sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Ramos do Cristianismo

Cristianismo: unidade na diversidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

Muçulmanos em peregrinação a Meca


Dia 23 de outubro de 2012

 O último pilar do Islão e uma das mais notáveis instituições é a “Hajj” ou a Peregrinação a Meca (Cidade natal do Profeta Muhammad), que tem lugar no último mês do calendário islâmico, Dul – Hijjah.
Esta peregrinação é obrigatória pelo menos uma vez na vida, para qualquer muçulmano, homem ou mulher, que for mental, financeira e fisicamente apto. O peregrino tem de ter possibilidades financeiras para cobrir os gastos pessoais e familiares, pagar as suas dívidas ou pelos menos aprovisionar as mesmas, até a peregrinação acabar.
Não é permitido ao crente contrair uma dívida para poder cumprir com este preceito, pondo em risco a sobrevivência da família.

A peregrinação a Meca tem, entre outras, as seguintes características:
  1. É a mais ampla convenção anual de Fé, em que os muçulmanos de diferentes origens se encontram e se conhecem, convivendo entre si. É também a maior manifestação de paz espiritual com carácter regular que a história da humanidade jamais conheceu.
    Durante a Peregrinação o tema predominante é a paz, e a oração; paz com Deus e com a própria alma, paz com os outros semelhantes. É estritamente proibido perturbar a paz de qualquer pessoa ou criatura, seja de que maneira for.
    A título informativo, esta peregrinação tem a participação de cerca de quatro milhões de pessoas.

  2. É uma demonstração integral da universalidade do Islão e da fraternidade e igualdade entre os muçulmanos.
    Em resposta à chamada de Deus, os muçulmanos de todas as esferas da vida, de todas as classes e profissões, vindas de todas as partes do mundo, reúnem-se em Meca. Vestem-se todos da mesma forma e com a mesma simplicidade. Não há realeza, mas sim devoção de todos a Deus. Não há aristocracia, mas humildade.
    O traje utilizado é o “ihram”, que é composto de dois panos brancos que caem pela frente e pelas costas no caso dos homens, ficando com a cabeça a descoberto e no caso das mulheres o “ihram” é composto por uma ampla capa e véu.

  3. É uma confirmação da dedicação dos muçulmanos a Deus e a sua disposição de abandonar os interesses materiais ao serviço d’Ele.

  4. Familiariza os peregrinos com a ambiente espiritual e histórico do Profeta Muhammad.

  5. Comemora os rituais divinos seguidos por Abraão e Ismael (Ibrahim e Ismail), que são conhecidos como os primeiros peregrinos à primeira casa consagrada a Deus nesta terra, a Caba em Meca.

  6. É uma lembrança da Grande Assembleia do Dia do Juízo Final, em que todos comparecerão perante Deus, em pé de igualdade à espera do seu Destino Final, sem poderem pretender nenhuma superioridade de raça ou de linhagem.
Clica nas imagens, para aumentar.                 
Texto daqui e imagens daqui

Todos são cristãos...


Em que ano estão os judeus e os muçulmanos?


Comportamento gera comportamento

in youtube

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

"Pais maus" - para refletir...


Um dia, quando os meus filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva um pai, hei de dizer-lhes:

- Amei-vos o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão, e a que horas regressam a casa?

- Amei-vos o suficiente para ter insistido em que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidade de a comprar.

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia.

- Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha que “tiraram” da mercearia e dizerem ao dono: "Eu roubei isto ontem e queria pagar".

- Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vós, durante 2 horas, enquanto limpavam o vosso quarto (tarefa que eu teria realizado em 15 minutos).

- Amei-vos o suficiente para vos deixar ver fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos.

- Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO quando sabia que me iríeis odiar por isso.

Estou contente, venci! Porque, no final, vocês venceram também!
E, qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês hão de dizer-lhes, quando eles vos perguntarem se os vossos pais eram maus ...que sim, que éramos maus, que éramos os pais piores do mundo:

- «Os outros miúdos comiam doces ao pequeno almoço; nós tínhamos de comer cereais, ovos, tostas.

- Os outros miúdos bebiam Pepsi ao almoço e comiam batatas fritas; nós tínhamos de comer sopa, o prato e fruta. E - não vão acreditar - os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, ao contrário dos outros pais.

