quarta-feira, 28 de maio de 2014

Abraço interreligioso na "cidade da Paz"


Uma fotografia para a história! 
Alguém se lembra de um abraço como este, entre altas individualidades do Cristianismo, judaísmo e Islamismo? 
Na fotografia, o Papa Francisco, Abraham Skorka e Omar Abboudrabi, após oração junto ao Muro das Lamentações. 

Por um dia, Jerusalém foi mesmo a "cidade da Paz".

Fotografia: L'Obsservatore Romano

sábado, 24 de maio de 2014

Preocupação com o ambiente - reflexão

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que  os sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.

A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secava as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias
Naquela época, só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos, porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro ou ônibus e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A Mensagem de Fátima

A Mensagem de Fátima é um convite e uma escola de salvação.



A mensagem de Fátima sublinha os seguintes pontos:

- a conversão permanente;
- a oração e nomeadamente o rosário;
- o sentido da responsabilidade coletiva e a prática da reparação.



Foi iniciada pelo Anjo da Paz (1916) e completada por Nossa Senhora (1917).

Foi vivida de maneira histórica pelos Três Pastorinhos – Lúcia, Francisco e Jacinta.

A aceitação desta mensagem traz consigo a Consagração ao Coração Imaculado de Maria, que é símbolo de um compromisso de fidelidade e de apostolado.
As orações ensinadas em Fátima pelo Anjo e Nossa Senhora ajudam a viver a Mensagem, que, como disse João Paulo II, em Fátima em 1982, é a conversão e a vivência na graça de Deus.

Primeira aparição de Maria a 13 de maio


A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos. Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, de repente, viram uma luz brilhante, uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco.


A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora.


As crianças assim fizeram e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. Em Agosto, apareceu apenas no dia 19, pois as crianças não puderam estar nos campos, por estarem presas.


Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em sua honra.





Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno e agora, cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de quatro milhões.

Capelinha das Aparições

O pedestal, onde se encontra a Imagem de Nossa Senhora, marca o sítio exacto onde estava a pequena azinheira (desaparecida devido à devoção dos primeiros peregrinos que a levaram, raminho a raminho), de um metro e pouco de altura, sobre a qual Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos em 1917. A construção da Capelinha foi a resposta ao pedido de Nossa Senhora "quero que façam aqui uma capela em minha honra".

sábado, 10 de maio de 2014

Não sou feliz, mas...

A felicidade depende do que eu for capaz de fazer e não apenas pela minha capacidade de esperar com fé que algo aconteça. É dos meus gestos que dependo.


A felicidade não se conquista de olhos enxutos. Só as lágrimas a tornam possível. Todos temos no íntimo um fogo que queima e consome, que aquece e ilumina, uma vontade que nos encoraja a ir para longe daqui, para o alto, para depois deste tempo.

É preciso entregar todas as tristezas a esse fogo íntimo, deixar que percam a força das suas aparências, a fim de que possamos ter acesso à realidade por detrás do que passa. Quantas vezes é a ausência da pessoa amada que mais faz crescer o nosso amor por ela...

 A superação da desgraça abre as portas a uma alegria mais profunda. As lágrimas são uma prova à vontade de ser feliz – por elas, melhora, cresce e se fortalece, e, com elas, alcança o seu fim.

Mas é necessário que se entregue ao fogo também o que julgamos bom, para que se teste a sua profundidade... para que não haja ilusões. Para que vivamos em verdade.

É preciso pois expor tudo a este fogo que, no tempo, destrói o passageiro e revela o essencial, reduz a cinzas o que é daqui e eleva ao céu o que não é. O amor é fogo e luz... o inferno apenas trevas, solidão e frio.

É esta luz que permite que compreendamos a nossa vida, que a aceitemos, mas é também, essa mesma luz, a estrela que nos indica o caminho. A vida é uma luta constante.

A nossa existência é uma inquietude permanente. Isso é mais um sinal de que não somos daqui, teremos talvez sido criados para um outro mundo...

É muito duro viver e ter de lutar estagnado em dúvidas, duríssimo ter de mudar de vida de pouco em pouco em tempo... sempre com esperança, nunca com certezas... o caminho certo será o que envolve os maiores sacrifícios.

É preciso subir ao alto da montanha para poder contemplar a beleza do mundo. Será doloroso chegar ao cume. Mas, afinal, cada homem também é o que aspira e aquilo pelo que está disposto a dar a vida.

A felicidade depende do que eu for capaz de fazer e não apenas pela minha capacidade de esperar com fé que algo aconteça. É dos meus gestos que dependo.

Há muito quem sinta como uma afronta que um homem se disponha, contra tudo e contra todos, apesar de tudo e de todos, a fazer o seu caminho para ir mais além, para lá das certezas dos velhos do restelo. Pagando o preço da felicidade em sofrimento e lançando-se para o melhor de si... para o céu que lhe faz falta.

