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domingo, 31 de maio de 2026

Dia da Criança - "criança" em várias línguas

 


A palavra criança traduz-se de formas muito distintas pelo mundo fora. Eis as principais traduções em algumas línguas:
  • Português: criança
  • Inglês: Child (singular) / Children (plural) — pronúncia: tchaild / tchíldren
  • Inglês: Kid (informal)
  • Espanhol: Niño / Niña — pronúncia: nínhio / nínhia
  • Francês: Enfant — pronúncia: anfan
  • Italiano: Bambino / Bambina — pronúncia: bambíno / bambína
  • Alemão: Kind (singular) / Kinder (plural) — pronúncia: kint / kínda
  • Russo: Ребенок (Rebyonok) — pronúncia: rribyónok
  • Mandarim: 孩子 (Háizi) — pronúncia: rráidzi
  • Japonês: 子供 (Kodomo) — pronúncia: kodômo
  • Hindi: बच्चा (Baccha) — pronúncia: batchá
  • Árabe: طفل (Tifl) — pronúncia: tíful
  • Suahili (África): Mtoto — pronúncia: mtôto
  • Hebraico: ילד (Yeled) — pronúncia: yêled
  • Coreano: 아이 (Ai) — pronúncia: ái
  • Turco: Çocuk — pronúncia: tchoyúk
  • Vietnamita: Trẻ em — pronúncia: tché em

Dia da Criança - atividades e sugestão de cartaz(es)

1º ano - EB1 nº 3
3º ano - EB1 nº 3
3º / 4º anos - EB1 nº 6




Imagens do Pinterest

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Dia Universal dos Direitos da Criança – 20 de novembro

A 20 de novembro comemora-se um duplo aniversário que pretende alertar e sensibilizar para os direitos das crianças de todo o mundo: proclamação da Declaração dos Direitos da Criança(1959) e adoção da Convenção sobre os Direitos da Criança (1989), pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais relacionados com todos os direitos das crianças (civis, políticos, económicos, sociais e culturais): a não discriminação, o interesse superior da criança, a sobrevivência e desenvolvimento e a opinião da criança.
Para que 20 de novembro seja um dia divertido com uma mensagem séria, das crianças, pelas crianças, a UNICEF apela ao desenvolvimento de iniciativas que deem voz às crianças, em que estas reflitam sobre os seus direitos e expressem o seu apoio aos milhões de crianças que estão fora da escola, desprotegidas e desenraizadas.
Neste sentido, a UNICEF disponibiliza um Guia para Educadores e Professores com um conjunto de sugestões de atividades que podem ser realizadas com as crianças, bem como um Kit de Materiais Digitais para Parceiros.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Dia da Criança - atividades 1ºCiclo


Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples faz-me rir, o complicado aborrece-me.

Fernanda Mello

"Criança" em várias línguas


Child - inglês
Kind - alemão / holandês
Niño - espanhol
Enfant - francês
Bambino/a - italiano
Puer / Puella - latim
Criança - português
дитини/dytyny - ucraniano
Dijete - croata
Childrenkin - turco
Canhõ - romeno
vaikas - lituano
παιδί / paidí- grego
Papion - africano
Criante (طفلة ) - árabe
Chico - paraguaio
La ninha - argentino

terça-feira, 20 de novembro de 2018

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Filme Coco sobre o "Dia dos Mortos"


Coco (no BrasilViva – A Vida é Uma Festa) é um filme musical de animação computadorizada norte-americano de 2017
Baseado numa ideia original,  conta a história de um rapaz de 12 anos, chamado Miguel Rivera, que acidentalmente é transportado para o mundo dos mortos, onde procura pela ajuda de seu tetravô músico, para que ele o leve de volta para a sua família no mundo dos vivos.
O conceito do filme é baseado no feriado mexicano de Dia dos Mortos ou dia dos féis defuntos (2 de novembro). 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

