segunda-feira, 30 de setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Pais põem filhos em perigo - reflexão

Por descuido ou exibicionismo, muitos pais estão hoje a pôr os próprios filhos em risco ao publicarem fotos das crianças no Facebook. O SOL apresenta vários casos limite e explica como, a partir de uma foto, os predadores podem obter dados úteis para fins criminosos.
Estudo europeu explica que os pais estão a pôr em risco os filhos quando os expõem nas redes sociais. Fotos inocentes de família podem ser partilhadas por pedófilos e deixam uma ‘pegada digital’ quase impossível de apagar.
Partilhar fotos das férias, do primeiro dia de aulas e ecografias – são gestos comuns entre pais nas redes sociais, mas que estão a pôr em perigo a segurança dos filhos. Esta é uma das conclusões de um estudo da EU Kids Online, uma organização europeia que alerta para os efeitos da “pegada digital das crianças”.
O problema ganhou visibilidade esta semana quando começou a circular no Facebook o perfil de alguém que dava pelo nome de ‘Juan Carlos’ e que partilhava fotos de meninas com comentários lascivos. Rapidamente, a empresa de Mark Zuckerberg começou a ser inundada de denúncias. Mas o facto de as imagens de raparigas – todas abaixo dos 10 anos – parecerem vulgares fotos de família fez com que o Facebook não percebesse logo o que estava em causa.
Foi preciso a denúncia partir da Linha Alerta Internet Segura – uma organização oficial, apoiada pelo Ministério da Educação e Ciência – para a rede social bloquear o perfil de ‘Juan Carlos’. “Depois de fazermos o alerta, foi rápido: demoraram umas duas horas e meia”, conta o coordenador deste organismo, Gustavo Neves. “Como fazemos parte de uma rede de organizações presente em 38 países, temos canais especiais para o Facebook. Mas em geral, nos casos mais óbvios, eles costumam ser bastante rápidos e eficazes com as denúncias feitas por utilizadores normais”, garante.
 Margarida Davim, 27/09/13, SOL

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O Desafio de Viver

Um dia, enquanto os outros descansavam, o Homem e a Felicidade decidiram jogar às escondidas. 
Mas eram tão inseparáveis que não tardavam a encontrar-se imediatamente. Cada vez, era mais  difícil encontrar um lugar diferente onde esconder-se. Acontece que, quando tocou a vez de ser a  Felicidade a esconder-se, a Mentira, que passeava por ali disfarçada de Verdade, aconselhou-a a que  se escondesse dentro do Homem, porque esse seria o último lugar onde lhe ocorreria procurar.
Felicidade assim fez. Aproveitando um descuido do homem, introduziu-se no seu coração.
Quando o Homem se pôs a procurá-la, não havia maneira de a poder encontrar. O tempo passava e  começou a crescer nele o medo de que tivesse acontecido algo à Felicidade. O certo é que não podia  viver sem ela. 
A Felicidade gritava desde o coração do Homem, para lhe dizer onde estava, mas o Homem estava tão preocupado em buscá-la por fora que não prestava atenção ao seu interior. E quando isso acontece, as portas do coração fecham-se, deixando nele encerradas todas as suas  riquezas. Então a Mentira, disfarçada de Verdade, aproximou-se do Homem para lhe dizer que tinha  visto a Felicidade a caminhar pelo caminho que levava ao Reino da Obscuridade. O homem, sem  duvidar, correu para esse reino. Mas quanto mais avançava naquela direcção, algo muito forte  dentro dele lhe dizia que esse não era o caminho certo. Deteve-se um momento, na sua frenética  correria, e logo começou a escutar os gritos desesperados da Felicidade, que o chamava desde a  profundidade do seu coração.
A partir de então, decidiram tornar-se inseparáveis e não se perderam de vista, para que a Mentira  não os voltasse a enganar. E assim, a Felicidade ficou para sempre a residir no mais profundo do  coração humano.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Digisfera: visitas virtuais


    A 13 de Maio, a Digisfera foi a Fátima fotografar a procissão das velas em 360º.
    Estas fotografias tiveram um grande sucesso nas redes sociais, tendo sido vistas por mais de 200 mil pessoas.
ver fotografia 360º »

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Trabalho infantil mundial diminuiu mas ainda há 168 milhões a trabalhar

