domingo, 23 de março de 2008

quarta-feira, 19 de março de 2008

Mundo de olhos no Tibete...



Centenas de mortos, diz o parlamento tibetano no exílio em Dharamsala, na Índia. O primeiro-ministro Samdhong Rinpoché, mais cauteloso, fala em cerca de cem. Apenas 13 "vítimas inocentes", admite o Governo chinês.


O balanço da repressão das manifestações em Lassa, no Tibete, é impossível de verificar de forma independente, com a região autónoma chinesa sitiada e fechada aos jornalistas.


De fora, o mundo condena a violência e apela ao diálogo, mas afasta a hipótese de boicotar os Jogos Olímpicos de Pequim, em Agosto.




"Pensamos que deverá ser exercida contenção e que deve ser posto um fim à violência.



Acreditamos que deve instaurar-se um diálogo, rapidamente, entre as diferentes autoridades", afirmou o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.



No mesmo sentido, foram as declarações da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice: "Há uma espécie de oportunidade falhada da parte dos chineses de trabalhar com a autoridade moral do povo tibetano [Dalai Lama] mas espero que consigam arranjar uma maneira de o fazer."



A contenção ocidental explica-se pela importância que a China assume nos dias de hoje, tanto economicamente (foram muitos os países que assinaram nos últimos meses acordos comerciais com o gigante asiático), como politicamente.



Membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, a China tem sido um actor de peso quando o tema é Coreia do Norte, Myanmar (ex-Birmânia), Irão ou Darfur.

Depois de vários dias de silêncio, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, limitou-se ontem a apelar à calma.

Quem mantém esse silêncio é o Papa Bento XVI, depois de há poucos dias o Vaticano ter dito que queria um "diálogo construtivo" com Pequim. Segundo o Il Messagero não querem irritar ninguém.



A Holanda foi o único país ocidental a ir mais longe, convocando o embaixador chinês em Haia. "Pedimos-lhe que a China encontre uma solução pacífica, que respeite os direitos humanos, o Estado de direito, e faça tudo para evitar que haja vítimas", revelou o ministro-adjunto dos Negócios Estrangeiros, Frans Timmermans. Mas o mesmo responsável reconheceu que o boicote olímpico não é uma opção: "Pelo contrário, os Jogos Olímpicos são uma hipótese única para levar a China a uma maior abertura, de diálogo, enquanto um boicote arrisca ter como consequência que o país volte a fechar-se"O Comité Olímpico Internacional (COI) quebrou finalmente o silêncio sobre o tema, após muita pressão.

"A chama olímpica, que deverá estar em Lassa em Junho, é um símbolo poderoso que impele os povos do mundo inteiro a ultrapassar as suas diferenças e a unirem-se.

O COI espera que a chama faça a sua rota como previsto", lê-se no comunicado, onde se apela também a "uma solução pacífica para as tensões dos últimos dias no Tibete".



DN 18.03.08

Obrigado(a) PAI...


Obrigado(a), pai

Pela vida!
Pela coberta que me aquece
Pelo tecto que me abriga

Pela tua presença amiga ...


Obrigado(a), pai
Pelos doces
Pelos presentes,
Pelos passeios na praça...

Obrigado(a), pai
Pelo suor na fronte
E pelos braços cansados

No final do dia
Para que nada me faltasse!

Obrigado(a), pai
Pelas noites em claro
Quando o dinheiro não deu
E mesmo assim,
Nunca nos abandonaste...

Porque me castigaste
Quando eu estava errado
E por tentar me mostrar
O caminho da verdade!
Obrigado(a), pai
Por tantas vezes que abdicaste
Dos teus sonhos para realizar os meus.
Deixaste as tuas vontades
Para realizar meus caprichos...

Obrigado(a), pai
Por existires!
Por seres o meu pai,
E por voltares para casa,
Para mim e para a mãe...

(autor desconhecido)

19 de Março, Dia do Pai



O Dia do Pai tem origem na antiga Babilónia, há mais de 4 mil anos.



Um jovem chamado Elmesu Moldou escupiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida ao seu pai.


Nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar o Dia do Pai em 1909, motivada pela admiração que sentia pelo seu pai, John Bruce Dodd.


O interesse pela data difundiu-se da cidade de Spokane para todo o Estado de Washington e daí tornou-se uma festa nacional.


Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia do Pai. Naquele país, ele é comemorado no terceiro domingo de Junho.


Em Portugal é comemorado a 19 de Março.


E por que razão esta data?