- Os nossos pais insistiam em saber onde nós estávamos a todas as horas. Era quase uma prisão.

- Eles tinham de saber quem eram os nossos amigos e o que fazíamos com eles.

- Eles insistiam em que lhes dissessemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.

- Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles violaram as leis de trabalho infantil: tínhamos de lavar a loiça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Acho que eles nem dormiam a pensar em coisas para nos mandarem fazer...

- Eles insistiam sempre connosco para lhes dizermos a verdade, apenas a verdade e toda a verdade.

- Na altura em que éramos adolescentes, eles conseguiam ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata.

- Os pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham de subir, bater à porta, para eles os conhecerem.

- Enquanto toda a gente podia sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.

- Por causa dos nossos pais, perdemos imensas experiências da adolescência.
Nenhum de nós, alguma vez, esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem foi preso por nenhum crime.
Foi tudo por causa deles.

Agora que já saímos de casa, somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "maus pais", tal como os nossos pais foram».

Deus abençoe os pais maus!
(Augusto Cury)

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

20 de Novembro – Dia dos Direitos Internacionais da Criança



No dia 20 de Novembro, celebra-se o Dia dos Direitos Internacionais da Criança, pois em 1959, por aprovação unânime, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração dos Direitos da Criança, na qual são referidos os direitos e as liberdades de qualquer criança.

Teoricamente, todos os seres humanos deveriam nascer livres e iguais em dignidade e em direitos; no entanto, há crianças que são vítimas de violência e racismo, crianças que não têm acesso a coisas essenciais, crianças inocentes que sofrem com a guerra...
Afinal onde está a igualdade de direitos, a igualdade de oportunidades?

Vale a pena refletir e vale a pena desenvolver esforços, pois as crianças têm direito a crescer com saúde, amor e compreensão, têm direito à proteção contra qualquer tipo de exploração e crueldade, têm direito à educação, ou seja, têm direito a ser felizes!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Palavra "natal"

A palavra natal do português já foi nātālis no latim, derivada do verbo nāscor (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem o sentido de nascer. 
De nātālis do latim, evoluíram também natale do italiano, noël do francês, nadal do catalão, natal do castelhano, sendo que a palavra natal do castelhano foi progressivamente substituída por navidad, como nome do dia religioso.
Já a palavra Christmas, do inglês, evoluiu de Christes maesse ('Christ's mass') que quer dizer missa de Cristo.
in wikipedia

domingo, 17 de novembro de 2013

Notícia interessante...

Hoje é o dia internacional do não fumador.

Pela manhã fui abordada por um grupo de miúdos dos seus dez anos de idade.

Perguntaram-me se eu era fumador e pediram-me para destruir um dos meus cigarros em troca de uma maçã.

Achei o gesto extraordinário. Comi-a com o café, depois do almoço!
in "Alinhavos"

17 de Novembro, Dia do Não Fumador

10 Razões para não fumares
- A pele fica mais jovem e macia.
- Os cabelos ficam mais bonitos e com mais vitalidade.
- A boca fica mais protegida de doenças e os dentes ficam mais brancos.
- O hálito é mais fresco e agradável.
- O crescimento e desenvolvimento físico não são prejudicados.
- Maior energia nos desportos.
- Maior protecção relativamente a doenças graves, como, por exemplo, alguns tipos de cancro, doenças do coração e respiratórias.
- Poupança significativa de dinheiro.
- O paladar e o olfacto ficam mais apurados.
- Evita a incómoda “tosse do fumador”.
Lembra-te...
Fumar reduz a esperança de vida em cerca de 10 anos.

Quando se acende um cigarro, algumas substâncias são inaladas pelo fumador e outras difundem-se pelo ambiente. Essas substâncias são nocivas à saúde.


O fumo do cigarro é constituído por quase 5 mil substâncias tóxicas; dessas substâncias, 80 são cancerígenas. A nicotina, o monóxido de carbono e o alcatrão são algumas dessas substâncias (cf. imagem).


Nicotina – considerada droga pela OMS é uma droga psicoativa e é responsável pela dependência do fumador. Actua ao nível do sistema nervoso central, diminui a chegada do sangue aos tecidos e causa dependência química.
Monóxido de Carbono (CO)– diminui a quantidade do oxigénio no sangue.
Alcatrão - é altamente cancerígeno, dando início à formação de tumores.

adaptado de Hora do Blogue e wikipédia

O Tabaco mata uma pessoa em cada dez segundos...


