terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Representações de Deus no Egito, na Grécia e em Roma da antiguidade

A importância da religião no Egito
A religião no Egito Antigo era marcada por várias crenças, mitos e simbolismos. A prática religiosa era muito valorizada na sociedade egípcia, sendo que os rituais e cerimônias ocorriam em diversas cidades. A religião egípcia teve grande influência em várias áreas da sociedade.
Características da religião egípcia
Os egípcios eram politeístas (acreditavam em vários deuses). De acordo com este povo, os deuses possuíam poderes específicos e atuavam na vida das pessoas. Havia também deuses que possuíam o corpo formado por parte humana e parte de animal sagrado. Anúbis, por exemplo, deus da morte, era representado com cabeça de chacal num corpo de ser humano.
Os egípcios antigos faziam rituais e oferendas aos deuses. Era uma forma de conseguirem agradar aos deuses, conseguindo ajuda em suas vidas.
No Egito Antigo existiam diversos templos, que eram construídos em homenagem aos deuses. Cada cidade possuía um deus protetor.

Outra característica importante da religião egípcia era a crença na vida após a morte. De acordo com esta crença, o morto era julgado no Tribunal de Osíris. O coração era pesado e, de acordo com o que havia feito em vida, receberia um julgamento. Para os bons havia uma espécie de paraíso, para os negativos, Ammut devoraria o coração.

Os deuses
No Egito Antigo, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estas divindades possuíam algumas características (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas (até mesmo de animais) e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As cidades do Egito Antigo possuíam um deus protetor, que recebia oferendas e pedidos da população local.















Tot: Sabedoria, conhecimento, representante da Lua
Anúbis: Os mortos e o submundo
Bastet: Fertilidade, protetora das mulheres grávidas
Hathor: Amor, alegria, dança, vinho, festas
Hórus: Céu
Khnum: Criatividade, controlador das águas do rio Nilo
Maat: Justiça e equilíbrio
Sekhmet: Poderosa, deusa da vingança
Ptah: Obras feitas em pedra
Seth: Tempestade, mal, desordem e violência
Sobek: Paciência, astúcia
Osíris: Vida após a morte, vegetação
Ísis: Amor, magia
Tefnut: Nuvem e umidade
Chu: Ar seco, luz do sol
Geb: Terra
Rá: Sol (principal deus da religião egípcia)
Néfis: Senhora da casa, local para onde o sol retorna (céu noturno). Daqui


