domingo, 22 de julho de 2012

Escadas musicais - vídeo


*Com o intuito de promover o exercício físico, a Volkswagen transformou as escadas de um metro em Estocolmo, na Suécia, num piano gigante. À medida que os pés pisam num degrau, ele toca uma nota diferente.



Escada normal ou rolante? Aposto que se te deparasses com uma escada musical, irias optar por te exercitar um pouco mais. E as crianças nem iriam reclamar ou pedir colo na hora de subir escadarias. 

Assiste ao vídeo e diverte-te!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Morreu José Hermano Saraiva

Jose Hermano Saraiva e a televisão
Notabilizou-se nas quatro últimas décadas pelos programas televisivos sobre História. José Hermano Saraiva, um homem que se confunde com a História, faleceu hoje aos 92 anos.
O historiador José Hermano Saraiva morreu hoje de manhã, disse à agência Lusa o assistente do produtor do programa da Videofono.


José Hermano SaraivaCarlos Manuel disse à Lusa que o produtor José Manuel Crespo foi hoje informado por um familiar de José Hermano Saraiva que o historiador tinha morrido hoje em casa, no distrito de Setúbal.

No 10 de junho de 2011, o historiador foi condecorado pelo Presidente da República com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

Em 2010, a Academia Portuguesa da História (APH) distinguiu José Hermano Saraiva como “grande divulgador” da História de Portugal e elegeu-o académico de mérito.

José Hermano SaraivaJosé Hermano Saraiva nasceu em Leiria, em a 3 de outubro de 1919, fez as licenciaturas em Ciências Histórico-Filosóficas (1941) e em Ciências Jurídicas (1942), consagrando-se desde então ao ensino e à advocacia.
Exerceu as funções de professor liceal, director do Instituto de Assistência aos menores, Reitor do Liceu D. João de Castro, deputado à Assembleia Nacional, procurador à Câmara Corporativa, professor do Instituto de ciências sociais, políticas e ultramarinas da Universidade Técnica de Lisboa, ministro da Educação Nacional e embaixador de Portugal no Brasil, cargo de que solicitou a exoneração em 29 de Abril de 1974.

José Hermano Saraiva
O Homem que se confunde com a História

José Hermano Saraiva notabilizou-se nas quatro últimas décadas através de programas televisivos sobre História.
Entre outros cargos públicos que exerceu antes do 25 de abril de 1974, como o de diretor do Instituto de Assistência aos Menores, foi ministro da Educação entre 1968 e 1970, qualidade na qual inaugurou a Biblioteca Nacional de Portugal.
José Hermano SaraivaTendo sido substituído por Veiga Simão na pasta da Educação, após a crise académica de 1969, foi designado embaixador de Portugal em Brasília, em 1972.
Foi ainda deputado à Assembleia Nacional e procurador à Câmara Corporativa.
A colaboração com a RTP começou na década de 1970 com o programa “O tempo e a alma”. Foi ainda autor e apresentador de “Histórias que o tempo apagou”, “Horizontes da Memória” e “A Alma e a Gente”.
Um dos seus livros mais conhecidos é a “História concisa de Portugal” já na 25.ª edição, com um total de cerca de 180 mil exemplares vendidos. Editado pela primeira vez em 1978, este título foi já traduzido em espanhol, italiano, alemão, búlgaro e chinês.

José Hermano SaraivaJosé Hermano Saraiva dirigiu também uma outra História de Portugal em seis volumes, editada em 1981 pelas edições Alfa.
Na área da História, José Hermano Saraiva tem publicados cerca de 20 títulos, entre eles “Uma carta do Infante D. Henrique”, “O tempo e alma”, “Portugal – Os últimos 100 anos”, “Vida ignorada de Camões”, ou “Ditos portugueses dignos de memória”.
Na área da jurisprudência editou sete títulos, nomeadamente “A revisão constitucional e a eleição do Chefe do Estado”, “Non-self-governing territories and The United Nation Charter”, e “Apostilha crítica ao projecto do Código Civil”, tendo ainda publicado cinco títulos na área da pedagogia.

José Hermano SaraivaJosé Hermano Saraiva apresentou à APH várias orações académicas, tendo sido publicadas sete, a mais recente em 1988, intitulada “A crise geral e a Aljubarrota de Froyssar”.
Além da APH, José Hermano Saraiva é também membro das academias das Ciências de Lisboa, de Marinha e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, tendo sido distinguido com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, a Grã-Cruz da Ordem do Mérito do Trabalho, a Comenda da Ordem de N. S. da Conceição de Vila Viçosa, e a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco (Brasil).
Notícia atualizada às 14h18  

Ramadão começa hoje


Milhões de muçulmanos iniciam, esta sexta-feira, o Ramadão, o nono mês do calendário islâmico (lunar) dedicado ao recolhimento, meditação e penitência.