Por volta de 2030, as mortes pelo fumo vão ascender aos dez milhões por ano – uma vítima em cada três segundos.
Actualmente morrem quatro milhões de pessoas por ano em todo o mundo.
Cerca de meio bilião da população actual provavelmente morrerá devido ao tabaco, se os actuais níveis de fumo se mantiverem. Isto representa três vezes e meia mais em comparação com o número total de mortes provocadas pelas devastadoras pragas e pestes que marcaram os passados séculos XIV e XVII.
Nos últimos 50 anos, nos países desenvolvidos, o fumo foi responsável pela morte de 60 milhões de pessoas – cerca de oito milhões mais que o total de vítimas civis e militares da Segunda Guerra Mundial.
Fumar vai tornar-se a principal causa de morte entre os adultos, responsável por mais óbitos que as estimativas para a pneumonia, doenças intestinais, tuberculose e complicações com recém-nascidos todas combinadas.
Metade das mortes vão ocorrer entre pessoas em idade activa, que perdem 20 a 25 anos de vida.
EUROPA OCIDENTAL
O tabaco mata uma pessoa por minuto na Europa Ocidental – cerca de meio milhão por ano (400 mil homens e cem mil mulheres). Em alguns países como a Dinamarca, Grã-Bretanha e Irlanda, onde as mulheres começaram a fumar mais cedo, o tabaco é já responsável por um quarto das mortes entre a população feminina de meia-idade.

PADRÕES DE CONSUMO
Em todo o mundo um em cada três adultos fuma – 1,1 milhão de pessoas.
Quem começa a fumar na adolescência e mantém este comportamento, constitui o maior grupo de risco. Oito em cada dez fumadores dos países desenvolvidos iniciaram o seu hábito na adolescência.
Na União Europeia, entre um quinto a um terço dos jovens com 15 anos fuma. Em todo o mundo, estima-se que por dia 90 mil jovens começam a fumar.
Adultos expostos ao fumo do tabaco de terceiros enfrentam pequenos, mas riscos reais de cancro no pulmão e maior risco de doenças cardiovasculares.
Grávidas que fumem são mais susceptíveis de sofrer aborto espontâneo e os bebés nascerem com pouco peso; um terço dos bebés morre durante a infância e enfrentam maior risco de ter doenças respiratórias.
Se a metade dos adultos fumadores desistissem nos próximos dez a 20 anos seriam evitadas centenas de milhões de mortes devido ao tabaco, após 2050...

Sê livre! Escolhe não fumar!

in Saúde Jovem

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Clima: Cimeira da ONU quer acordo global em 2015

Conseguir um acordo global em 2015 é o principal objetivo da 19ª Conferência das Partes (COP19), em Varsóvia, na Polónia.

Encontrar um sucessor para o Protocolo de Quioto e conseguir um acordo internacional sobre as emissões globais de gases com efeito de estufa em 2015, é o grande objetivo da 19ª Conferência das Partes (COP19) da Convenção da ONU sobre Alterações Climáticas, que começou hoje em Varsóvia.

A falta de vontade política continua a ser a maior barreira ao avanço das negociações da ONU, mas a insuficiência de recursos financeiros tem também dificultado ações mais ambiciosas de mitigação das alterações climáticas, nomeadamente nos países em desenvolvimento.

Num comunicado da Rede de Ação Climática (CAN), estrutura que envolve 700 organizações ambientalistas de 90 países, incluindo a Quercus, é salientado que as emissões globais de gases com efeito de estufa "continuam a empurrar o mundo para um aumento de temperatura de quatro graus Celsius até ao final deste século, em relação aos níveis de temperatura da época pré-industrial".

Na semana passada, a Organização Meteorológica Mundial revelou que a concentração de dióxido carbono (CO2) na atmosfera em 2012 bateu um novo recorde, ao atingir 393 partes por milhão (ppm), e avançou com a previsão de poder ser ultrapassado o limite crítico das 400 ppm em 2015 ou 2016, a partir do qual o aumento da temperatura global poderá ser irreversível.   

