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segunda-feira, 4 de maio de 2026

O poder destrutivo do boato - reflexão

 A história mais conhecida sobre o poder destrutivo dos boatos é uma parábola tradicional, frequentemente atribuída a contos de sabedoria popular, sobre as penas e o vento.

A Parábola das Penas 

1.     Um homem, conhecido por espalhar boatos e mentiras sobre os outros, procurou um sábio buscando conselho. O sábio, para lhe dar uma lição, pediu-lhe que fosse ao mercado, comprasse uma galinha, a depenasse pelo caminho e trouxesse as penas.

2.    O homem obedeceu. Depenou a galinha, espalhando as penas pelo caminho, e voltou com a ave depenada.

3.     O sábio então disse: "Agora, volte e recolha todas as penas que você espalhou".    O homem protestou: "Mas isso é impossível! O vento já as levou para longe; eu nunca conseguiria recolher todas".


4.    Moral: O sábio concluiu: "Assim são as palavras e os boatos. Uma vez espalhados, é impossível apagá-los ou recolhê-los totalmente. O dano causado à reputação de alguém é espalhado pelo vento, e a verdade raramente consegue apagar a mentira".

Por que razão esta história é importante?

Esta narrativa ilustra o caráter irreversível da difamação. O boato, semelhante às penas, é leve, espalha-se rápido e atinge muitas pessoas, tornando a reparação do dano algo inalcançável.

Negatividade: Estudos mostram que a maioria dos boatos são negativos e buscam destruir a imagem de alguém ou alertar para perigos.                                 Da internet.

Jogo(s) de influências:

 Manipulação
Publicidade e Propaganda
A publicidade foca-se no comércio e na venda, enquanto a propaganda foca-se na disseminação de ideias e ideologias.

Fake News

sábado, 25 de abril de 2026

25 de abril de 1974 - vídeos explicativos

Este episódio conta, muito sinteticamente, a história do 25 de abril, em Portugal. Explica o clima político, económico e social que se vivia durante o estado novo e como e por que é que se deu a revolução dos cravos. 
No 25 de Abril de 1974, um grupo de militares derrubou a ditadura em Portugal e devolveu a liberdade à população. Num minuto fica a saber como funcionava o Estado Novo e o que aconteceu no dia da revolução.

Histórias de abril - 25 de abril

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Comportamentos aditivos e dependências

1- O que são dependências?
2- O que são drogas?
3- O que são comportamentos aditivos?
4- Como poderei ajudar alguém?

Este episódio aborda os comportamentos aditivos.

Sabias que, em 2018, a investigação Eu Kids Online questionou a população entre os 9 e 17 anos e verificaram que os consumos de internet aumentaram comparativamente a 2014.
70% sentem-se aborrecidos quando não estão a usar a net.
30% disseram que as horas passadas em frente ao ecrã são responsáveis por conflitos com a família e os amigos (6 % frequentemente).
48 % dizem passar menos tempo com os amigos/família e deixar de estudar por causa da internet (11% com muita frequência).

Não sejas impaciente e vê o vídeo até ao fim, porque temos algumas sugestões que poderão ser úteis no teu dia-a-dia; mas não te esqueças da importância de procurar ajuda sempre que não conseguires fazer o caminho sozinho.
A partir de agora temos mesmo de falar!



Vídeo realizado pelo 9.º ano E, da EB 2, 3 Paulo da Gama, Seixal

Falsas liberdades


 1. Álcool, tabaco e outras drogas

2. Café / chá preto

3. Medicamentos

4. Telemóveis / Internet

5. Jogos

6. Violência 

7. Bullying

8. Ciberbullying

(...)


segunda-feira, 17 de março de 2025

Hospitais atendem cada vez mais jovens viciados em videojogos

Está a aumentar o número de jovens portugueses viciados em videojogos que apresentam problemas semelhantes à dependência de drogas.


O Serviço Nacional de Saúde (SNS) já tem unidades especializadas para estes casos.



Núcleo de Utilização Problemática de Internet (NUPI), integrado na ala psiquiátrica do Hospital de Santa Maria, em Lisboa,  foi criado, em 2014, para dar resposta a estes casos de jovens que procuram apoio médico para lidar com o vício dos videojogos.