Pelo facto de este ser o dia de S. José, o pai de Jesus. Deste modo, faz-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Ecos da Visita de Estudo do 9º ano

Os alunos de Educação Moral e Religiosa Católica do 9º ano deslocaram-se à Corunha e a Santiago de Compostela, nos dias 8 e 9 de Fevereiro, em visita de estudo, na qual participaram as escolas de Febres, Montemor-o-Velho e Mira.


“Gostei muito e foi interessante”, foi este o comentário que Mário Cavadas fez aos pais, no final da viagem à Corunha e a Santiago de Compostela, que decorreu nos dias 8 e 9 de Fevereiro. Trata-se de um sentimento partilhado pelos outros colegas, que acentuaram, cada um à sua maneira, vários aspectos que os marcaram nesta visita de estudo.


“O que eu gostei mais da viagem foi de conhecer novos amigos”, refere a Daniela Troca, acrescentando outros aspectos como a estadia e a possibilidade de passear nas ruas da cidade de Santiago de Compostela.


Por sua vez, a Mariana Cruz referiu que gostou de “visitar a Corunha e do Museu do Homem”. E questionada sobre se tinha gostado da Catedral de Santiago, afirmou: “gostei de abraçar o santo e de lhe pedir um desejo”.


Por outro lado, a Mariana referiu-se ainda à alegria que provocou o reencontro com a professora Luísa Parreiral, sentimento comum aos outros colegas de viagem.


Por último, o Mário Cavadas declarou ter gostado de conviver com os alunos das outras escolas.

(Este sentimento é sentido pelos alunos de Montemor-o-Velho!!! No final do ano lectivo, após os exames nacionais, aguardamos, com ansiedade, o reencontro... para pôr a "conversa em dia" e alimentar amizades!!!).

in Iceberg, Março 2008,
por Daniela, Mariana e Mário 9º B
(Escola Febres)

Semana EMRC: formação integral


Disciplina pode cumprir um papel decisivo, mas o seu futuro, na escola pública, parece incerto...


Um dos objectivos essenciais da escola é promover a formação integral dos alunos. Para esta formação, a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) pode oferecer um contributo decisivo, dando atenção aos valores morais e religiosos.


O Homem define-se não só como animal racional, mas também como animal religioso. A dimensão religiosa é uma constante do ser humano, em todas as épocas e em todas as culturas. A escola não pode subestimar esta dimensão.


Ao longo da história, têm surgido muitos ataques à religião.


Nos séculos XIX e XX, diversos filósofos anunciaram a “morte de Deus” e o fim da religião. Para Comte, a religião representa um estádio primitivo da consciência dos homens. Marx ataca a religião como “ópio do povo”. Nietzsche considera a religião uma perversão dos valores.


Para Freud, a religião não passa de uma ilusão. Na perspectiva de Sartre, a negação de Deus é condição necessária da liberdade.


Apesar destas críticas, a filosofia e a ciência não conseguiram substituir a necessidade de Deus para compreender o mundo e a vida. As pessoas continuam angustiadas, mesmo quando possuem em abundância bens materiais, prazer, poder ou saber. Sente-se, à nossa volta, uma frustração existencial, que não se resolve nas clínicas de saúde.


Um sentido para a vida


Nesta “era do vazio”, como lhe chama Gilles Lipovetsky, o ensino religioso escolar propõe um horizonte de sentido para a vida, não deixando o aluno fechado nos seus problemas, sem qualquer resposta para as grandes interrogações da existência humana. Embora não resolva todas as dúvidas existenciais, a religião ilumina a realidade da vida e abre caminho à esperança.
Claro que é possível encontrar um sentido para a existência, sem a bússola da religião. Há pessoas que não são crentes e encontram um horizonte de sentido na defesa dos direitos humanos.


A abertura aos outros é indispensável para encontrar a felicidade. Mas o Homem precisa de abrir-se também à transcendência. Nenhum amor humano satisfaz a nossa sede de absoluto. Por isso, as diversas expressões do religioso, mais ou menos esclarecidas, continuam a propor Deus como último horizonte de sentido para a existência humana.


Os valores da nossa cultura


A disciplina de EMRC, para além de propor um sentido para a vida, pode despertar nos jovens o apreço pelos valores da nossa cultura.


Não é possível compreender profundamente os valores de uma cultura sem referência às religiões que inspiraram esses valores, ao longo da história. Todas as culturas, mais ou menos secularizadas, têm raízes religiosas. Há uma relação íntima entre os hábitos culturais e as religiões. Muitas das melhores produções literárias e artísticas continuam a inspirar-se em motivos religiosos.


Pertence à escola promover o conhecimento do cristianismo como fonte da nossa identidade cultural. É um erro ignorar as raízes cristãs da nossa cultura, em nome da pretensa neutralidade do sistema educativo.


