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sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Dizeres do "Pão por Deus"

Ao pedir o "Pão por Deus", cantam-se as seguintes cantilenas, enquanto se anda de porta em porta:

"Pão por Deus,
Fiel de Deus,
Bolinho no saco,
Andai com Deus."


Ou então:

"Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Qu'estão mortos, enterrados

À porta daquela cruz
Truz! Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favor de s'alevantar
P´ra vir dar um tostãozinho.

"Quando os donos da casa dão alguma coisa:
"Esta casa cheira a broa

Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho.


"Quando os donos da casa não dão nada:
"Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto."
(tradição)


segunda-feira, 30 de outubro de 2023

quarta-feira, 7 de junho de 2023

10 de Junho, dia de Portugal



1) Sabias que Luís de Camões morreu neste dia, em 1580?

É a razão de este ser o Dia de Portugal, chamado oficialmente Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.


Este poeta foi uma das pessoas que mais elogiou as aventuras heróicas dos nossos antepassados! Ele próprio era um grande aventureiro! Clica aqui e descobre mais sobre as aventuras de Luís de Camões!

2) Sabias que, há bastantes anos, o 10 de Junho era chamado o «Dia da Raça»?


«Raça» lusitana, ou seja, todos os que são portugueses, tanto os que estão em Portugal como os que vivem por todo o mundo!

Nessa época, falava-se muito de heroísmo e orgulho na nação. Na justa medida, são elementos importantes para manter uma cultura e um sentimento patriótico.

Mas repara: patriotismo não se deve confundir com nacionalismo. Neste último, os sentimentos positivos de pertença a um país (patriotismo) tornam-se negativos e o acha-se que o próprio país é «superior» a todos os outros... Isso pode ser mau...

3) Sabias que a nossa língua é a 7ª mais falada do mundo? E olha que existem milhares de línguas e dialectos!


Mas não é só Camões que representa o nosso país.


Existem outros símbolos nacionais que nos representam e que também têm história:

- a moeda nacional (até à chegada do euro);

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Dia de todos os Santos

Trabalhos dos Alunos

                                Lordelo 1° ano
1° e  3° anos - Corgo

Lordelo 3ºano

EB1 Prado

EB1 Timpeira

sábado, 30 de outubro de 2021

Halloween vs. Todos os Santos

In Facebook.

1 de novembro: festa religiosa em que se pedem os "bolinhos"


A festa do dia de Todos os Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não.
A Igreja Católica celebra este dia Santo a 1 de Novembro, seguido do dia dos fiéis defuntos a 2 de Novembro.



O dia de Todos os Santos foi instituído com o objetivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano.
Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma.
Posteriormente, tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.

O dia de Todos os Santos para todos os que nasceram fora de grandes cidades, leva-nos à memória, as crianças com uma "sacola" de pano, em grupos, indo de casa em casa nas aldeias, pedindo às pessoas, e elas a darem o que querem ou podem, como por exemplo: dinheiro, maçãs, romãs, castanhas, rebuçados, nozes, bolos, chocolates etc.

Antigamente todas as crianças dos meios rurais iam pedir os "santinhos". Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e quando chegavam as crianças eles entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam alguma coisa.
Hoje já só se pedem os "santinhos" ou os "bolinhos" para não se perder a tradição. É costume neste dia, nos meios rurais as pessoas confecionarem broas de milho e outros bolos caseiros para comerem e darem.


in O Emigrante / Mundo Português

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

1 de Dezembro: RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA

Depois da morte do Rei D. Manuel, O Venturoso, sucedeu-lhe o seu neto D. Sebastião, com apenas três anos. Durante este tempo de menoridade do pequeno rei, o governo foi entregue à sua mãe D. Catarina e, mais tarde, ao tio-avô cardeal D. Henrique. D. Sebastião com apenas 14 anos, em 1568, assumiu, o nosso governo. Era, porém, um rei ambicioso desejoso de viver momentos heróicos.
Com um poderoso exército de 17 000 homens, tentou conquistar o Norte de África.
Em 1578, o pequeno Rei morreu na batalha de Alcácer Quibir e com ele 7000 homens do seu poderoso exército. O seu corpo nunca foi encontrado.
D. Sebastião morreu sem sucessores. Sucedeu-lhe o seu tio-avô cardeal D. Henrique, mas, já com muita idade, morreu em 1580, também sem sucessores.
Ao trono, apresentaram-se alguns dos netos de D. Manuel: D. Filipe, II rei de Espanha, D. António Prior do Crato e Dª. Catarina, Duquesa de Bragança eram, pois, os principais sucessores.
Depois de muitas batalhas, foi aclamado em 1581 nas cortes de Tomar D. Filipe II, Rei de Portugal.
Fez várias promessas: Manter a língua, os costumes e a moeda dos portugueses; Entregar aos portugueses os cargos todos os cargos de governo de Portugal; Guardar as riquezas de Portugal. D. Filipe II até pode ter cumprido as promessas, mas os seus sucessores (Filipe III, Filipe IV) não as cumpriram.
Portugal era obrigado a combater nas batalhas que não eram suas, contra os países europeus mais ricos (Inglaterra, França e Holanda), enquanto estes se ocupavam dos nossos territórios ultramarinos.
Os reis espanhóis passavam cada vez mais pesados impostos.
Os portugueses estavam a ficar fartos disto, por isso começaram a aparecer motins populares por todo o país.
Então, na manhã de 1 de Dezembro de 1640, um grupo de portugueses entrou no Paço da Ribeira, derrotaram a vice-rainha a duquesa de Mântua e mataram o escrivão e traidor do reino Miguel de Vasconcelos.
Aclamaram D. João VI, neto de Dª. Catarina, rei de Portugal.
E assim os portugueses conseguiram o que pretenderam durante 60 anos: ter um reino independente com um rei português!
Adaptado do Livro de História do 6ºano

segunda-feira, 23 de março de 2020

A caminho da Páscoa

O que representa cada imagem?