Limites do planeta estão a ser ultrapassados 

"Os limites do planeta e o presente estado de equilíbrio dos ecossistemas estão prestes a ser ultrapassados", alerta a CAN, acrescentando que "já assistimos a impactes devastadores das alterações climáticas um pouco por todo o mundo, em forma de tempestades, cheias, secas e um número crescente de eventos climáticos extremos".

Estes fenómenos "estão a custar aos países recursos financeiros escassos, enquanto a economia global continua a enfrentar uma crise de grandes proporções". E os impactes "são tratados de forma isolada e temporária, preferindo-se ignorar a raiz do problema".

Para inverter esta situação, a Cimeira de Varsóvia deve ultrapassar a falta de confiança que existe entre países e assumir os compromissos necessários para assegurar um aumento de temperatura global abaixo dos dois graus Celsius, conseguir um novo acordo vinculativo e um novo regime climático em 2015, na cimeira da ONU prevista para Paris.

Subida do nível do mar em Portugal 
A subida do nível do mar causada pelo degelo no Ártico é uma das principais preocupações para Portugal
Getty Images
A conferência na capital da Polónia surge depois da divulgação da primeira parte do 5º relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU (IPCC), "onde a subida do nível do mar causada pela expansão dos oceanos decorrente do aumento da temperatura e do degelo - que poderá atingir uma média de 98 cm entre 1986-2005 e 2100 - é uma das maiores preocupações para Portugal", recorda a Quercus.

Assim, devido a este problema, a disponibilidade de água potável poderá diminuir devido ao aumento dos níveis de salinização e 67% das zonas costeiras portuguesas poderão ficar destruídas.
A CAN, por sua vez, considera que a prioridade da COP19 "deve ser o aumento da ambição de redução de emissões a curto prazo e de financiamento de medidas". Nesse sentido, define concretamente o que pode ser alcançado na Cimeira de Varsóvia.

Pico das emissões em 2015 é possível? 

Assim, na mitigação das alterações climáticas, "os países precisam de se esforçar para que o pico global de emissões ocorra em 2015" e devem ser exploradas "formas de os países em desenvolvimento contribuírem para ações globais de mitigação", com incentivos financeiros adequados.

Por outro lado, deve ser criada uma estrutura global de apoio às energias renováveis e eficiência energética, e deve "ser demonstrado forte apoio político a outras medidas complementares para a redução das emissões", nomeadamente na aviação e na navegação marítima.

Quanto ao financiamento, a rede de organizações ambientalistas defende que todos os países desenvolvidos devem assegurar o valor de financiamento climático com que já se comprometeram entre 2013 e 2015, e garantirem o objetivo de médio prazo de financiamento público de 45 mil milhões de euros.

in  
Expresso, 11-11-13

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Campanha "Papel por Alimentos"

Os Bancos Alimentares iniciaram uma campanha “Papel por Alimentos” com contornos ambientais e de solidariedade no âmbito da qual o papel angariado (livros escolares desatualizados, jornais, revistas, folhetos, etc.) é convertido em produtos alimentares.

A partir da próxima semana, estarão disponíveis nas Escolas do Agrupamento locais, próximo das salas de professores, para  a recolha de papel.

Colabora!

Mais informações aqui.

Menina virtual "caça" pedófilos

 A Organização Não Governamental holandesa "Terre des Hommes" criou uma menina virtual de 10 anos para alertar para a magnitude do problema do abuso sexual infantil na internet. Em apenas 10 semanas, Sweetie atraiu à rede 20 mil adultos, dispostos a abusar dela. Mil foram localizados e os seus dados foram entregues à Interpol. Três contactaram Sweetie a partir de Portugal.


Sweetie é uma criança virtual de 10 anos e nacionalidade filipina. A menor foi criada através de técnicas de animação avançadas e captura os movimentos e a voz de uma pessoa real, de maneira a criar uma imagem no ecrã.
A Organização Não Governamental (ONG) holandesa "Terre des Hommes" utilizou Sweetie para atrair pedófilos que abusam de crianças através da internet. Em dez semanas, 20 mil adultos contactaram a menina filipina de 10 anos e, destes, foram localizados mil pedófilos, de 71 nacionalidades, incluindo 3 de Portugal. A ONG entregou os dados à Interpol.
Como a menina não é uma cidadã real, é possível que a polícia internacional não possa agir contra os supostos pedófilos, salienta o jornal espanhol "El País".

