quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Feliz Ano 2010!


Em 2010, vamos tentar fazer de maneira diferente:
Se for para chorar,
que seja de alegria;
se for para mentir,
que seja acerca da idade;
se for para enganar,
que seja o estômago;
se for para roubar,
que seja um beijo;
se existir guerra,
que seja de almofadas;
se for para perder,
que seja o medo;
se for para avaliar,
que sejam gestos de amor;
se for para gastar,
que seja o nosso coração;
se for para sofrer,
que seja por não podermos
passar mais tempo com os amigos;
se for para caminhar,
que seja em conjunto;
se for para esperar,
que seja de mãos dadas;
e se for para ser feliz,
que seja o ano inteiro!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Mensagem de Natal


1. É Natal! O Natal é o anúncio do amor inaudito de Deus pela humanidade, anúncio jubiloso, cumprimento de uma promessa e realização de um desejo do coração humano. É assim que os textos da Bíblia que as comunidades meditarão esta noite, apresentam o nascimento de Jesus: “Anuncio uma grande alegria para todo o Povo: nasceu-vos, hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor” (Lc. 2,10).
Esta noite, dirijo-me a vós com total sinceridade. Eu acredito em Deus e, por isso tenho de fazer desta mensagem um anúncio a todos vós que me escutais: Deus existe e continua a amar a humanidade, no seu Filho Jesus Cristo, Deus e Homem, que nasceu em Belém há 2000 anos, Filho da Virgem Maria. Este anúncio é sincero e feito com humildade. É anúncio que só tocará o coração daqueles e daquelas que, talvez alguns sem o saberem, procuram o encontro com Deus, um Deus que conhecemos pouco, um Deus em que alguns não acreditam ou não deixaram entrar no concreto das suas vidas.

2. Nos últimos tempos, entre nós, falou-se muito de ateísmo; exprimiram-se ateus, pessoas e organizações, defendeu-se o direito de ser ateu e de exprimir a negação de Deus, manifestação da liberdade de consciência; deu-se a entender que não é o facto de os crentes acreditarem em Deus que faz com que Ele exista. Mas esqueceu-se a afirmação de que não é o facto de alguém não acreditar em Deus que faz com que Ele não exista. Acreditar ou não acreditar são sempre tomadas de posição da nossa inteligência e da nossa liberdade em relação a esse mistério que nos interpela e, porventura, nos incomoda. Nós acreditamos, porque Ele existe e o encontrámos. Citaram-se nomes sonantes da nossa literatura, como Miguel Torga, que referindo-se a Deus, afirmou ter tido toda a vida a coragem de O negar, mas nunca ter sido capaz de O esquecer.
Um Menino nasceu para nós, Deus vem ao nosso encontro. O Natal continua a trazer a todos uma mensagem de harmonia e de paz. Ser crente ou descrente não pode transformar-se em conflito, um motivo mais para as tensões e agressões mútuas entre os homens. São atitudes e experiências a ser vividas com humildade, que exprimem a nossa situação de peregrinos da Vida e da Verdade. Só procuram Deus aqueles que não desistiram de se encontrar a si mesmos numa percepção cada vez mais profunda do seu próprio mistério. Surpreendem-me as certezas apodícticas com que alguns proclamam o seu ateísmo. As próprias certezas da fé, sendo firmes, são humildes. O crente será sempre aquele que procura o seu Senhor. É uma longa peregrinação que tem a grandeza e a humildade da longa caminhada da vida. E nesse longo caminhar, há momentos de obscuridade e de dúvida, que nos fazem desejar, mais ardentemente, a luz da Verdade, na esperança de que, no grande dia, ela brilhe esplendorosa e de forma definitiva. A fé é uma luz que nos conduz nesta vida, mas nos encaminha para a eternidade, onde a luz de Deus brilhará para todos.
“Vós sois na verdade um Deus escondido”, canta o salmista do Antigo Testamento. Nós, os crentes, não inventámos Deus. Ele é misterioso demais para ser invenção humana. Acreditamos n’Ele porque Ele nos atrai e nunca permitiu que a Sua notícia se apagasse do coração humano. E sabemos, por experiência própria, por vezes dolorosa, que a nossa vida e a vida de todos os homens ganham um rumo novo quando se deseja e se busca o rosto de Deus.