Desde a alvorada até ao pôr-do-sol, os crentes islâmicos devem abster-se de comer, beber, fumar, ter relações sexuais, perfumar-se e de tudo o mais que contribua para deleitar o corpo.













Margarida Mota (www.expresso.pt)
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ramadao-comeca-hoje=f740908#ixzz21AJy4FLH

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Icebergue separa-se de glaciar da Gronelândia



Um bloco de gelo gigante, com 120 quilómetros quadrados, separou-se do  glaciar Petermann, um dos dois maiores da Gronelândia, no passado dia 16. 

O iceberg é maior do que a cidade de Lisboa.


«Nesta altura do ano estamos sempre a observar o glaciar Petermann», porque dele se podem separar icebergues que depois acabam por cruzar as rotas dos navios no Atlântico Norte, afirmou à Reuters Trudy Wohleben, do serviço canadiano responsável pela monitorização deste fenómeno, que foi confirmado pelo satélite Aqua, da NASA.

Esta separação de blocos de gelo do glaciar Petermann ocorre pela segunda vez em menos de dois anos, depois de em 2010 se ter separado uma ilha de gelo com 260 quilómetros quadrados. Para Eric Rignot, da NASA, não se está perante um «colapso, mas é certamente um acontecimento significativo».

O novo icebergue deverá seguir o caminho feito pelo anterior, até entrar no estreito de Nares, um canal entre o Norte da Gronelândia e o Canadá, onde se deverá quebrar. 

Antes de 2010, a última vez que um icebergue com um tamanho semelhante se separou naquela região tinha sido muito anterior, remetendo para o ano de 1962.

Note-se que a plataforma de gelo da Gronelândia está a diminuir, devido às alterações globais das temperaturas do ar e dos oceanos e às mudanças nos padrões de circulação das correntes, estando o Noroeste da Gronelândia e o Nordeste do Canadá a aquecer cinco vezes mais depressa do que o resto do planeta.

in ABOLA.PT - 13:12 - 19-07-2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Um dos últimos retratos de Nelson Mandela, em agosto de 2010, em sua casa.Nelson Mandela completa hoje, dia 18/07, 94 anos, ocasião para multiplicar as homenagens dentro e fora da África do Sul, as boas ações e também o debate sobre a melhor maneira de dar continuidade ao seu combate pela igualdade.
Um dos últimos retratos de Nelson Mandela, em agosto de 2010, em sua casa.Imagem: PHOTO /NELSON MANDELA FOUNDATION - Debbie Yazbek
Herói da luta contra o regime da segregação racial, "Tata" Mandela ou "papá" Mandela, como é chamado com respeito e afeto, tem sido nos últimos mais frequentemente notícia por motivos de saúde.
A celebração dos 94 anos, que em tempos se traduzia em festas e concertos na presença de estrelas ou de dignitários estrangeiros, é celebrada desta vez apenas em família.
Em janeiro de 2011, Mandela foi hospitalizado com uma infecção respiratória, e em fevereiro foi submetido a alguns exames. As últimas notícias, fornecidas pelo presidente Jacob Zuma, que se encontrou recentemente com o ex-líder da África do Sul, afirmam que Mandela se encontra "bem de saúde".
"Foi um prazer vê-lo, como sempre. Eu estava particularmente feliz por poder felicitá-lo antes do seu próximo aniversário. Também o informei de que, como sempre, todos os sul-africanos esperam pelo dia 18 para poder desejar-lhe feliz aniversário de todas as maneiras possíveis", declarou o presidente sul-africano em comunicado.
Zelda la Grange, que foi a sua secretária particular, também declarou numa entrevista à rádio que o encontrou "em forma" e "mimado pela família e pela equipa médica que o rodeia".
Há um ano que Nelson Mandela vive entre Johannesburgo e Qunu, a sua cidade natal, onde se instalou em maio. Mandela, que se retirou da vida política em 2004, não perde o seu país de vista, assegura à AFP o velho amigo e companheiro de cela Ahmed Kathrada, de 82 anos. "A última vez que o vi, há cerca de um mês, estava ocupado a ler jornais", disse recentemente Kathrada.
"Tomara que possa continuar conosco por muito mais tempo e possa dar-nos conselhos", afirma. Os dois homens permaneceram juntos na prisão durante 26 anos.
Nelson Mandela foi libertado em 1990 após 27 anos de reclusão. Dirigiu as negociações que permitiram a transição, sem guerra civil, em direção à democracia multirracial. Tornou-se no primeiro presidente negro da África do Sul, de 1994 a 1999, e fez a sua última aparição pública em 2010, no Mundial de Futebol organizado pela sua nação.
Desde então, a oportunidade de estar perto de Mandela está reservada a familiares, altas figuras da política ou através da televisão, como aconteceu quando se divulgaram imagens do ex-líder em casa a preencher o formulário do censo ou como quando recebeu a distinção do centenário do seu partido, o Conselho Nacional Africano (ANC).
Dia Mandela: Não é feriado, mas é um dia para agir
Embora não seja feriado, o dia de aniversário de Nelson Mandela - ou Madiba, nome de clã tradicional pelo qual é chamado pelos mais próximos - é uma data muito especial.
Amanhã, por volta das 8h00 locais, milhares de estudantes vão cantar "Happy Birthday Madiba", numa iniciativa que deverá juntar 20 milhões de vozes.
O 'Mandela Day' é reconhecido desde 2009 pela ONU como um apelo mundial a consagrar 67 minutos do tempo de cada um a ajudar os semelhantes como homenagem aos valores defendidos pelo primeiro presidente negro da África do Sul. 67 minutos que correspondem aos 67 anos que Mandela dedicou ao combate político.
Para saber mais:  Mandela é "superior a qualquer político"                                   in  (adaptado)