O diário realça que há cada vez mais jovens a procurarem os hospitais por causa deste problema.
No NUPI, só ao longo de 2016, foram efectuadas 160 consultas de jovens que nem à casa de banho vão durante 20 horas, para não perderem a posição no jogo, ou que nem dormem...
A maior parte dos casos envolvem estudantes universitários do sexo masculino.
No setor privado, a clínica Villa Ramadas, em Alcobaça, tratou 20 jovens, nos últimos seis anos, com idade média a rondar os 17 anos, segundo realça o JN, frisando que apresentavam “sintomas relacionados com depressão e ansiedade”.
O responsável pela Vila Ramadas revela ao diário que estes viciados em videojogos “chegam à clínica com um grau de destruição da vida ao nível dos danos causados pelo consumo de uma substância” como a heroína ou o álcool.
O Instituto de Apoio ao Jogador (IAP) tem recebido, “ultimamente, mais pedidos devido aos videojogos”, sublinha no JN Pedro Hubert, que faz parte desta entidade.
“Os jogadores online a dinheiro, por causa das apostas, já são tantos quanto os jogadores de casino”, constata ainda Pedro Hubert.
ZAP // Daqui

quinta-feira, 23 de março de 2023

Escolhas - Sara Tavares

"Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p'ra viver
A minha vida mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã".


sábado, 23 de abril de 2022

História do 25 de abril de 1974

Na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, Lisboa assistiu a um movimento militar inusual.
Homens e veículos avançam, através da noite, pela capital do império e vão ocupando, sem resistência visível, vários alvos estratégicos, com o objectivo de derrubar o regime vigente.

História do 25 de Abril de 1974

Os militares golpistas, auto denominados Movimento das Forças Armadas – MFA – são comandados, secretamente, a partir do Quartel da Pontinha, em Lisboa, por Otelo Saraiva de Carvalho, um dos principais impulsionadores da ação.
A par das movimentações em Lisboa no 25 de Abril de 1974, também no Porto os militares tomam posições. São ocupados o Quartel-General da Região Militar do Porto, o Aeroporto de Pedras Rubras e as instalações da RTP na cidade invicta.
Aos homens da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandados por Salgueiro Maia, coube o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço e dos ministérios ali instalados. A coluna de blindados vindos da cidade ribatejana chega a Lisboa ainda o dia não tinha despontado, ocupa posições frente ao Tejo e controla, sem problemas, aquela importante zona da capital.
Mais tarde Salgueiro Maia desloca parte das suas tropas para o Quartel do Carmo onde está o chefe do governo, Marcelo Caetano, que acaba por se render no final do dia com apenas uma exigência: entregar as responsabilidades de governação ao General António Spínola, oficial que não pertencia ao MFA, para que “o poder não caía nas ruas”. O Presidente do Conselho, que anos antes tinha sucedido a Salazar no poder, é transportado para a Madeira e daí enviado para o exílio no Brasil.
Ao longo do dia 25 de Abril de 1974, os revoltosos foram tomando outros objetivos militares e civis e, pese embora tenham existido algumas situações tensas entre as forças fiéis ao regime e as tropas que desencadearam o golpe, a verdade é que não houve notícia de qualquer confronto armado nas ruas de Lisboa.
O único derramamento de sangue teve lugar à porta das instalações da PIDE (Polícia de Investigação e Defesa do Estado) onde um grupo de cidadãos se manifestava contra os abusos daquela organização e alguns dos agentes que se encontravam no interior abriram fogo, atingindo mortalmente quatro populares. Podemos concluir que o 25 de Abril de 1974 foi um golpe relativamente pacifico.
Por detrás dos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 estão mais de 40 anos de um regime autoritário, que governava em ditadura e fazia uso de todos os meios ao seu alcance para reprimir as tentativas de transição para um estado de direito democrático.
A censura, a PIDE e a Legião e a Mocidade Portuguesas são alguns exemplos do que os cidadãos tinham de enfrentar no seu dia-a-dia. Por outro lado, a pobreza, a fome e a falta de oportunidades para um futuro melhor, frutos do isolamento a que o país estava votado há décadas, provocaram um fluxo de emigração que agravava, cada vez mais, as fracas condições da economia nacional.
Mas a gota de água que terá despoletado a ação revolucionária dos militares que, durante tantos anos tinham apoiado e ajudado a manter o regime, foi a guerra colonial em África. Com três frentes abertas em outros tantos países, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, os militares portugueses, passada mais de uma década, começavam a olhar para o conflito como uma causa perdida.
Internacionalmente o país era pressionado para acabar com a guerra e permitir a auto-determinação das populações das colónias. A falta de armas nas forças portuguesas era proporcional ao aumento de meios dos movimentos independentistas. Os soldados portugueses morriam às centenas a milhares de quilómetros de casa.
Todos estes fatores contribuíram para um descontentamento crescente entre as forças armadas, sobretudo entre os oficiais de patentes inferiores, o que levou à organização e concretização de um golpe militar contra o regime do Estado Novo.
25 de Abril de 1974 ficará, para sempre, na história como o dia em que Portugal deu os seus primeiros passos em direção à democracia. O 25 de Abril de 1974 ficou para sempre marcado na Histoŕia de Portugal.

