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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Efeitos das Drogas - atividade em pares

EFEITOS DAS DROGAS

# Consulta o documento "Efeitos das drogas" acima e faz corresponder os tipos de droga (coluna I) a alguns dos seus efeitos (coluna II), colocando os números nos respetivos espaços:


in Manual e Caderno do Aluno Livres para Amar, EMRC,  8º ano, SNEC.

Soluções: a) 3, 5, 8; b) 4; c) 1; d) 2, 3, 5; e) 1, 5, 7, 8; f) 4, 5, 10; g) 5, 8; h) 6; i) 2; j) 7; k) 2, 5, 7; l) 4, 6, 10; m) 11; n) 1; o) 7; p) 8; q) 2; r) 7, 8; s) 10, 11.

Comportamentos aditivos e dependências

1- O que são dependências?
2- O que são drogas?
3- O que são comportamentos aditivos?
4- Como poderei ajudar alguém?

Este episódio aborda os comportamentos aditivos.

Sabias que, em 2018, a investigação Eu Kids Online questionou a população entre os 9 e 17 anos e verificaram que os consumos de internet aumentaram comparativamente a 2014.
70% sentem-se aborrecidos quando não estão a usar a net.
30% disseram que as horas passadas em frente ao ecrã são responsáveis por conflitos com a família e os amigos (6 % frequentemente).
48 % dizem passar menos tempo com os amigos/família e deixar de estudar por causa da internet (11% com muita frequência).

Não sejas impaciente e vê o vídeo até ao fim, porque temos algumas sugestões que poderão ser úteis no teu dia-a-dia; mas não te esqueças da importância de procurar ajuda sempre que não conseguires fazer o caminho sozinho.
A partir de agora temos mesmo de falar!



Vídeo realizado pelo 9.º ano E, da EB 2, 3 Paulo da Gama, Seixal

segunda-feira, 17 de março de 2025

Hospitais atendem cada vez mais jovens viciados em videojogos

Está a aumentar o número de jovens portugueses viciados em videojogos que apresentam problemas semelhantes à dependência de drogas.


O Serviço Nacional de Saúde (SNS) já tem unidades especializadas para estes casos.



Núcleo de Utilização Problemática de Internet (NUPI), integrado na ala psiquiátrica do Hospital de Santa Maria, em Lisboa,  foi criado, em 2014, para dar resposta a estes casos de jovens que procuram apoio médico para lidar com o vício dos videojogos.

O diário realça que há cada vez mais jovens a procurarem os hospitais por causa deste problema.
No NUPI, só ao longo de 2016, foram efectuadas 160 consultas de jovens que nem à casa de banho vão durante 20 horas, para não perderem a posição no jogo, ou que nem dormem...
A maior parte dos casos envolvem estudantes universitários do sexo masculino.
No setor privado, a clínica Villa Ramadas, em Alcobaça, tratou 20 jovens, nos últimos seis anos, com idade média a rondar os 17 anos, segundo realça o JN, frisando que apresentavam “sintomas relacionados com depressão e ansiedade”.
O responsável pela Vila Ramadas revela ao diário que estes viciados em videojogos “chegam à clínica com um grau de destruição da vida ao nível dos danos causados pelo consumo de uma substância” como a heroína ou o álcool.
O Instituto de Apoio ao Jogador (IAP) tem recebido, “ultimamente, mais pedidos devido aos videojogos”, sublinha no JN Pedro Hubert, que faz parte desta entidade.
“Os jogadores online a dinheiro, por causa das apostas, já são tantos quanto os jogadores de casino”, constata ainda Pedro Hubert.
ZAP // Daqui

segunda-feira, 6 de março de 2017

Álcool na adolescência causa danos cerebrais irreversíveis

É uma questão de senso comum: como o tabaco, é universalmente reconhecido que o consumo excessivo de álcool tem consequências negativas no nosso organismo. Mas um novo estudo científico recém-publicado na revista “Addiction” vai mais longe e conclui que os adolescentes que bebem demais tendem a ter menos massa cinzenta no cérebro, sendo essa estrutura responsável por funções como a memória, a tomada de decisões e o autocontrolo.
A investigação, elaborada por pesquisadores da universidade da Finlândia Oriental, na Finlândia, acompanhou 62 jovens durante dois anos — sendo que todos eles tinham participado num estudo sobre o bem-estar em que relatavam o seu consumo alcoólico durante a adolescência, dos 13 aos 18 anos. Os resultados demonstraram que 35 deles abusavam do consumo de álcool — bebiam pelo menos quatro vezes por semana, ou bebiam muito, com menor frequência. Tomografias Axiais Computadorizadas mostraram que os jovens que bebiam álcool em excesso tinham menores volumes de massa cinzenta.
“Mudanças na estrutura do cérebro pode ser um dos fatores que contribuem para os problemas sociais e mentais entre os indivíduos que usam substâncias”, afirmou Noora Heikkinen, investigadora principal do estudo. 
O neurologista José Barros, diretor clínico do Centro Hospitalar do Porto, entende que esta investigação está em linha com aquilo que já se sabe acerca do consumo excessivo de álcool. “As complicações neurológicas do alcoolismo são clássicas, muito prevalentes e variadas”, explica. 
“O consumo excessivo de álcool é um fator de risco para a deterioração do sistema nervoso central (cérebro, cerebelo, tronco cerebral, medula espinhal), do sistema nervoso periférico (raízes, plexos e nervos) e do músculo.” 
E chama a atenção para outras consequências nefastas do álcool, menos discutidas: “Pode existir uma relação direta de causa-efeito entre a toxicidade do álcool e as lesões neurológicas, mas também indireta. As bebidas alcoólicas são muito calóricas, levando os indivíduos à saciedade precoce, dispensando os alimentos sólidos, precipitando carências de proteínas, vitaminas e minerais. Por isso, costuma classificar-se o alcoolismo no capítulo das doenças tóxico-carenciais.”
Por todas as razões já conhecidas, e as que falta eventualmente conhecer, não é demais relembrar: experimentar e desbravar novos territórios, ser rebelde, fará sempre parte da adolescência, mas é preciso um esforço extra de consciencialização para prevenir eventuais danos, que podem ser irreversíveis. Daqui

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