ao sair a correr para avisar os outros animais da existência de uma ratoeira na fazenda, o rato pretendia:
A) Receber a ajuda dos amigos para se desfazer da perigosa armadilha
B) espalhar um boato
C) divertir-se com a reação dos amigos
D) assustar os companheiros

4 – Podemos classificar a reação da galinha, do porco e da vaca como uma atitude:
A) amigável
B) preconceituosa
C) justa
D) egoísta

5 – O rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro porque além da preocupação inicial:
A) suspeitava que talvez houvesse cobras na fazenda
B) sabia que estava condenado à morte
C) estava muito decepcionado com a atitude dos companheiros
D) tinha medo da mulher do fazendeiro

6 – Assinala V ou F: “A moral da história ensina que…
A) numa comunidade deve existir amizade, solidariedade e união entre as pessoas.”
B) o problema do outro não nos diz respeito.”
C) ignorar um pedido de ajuda pode nos ser fatal.”
D) as pessoas não dependem umas das outras.”
E) o amor ao próximo deve manifestar-se em atitudes práticas.”
F) a vida pode nos punir pela nossa indiferença às necessidades do próximo.”
G) cada um deve pensar apenas em si mesmo.”
H) o bem estar dos membros de uma comunidade deve ser um objetivo comum.”

7 – Responde por palavras tuas:
a) Quando ouvirmos alguém dizer que está diante de um problema, qual deve ser a nossa atitude?

b) Para ti, de que maneira podemos demonstrar o amor ao próximo?

Soluções: 1-a; 2-b; 3-a; 4-d; 5-b; 6-a:V; 6-b:F; 6-c:V; 6-d:F; 6-e:V; 6-f:V; 6-g:F; 6-h:V.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Trabalhos do 1º Ciclo sobre o Dia Int. em memória das vítimas do Holocausto

E.B.1 do Corgo
 E.B. 1 Parada de Cunhos
E.B.1 do Bairro - 2ºB
E.B.1 Bairro - 3ºB
 O uso da estrela de David
 E.B. 1 Timpeira - 1º e 2º anos
 E.B. 1 Timpeira - 3º e 4º anos
EB1 Prado - 3º e 4º anos

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