terça-feira, 8 de março de 2022

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Parabéns, Madiba!

Defensor da igualdade e da liberdade, o mais carismático líder sul-africano de sempre continua a inspirar milhares de pessoas em todo o mundo. Muitas recordam-no anualmente a 18 de julho.
Nelson Rolihlahla Mandela, o político sul-africano que se tornou na figura maior da luta anti-apartheid, morreu a 5 de dezembro de 2013 mas as frases sábias que deixou como legado continuam a fazer sentido num mundo que volta a ser marcado por ataques racistas, por acusações veladas e por manipulações sociais que nos fazem, muitas vezes, crer que somos mais livres do que na realidade somos. Estas são 15 das suas declarações públicas mais inspiradoras:
1. «É sempre impossível, até estar feito».
2. «A educação é a mais poderosa arma que temos para conseguir mudar o mundo».
3.  «É mais inteligente persuadir as pessoas a fazer coisas e depois levá-las a crer que foram elas que tiveram a ideia».
4. «Uma boa cabeça e um bom coração são sempre uma combinação formidável».
5. «Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo mas, sim, o triunfo sobre ele. Um homem corajoso não é o que não tem medo. É aquele que o consegue ultrapassar».
6. «É melhor liderar na sombra e colocar outros no lugar da frente, sobretudo quando se celebram vitórias e coisas boas. Só devemos assumir a liderança quando há perigo. Nessa altura, as pessoas conseguirão valorizá-la».
7. «Depois de subirmos a uma grande montanha, apenas descobrimos que há muitas mais para escalar».
8. «As pessoas reagem em consonância com o modo como lidamos com elas. Se as tratarmos com violência, elas responderão de um modo violento».
9. «Ser livre não é viver sem amarras. É viver de uma forma que respeita e que promove a liberdade dos outros».
10. «Se quiser fazer as pazes com um inimigo, terá de trabalhar com ele. Nessa altura, ele passará a ser um parceiro».
11. «Quando a globalização, como muitas vezes sucede, faz com que os ricos e poderosos apenas tenham novos meios de aumentar a sua riqueza e o seu poder, temos a responsabilidade de protestar em nome da liberdade universal».
12. «O dinheiro não cria o sucesso. A liberdade é que o fará».
13. «Mesmo que tenha uma doença terminal, não se deve sentar nem baixar os braços. Deve aproveitar a vida e desafiar o problema de saúde que tem».
14. «Não há nada como regressar a um lugar que se mantém inalterado para descobrir até que ponto é que nós mudámos».
15. «Nunca posso admitir que sou corajoso e que posso derrotar o resto do mundo».
Celebração anual
Anualmente, desde 2009, a 18 de julho, assinala-se o Dia Internacional Nelson Mandela - Pela liberdade, justiça e democracia. Uma comemoração internacional instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em novembro desse ano. O dia escolhido pretende recordar a data de nascimento do líder sul-africano. Em 2016, se ainda fosse vivo, Madiba, alcunha por que era muitas vezes tratado, faria 98 anos.
Texto: Luis Batista Gonçalves com Patrice Murdiano (pintura)    Daqui

terça-feira, 25 de abril de 2017

Quando um astronauta se lembra do 25 de Abril

Thomas Pesquet viaja a bordo da Estação Espacial Internacional a 28 mil quilómetros por hora, mas nem por isso se esqueceu de celebrar "a mensagem democrática" dada pela Revolução dos Cravos.
“Bem, não é todos os dias que se pode ver um país inteiro numa única fotografia, especialmente um país que tem tanto para oferecer como Portugal!”, escreveu Pesquet numa rede social de fotografia Flickr. A seguir, explica que habitualmente costuma captar fotografias mais aproximadas de Portugal (“que tem uma bela diversidade de paisagens”).  Mas “para celebrar a Revolução dos Cravos e a sua mensagem democrática, o que podia ser melhor senão uma vista geral?”Daqui