Grécia
Os gregos eram politeístas. Sua religião era antropomórfica, isto é, seus deuses se assemelhavam aos homens, não só na forma, mas também nos defeitos e virtudes. Os homens, que por seus feitos brilhantes se aproximaram das divindades, eram considerados heróis. Vários mitos se desenvolveram para contar suas aventuras e as dos deuses, dando origem à Mitologia.
mitologia grega descrevia a origem dos deuses e homens da seguinte forma: da união de Urano (Céu) e Gaia (Terra) nasceram os Titãs, os Ciclopes e os Gigantes. O mais novo dos Titãs, Cronos, destronou Urano e, para evitar que o mesmo lhe acontecesse, passou a devorar seus filhos. Mas Rea, sua esposa, salvou o último filho, Zeus, escondendo-o numa caverna. Zeus destronou seu pai, obrigando-o a restituir à vida os filhos devorados e confinando-o, em seguida, no inferno junto com seus alia­dos, os outros Titãs. Começou então a gigantomaquia (Guerra dos Gigantes), da qual Zeus saiu-se vencedor e senhor supremo do mundo.
Prometeu, filho de um Titã, roubou o fogo de Zeus para dá-lo aos homens. Para puni-lo, Zeus acorrentou-o ao Cáucaso, onde uma águia durante o dia lhe devorava o fígado, que renascia de noite. Uma jovem, Pandora, não conseguindo resistir à curiosidade, abriu uma caixa onde estavam depositados todos os males da humanidade.
Zeus tentou destruir os homens mandando o Dilúvio; escaparam porém Deucalião, filho de Prometeu, e Pina, sua mulher, que recriaram a humanidade, sendo conside­rados os pais imediatos dos gregos.
No Monte Olimpo habitavam os deuses. Os mais antigos eram os filhos de Cronos e Rea: Héstia (deusa do lar), Deméter (deusa da agricultura), Hera (esposa de Zeus), Poseidon (senhor dos mares), Hades (senhor dos infernos) e Zeus (senhor dos deuses). Zeus casou-se com Hera, surgindo daí outros deuses: Ares (deus da guerra), Afrodite (deusa do amor), Febo (deus da luz e das artes), Artêmis (deusa da caça), Hefaístos (deus do fogo), Palas (deusa da sabedoria), Hermes (deus das comunicações) e Dioniso (deus do vinho).
Deuses e deusas gregos
Todos esses deuses foram mais tarde adotados pelos romanos, que mudaram seus nomes para formas latinas. Assim, Zeus tornou-se Júpiter, Poseidon, Neptuno; Afrodite, Vênus; Febo, Apolo; e assim por diante.
Entre os heróis destacamos Teseu, Édipo, Hércules, Jasão e Perseu.
O culto dos deuses envolvia preces, libações e sacrifícios de animais. O culto doméstico era feito pelo chefe da família e consistia na manutenção de uma chama sempre acesa. Cada cidade tinha seu grande culto. Em Atenas, havia a festa do Grande Dionísio e as Panatenéias, em homenagem a Palas. Todos os gregos acorriam a centros religiosos como Delfos, onde a pitonisa predizia a sorte. Os jogos dedicados aos deuses desempenhavam um importante papel na integração do mundo grego, como por exemplo os Jogos Olímpicos, que se realizavam de quatro em quatro anos em homenagem a Zeus. Daqui
Roma

domingo, 22 de janeiro de 2017

História do Mártir São Sebastião

São Sebastião - "Protetor contra a peste" e "Padroeiro dos arcabuzeiros e dos soldados, dos entalhadores de pedra, dos mestres de tapeçaria, dos jardineiros e dos bombeiros"
Sobre S. Sebastião, pouco mais se sabe do que o seu suplício, quando o amarraram a um poste e crivado de flechas, cerca de 302-304, e do que o seu enterro nas catacumbas da Via Appia. Segundo a tradição e Jacques de Voragine, Sebastião nasceu em Narbona, França, foi criado em Milão e alistou-se no Exército imperial em 283, em Roma, dissimulando a sua fé cristã. Diocleciano nomeou-o comandante da guarda pretoriana, posto de confiança que lhe permitiu reconfortar moralmente os seus irmãos condenados à morte. Voragine encontra traços comoventes para descrever a cena onde os pais de Marcus e Marceliano, dois gémeos que iam ser decapitados, vão suplicar a Sebastião que os livre de tal sorte. Longe de ceder às lamentações, Sebastião exorta os gémeos à coragem, converte os pais, Tranquilino e Márcia, o carcereiro Nicostrato e a sua mulher Zoé, que cura da mudez, os irmãos, as mulheres e os filhos, num total de 68 pessoas.
O governador de Roma, Cromácio, gravemente ferido, aceita partir os seus ídolos para ser curado por Sebastião, depois converte-se com o seu filho Tibúrcio e 1040 escravos, que em seguida liberta. O proselitismo de Sebastião, soldado de Cristo, é contudo considerado pouco compatível com as suas funções militares de pretoriano. Os convertidos, de Tranquilino a Tibúrcio e Zoé, são chacinados numa nova vaga de perseguições e Sebastião convocado pelo imperador, que condena a sua traição. Sebastião justifica o seu jogo duplo dizendo que rezou a Deus pela salvação de Roma, mas Diocleciano ordena que o atem a uma árvore e que seja crivado de flechas, "como um ouriço com os seus picos".
Irene, viúva de Castulus, outro mártir, vendo que Sebastião sobreviveu à provação, restabelece-o, dá-lhe abrigo e cuida dele. Tendo-se recomposto, Sebastião interpela o imperador Diocleciano, que manda espancá-lo até à morte e lançá-lo no grande esgoto de Roma, a Cloaca Máxima, onde  Lucília o vai apanhar para o depositar dignamente junto das relíquias dos apóstolos.
S. Sebastião é o terceiro patrono de Roma, depois de Pedro e Paulo. Por motivos que se desconhecem, porque uma procissão em homenagem às relíquias do santo acabou com a epidemia de 680 em Roma ou porque as setas evocaram os estigmas deste castigo divino, Sebastião foi venerado a partir do século VII como protetor contra a peste. Estas mesmas flechas entronizaram Sebastião, patrono dos arcabuzeiros e dos soldados, dos entalhadores de pedra, dos mestres de tapeçaria, dos jardineiros e dos bombeiros. 
Daqui Imagem da Internet.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Michelle Obama despede-se dos jovens: “Vocês importam”