12 maneiras de incentivar a autoestima infantil

A infância tem as suas próprias maneiras de ver, pensar e sentir, não há nada mais insensato do que pretender substituí-las pelas nossas.”
Jean-Jacques Rousseau 
Como incentivar a autoestima infantil
Nós somos tão obcecados com a obtenção do bem-estar na idade adulta que nos esquecemos da importância de cultivar a autoestima em nossas crianças.
É fundamental que os nossos filhos se tornem adultos equilibrados, uma vez que isto será o melhor que lhes poderemos transmitir. No entanto, se pararmos para pensar sobre o assunto, não será difícil perceber que os nossos defeitos são muito visíveis para eles.
Assim, as crianças percebem os nossos medos e as nossas inseguranças, e os adotam facilmente. Neste contexto, o facto é que devemos nos esforçar ao máximo para que isso aconteça em menor medida. Mas como fazer isto?
Primeiro, considerando que nós somos o melhor exemplo a seguir, por isso recomendamos o autocuidado. Em segundo lugar, com a nossa forma de agir e de os tratar, assim como através dos valores que lhes transmitimos.
Nós não queremos que as crianças sejam perfeitas, mas elas devem cultivar o orgulho; queremos que as crianças confiem em si mesmas e em seu próprio potencial. Aqui nós compartilhamos 12 maneiras de incentivar a autoestima infantil que não irão falhar.

1 – É importante dedicar um tempo exclusivamente a eles
Devemos considerar o que as crianças nos pedem e nos dizem. Além disso, se estamos caminhando com eles, não devemos ir olhando para os nossos celulares, pois a criança irá perceber os momentos em que nós deixamos de dar atenção a ela.

2 – Corrigir os erros, mas a partir do afeto
Sem gritos e pacientemente. A criança é uma esponja que vai absorver o bom e o ruim. Faça-a entender que vocês aprendem juntos, que o aprendizado é mútuo.

3- Promova a autonomia dando responsabilidades
Deixe-os tomar pequenas decisões sobre seus relacionamentos ou hábitos diários. Por exemplo, você pode cozinhar e preparar o almoço, mas eles podem ajudar a secar e a recolher os pratos, arrumar a mesa, escolher a roupa que elas desejam colocar…

4- Não faça comparações
Com os irmãos ou com os amigos. Não compare uma criança com ninguém, nem os adultos. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém; todos nós somos diferentes.

5- Não crie rótulos como “desajeitado”, “bobo”,”burro”
Isto não ajuda a desenvolver uma autoestima saudável. Quando uma criança faz algo errado, há muitas maneiras de dizer isso a ela: que não é certo bater em seus irmãos, que não se deve quebrar brinquedos ou eles param de funcionar…

6- Também não o faça com “esperto” “ótimo” ou “inteligente”
A criança não entende o que se passa quando você se refere a algo dessa forma. Neste caso,  deve expressar o quão bem ela fez a lição de casa, que ótimo que ela recolheu os brinquedos, que maravilha é vê-la desenhar e pintar. Ou seja, deve elogiar o comportamento, não a criança, e assim reforçar a autoestima infantil.

7- Estabeleça limites claros e coerentes com a idade e capacidade
Isto é, se você não guardar seus brinquedos, não irá ao parque; a criança vai querer negociar isso, mas não vale a pena tomar meias medidas. Se você colocar uma condição razoável, deve aplicá-la; caso contrário ela não será levada a sério. Seja firme.

8- Valorize o esforço, não os resultados
Não foque em excelência ou aprovação. É importante que a criança tenha sido constante e tenha se esforçado, reforce isto.

9- Não exagere nos elogios e seja objetivo
Isto é, diga-lhes o que elas fizeram de bom e fale sobre o que você gostou; deixe a criança saber o que lhe agrada. “Você guardou direitinho seus carrinhos e bichos de pelúcia” é substancialmente diferente de “Você arrumou bem”. É importante que comente com os outros, na frente da criança, as conquistas e esforços delas. Isto vai fazer com que elas se sintam úteis e importantes.