O trabalho infantil mundial diminuiu um terço desde 2000, mas existem ainda actualmente 168 milhões de crianças em todo o mundo que trabalham, o que corresponde a 11 por cento da totalidade da população infantil.
É esta a principal conclusão do relatório hoje divulgado "Medir o progresso na Luta contra o Trabalho Infantil: Estimativas e tendências mundiais 2000-2012", da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que será apresentado na III Conferência Global sobre o Trabalho Infantil, a realizar em Brasília em Outubro próximo.
Apesar de "as mais recentes estimativas mostrarem o real avanço verificado na luta contra o trabalho infantil, de modo particular, nos últimos quatro anos", o relatório indica que "o progresso é ainda demasiado lento e o seu ritmo deve ser acelerado", sob pena de não se conseguir atingir o objectivo de eliminar as piores formas de trabalho infantil até 2016, um objectivo acordado pela comunidade internacional, através da OIT.
Dos 168 milhões de crianças que actualmente trabalham em todo o mundo, mais de metade -- 85 milhões -- "executa trabalhos perigosos que colocam directamente em risco a sua saúde, a sua segurança e o seu desenvolvimento moral", aponta o relatório.
Segundo o documento, "o maior número de crianças trabalhadoras encontra-se na região Ásia-Pacífico, mas a África Subsariana continua a ser a região com a mais elevada incidência de trabalho infantil, com mais de uma em cada cinco crianças envolvida nesta prática".
Por outro lado, o relatório destaca que, no final do período de 12 anos entre 2000 e 2012, "existiam cerca de 78 milhões de crianças trabalhadoras a menos que no início do período: uma redução de cerca de um terço", sendo que a redução do número de meninas foi mais acentuada (40 por cento) do que o número de meninos (25 por cento).
A OIT salienta igualmente que "o número total de crianças envolvidas em trabalho perigoso, que representa, de longe, a maior parte das crianças activas nas piores formas de trabalho infantil, sofreu uma redução de mais de metade".
O relatório refere que "o progresso foi também relevante entre as crianças mais jovens, com o trabalho infantil neste grupo a mostrar uma redução superior a um terço, entre 2000 e 2012".
Outro aspecto destacado pela OIT é que a redução do trabalho infantil foi maior durante o período mais recente (2008-2012) e que, nesse período, a maior redução em termos absolutos ocorreu na região da Ásia-Pacífico.
Pela primeira vez neste relatório, as estimativas mundiais sobre o trabalho infantil são apresentadas para os diversos níveis de rendimentos nacionais, sendo "a incidência do trabalho infantil, sem surpresas, mais elevada nos países mais pobres".
Contudo, "quando a situação é observada em termos absolutos, os países com nível de rendimentos médio são também os que acolhem os maiores números de crianças trabalhadoras", frisa o relatório.
Quanto aos sectores da economia onde se encontram as crianças trabalhadoras, a agricultura é o mais importante, "mas os números de crianças envolvidas em trabalho infantil nos sectores dos serviços e da indústria não devem ser desprezados e apresentam valores crescentes em termos relativos", conclui o documento.
De acordo com a OIT, a diminuição do trabalho infantil ocorreu no âmbito de "um movimento mundial sustentado que envolveu a intervenção de diversos atores e acções em diversos níveis: o compromisso político dos Governos, o número crescente de ratificações das Convenções n.º 182 da OIT (Piores Formas de Trabalho Infantil) e n.º 138 da OIT (Idade Mínima), que constituem os dois principais pilares jurídicos da luta mundial contra o trabalho infantil, opções políticas saudáveis e quadros legislativos robustos".
A organização defende que "apesar dos avanços significativos já atingidos, a erradicação do flagelo do trabalho infantil num futuro próximo irá exigir uma aceleração substancial dos esforços em todos os níveis" e acrescenta: "Existem 168 milhões de boas razões para acelerarmos os nossos esforços".
Lusa/SOL, 23/09/13

Para reflexão: «I Will Always Love You», de Whitney Houston!

Foi ao programa de talentos cantar a tão difícil «I Will Always Love You», de Whitney Houston, e dedicar a mesma à sua mãe, assassinada. 

Desistir?! Nunca!
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terça-feira, 3 de setembro de 2013

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