terça-feira, 29 de setembro de 2015

Nova Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

«Transforming our World: the 2030 Agenda for Sustainable Development» é o documento formalmente adotado por 193 países (inclusive Portugal), na Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da ONU, realizada em Nova Iorque, entre 25 e 27 setembro de 2015.
A partir da adoção desta nova agenda pós-2015, entraremos num novo processo – o da implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. A mesma agenda vigorará durante os próximos 15 anos e ditará, em larga medida, a definição das políticas para o desenvolvimento, assente em 17 objetivos e respetivas metas e indicadores.                                                                                                                      Daqui

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Dia Internacional da Paz


«Isto é o que a minha alma me diz: sê pacífica e ama toda a gente.» 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Dia internacional de alfabetização

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização, 8 de setembro de 2015

Todos os anos, no dia 8 de setembro, levantamos a bandeira da alfabetização como um direito humano, como uma força de dignidade e como uma base para sociedades coesas e para o desenvolvimento sustentável.
Esta mensagem é especialmente vital neste ano, quando os Estados adotarão uma nova agenda para a educação e o desenvolvimento para os próximos 15 anos. A promoção da alfabetização deve estar no cerne dessa nova agenda. Ao empoderar homens e mulheres, a alfabetização ajuda a promover o desenvolvimento sustentável em todas as direções – de melhor assistência médica e segurança alimentar à erradicação da pobreza e à promoção do trabalho decente.
Desde o ano 2000, têm ocorrido progressos em todo o mundo, mas grandes desafios ainda permanecem. Hoje, 757 milhões de adultos ainda carecem de habilidades básicas de alfabetização – destes, dois terços são mulheres. O número de crianças e adolescentes fora da escola está em ascensão, chegando a 124 milhões em todo o mundo –, enquanto cerca de 250 milhões de crianças em idade de ir à escola primária não dominam habilidades básicas de alfabetização, mesmo frequentando a escola.
Não podemos permitir que isso continue. A alfabetização é essencial para se alcançar o objetivo de desenvolvimento sustentável proposto de promover a "educação de qualidade inclusiva e equitativa e a aprendizagem ao longo da vida para todos".
Esta é a mensagem da UNESCO no Dia Internacional da Alfabetização. Para permitir que todas as mulheres e todos os homens participem plenamente em suas sociedades, precisamos de maior investimento e políticas mais efetivas para incorporar ações para a alfabetização dentro de políticas de desenvolvimento mais amplas, apoiadas por mecanismos inovadores que gerem sinergias positivas em todas as áreas políticas que são vitais para construir sociedades mais justas e coesas. Isso é essencial para todos os esforços destinados a construir um futuro melhor para todos, com base nos direitos humanos e na dignidade.

domingo, 6 de setembro de 2015

Dia Europeu da Cultura Judaica

O Dia Europeu da Cultura Judaica celebra-se a 6 de setembro de 2015.
O objetivo desta data é dar a conhecer melhor a cultura judaica e as suas tradições nos países europeus através de atividades relacionadas com esta cultura.
O dia comemora-se em quase todos os países da Europa e Portugal não é exceção. Foi em 2014 que Portugal participou pela primeira vez no Dia Europeu da Cultura Judaica, com várias atividades realizadas em localidades como Castelo Branco.
Este dia realiza-se desde 1996, todos os anos com um novo tema. O tema do O Dia Europeu da Cultura Judaica 2015 é: “Pontes”. As atividades são coordenadas pela AEPJ (Associação Europeia para a Preservação e Promoção da Cultura Judaica e do Património), pelo Conselho Europeu de Comunidades Judaicas, pela B'nai B'rith Europa e pela Rede de Judiarias em Espanha.
Imagens de Jerusalém

Dos alemães

Acredito que guardem em si mesmos muitas cicatrizes ainda não completamente fechadas. Acredito que muitos farão ver ao Mundo que a Humanidade tem de imperar.
Hoje tiro o meu chapéu a estes alemães, neste caso de Munique e de Hamburgo, mas podia ser, por certo, de outra cidade qualquer, e à sua Chanceler, mulher que tem tido, neste caso, um papel firme e determinante na defesa dos valores que os europeus escreveram para si e para os outros povos do planeta, afinal a nossa única casa comum.