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Filme "A vida é Bela"


Na Itália dos anos 40, Guido Orefice muda-se para a cidade de Arezzo para aí abrir uma livraria. Fica maravilhado pela primeira mulher com que se cruza, uma professora chamada Dora, com a qual se vai encontrando das formas mais invulgares, primeiro casualmente, depois propositadamente.
O regime fascista vai interromper a harmonia que entretanto se instala na vida de Guido, judeu, que é levado com o filho para um campo de concentração.
Determinado a poupar o pequeno Giosué ao horror da situação, elabora uma complicada justificação, que vai adaptando à medida das necessidades, e que consiste sumariamente em convencê-lo que se trata tudo de uma brincadeira, e que os soldados Alemães estão apenas a fazer o papel de pessoas que gritam muito e são muito maus.
Este filme é sobre o Holocausto, a intolerância, o amor, o sacrifício, a luta pelo bem-estar da família e, principalmente, a busca da liberdade e da felicidade...

segunda-feira, 6 de março de 2017

Álcool na adolescência causa danos cerebrais irreversíveis

É uma questão de senso comum: como o tabaco, é universalmente reconhecido que o consumo excessivo de álcool tem consequências negativas no nosso organismo. Mas um novo estudo científico recém-publicado na revista “Addiction” vai mais longe e conclui que os adolescentes que bebem demais tendem a ter menos massa cinzenta no cérebro, sendo essa estrutura responsável por funções como a memória, a tomada de decisões e o autocontrolo.
A investigação, elaborada por pesquisadores da universidade da Finlândia Oriental, na Finlândia, acompanhou 62 jovens durante dois anos — sendo que todos eles tinham participado num estudo sobre o bem-estar em que relatavam o seu consumo alcoólico durante a adolescência, dos 13 aos 18 anos. Os resultados demonstraram que 35 deles abusavam do consumo de álcool — bebiam pelo menos quatro vezes por semana, ou bebiam muito, com menor frequência. Tomografias Axiais Computadorizadas mostraram que os jovens que bebiam álcool em excesso tinham menores volumes de massa cinzenta.
“Mudanças na estrutura do cérebro pode ser um dos fatores que contribuem para os problemas sociais e mentais entre os indivíduos que usam substâncias”, afirmou Noora Heikkinen, investigadora principal do estudo. 
O neurologista José Barros, diretor clínico do Centro Hospitalar do Porto, entende que esta investigação está em linha com aquilo que já se sabe acerca do consumo excessivo de álcool. “As complicações neurológicas do alcoolismo são clássicas, muito prevalentes e variadas”, explica. 
“O consumo excessivo de álcool é um fator de risco para a deterioração do sistema nervoso central (cérebro, cerebelo, tronco cerebral, medula espinhal), do sistema nervoso periférico (raízes, plexos e nervos) e do músculo.” 
E chama a atenção para outras consequências nefastas do álcool, menos discutidas: “Pode existir uma relação direta de causa-efeito entre a toxicidade do álcool e as lesões neurológicas, mas também indireta. As bebidas alcoólicas são muito calóricas, levando os indivíduos à saciedade precoce, dispensando os alimentos sólidos, precipitando carências de proteínas, vitaminas e minerais. Por isso, costuma classificar-se o alcoolismo no capítulo das doenças tóxico-carenciais.”
Por todas as razões já conhecidas, e as que falta eventualmente conhecer, não é demais relembrar: experimentar e desbravar novos territórios, ser rebelde, fará sempre parte da adolescência, mas é preciso um esforço extra de consciencialização para prevenir eventuais danos, que podem ser irreversíveis. Daqui

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O que é mais importante?

