quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Um novo "Planeta Terra"

foto NASA/Lynette Cook/AFP

Uma equipa de astrónomos norte-americanos afirma ter descoberto um planeta extra solar, numa área que denominam Zona Habitável.
O planeta situado perto da estrela Gliese 58, a cerca de 20 anos luz da terra, tem condições que leva a compará-lo com o Planeta Azul.
Ainda não existe uma confirmação da existência de água líquida naquele planeta, mas se houver será o planeta extra solar mais parecido com a Terra. De entre os 374 candidatos a planetas habitáveis, é o que apresenta mais características positivas, segundo um comunicado da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, emitido pelos astrónomos responsáveis pelo estudo.
Segundo a NASA, um planeta na zona habitável não significa que seja um lugar onde poderão viver humanos. A possível colonização do planeta depende de muitos factores, mas os mais importantes são a existência de água líquida e uma atmosfera.
É o sexto planeta que se descobre ao redor da estrela anã vermelha Gliese 581 e que deve ser provavelmente rochoso e com um tamanho superior à Terra.
O novo planeta apresenta suficiente gravidade para poder ter uma atmosfera. Este planeta dá uma volta à estrela Gliese 581 a cada 37 dias e apresenta uma característica muito especial: gira sobre o seu próprio eixo e apresenta sempre a mesma face à estrela, de modo que numa metade do planeta é sempre de dia e na outro sempre de noite.
Os investigadores enviaram um artigo sobre este novo planeta para a revista "Astrophysical Journal", mas, de momento, o artigo apenas se encontra disponível na Internet.
in DN, 30 Setembro 2010, 21h07m

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"O dia em que aprendi o que é estar morto"*

Hoje, estive morto.
Senti que toda a vida se escapava pelo ar que, aflito e a custo, respirava, enquanto as lágrimas eram gritadas, louco no carro, os olhos à procura, à procura, à procura.
Morri, ali.
A minha filha deveria sair da Escola, na Parede, apanhar uma carrinha do ATL e eu ia buscá-la.
O que é que aconteceu? O cartão da escola, que supostamente controla as entradas e saídas dos alunos, valeu zero. Ela saiu, porque viu uma carrinha de ATL e entrou. Era o ATL errado. Ninguém lhe perguntou o nome, não houve uma chamada, nada. Ela entrou com uma colega e só após duas horas de aflição indizível, comigo à procura dela por todo o lado, é que o telefone tocou. De um "After School", a perguntar se eu era o pai de uma Mafalda Ribeiro, que eles tinham, aflita, a pedir para ligarem ao pai. Aliás foi ela que falou: "papá?"
Durante duas horas, morri.
Percorri ruas de possíveis percursos, olhei para todas as sombras, parques infantis, supermercados, escola antiga, liguei para os pais de colegas dela, todos os absurdos e horrores passaram pela minha cabeça, chamei o seu nome, entre choro, em ruas e em todos os recantos da escola. Nada. Evaporou-se. Horrível. Uma tristeza, uma aflição, um horror que nunca mais vou esquecer. E quando o telefone tocou e era ela, aquela voz doce da minha princesa, minha vida, meu ar, meu sopro de vida, eu soube o que era renascer. E desfiz-me em lágrimas de novo, e dali até ao tal After School, que teve a minha filha à sua guarda por engano, até ela pedir para ligarem ao pai, levei um segundo e levei toda a vida.
Obrigado meu Deus, obrigado! Estacionei às três pancadas, voei em passo trocado de nervos, pela rua fora, Mafaldinha, Mafaldinha, Mafaldinha, cego de amor aflito, só há descanso e vida quando a abraçar e estiver tudo bem.
Quando a abracei, e ela, agarrada a mim, me disse, apenas: "Olá Papá" eu soube que tinha renascido. E ela também, coitadinha.
Como cartão de visita da nova escola, estou esclarecido. Tantas referências boas e afinal é isto: no primeiro dia, por maioria de razão, deveria existir um ainda mais rigoroso controlo de entradas e saídas, mas quando cheguei o portão estava escancarado, como deveria estar quando a Mafalda viu uma carrinha do ATL a chegar, estava na hora e ela saiu da escola e entrou na carrinha. Ninguém perguntou nada, ninguém fez nada.
E um ATL mete um grupo de crianças numa carrinha, não pergunta nomes, não verifica nada e só ao fim de duas horas é que, perante a aflição de uma criança de 10 anos a pedir para ligarem ao pai é que se acaba com este horror?
Quando penso na forma como desaparecem crianças, para sempre, todos os dias, penso que esses pais e filhos terão sentido isto, e muitos, mesmo sobrevivendo, morreram para sempre.