10- Valide as suas emoções 
Se a criança chora, é provável que ela tenha se machucado. Dê a isto a devida importância. Evite dizer: “Não foi nada! Já já passa!” Se alguma coisa faz ela se sentir mal, é importante que nós possamos dar a relevância adequada.

11- Não as superproteja, isso irá gerar insegurança e dependência
Não os guarde e vigie-os o tempo todo, porque assim você irá criar seus filhos dentro de uma bolha. As crianças não são feitas de cristal e precisam de uma dinâmica que irá gerar oportunidades para se desenvolverem de uma forma constante.

12- Reserve um momento para cada um dos seus filhos
Tente reservar um momento individual para cada um, pois o fato de ser importante e protagonista durante alguns minutos, ou algumas horas, é muito importante para os pequenos. Isso é a chave para mostrar a eles o quanto você se importa, e estes momentos podem gerar trocas inovadoras entre vocês ao longo do tempo, reforçando assim a a autoestima infantil.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

As crianças aprendem o que vivem

As crianças observam e copiam tudo o que os adultos fazem.
Temos de estar atentos ao tipo de modelo(s) que estamos a ser para os nossos filhos, sobrinhos, netos, crianças em geral...

É que as nossas atitudes refletem-se  diretamente no comportamento das crianças!





Se uma criança vive...



Eduardo Sá reinventa direitos da criança


1. AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A BRINCAR TODOS OS DIAS.
Na escola, entre as aulas e ao longo delas (sempre que o professor for capaz de pôr brincar a rimar com aprender). Em casa e ao ar livre – no quarto como num parque – sob o olhar, discreto, dos seus pais. Brincar só ao fim de semana não é brincar: é pôr uma agenda no lugar do coração. 

2. AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A EXIGIR O BRINCAR COMO O PRINCIPAL DE TODOS AS DEVERES.
As crianças têm o direito a defender a primazia do brincar sobre todas as tarefas. A fórmula: «primeiro, fazes os deveres e, depois, brincas», tão do agrado dos pais, é proibida! Só depois do brincar vem o trabalho.

3. AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A UNIR BRINCAR COM APRENDER.
Brincar é o “aparelho digestivo” do pensamento. Liga a imaginação com tudo o que se aprende. Quem não brinca imita, repete, fábula, falseia ou finge. Mas zanga-se, sem redenção, com o aprender!

4. AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A NÃO SABER BRINCAR.
Brincar é uma sabedoria que nunca se detém: inventa-se, descobre-se, deslinda-se, desvenda-se. Brincar é confiar: no desconhecido, no que se brinca, com quem se brinca. Crianças sossegadinhas são brinquedos à espera dos pais para brincar.

5. AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A DESCOBRIR QUE OS MELHORES BRINQUEDOS SÃO OS PAIS.
Apesar disso, têm direito a requisitar tudo o que entendam para brincar. Têm direito a brincar com as almofadas, com caixas de cartão, com os dedos, e com tudo mais que entendam, por mais que sejam não sejam objectos convencionados para brincar. Tudo aquilo que não serve para brincar não presta para descobrir e com brinquedos de mãos brinca-se de menos.

6. AS CRIANÇAS TÊM O DIREITO A DESARRUMAR TODOS OS BRINQUEDOS...
(e a arrumá-los, de seguida, com um toque… pessoal). Têm direito a desmanchar os que forem mais misteriosos, mais rezingões ou, até, os divertidos. Quando brincam, têm direito a ter a vista na ponta dos dedos, a cheirar, a sentir, a falar, a rir ou a chorar. Não há, por isso, brinquedos maus! A não ser aqueles que servem para afastar as pessoas com quem se pode brincar.

7. AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A BRINCAR PARA SEMPRE.
A Infância nunca morre: apenas adormece. E quem, crescimento fora, se desencontra do brincar, não perceberá, jamais, que não há crianças se não houver brincar.

Eduardo Sá Aqui

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