Cada um de nós é um ser único, pelo que qualquer comparação com outros é errada. Haverá sempre quem queira julgar a nossa vida a partir da sua, convencem-se de que estão certos, e a nós de que estamos errados, porque, de forma muito simples, nós não somos como eles. Grande parte das pessoas escolhe mal, mas tal não implica que nós tenhamos de o fazer também. Nem, tão pouco, que nos deixemos afectar pelo que pensam, dizem e são.

Apesar de muitas vezes estarmos sós, não somos sós. Podemos viver longe do espaço e tempo em que a vida nos encontra, pressentindo apenas a presença de outros que, como nós, não se deixam desesperar e entregam a vida ao sonho de serem felizes. Somos parte de um firmamento de vontades livres, um céu infinito onde nenhuma estrela está só.

Lutar por aquilo em que se tem fé não é deixar de ter coração, por isso se sofre tanto apesar da esperança. Poucos chegam a compreender que o seu tempo não serve para si, mas para o amor, que é a chama que nos chama e nos leva ao paraíso.

Pobres dos felizes, dos que estão fartos e saciados com o que têm e são aqui. Corações mesquinhos a quem falta a sede do infinito, a fome do amor.

Não sou feliz, mas estou a caminho.

José Luís Nunes Martins ionline]Ler aqui

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A ÁGUA NO PLANETA, problemas e soluções


in A Turma da Mónica.


13 mil milhões de anos de evolução do Universo em poucos minutos

Foram precisos vários super-computadores e muitos meses de trabalho para que fosse possível desenvolver uma das mais completas recriações da evolução do Universo. Foram cinco anos de trabalho em que se compilaram 13 mil milhões de anos de evolução cósmica, tudo para ser resumido num vídeo de quatro minutos: 


A revista Nature chama-lhe uma simulação hidrodinâmica, mas também chama a atenção para o facto de o vídeo apenas representar a evolução de uma pequena parte do universo: são mais de 41 mil as galáxias que estão representadas, mas estima-se que existam cerca de 170 mil milhões em todo o Universo. 

O cubo visível no vídeo tem uma dimensão de 350x350 milhões de anos luz e foi construído por investigadores do MIT e do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian. 

terça-feira, 6 de maio de 2014

Filme "Look Up" - «Desliga-te e conhece o Mundo. Vive a vida real»




«Look Up» é um vídeo, um poema, um alerta. E tem uma mensagem: chamar à atenção para a dependência global de todos nós das redes sociais e internet.

Numa época em que as redes sociais se tornaram pontos de encontro entre pessoas e ocuparam o lugar das idas ao cinema e dos cafés entre amigos, eis que surge um vídeo a criticar «esta dependência» global da Internet.

«As redes sociais são alguma coisa, mas, quando abrimos os nossos computadores, são as nossas portas que fechamos», avisa. Retrocedendo algumas gerações, Gary relembra, por exemplo, o entusiasmo das crianças que se divertiam na rua, juntamente com os amigos, longe de aparelhos eletrónicos...

«Look Up» refere o perigo da ilusão, aconselhando os utilizadores a «olharem para cima», de forma a perceberem que existem pessoas à sua volta. 

De facto, há que alertar todas as pessoas para os perigos do isolamento...


«Desliga-te e conhece o Mundo. Vive a vida real», conclui Gary.                   in TVI24

Escrito, realizado e dirigido por Gary Turk. 
Com Louise Ludlam & Stuart Darnley. 
Música original por novos Desert Blues. 
Som engenharia por Daniel Cobb. 
Filmado e editado por Gary Turk.

Copyright © 2014 Gary Turk

All Rights Reserved, vídeo retirado do Youtube

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Reportagem Renascença: "Um próximo dilúvio"


Um estudo da Faculdade de Ciências revela pela primeira vez e em pormenor o impacto das inundações provocadas por chuva muito intensa em Lisboa. Mas estará a capital realmente preparada? A Renascença conta-lhe tudo numa reportagem multimédia onde pode consultar os mapas das zonas mais atingidas.

5 de maio – Dia da Língua Portuguesa

A nossa palavra de eleição é… FAMÍLIA
in Página do Agrupamento

sábado, 3 de maio de 2014

Elogio à mãe

Mulher sábia e inovadora,
Muito terna e acolhedora,
És tu, mãe, meu doce encanto!
Por isso é que, neste dia,
Em forma de poesia,
Digo-te: Amo-te tanto!

Com essa beleza bem tua,
Tens o encanto da Lua
Numa noite de luar...
A tua grande dedicação
É um perfume de doação
Nesse teu jeito de amar!

Com teu sorriso e simpatia
Consegues ter essa magia
E os encantos de uma flor...
Tudo fica mais envolvente
Quando a mãe está presente
Com os seus gestos de amor!

Na mensagem deste poema,
O elogio é o tema
Escolhido pelo coração.
Aqui fica, com carinho,
Um abraço e um beijinho
Com muito amor e gratidão!



in Facebbok, Luis Filipe Dias

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