"Um professor de filosofia decidiu fazer um exercício com a sua turma. Entrou na sala de aula, com um grande saco preto de onde tirou um frasco vazio. De seguida, sentou-se, olhou para os alunos, fez silêncio e começou a encher o frasco com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes:
- O frasco está cheio? Todos foram unânimes na resposta, respondendo que sim. De seguida, o professor abriu uma caixa de clips e despejou-a dentro do frasco. Os clips preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe, ao que o professor voltou a perguntar: - O frasco continua cheio?
- O que acham agora? O frasco continua cheio?
Ao que todos os alunos responderam que sim. Posto isto, o professor agarrou numa caixa de areia e despejou-a para dentro do frasco. Obviamente que a areia preencheu os espaços vazios entre as bolas de golfe e os clips, ao que o professor voltou a perguntar: Todos os alunos rapidamente responderam que sim.
- Quero que percebam que este frasco simboliza a vida. As bolas de golfe simbolizam as coisas mais importantes que temos na vida, a família, os amigos, a saúde, a alegria e as coisas que nos apaixonam. Ou seja, são as coisas que mesmo que se perdêssemos tudo, a nossa vida ainda continuava cheia.
Em seguida, o professor abriu uma garrafa e adicionou água ao frasco até este ficar raso, preenchendo todos os espaços vazios entre as bolas de golfe, os clips e a areia. Os alunos começaram a sorrir e o professor disse: Olhou para o frasco, sorriu para os alunos e acrescentou: - Os clips são as outras coisas importantes que temos na vida, como a casa, o dinheiro, as viagens, entre muitas outras coisas. Já a areia é tudo o resto, ou seja, as pequenas coisas que temos na vida.
O professor sorriu e disse:
Num tom mais sério, o professor olhou para os alunos e disse: - Agora reparem, se primeiro colocarmos a areia no frasco, não haverá espaço para os clips, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se investirmos todo o nosso tempo e energia apenas nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para colocar as coisas que realmente importam. Devemos estabelecer as nossas prioridades e objetivos e o resto é só areia. Um dos alunos, curioso, levantou o braço e perguntou: - Então e o que representa a água?
- Ainda bem que fazes essa pergunta. A água foi só para vos mostrar que por mais ocupada que seja a nossa vida, há sempre lugar para beber um copo ou estar com aqueles que realmente importam para nós."
Autor desconhecido Daqui

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Escolhas...

Decisões de hoje refletem-se amanhã!
Ver vídeo: Aqui

sábado, 25 de abril de 2015

Fernão Capelo Gaivota e a liberdade



O filme Fernão Capelo Gaivota marcou uma geração e transformou o livro de Richard Bach num best-seller que vendeu 40 milhões de cópias e viajou por 70 países do mundo.



Com excelente trilha sonora de Neil Diamond e magnífica fotografia, o filme é uma parábola.

Fernão Capelo Gaivota é uma ave que não se contenta em voar apenas para comer, ou em lutar para sobreviver. Fernão tem prazer em voar e esforça-se em aprender tudo sobre o voo. Por ser diferente do bando, é expulso...

"... Fernão, é que tu és um pássaro num milhão. A maior parte de nós percorre um longo caminho.

Fomos de um mundo para o outro que era quase igual ao primeiro,sem nos preocuparmos com o destino, vivendo o momento.


Fazes alguma ideia de quantas vidas teremos de viver antes de compreendermos que há coisas mais importantes do que comer, lutar, ou disputar o poder no Bando?


Mil vidas, Fernão, dez mil vidas! E, depois, mais cem vidas até começarmos a aprender que a perfeição existe,e outras cem para constatar que o nosso objectivo na vida é conseguir a perfeição e pô-la em prática.


As mesmas regras aplicam-se agora a nós: escolhemos o nosso mundo através do que aprendemos no mundo de Fernão.

Se não aprendermos nada,então o próximo mundo será igual a este com as mesmas limitações e obstáculos a vencer."...


"O que fizeste foi modificar abruptamente o teu nível de consciência, que, a propósito,até é bem mais evoluído que o que deixaste. Podes permanecer aqui e aprender neste nível,ou voltar...".


Proposta de atividade:

Faz uma analogia entre o homem e a gaivota, no sentido de mostrar as dificuldades de superação dos limites, do encontro com a liberdade verdadeira e a espiritualidade, pautada no amor e na compreensão do outro.

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