3. Nesta noite de harmonia e de paz, com a mesma sinceridade que vos prometi, saúdo todos aqueles e aquelas que acreditam em Deus através de outras tradições religiosas. Temos muitas diferenças, mas temos algo de precioso em comum, a fé em Deus, ser supremo e amigo dos homens. A nossa fé, como a vossa, constitui um elemento decisivo para que esta nossa sociedade, por vezes tão desviada de uma dimensão grandiosa da vida, encontre o sentido da harmonia, da fraternidade e da paz.
Saúdo os nossos irmãos judeus, membros do mesmo povo crente ao qual pertencemos, deles herdámos a beleza da Aliança, a ousadia dos profetas, a piedade orante dos Salmos, a certeza de que Deus intervém na nossa história.
Saúdo todos os irmãos que acreditam no Deus único, santo e misericordioso e que, como o povo bíblico, fundamentaram no encontro de Deus com Abraão o início da sua fé.
A todos vós, quando um dia receberdes o prémio da vossa fidelidade, será revelado o Seu Filho, Jesus Cristo, que vos encherá de alegria. Todos juntos havemos de contribuir para que Deus não seja excluído do nosso mundo e da nossa história.

4. Queria muito que esta minha mensagem fosse anúncio, como o dos profetas e dos anjos aos pastores. Esse Deus escondido e misericordioso vem ao nosso encontro, nascendo Menino, filho de Maria. São João resume toda a densidade deste anúncio: “A Deus nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer” (Jo. 1,18), porque nos foi entregue pelos braços estendidos de Maria, sua Mãe, que nos acompanha sempre nesta peregrinação na fé.

Desejo muito que sejais felizes nesta Noite de Natal.

D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa, 24 Dezembro 2009 - 21h30

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal em 24 línguas!


A todos, um Santo e Feliz Natal!!!

SMS do Deus Menino


Nasci nu, diz Deus, para que saibas despojar-te de ti mesmo.
Nasci pobre, para que possas socorrer quem é pobre.

Nasci frágil, diz Deus, para que nunca tenhas medo de Mim.

Nasci por amor para que não duvides nunca do meu amor.

Nasci pessoa, diz Deus, para que nunca tenhas vergonha de seres tu mesmo.

Nasci perseguido para que saibas aceitar as dificuldades.

Nasci na simplicidade para que deixes de ser complicado.

Nasci na tua vida, diz Deus, para te levar, a ti e a todos, para a casa do Pai.

Lambert Noben

Natal: "A palavra é uma pessoa"


O Natal é a memória do Nascimento de Jesus.
Depois da Sua morte e ressurreição, os primeiros cristãos procuraram aprofundar e compreender o que é que Jesus Cristo significava na história religiosa do Povo de Israel e na história de toda a Humanidade. O apóstolo São João diz que Ele é o Logos, isto é, a Palavra eterna de Deus, proclamada de forma definitiva e em linguagem humana: "E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós." (Jo. 1,14)

Os crentes de Israel conheciam há muito a força da Palavra de Deus: ela foi criadora, porque para criar a Deus bastava dizer, pronunciar a Palavra; ela interpretou acontecimentos e desvendou o sentido profundo da História, quando revestiu a forma da palavra profética; ela abriu para o segredo da intimidade de Deus, porque Deus disse-Se a Si Mesmo. Mas não tinham percebido que a Palavra divina era pessoa.

Esta é uma das surpresas do nascimento de Jesus. Compreendemos facilmente que as pessoas falem; mas a identificação entre a Palavra e a Pessoa é uma surpresa maravilhosa. Há momentos da nossa vida em que tocamos essa densidade de nos identificarmos com a nossa palavra, por exemplo, numa palavra de amor, sincera e comprometida. Quanto menos a pessoa se identifica com a palavra que pronuncia, menos significativa ela é, porque revela apenas uma parte de si mesma. Deus diz-Se todo em cada palavra que pronuncia; a Palavra revela-O totalmente e tem o Seu poder de criar, de amar, de nos conduzir à Verdade. Se Deus fala, a sua Palavra só pode ser a Pessoa divina.