terça-feira, 17 de julho de 2012

180000 visitas ;)

Foi há pouco que detetei esta evidência...



sábado, 14 de julho de 2012

"Onde Deus te levar" - reflexão


Podes achar que não tens
P’ra onde ir, nem que fazer
Não sabes bem quem és aqui
Neste mundo tão grande e frio
Mas há qualquer coisa em ti
Que te faz querer, querer ser alguém,
Querer ser alguém…
E a Vida não vai parar,
Vai como vento,
Tens tudo a dar
Não percas tempo
Podes saber que vais chegar
Onde Deus te levar

Mas pode ser tão difícil,
de acreditar Em Deus assim
Será que Ele se vai lembrar…
de me ajudar Será que sim?
Mas há qualquer coisa em mim
Que me faz querer: acreditar
Acreditar!

Música: desconhecido
Letra: desconhecido
Intérprete: Maria Durão e Luis Roquette
Álbum: Onde Deus te levar

sábado, 7 de julho de 2012

15 coisas que serão obsoletas na Educação até 2020



Os próximos 10 anos serão de mudanças profundas na Educação, a todos os níveis. Nada que tenha a ver com a crise que vivemos, mas com a revolução digital  que se acelera todos os dias.
Há cerca de um ano, a escritora Shelley Blake-Plock publicou um artigo no seu blogue Teacher 2.0, intitulado, “21 Things That Will Become Obsolete in Education by 2020″. Mais adaptado à realidade portuguesa, selecionei e adaptei 15 tópicos que vão no mesmo sentido. Talvez ajude a ultrapassar a depressão portuguesa de 2012 e 2013. Sem cinismo.
1. Mesas
O século 21 não se encaixa nada em mesas alinhadas. A educação vai reforçar os conceitos baseados em redes de fluxos, colaboração e dinamismo que vão reorganizar o espaço das aprendizagens, tornando obsoletas as filas de mesas e cadeiras características das nossas salas de aula fabris.

2. Laboratórios de Línguas
A aprendizagem de um língua estrangeira vai estar (já está, para quem quiser) à distância de um smartphone. Mais espaço disponível nas escolas.

3. Computadores
As salas de computadores, muitas vezes encostados às paredes, serão como que peças de museu. Os portáteis, tablets, smartphones e outros dispositivos vão limpar os velhos ecrãs, as torres e os emaranhados de fios. Mais espaço.

4. Trabalhos de casa
A educação será pensada e trabalhada 24 horas por dia, 7 dias por semana. Os limites tradicionais entre a escola e a casa tenderão a desaparecer. Como disse alguém, não precisamos de crianças para irem à escola; precisamos delas para aprenderem mais. A aprendizagem será contínua e em movimento. (ver o ponto 3).

5. Instrução massificada
Nos próximos 10 anos o professor que não souber utilizar a tecnologia para personalizar e diferenciar a aprendizagem dos seus alunos será “carta fora do baralho”. A diferenciação será tão natural como respirar. O professor de massas acabou.

