Coordenador da associação e professor na Escola Secundária Avelar Bortero tinha partido no início de Agosto com um grupo para tomar contacto com os vários projectos da Promundo naquele país. |
Coordenador da associação e professor na Escola Secundária Avelar Bortero tinha partido no início de Agosto com um grupo para tomar contacto com os vários projectos da Promundo naquele país. |
"A todos saúdo com grande amizade e convido a subir até à fonte eterna da vossa juventude e conhecer o protagonista absoluto desta Jornada Mundial e -- espero -- da vossa vida: Cristo Senhor", disse, na Praça Cibeles em Madrid.
O português foi uma das seis línguas usadas por Bento XVI no seu discurso de boas-vindas aos jovens peregrinos -- a par do espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e polaco.
"Não se pode crer sem ser amparado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo também para amparar os outros na fé. A Igreja precisa de vós, e vós precisais da Igreja", disse Bento XVI.
Dirigindo-se às centenas de milhares de jovens que há várias horas, e sob um forte sol, esperam na Praça Cibeles, Bento XVI declarou sentir "imensa alegria" por estar na "capital dos jovens do mundo, onde toda a Igreja tem postos os seus olhos".
Agradecendo o "maravilhoso acolhimento" que recebeu à chegada a Madrid, o papa agradeceu também aos organizadores da JMJ e às autoridades nacionais, regionais e locais espanholas pela colaboração nos preparativos.
Antes, numa intervenção de boas vindas a Bento XVI, o cardeal Rouco Varela, arcebispo de Madrid, saudou o papa, que era esperado por centenas de milhares de jovens, concentrados na Praça Cibeles.
"Jovens dos cinco continentes que vos dão as boas vindas a uma cidade aberta de coração, nobre de sentimentos, onde ninguém é forasteiro, mas sim irmão", disse.
"A praça Cibeles, a mais emblemática da cidade, acolhe esta imensa multidão de jovens, de todos os cantos da Terra, que com entusiasmo que desborda recebem quem vem em nome do Senhor", afirmou.
Rouco Varela recordou que este é um encontro com "filhos e irmãos da mesma igreja que não conhece fronteiras", numa visita de "um valor excepcional" com "a Igreja Jovem".
Lusa
O arranque do novo ano lectivo para o ensino pré-escolar, básico e secundário está marcado para a semana de 8 a 15 de Setembro, com excepção dos estabelecimentos particulares de ensino especial, que devem reiniciar as actividades no dia 2.
A australiana Nancy Wake, a mulher mais condecorada pelos aliados durante a 2ª Guerra Mundial, morreu no domingo , dia 7 de Agosto, em Londres, aos 98 anos, informou a imprensa local.
Wake fugiu para o Reino Unido depois que foi incluída na lista de pessoas mais procuradas pela Gestapo, que a chamava de 'rata branca' por sua habilidade em fugir.
Ali recebeu treino como espiã nas forças especiais britânicas antes de retornar para a França para trabalhar com a Resistência nos preparativos do Dia D, o desembarque aliado na Normandia em Junho de 1944.
Ao terminar a guerra, descobriu que seu marido, o empresário francês Henri Fiocca, foi torturado e executado em 1943.
Casou-se anos depois da guerra com o piloto australiano John Forward, com quem se mudou para a Austrália. Em 2001, decidiu retornar ao Reino Unido.
A primeira-ministra australiana, Julia Gillard, disse que 'Nancy Wake foi uma mulher de valor excepcional', enquanto a ministra neo-zelandesa de Assuntos dos Veteranos, Judith Collins, assinalou que 'o mundo perdeu uma mulher valente'.
in vooz.com (adaptado)
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Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio, sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas.
Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo.
Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
in Wikipedia

O novo bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, quer “gastar grande parte do tempo com os jovens”, porque considera que é o sector da população que se depara com “maiores dificuldades”.
Em entrevista ao programa ECCLESIA na RTP-2, o antigo reitor do Santuário de Fátima sublinha que “os cursos, a dificuldade de encontrar trabalho e os problemas de realização” obrigam a juventude a “adiar um conjunto de soluções por não ter uma vida estabilizada”.
Para D. Virgílio Antunes, que vai ser ordenado bispo este domingo, em Fátima, os jovens devem ser privilegiados pela ação da Igreja por causa das suas “muitas aptidões” e pela “avidez por coisas grandes e elevadas”, que não sabem como pôr em prática por estarem “perdidos” e “sem saber para onde e como caminhar”.
“A Igreja tem o dever de lhes abrir portas, horizontes e caminhos”, sublinha o prelado, para quem a sociedade “não tem oferecido grandes metas e objetivos” à juventude.
O diálogo com a sociedade é também uma prioridade para o bispo que vai entrar na diocese conimbricense a 10 de julho: “A Igreja tem uma história longa de diálogo e proximidade com o mundo social, cultural e rural, com os mais e menos letrados”.
“A Igreja de hoje não se apresenta como senhora e dona de toda a verdade”, salienta D. Virgílio Antunes, acrescentando que a “verdade do Evangelho” de que é portadora “é para pôr ao dispor das pessoas”, pelo que “tem de as ouvir”.
A cidade de Coimbra, 200 km a norte de Lisboa, é historicamente marcada pela presença da universidade, a que o bispo de 49 anos quer igualmente prestar atenção: “Há muitíssimas pessoas dentro do ensino superior que estão desejosas de mais alguma coisa”, refere.
A presença na academia de estudantes, funcionários e professores “empenhados na vida cristã” permite ao prelado estar convencido de que “há bases suficientes para se fazer alguma coisa em comum”.
D. Virgílio Antunes diz ainda que a sua escolha para bispo de Coimbra por parte do Papa Bento XVI “foi uma nomeação inesperada” para a diocese conimbricense e para ele próprio, embora as reações estejam a ser positivas.
“Os sinais que tenho tido estão a ultrapassar tudo aquilo que se pudesse esperar”, afirma o prelado, que acrescenta: “Fazem-me sentir pequenino diante de tão grandes expectativas e tanta alegria”.
RM 2 Julho 2011.