Três comboios que transportam centenas de refugiados chegou a Munique, depois de viajar de Viena na segunda-feira à noite. Aos refugiados foi dada uma recepção calorosa com muitos dos moradores da cidade que os cumprimentam com banners, abraços e alimentos.

Boas vindas aos refugiados em Hamburgo - Imagens emocionais do churrasco com os refugiados em Hamburgo Karoviertel. Em 2015/08/29 cerca de 1.500 pessoas têm um churrasco comum com os refugiados em Hamburgo Karoviertel. Havia uma atmosfera maravilhosa de alegria, respeito e tolerância. Não estava dançando, cantando e rindo. Uma indicação clara contra a xenofobia e o racismo.

sábado, 5 de setembro de 2015

Palmira, antes da destruição



Os monumentos mais imponentes de Palmira datam do período greco-romano, mas há vestígios de ocupação humana que remontam ao neolítico.

FERNANDO BILÉ






Dias depois da destruição do Templo de Bel e do Templo de Baal-Shamin, arrasados pelos jihadistas, tudo o que poderá restar de uma parte considerável desta cidade-museu greco-romana de influência persa é a memória fotográfica e sentimental. Por esse motivo, o PÚBLICO pediu através das redes sociais aos seus leitores que partilhassem as fotografias das suas visitas a Palmira e publica agora os seus contributos.
Fernando Bilé, de 44 anos, visitou a Síria em 2008. Gostou tanto que regressou no ano seguinte para um périplo levantino por Bosra, Damasco, Homs, Hama, Krak des Chevaliers, Latakia e Alepo e Palmira.
“Num dia luminoso de Verão, Palmira era de uma beleza quase insuportável, talvez o mais perto que já estive da síndroma de Stendhal”, conta ao PÚBLICO.
Hoje, pensa sobretudo nos sírios comuns que conheceu “fugazmente” durante as suas viagens. “Lastimo, na idade da informação, nada saber destas pessoas, ficar para sempre sem saber, nunca vir a saber”, lamenta.
Para Robert Kuzka, professor de 42 anos em Lisboa, os livros de história fizeram com que Palmira já existisse no seu imaginário muitos anos antes de 2008, quando viajou pelo Médio Oriente.
“Percorri-a como todos os homens e mulheres de culturas, línguas e credos diferentes o fizeram. E apoderei-me dela como os impérios que a tomaram. Deixei-a intacta como todos o foram fazendo. Fiz parte dela por um dia e ela encheu-me para o resto da minha vida”, disse ao PÚBLICO.
Para Kuzka, no entanto, não são tanto os danos causados pela passagem dos extremistas por Palmira que chocam, como são os seus efeitos além-fronteiras.
“Pior do que ver Palmira desfeita é começar a ver, por causa da demência de quem a desfigurou, na Europa que construímos todos os dias, solidária, tolerante, diversa, inclusiva, erguerem-se muros”, afirma, a propósito do agravamento da crise de refugiados desencadeada pelo complexo conflito armado em curso na Síria. E deixa o desafio a quem hesita em acolher quem foge da guerra: “Recebamos os que aí vêm para daqui a uma geração serem eles a reconstruir, com os nossos valores, os territórios que lhes destruíram”.
Paulo Mendes Pinto também visitou Palmira em 2008 e cedeu ao PÚBLICO as suas memórias fotográficas, que também partilha no blogue pessoal. O professor da Universidade Lusófona recorda a necrópole romana, que à data se encontrava em notável estado de conservação e que terá sido um dos primeiros alvos dos jihadistas.
Igualmente perdidos para sempre, os relevos do Templo de Bel, de onde se destacava um cortejo de figuras femininas integralmente cobertas por vestes. O recentemente nomeado embaixador do Parlamento Mundial das Religiões nota as semelhanças entre costumes de há 2000 anos e os que os radicais tentam impor na actualidade.
David Samuel Santos passou por Palmira em 2010, um ano antes do início da guerra, numa viagem que o levou também ao Líbano, à Turquia e ao Chipre. “Nunca umas ruínas me haviam impressionado como estas”, relata o engenheiro electrotécnico de 31 anos no seu site Dobrar Fronteiras, onde disponibiliza mais de duas centenas de fotografias da cidade-museu síria.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

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