6. Medo da Wikipedia
Wikipedia é a maior força democratizante no mundo actual. Se os professores têm receio em deixar os alunos utilizá-la, está na hora de olhá-la de frente sabendo que com este ou outro nome a Wikipedia vai continuar a crescer exponencialmente. Talvez esteja na hora de cada um também dar o seu contributo.

7. Manuais em papel
Os livros são agradáveis, mas, daqui a dez anos, toda ou quase toda a leitura será feita através de meios digitais.

8. Cadernos, lápis, canetas… papel
Provavelmente não vão acabar, mas com toda a certeza vão diminuir e muito na quantidade. As crianças aprenderão a escrever e a desenhar em dispositivos digitais e a grande maioria dos trabalhos, testes e exames poderão ser feitos da mesma maneira. A floresta agradece. Quem não perceber e se adaptar… desaparece.

9. Pastas
Já hoje, em muitas das nossas escolas, que necessidade têm as crianças e os jovens de andarem com bolsas pesadas às costas com custos associados à sua saúde? Com livros e cadernos digitais… as pastas escolares serão cada vez menos pesadas até desaparecerem. As colunas vertebrais agradecem.

10. Departamentos TIC
Um fim à vista. As TIC não serão uma especialidade. As TIC serão a realidade, as ferramentas essenciais de todos os professores e educadores. Todos os agentes da educação e formação terão competências TIC elevadas. Com a afirmação do “Cloud Computing”, a qualidade e aumento da cobertura sem fios e o acesso via satélite, coisas agora “tão importantes” comosoftware, segurança e conectividade serão coisas do passado.

11. Instituições centralizadas
Os edifícios escolares vão transformar-se em centros de aprendizagem e não em locais onde toda a aprendizagem acontece. Os edifícios serão menores, os horários dos professores e alunos irão mudar para permitir que menos pessoas estejam na escola de uma só vez, abrindo caminho a um ensino mais experimental, vivencial, fora do ambiente escolar.

12. Níveis de ensino
A educação vai tornar-se mais individualizada, abandonado significativamente a estrutura dos níveis de ensino tal como os conhecemos hoje. Os alunos serão associados por interesses, seguindo cada um uma aprendizagem especializada. (ver ponto 5)

13. Escolas e professores “atecnológicos”
Escolas e professores que não utilizem as tecnologias estarão condenados ao fracasso. As primeiras a fechar. Os segundos a mudar de profissão.

14. Normas Curriculares
As normas curriculares actuais integram enormes bloqueios à diferenciação da aprendizagem, imagem de marca da educação do futuro. A raiz da mudança curricular será as escolas do ensino básico como fornecedoras de conteúdos fundamentais e as dos níveis superiores com a oferta de aprendizagens especializadas.

15. Reuniões de pais e professores à noite
As ferramentas já hoje disponíveis para comunicação virtual tornarão as reuniões “físicas” uma raridade. De uma forma ou de outra, os pais vão obrigar a escola a utilizar a tecnologia para comunicar. Não vá. Ligue-se.

Retirado de http://www.professortic.com

terça-feira, 3 de julho de 2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Atingidos três Objectivos de Desenvolvimento do Milénio

As Nações Unidas anunciaram esta segunda-feira que três dos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, metas acordadas internacionalmente com o prazo de 2015, já foram cumpridas, incluindo a de redução da pobreza extrema para metade.

O relatório anual dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio divulgado esta segunda-feira pela ONU indica que o cumprimento das restantes cinco metas é ainda "possível, embora um desafio" na atual conjuntura de crise económica e cortes na cooperação internacional, levando o secretário geral Ban Ki-moon a afirmar que "não é altura para descansar".
"As projecções indicam que em 2015 mais de 600 milhões de pessoas ainda estarão carenciadas de acesso a fontes de água de qualidade, mais de mil milhões de pessoas estarão na pobreza e a fome continuará a ser um desafio global", disse esta segunda-feira o secretário geral da ONU.
Falando na abertura da sessão de alto nível do Comité Económico e Social da ONU (ECOSOC), o secretário-geral alertou ainda para a persistência da morte de crianças vítimas de doenças tratáveis, falta de saneamento e de nutrição, a par de perda de biodiversidade e poluição.
Durante a recente conferência sobre desenvolvimento sustentável no Brasil, Rio +20, foi decidido iniciar o processo de transição dos ODM para novos indicadores, os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, a lançar em 2015.
O relatório divulgado esta segunda-feira indica que, pela primeira vez, se registou um recuo no número de pessoas que vivem em pobreza extrema e nas taxas de pobreza em todas as regiões em desenvolvimento, incluindo na África subsaariana, onde são mais elevadas.
in Correio da Manhã

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