No seu último discurso enquanto primeira-dama, Michelle Obama disse que a “gloriosa diversidade” dos Estados Unidos “não é uma ameaça”


No seu último discurso enquanto primeira-dama, Michelle Obama deixou uma mensagem especial aos mais jovens: “Saibam que este país vos pertence”.

“Nunca permitam que alguém vos faça sentir que vocês não importam ou que não têm um lugar na História da América, porque têm”, disse a primeira-dama esta sexta-feira, durante um evento na Casa Branca em que se pretendeu homenagear funcionários da área da educação.

“Se os vossos pais são imigrantes, saibam que vocês são parte de uma orgulhosa tradição americana, de cruzamento de novas culturas, talentos e ideias”, disse Michelle Obama. “Geração após geração, foi isso que nos transformou na maior nação da Terra (...) A nossa gloriosa diversidade não é uma ameaça para quem somos, é aquilo que faz de nós quem somos.”

Alertando os jovens para não tomarem a sua “liberdade por garantida”, a primeira-dama disse que os mais novos devem “estar preparados para fazer com que a sua voz seja ouvida, preparados para estar informados e envolver-se enquanto cidadãos”.

Já na fase final do discurso, entre lágrimas (segundo as agências internacionais), Michelle Obama declarou que ter sido a primeira-dama dos Estados Unidos nos últimos oito anos foi “a maior honra” da sua vida. “Não tenham medo, tenham esperança. E saibam que eu estarei com vocês até ao resto dos meus dias, a torcer por vocês e a trabalhar para vos apoiar.”

A educação foi uma das prioridades de Michelle Obama durante os seus oito anos na Casa Branca enquanto primeira-dama, assim como o foram a promoção do exercício físico e de hábitos alimentares saudáveis e o acompanhamento aos veteranos de guerra e suas famílias.

O casal Obama está de saída da Casa Branca. Faltam cerca de duas semanas para a tomada de posse de Donald Trump, que acontece a 20 de janeiro.

HELENA BENTO  06.01.2017 às 20h09 Aqui

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A lenda do Bolo Rei

Resultado de imagem para bolo reiTudo começou com os três Reis Magos. Caminhando pelo deserto, Baltasar, Belchior e Gaspar levavam consigo ouro, incenso e mirra para oferecer ao Messias.
Orientados por uma estrela, sete quilómetros antes de chegarem ao seu destino, começaram a discutir qual seria o primeiro a entregar as suas oferendas a Jesus.


Para resolver a contenda aceitaram a sugestão de um artífice que propunha fazer um bolo com uma fava. Depois de cozido, o artífice partiu o bolo em três e o Rei que ficou com a fava foi o primeiro a entregar os presentes.E assim surge o bolo-rei, cozido uma vez por ano na altura do Natal. A cor do bolo está associada ao ouro, o miolo e frutas secas à mirra e o aroma ao incenso.


Outra explicação associada ao bolo-rei está relacionada com os Romanos que nas festas dedicadas a Saturno usavam as favas para eleger o Rei da Festa. Este jogo, muito popular entre as crianças, assumiu tal importância que chegou a ser usado nas assembleias.


Mais tarde, quando o Cristianismo passou a ser a religião oficial do Império Romano, a Igreja Católica apropriou-se das Festas de Saturno que decorriam em Dezembro, passando a celebrar o Natal. O dia 6 de Janeiro passou a ser o Dia de Reis, altura em que as crianças recebem presentes.