O facto de a Palavra se identificar com a Pessoa transforma a maneira de escutar. Não é a mesma coisa escutar uma ideia, que eu posso rejeitar ou discutir, e confrontar-me com alguém que se expõe totalmente em atitude de amor. Rejeitar essa pessoa é mais grave do que rejeitar uma ideia.

Cristo, Palavra eterna de Deus, expôs-se totalmente aos homens com o dom total da própria vida. Eu posso, porventura, discutir o Evangelho como doutrina; mas rejeitar Jesus Cristo que me atrai na radicalidade do dom da sua vida por mim é mais difícil e mais grave quando acontece. Foi a experiência de Paulo na Estrada de Damasco.

Cristo não é só um profeta que falou; Ele é, para sempre, a Palavra que é preciso escutar, num encontro de fé e de amor. Escutá-l’O abre espontaneamente ao amor, ao compromisso, é como se nascêssemos de novo. Todas as palavras que disse, todas as palavras que se disseram sobre Ele só são importantes se nos levarem ao encontro com Ele, que é a Palavra. E esse encontro gera em nós o desejo de nos identificarmos com as palavras que dizemos, é um desafio de verdade e de autenticidade. O testemunho cristão, palavra escrita com a vida, foi ao longo dos séculos o momento em que os que escutaram a Palavra que Cristo é se identificaram com a palavra que testemunham e que exprime a sua vida. Não é por acaso que o testemunho mais eloquente foi o martírio.

No Natal somos convidados a meditar sobre a nossa relação com as palavras, as que dizemos e as que escutamos.

24 Dezembro 2008 - 00h30
D. José, Cardeal-Patriarca

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Caminhada de Natal: "Postais de Natal"

«Postais de Natal*» foi a dinâmica escolhida para preparar, de forma mais séria, a vinda do Deus Menino. Cada aluno recebeu quatro postais e endereçou-os a si e aos membros da sua família: pais/ avós, irmãos, ...
O objectivo é cada família reunir os postais que cada membro recebeu e fazer o puzzle.
A partir daí, cada família irá dialogar sobre o verdadeiro sentido do Natal, atendendo às mensagens escritas nos versos dos postais.

No nosso entender, estão criadas condições para pais, filhos e avós estarem em família a falar de si, dos seus sentimentos e emoções e também do espírito de Natal.

Cada aluno deve apelar à sua criatividade para melhor realizar esta actividade, em família!




Puzzle para o diálogo em família
*Ideia adaptada da Diocese de Leiria, 2008


sábado, 19 de dezembro de 2009

NATAL DE QUEM?



Mulheres atarefadas
Tratam do bacalhau,
Do perú, das rabanadas.

- Não esqueças o colorau,
O azeite e o bolo-rei!

- Está bem, eu sei!

- E as garrafas de vinho?

- Já vão a caminho!

- Oh mãe, estou pr'a ver
Que prendas vou ter.
Que prendas terei?

- Não sei, não sei...

Num qualquer lado,
Esquecido, abandonado,
O Deus-Menino
Murmura baixinho:

- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?

Senta-se a família
À volta da mesa.
Não há sinal da cruz,
Nem oração ou reza.
Tilintam copos e talheres.
Crianças, homens e mulheres
Em eufórico ambiente.
Lá fora tão frio,
Cá dentro tão quente!

Algures esquecido,
Ouve-se Jesus dorido:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?

Rasgam-se embrulhos,
Admiram-se as prendas,
Aumentam os barulhos
Com mais oferendas.
Amontoam-se sacos e papéis
Sem regras nem leis.
E Cristo Menino
A fazer beicinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?

O sono está a chegar.
Tantos restos por mesa e chão!
Cada um vai transportar
Bem-estar no coração.
A noite vai terminar

E o Menino, quase a chorar:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
Foi a festa do Meu Natal
E, do princípio ao fim,
Quem se lembrou de Mim?
Não tive tecto nem afecto!

Em tudo, tudo, eu medito
E pergunto no fechar da luz:

- Foi este o Natal de Jesus?!!!