Eu tive a sorte de poder renascer.

E sei que, a partir de hoje, ganhei uma nova causa: fazer tudo o que estiver ao meu alcance para contribuir para uma Escola responsável, atenta, segura, onde os nossos filhos aprendem e podemos, enquanto pais, estar descansados.

Quando depois desta tarde de horror, fui buscar o pequeno Gonçalo ao colégio e ele me disse, comprometido, "Papá, parti os óculos a jogar à bola" eu disse para mim: que importância é que isso tem? Nenhuma, realmente, não tem nenhuma importância.
Não podia dizer-lhe que o pai hoje tinha aprendido o que é morrer, e tinha tido a bênção de poder nascer de novo
.
*Pedro Ribeiro, in Dias Úteis


Segurança nas escolas e transportes escolares... Dá que pensar:

Independente do que quer que seja, estejamos a protegê-los demais ou não… uma coisa tenho a certeza, até eles terem mais idade… não quero correr este risco, esta aflição… os dias mudaram, as pessoas mudaram, nada é como antes, e esta “super protecção”, como dizem, é o preço que uns pagam, pelo “diabo”, que outros encarnam! Sem palavras!

Recebido por email

domingo, 26 de setembro de 2010

A melhor dieta para o coração


Para se manter robusto, o nosso coração precisa que sigamos um estilo de vida equilibrado, o que na prática significa ter uma actividade física regular, evitar alguns factores de risco e adoptar uma alimentação saudável.
No que toca à dieta, a tarefa é mais simples do que possamos pensar e poderemos continuar a saborear alimentos saborosos. Só temos de aprender a fazer as escolhas mais adequadas.
Para tal, basta seguirmos a lista conselhos da Associação Americana do Coração:
1) Comer muita fruta e legumes diariamente;
2) Ingerir cereais, sobretudo integrais;
3) Optar por alimentos pouco gordos: aves sem pele, carne magra, peixe, (…);
4) Consumir azeite, em vez de óleos;
5) Equilibrar as calorias que ingerimos diariamente com as nossas necessidades, de acordo com a nossa actividade;
6) Ter em conta o nosso estilo de vida e de trabalho;
7) Limitar a ingestão de comida calórica que não aporta nutrientes (calorias vazias), tais como snacks, refrigerantes e guloseimas, (…);
8) Reduzir o consumo de produtos com gorduras hidrogenadas: alimentos pré-cozinhados e industriais e algumas margarinas;
9) Moderar o consumo de sal. Para potenciar o sabor dos alimentos deveremos utilizar ervas frescas e especiarias;
10) Controlar a ingestão de bebidas alcoólicas;
11) Não saltar o pequeno-almoço; dele depende a nossa energia durante a manhã. Deve conter pão, fruta, mel, lacticínios e cereais. Se achar que não tem tempo, aqui ficam duas opções de um pequeno-almoço rápido, rico e muito completo:
A. Um iogurte com duas colheres de cereais (melhor se forem integrais), uma peça de fruta fresca cortada aos pedaços e um pouco de mel, acompanhado com um sumo natural.
B.Uma torrada de pão integral com queijo fresco e uma rodela de tomate por cima, acompanhado com um sumo natural.

in Sapo saúde - Texto: Rita Caetano

Dia Mundial do Coração


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Semana Europeia da Mobilidade e Dia Europeu Sem Carros


Após o sucesso do Dia Europeu sem Carros (DESC) em 2000 e 2001, foi lançada em 2002 a Semana Europeia da Mobilidade (SEM), mais concretamente a 19 de Abril, durante a Semana Verde, em Bruxelas, pela Comissária para o Ambiente e pelo consórcio constituído pelas seguintes instituições: Eurocities, Energie-Cités e Klima-Buendnis, que coordenam a organização europeia, com o apoio político e financeiro da Comissão Europeia.
Assim, anualmente de 16 a 22 de Setembro, os cidadãos europeus têm a oportunidade de gozar uma semana inteira de actividades dedicadas à mobilidade sustentável, com o objectivo de se facilitar um debate alargado sobre a necessidade da mudança de comportamentos relativamente à mobilidade, em particular no que toca à utilização do automóvel particular.
A campanha DESC surgiu na sequência de uma directiva europeia (Directiva 96/62/EC) relacionada com a qualidade do ar das nossas cidades. Tendo em conta os crescentes problemas relacionados com o uso do automóvel, vários países da União Europeia, incluindo Portugal, lançaram esta iniciativa pela primeira vez à escala europeia, em 22 de Setembro de 2000.
Na cerimónia de lançamento da campanha do DESC, presidida pela Comissária para o Ambiente, Margot Wallstrom, que se realizou em Bruxelas, a 4 de Fevereiro de 2000, Portugal foi um dos países europeus a assinar a Declaração Europeia, comprometendo-se, assim, a participar nesta iniciativa.