Existe ainda uma outra tradição associada ao Bolo-rei. Em França, no reinado de Luís XIV, havia a hábito de comer 12 bolos-rei entre o Natal e o Dia de Reis. Veio depois a ser proibida a sua produção logo após a revolução francesa.

Em Portugal, com a República, a confeção do bolo diminuiu.
E apesar de atualmente o calendário de jejum não ser cumprido com tanto rigor, a tradição do bacalhau manteve-se, principalmente na época do Natal.

Fonte desconhecida.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Para reflexão: Preconceito / racismo




6/1: Dia dos Reis e de Natal...


Para a Igreja Católica, o Dia de Reis (em Portugal, celebra-se hoje, primeiro domingo de Janeiro), enquanto os cristãos ortodoxos do Oriente celebraram o seu Natal.


Duas igrejas cristãs, com raiz comum, assinalam em datas diferentes o nascimento do mesmo Menino Jesus. Esta diferença no calendário litúrgico demonstra que os primeiros cristãos nunca se preocuparam em saber qual foi o dia do nascimento de Cristo.


O Natal é, sobretudo, resultado de uma reflexão teológica, ou seja, partindo do dado da fé de que Jesus é Filho de Deus, os primeiros teólogos (chamados Padres da Igreja) concluiram que o momento em que o Filho de Deus assume a condição humana deveria também ser assinalado como acontecimento salvífico. A única celebração que desde o início do cristianismo se assinalava era, de facto, a Ressurreição, enquanto mistério central da fé. Porém, não foi ao nascimento de Jesus que os primeiros cristãos deram importância, mas sim ao baptismo. Isto significa que, segundo a prática cristã mais primitiva, a manifestação humana de Deus é apenas considerada quando João Baptista, no rio Jordão, aceita baptizar Jesus e o reconhece como o Messias. Este episódio bíblico passou a ser celebrado como Festa da Epifania, palavra grega que significa "manifestação", "aparição". Ainda hoje, o Natal dos Ortodoxos do Oriente centra-se precisamente na Epifania, celebrada a 6 de Janeiro.


Os católicos de Roma, influenciados por factores culturais do Ocidente, seguiram uma outra tradição, assinalando o nascimento, não o baptismo, a 25 de Dezembro. Recorde-se que nesta data os romanos celebravam o solstício de Inverno e faziam a sua adoração ao Sol invicto.


Para os cristãos, o verdadeiro Sol (luz) é Jesus Cristo, logo a apropriação da data para assinalar o nascimento do Filho de Deus e fazer desaparecer a última resistência do paganismo vingou com naturalidade.


Roma, entretanto, tomou conhecimento da solenidade celebrada a Oriente no dia 6 de Janeiro e adaptou-a ao seu calendário, na segunda metade do século IV. Mas o tema central passou a ser a adoração dos Reis Magos, festejando o baptismo no domingo seguinte.


O 25 de Dezembro permaneceu como celebração do nascimento, a adoração dos pastores e a recordação do massacre das crianças mandado executar por Herodes. O Oriente, por seu lado, também adotou as solenidades celebradas em Roma (nascimento, adoração dos pastores, etc.), mantendo-se, contudo, fiel às origens. Ainda hoje a Epifania é, sobretudo, a evocação do batismo de Jesus Cristo, conhecida também por "festa das luzes".
Fonte DN

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Bom regresso às aulas - 2º período

03 de janeiro a 4 de abril - 2017

Interrupção: entre 27 de fevereiro  a 1 de março (Carnaval)


Clica na imagem

Clica na imagem
Fotos do Mundo

Testa a tua memória

Faz o teu presépio

Faz a tua árvore

Jogo Poluição das Águas

Jogo Eco-Cidade

Jogo Gesto Inteligente Transportes

Joga connosco e aprende!

Jogo interativo em Espanhol

VideoBar

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

Jogo "Ser Pessoa"

Os perigos do tabaco

Os perigos do tabaco
Clica, joga e aprende...

Religiões do mundo

Religiões do mundo
Jogo - Para saber mais