Sabes?!

Então, completa a legenda...












A - _____















B- _____















C - _____














D - _____














E - _____














F - _____












G - _____













H - _____





Caso tenhas dúvidas, aguarda pela resposta.

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Carnaval Cristão e seu significado

A festa carnavalesca surge a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que acabou por formar a palavra "carnaval".
Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. 

Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinónimo de Carnaval.

No período do Renascimento, as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao carácter de festa popular e desorganizada, juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato actual.

O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval".
Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro inspiraram-se no Carnaval francês para implantar as suas novas festas carnavalescas, sendo o Carnaval do Rio de Janeiro considerado o mais importante do mundo...
in Wikipédia

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

8 de Dezembro


A 8 de Dezembro, comemora-se mais um feriado; desta vez, religioso: o dia de Nossa Senhora da Conceição.

Talvez os mais novos não saibam, mas durante muitos anos, era neste dia que se comemorava o dia da Mãe.


E por que razão?


Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Reino.

"Nas cortes celebradas em Lisboa no ano de 1646 declarou el-rei D. João IV que tomava a Virgem Nossa Senhora da Conceição por padroeira do Reino de Portugal, prometendo-lhe em seu nome, e dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados de ouro. Ordenou o mesmo soberano que os estudantes na Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, jurassem defender a Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Não foi D. João IV o primeiro monarca português que colocou o reino sob a protecção da Virgem, apenas tornou permanente uma devoção, a que os nossos reis se acolheram algumas vezes em momentos críticos para a pátria.

D. João I punha nas portas da capital a inscrição louvando a Virgem, e erigia o convento da Batalha a Nossa Senhora, como o seu esforçado companheiro D. Nuno Alvares Pereira levantava a Santa Maria o convento do Carmo. Foi por provisão de 25 de Março do referido ano de 1646 que se mandou tomar por padroeira do reino Nossa Senhora da Conceição. Comemorando este facto cunharam-se umas medalhas de ouro de 22 quilates, com o peso de 12 oitavas, e outras semelhantes mas de prata, com o peso de uma onça, as quais foram depois admitidas por lei como moedas correntes, as de ouro por 12$000 réis e as de prata por 600 réis.(...).

O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo papa Pio IX, em 8 de Dezembro de 1854, pela Bula Ineffabilis.

A instituição da ordem militar de Nossa Senhora da Conceição por D. João VI sintetiza o culto que em Portugal sempre teve essa crença antes de ser dogma.

Em 8 de Dezembro de 1904, lançou-se em Lisboa solenemente a primeira pedra para um monumento comemorativo do cinquentenário da definição do dogma. Ao acto, a que assistiram as pessoas reais, patriarca e autoridades, estiveram também representadas muitas irmandades de Nossa Senhora da Conceição, de Lisboa e do país, sendo a mais antiga a da actual freguesia dos Anjos, que foi instituída em 1589. "

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um cravo de liberdade




Hoje vivemos em Democracia e Liberdade!!!



Votamos frequentemente em diversas situações, sentindo a importância do exercício deste direito tão importante na vida dos cidadãos e podemos manifestar as nossas opiniões, sem censura.


Mas, no nosso país, nem sempre foi assim...


Tempos tristes existiram, com guerra e tortura desumana!Foi a revolução do 25 de Abril de 1974, também denominada por Revolução dos Cravos, que decretou o fim da ditadura do chamado Estado Novo e da guerra colonial em África.


O povo português conquistou então a Liberdade e com o processo revolucionário que se seguiu, viu consagrados direitos fundamentais para uma vida digna e livre!
Devemos conhecer o passado para entendermos o presente e, desde já, construirmos o futuro que desejarmos!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

08/12 : Imaculada Conceição de Maria


No dia 8 de Dezembro, e sob a designação de Imaculada, os cristãos celebram o facto de Maria ter nascido sem o menor rasto de maldade ou egoísmo no coração.

Desde o início, Maria teve um coração "imaculado" e aberto a Deus.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

"Portugal Ressuscitado"


Depois da fome, da guerra, da prisão e da tortura,
vi abrir-se a minha terra como um cravo de ternura.
Vi nas ruas da cidade o coração do meu povo,


gaivota da liberdade
voando num Tejo novo.




Agora o povo unido

nunca mais será vencido

nunca mais será vencido


Vi nas bocas

vi nos olhos

nos braços

nas mãos acesas

cravos vermelhos aos molhos

rosas livres portuguesas.


Vi as portas da prisão

abertas de par em par

vi passar a procissão

do meu país a cantar.



Agora o povo unido

nunca mais será vencido

nunca mais será vencido


Nunca mais nos curvaremos

às armas da repressão

somos a força que temos

a pulsar no coração.


Enquanto nos mantivermos


todos juntos lado a lado

somos a glória de sermos

Portugal ressuscitado.



Agora o povo unido

nunca mais será vencido

nunca mais será vencido.


(Autor: José Carlos Ary dos Santos)
Caxias, 26 de Abril de 1974

domingo, 23 de março de 2008

Feliz Dia de Páscoa!!!



FELIZ DIA DE PÁSCOA!!!


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