Para saber mais:
Portal Europeu da Semana Europeia da Mobilidade

in Agência Portuguesa do Ambiente - Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Igreja com campanha no multibanco

Recolha de fundos

É só carregar na tecla 2 em todos os campos a preencher no multibanco para fazer uma dádiva.
Depois, no último passo, escolhe-se o valor a doar. Esta é mais uma plataforma que a Igreja Católica Portuguesa quer usar para ajudar os mais pobres a enfrentar a crise.

"O dinheiro será usado em projectos concretos para ajudar os necessitados", explicou ao DN um dos bispos auxiliares de Lisboa. D. Carlos Azevedo, que ontem em Fátima debateu, com centenas de participantes da Pastoral Social, os principais problemas que afectam os portugueses.

O bispo dá como exemplo os casos, cada vez mais gritantes, de casais em que ambos ficam no desemprego. "Uma das formas de ajuda é ajudar na criação do próprio emprego, por exemplo", diz D. Carlos Azevedo, presidente da Comissão Episcopal de Pastoral Social.

O destino a dar aos donativos, que entrarão directamente no Fundo Social Solidário, criado em Julho, terá de ser regulamentado pelos bispos portugueses, numa reunião a realizar em Novembro. "Mas já é possível doar verbas", garante.
Esta forma simples e fácil para quem quiser ajudar a Igreja no seu apoio social. A hierarquia católica quer, porém, regras muito bem definidas para este apoio financeiro. As paróquias e as dioceses serão chamadas a definir quem deve receber ajuda do Fundo Social Solidário. Até porque o clero português quer evitar a todo o custo a má utilização do dinheiro, como tem acontecido nalguns casos do rendimento social de inserção (RSI).

Quem dá a voz a essa crítica é o director do Internato de crianças e jovens de Viseu, que ontem também esteve na reunião: "A lei do RSI até está bem feita, mas as pessoas recebem esse dinheiro sem trabalhar, sem que lhes seja pedida responsabilidade e por isso contornam a lei."

O presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, lamenta o facto de ainda não haver regulamento do funcionamento do fundo, para que se divulgue o pedido de partilha a quem possa ajudar. Eugénio Fonseca disse que, até Agosto, tinham sido doados 34 322 euros. O destino dessa verba só será definido em Novembro.

Quem está no terreno sabe bem as grandes carências. Uma das voluntárias da Paróquia de Santa Isabel, em Lisboa, Ana Jernis Pereira, 68 anos, diz que, com a crise, organizaram-se dez equipas de 15 pessoas cada para fornecer ceias a quem tem fome: "Estão a aumentar os pedidos de ajuda, não podemos ser indiferentes."

por PAULA CARMO, 15-09-10, in DN

domingo, 12 de setembro de 2010

Para reflectir: "Vive como as flores"

Num antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o mestre.

"Mestre, como faço para não me aborrecer?

Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam".
- "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre.
- "Como é viver como as flores?" - perguntou o discípulo.
- "Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.

- "Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo o que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o odor das suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não são seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores!"

Recomeçar...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Somos muitos com EMRC

Imagem da Internet
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Somos muitos,
aqui, ali,
por toda a parte onde a luz penetra e a sombra se ergue
num jardim de penumbra rendilhado na areia escaldantena areia molhada…
Aqui, ali, por toda a parte,
isolada na sombra e na luz na quietude do lar dormindo ou acordada
sinto o meu espírito liberto, flutuar.
Não estou só! Não estamos sós!

Parecemos poucos, mas não se iludam
aqui, ali, por toda a parte, pacientemente,
construímos com vontade invencível de ganhar.
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No nosso Agrupamento,
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"não estou só"/ "não estamos sós";
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somos muitos,
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mesmo muitos com EMRC!!!
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A todos, um óptimo ano lectivo!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

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