Menina virtual "caça" mil pedófilos em dois meses, três em Portugal
Imagem: Sweetie, a menina virtual de origem filipina


No entanto, o principal objetivo da "Terre des Hommes" é provar duas coisas: que o abuso sexual de menores na Internet pode superar com o negócio bilionário da pornografia infantil e que os autores deixam um rasto online. "De acordo com o FBI e a ONU, cada vez que ligamos o computador estão a navegar na internet cerca de 750 mil possíveis predadores sexuais de menores. Eles estão em cibercafés ou no Facebook e pedem a meninos de apenas seis anos que façam coisas terríveis por dinheiro. As Filipinas são um dos países mais afetados, por isso Sweetie aparenta ser desse país", disse Hans Guyt, diretor de campanhas da "Terre des Hommes".
É impossível distinguir a menina virtual de uma de carne e osso. Para os adultos acreditarem que estavam a falar com ela, um dos investigadores da organização holandesa fez-se passar por Sweetie, enquanto outro pesquisava na internet o endereço digital do interlocutor. "Não precisamos de novas leis para impedir este crime. É um problema de enfoque. Até ao momento, houve apenas seis condenações por ciberturismo sexual com menores (Estados Unidos, Áustria, Canadá, Suécia, Reino Unido e Holanda). Quisemos demonstrar que encontrar o criminoso é mais fácil do que parece. Só é preciso mudar o método de investigação e que as autoridades estejam dispostas a isso", defende Hans Guyt.
 A psicóloga Guusje Havenaar diz que "o principal problema é a pobreza. Muitas vítimas são forçadas pelos pais a posar em frente ao computador para os pedófilos, para receberem dinheiro. É preciso ajudar as crianças e as suas famílias".

in JN, 5-11-2013

 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O valor dos pais - reflexão

Um jovem de nível académico excelente, candidatou-se à posição de gerente de
uma grande empresa.
Passou a primeira entrevista; depois, o diretor fez a última, para decidir a escolha do candidato.
O diretor descobriu, através do currículo, que as realizações académicas deste jovem eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com a nota máxima.
O diretor perguntou: "Tiveste alguma bolsa na escola?" 
O jovem respondeu: "nenhuma".
O diretor perguntou: "Foi o teu pai quem pagou as tuas mensalidades?" 
O jovem respondeu: "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano; foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."
O diretor continuou: "Onde trabalha a tua mãe?" – e o jovem respondeu: "A minha mãe lava roupa."
O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O diretor questionou: "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?" 
O jovem respondeu: "Nunca, pois a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."
O diretor disse: "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, limpa as mãos da tua mãe e depois vem falar comigo amanhã de manhã." 
O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu, feliz, à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho. Ela estava feliz, com um misto de sentimentos, mas mostrou as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, cheias de demasiadas contusões. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando o filho lhe tocava com água.
Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia lhe tinham pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência académica e futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe. Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo. Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou: "Diga-me, o que fez e o que aprendeu ontem em sua casa?"
O jovem respondeu: "Eu limpei as mãos da minha mãe e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram." 
O diretor pediu: "Por favor, diz-me o que sentiste."
O jovem disse: "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e a dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."
O diretor disse: "Isto é o que eu procuro num gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Está contratado!"
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados.
Todos os empregados trabalhavam diligentemente e em equipa. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Para reflexão:

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis se desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro. Ignorará os esforços dos seus pais e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas o devem ouvir e quando se tornar gerente, nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre culpará os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um tempo, mas eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido. Irão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais...

Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?

Pode deixar seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão numaTV última geração. Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experimentar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Deixe-o guardar os seus brinquedos e arrumar sua própria cama. 
Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o que quer é amar e ensinar como deve ser. Quer que o seu filho entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim? 
Sem dúvida, os meus pais!
Recebido por email - imagens da net

sábado, 2 de novembro de 2013

Reflexão: "A culpa não é deles"

Um dia isto tinha que acontecer...

Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. 

Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. 

A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em         que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.

Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.

Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.

Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.

Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.

São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.

Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.

Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.

Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?

Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!

Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).

Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.

Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.

A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.

Haverá mais triste prova do nosso falhanço? 

Mia Couto  daqui

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Faz o teu presépio

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