quinta-feira, 27 de junho de 2024

Para refletir!

 Valores humanos
Amizade, Vida, Respeito, Fraternidade, Amor


terça-feira, 25 de junho de 2024

terça-feira, 11 de junho de 2024

Camões: 1524-1580



       
EB nº6

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Entregámos as nossas poupanças! - Projeto "Todos Contam: No poupar está o doar!"

 


No dia 5 de junho, na sala 3, a turma G do 5.ºano que mais poupou entregou as poupanças à Plataforma Proanimal de Vila Real, num total de 370€ e alguns géneros alimentícios.

As duas voluntárias desta organização agradeceram este gesto altruísta e elogiaram este tipo de iniciativas, principalmente nesta faixa etária. 

Esta atividade é o culminar do Projeto "Todos Contam: No poupar está o doar!", realizado este ano no nosso Agrupamento, nas turmas de 5.ºano, em que as disciplinas de Matemática, Educação Visual, Educação Tecnológica, Português, entre outras, colaboraram ativamente com os conteúdos do Domínio Literacia Financeira da  disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

Este projeto fez as delícias dos alunos participantes!

sábado, 1 de junho de 2024

segunda-feira, 27 de maio de 2024

segunda-feira, 13 de maio de 2024

quinta-feira, 9 de maio de 2024

Dia da Espiga, pelos alunos - Semana 6 - 2020


Diogo - 4º - EB1 Parada C.
Sara - 2º - EB1 nº6
 Madalena - 4º - EB1 nº6
Madalena - 2º - EB1 nº6

Joana - 2º - EB1 Vendas
Joana M. - 4º - EB1 nº6
Sara - 1ªB - EB1 Árvores
 Iara - 1º - EB1 nº6
  Inês - 1º - EB1 nº6
 Luana - 1º - EB1 nº6
Hugo - 3º - EB1 nº6
 Hugo - 3º - EB1 nº6
 Grabriel - 2º - EB1 Vendas
Grabriel - 2º - EB1 Vendas
 Margarida - 5ºM 
Vitória - 3º - EB1 nº6
Inês Pinto - 3º - EB1 nº6
Sofia - 2º - EB1 nº6
Guilherme - 1º - EB1 nº6
Leonor N. - 3º - EB1 nº6

domingo, 5 de maio de 2024

Projeto "Ciclos Digitais da leitura e da escrita, em Português e em Inglês"


Projeto "Ciclos Digitais da leitura e da escrita, em Português e em Inglês" - parceria com o AE Joaquim Inácio da Cruz Sobral, docente Marisa Parreiral.

. Objetivos trabalhados, no AE Diogo Cão, Vila Real:

- Fomentar o gosto pela leitura e escrita;
- Analisar e interpretar com espírito crítico, através de desenhos.

. Atividades:

- Leitura e interpretação do livro "Bem-estar. As mais belas frases de Antoine de Saint-Exupèry".
- Criação de desenhos sobre situações do seu próprio bem-estar, em Vila Real.
- Escrita e leitura das atividades, em inglês.

. Alunos do 3.ºano: Escolas EB1 nº6, Centros Escolares de Lordelo e das Árvores.

. Docentes: Luísa Parreiral (EMRC) e Sónia Saavedra (Inglês).

sexta-feira, 3 de maio de 2024

A importância e o valor dos pais




Um jovem de nível académico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.
Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a última decisão.
O diretor descobriu, através do currículo, que as suas realizações académicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse nota máxima.
O diretor perguntou: "Tiveste alguma bolsa na escola?"
O jovem respondeu: "Nenhuma!"
O diretor perguntou: "Foi o teu pai quem pagou as tuas mensalidades?"
O jovem respondeu: "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano… Foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."
O diretor perguntou: "Onde trabalha a tua mãe?"
E o jovem respondeu: "A minha mãe lava roupa."
O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O diretor perguntou, novamente: "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?"
O jovem respondeu: "Nunca! A minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

O diretor disse: "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares a casa, aproxima-te da tua mãe e limpa-lhe as suas mãos. Depois, volta cá amanhã de manhã."

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu, feliz, à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho… Estava feliz… Mas, com um misto de sentimentos, mostrou-lhe as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos de sua mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos de sua mãe estavam muito enrugadas e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando as limpava com água.
Esta foi a primeira vez que o jovem percebeu que este par de mãos, que lavavam roupa todo o dia, tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência académica e o seu futuro.
Após ter acabado de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.
Nessa noite, mãe e filho falaram-se por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e  perguntou: "Diz-me o que fizeste e o que aprendeste, ontem em tua casa?"
O jovem respondeu: "Eu limpei as mãos de minha mãe e, ainda, acabei por lavar as roupas que sobraram."
O diretor pediu: "Por favor, diz-me o que sentiste."
O jovem disse: "Primeiro: agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo: ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e a dureza que é ter algo pronto. Em terceiro: agora aprecio a importância e o valor de uma relação familiar."
O diretor disse: "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado."
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e ganhou o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipa. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

REFLEXÃO:
Uma criança protegida e que habitualmente teve tudo o que quis, apenas desenvolverá o seu egoísmo, com uma mente muito voltada para si e sempre a colocar-se em primeiro lugar. Ignorará os esforços dos seus pais e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas devem-no ouvir. Posteriormente, quando for gerente, nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e há de culpar sempre os outros. Estas pessoas até podem ser boas academicamente, ou ainda, ser bem sucedidas por um tempo, mas eventualmente não sentirão a sensação de objetivo cumprido. Resmungarão sempre… o ódio permanecerá nas suas entranhas e lutarão sempre por mais, sem olhar a meios… Contudo, sentir-se-ão frustradas porque não amadas…

Se somos esses pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir os nossos filhos?

Podem deixar os vossos filhos viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV.


Mas quando tiverem que tratar do jardim, cortar a relva… por favor, deixem-nos experimentar também isso. Depois da refeição, deixem-nos lavar os seus pratos juntamente com os irmãos e irmãs. Deixem-nos guardar os brinquedos e arranjar as próprias camas. Isto não é porque não têm dinheiro para contratar uma empregada, mas porque os amam e, assim, ensinam como deve de ser. Que eles entendam que não interessa o quão ricos os seus pais são, pois um dia eles irão envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. 

A coisa mais importante que os vossos filhos devem entender é apreciar o esforço e experiência da dificuldade e a aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim?
[Autor desconhecido]

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