(João Coelho dos Santos in Lágrima do Mar - 1996 "O meu mais belo poema de Natal")

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Por favor, salvem o planeta!


Em Copenhaga, já começaram os trabalhos da maior conferência de toda a história sobre o clima. Na abertura, os milhares de participantes de 192 países asssitiram a um filme que mostrou as consequências catastróficas do aquecimento do planeta.
O filme mostra uma criança a dormir tranquilamente numa cama abraçada a um urso de peluche branco, mas quando acorda a menina está no meio de um deserto sob um sol abrasador.
Logo depois aparecem ondas gigantes, descontroladas, cortadas no filme pelas imagens de Desmond Tutu e de Ban Ki-Moon, que apelam a todos os líderes para que seja alcançado um acordo em Copenhaga, a única forma de evitar que o filme se torne numa inevitável realidade.
No discurso de abertura o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Rasmussen, considerou mesmo que esta conferência é depositária das «esperanças da humanidade», desafiando os 192 chefes de Estado e de Governo presentes na cimeira a conseguirem um acordo justo, aceitável para todos mas que seja acima de tudo eficaz e operacional.
Em Copenhaga discursou também o Nobel Rajendra Pachauri, presidente do painel intergovernamental para as alterações climáticas, que previu que se não for alcançado um compromisso sério, o caos climático vai traduzir-se em centenas de milhões de refugiados.
Também o responsável da ONU pelo clima sublinhou que esta conferência só vai ser um sucesso se começarem imediatamente a ser tomadas medidas que sejam exequíveis. Yvo de Boer lembrou ainda que os países em desenvolvimento esperam desesperadamente por acções rápidas e por linhas de orientação concretas.



Filme sobre alterações climáticas marca início dos trabalhos em Copenhaga




http://videos.sapo.pt/WOZkRZ7dtH1yZ2dziazc
(O mesmo filme, em Português)

domingo, 6 de dezembro de 2009

Caixinha de beijos


Na mesa da humilde cozinha, a pequena menina tratava de envolver com papel dourado uma caixa de cartão. Nisso, chegou seu pai. E, ao vê-la, o pai perguntou: “Como estás, minha filha?... E... o que estás a fazer?”

E a menina respondeu: “Nada, paizinho. Um presente.”

PAI: Um presente?.. Um presente para quem? Quem é que faz anos? Ou já estaás a preparar os presentes de Natal?

E a menina respondeu: “É uma surpresa.”

PAI: Que surpresa!... E onde foste buscar esse papel tão caro?... Sabes que não temos dinheiro...

MENINA : Mas, paizinho, eu só queria…

PAI (INTERROMPE) Basta. Não me faças chatear mais... Estás aqui a fazer presentes quando estamos com esta crise!... Vamos, vamos, fora daqui...

No dia seguinte, quando o pai acordou, tinha a belíssima caixa embrulhada no papel dourado, junto à sua cama.

É para ti, paizinho! – respondeu a menina.

PAI: Mas... Hoje não é o meu aniversário nem...

MENINA: Na escola disseram-nos que todos os dias são de festa, se temos o coração alegre.

Envergonhado pela sua reacção do dia anterior, o pai agarrou aquela caixa que pesava muito pouco... Tirou o papel dourado, abriu-a... e nada. Estava vazia.

O Pai ficou chateado e disse-lhe: “Mas, filha, não sabes que quando fazes um presente tens que dar alguma coisa?... Aqui não há nada… A caixa está vazia.

A pequena olhou-o com surpresa; os seus olhos encheram-se de lágrimas.

De seguida, respondeu ao Pai: “Não está vazia. Eu soprei muitos beijos para dentro da caixa... Sãotodos para ti, paizinho!”

Foi então que o pai abraçou a sua filha, pediu-lhe perdão e chorou com ela como nunca o tinha feito. Dizem que aquele pai guardou a caixa dourada bem perto da sua cama durante muitos anos. Dizem também que quando ele se sentia só e derrubado, tirava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor com que a sua filha o tinha presenteado.
Autor desconhecido

sábado, 5 de dezembro de 2009

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