Há uma matriz cristã na cultura europeia e, particularmente, na cultura portuguesa. É inegável. Mas a escola não deve valorizar apenas o cristianismo. Outras grandes religiões (judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo...) influenciaram decisivamente o mosaico de culturas e valores do mundo actual.


A diversidade cultural e o pluralismo de valores exigem diálogo e tolerância. Cada pessoa deve ser capaz de defender, com firmeza e convicção, os valores da sua cultura, mas tem de aprender a respeitar os valores das outras culturas. Isso implica o conhecimento das diferentes religiões. Um diálogo aberto e construtivo entre as religiões será fonte de paz e solidariedade entre as nações.


O futuro das aulas de EMRC


A disciplina de EMRC, se não se confundir com a catequese, pode cumprir um papel decisivo na formação integral dos alunos. Mesmo assim, o seu futuro, na escola pública, parece incerto.
A Igreja Católica, apesar da sua perda de influência, tem o direito de exigir ao Governo um estatuto digno para a disciplina de EMRC, “disciplina de frequência facultativa”. Mas não basta fazer exigências ao Governo.

A Igreja deve investir mais na formação científica e pedagógica dos professores e na actualização dos programas e materiais de apoio, para garantir a qualidade da sua presença. Só professores competentes e motivados poderão cativar os alunos para as aulas e conquistar melhor espaço nas nossas escolas.


O futuro das aulas de EMRC, no ensino público, depende muito da acção da Igreja e dos professores. Como avisa a sabedoria popular, “Deus dá o pão, mas não amassa a farinha.”


António Estanqueiro, Professor de Filosofia (Dossier António Estanqueiro 13/03/2008 EMRC)

segunda-feira, 10 de março de 2008

Maustratos - Para reflexão...


Este anúncio foi premiado internacionalmente, mas não passou na nossa televisão, em Portugal. Por que será?



O meu nome é ''Sara''.

Tenho 3 anos.

Os meus olhos estão inchados.

Não consigo ver.

Eu devo ser estúpida.

Eu devo ser má.

O que mais poderia pôr o meu pai em tal estado?

Eu gostaria de ser melhor.

Gostaria de ser menos feia.

Então, talvez a minha mãe me viesse sempre dar miminhos.



Eu não posso falar.

Eu não posso fazer asneiras.

Senão fico trancada todo o dia.

Quando eu acordo estou sozinha,

a casa está escura,

os meus pais não estão em casa.

Quando a minha mãe chega,
eu tento ser amável,

para não levar uma chicotada à noite.

Não faças barulho!

Acabo de ouvir um carro.

O meu pai chega do bar do Carlos.

Ouço-o dizer palavrões.



Ele chama-me.

Eu aperto-me contra o muro.

Tento-me esconder dos seus olhos demoníacos.

Tenho tanto medo agora.

Começo a chorar.

Ele encontra-me a chorar.

Ele atira-me com palavras más.

Ele diz que a culpa é minha dele sofrer no trabalho.

Ele esbofeteia-me e bate-me

e berra comigo ainda mais.

Eu liberto-me finalmente e corro até à porta.

Ele já a trancou.

Eu enrolo-me toda em bola.

Ele agarra em mim e lança-me contra o muro.

Eu caio no chão com os meus ossos quase partidos.



O meu dia continua com horríveis palavras...

'Eu lamento muito!'.

Eu grito, mas já é tarde demais.

O seu rosto tornou-se num ódio inimaginável.

O mal e as feridas mais e mais...

'Meu Deus por favor, tenha piedade!

Faz com que isto acabe por favor!'

E finalmente ele pára, e vai para a porta,

enquanto eu fico deitada, imóvel no chão.

O meu nome é 'Sara'.

Tenho 3 anos.

Esta noite, o meu pai *matou-me*.



Existem milhões de crianças que assim como a 'Sara' são mortos ou sofrem em silêncio... E tu podes ajudá-los...

Por favor, não fiques indiferente... Luta contra o abuso das crianças!

Enviado por e-mail

Semana da EMRC - 10 a 14 de Março



CRESCER - UM PERCURSO COM (N) SENTIDO


A Escola oferece-nos múltiplas oportunidades para crescer.

A par do crescimento contínuo e, até certo ponto, desenfreado do nosso CORPO, da nossa estrutura exterior, vamos crescendo por dentro...
...em sabedoria...
...no domínio dos nossos sentimentos e emoções...
...no aperfeiçoamento das nossas potencialidades...
...no uso que fazemos do saber adquirido, através das mais variadas fontes de informação colocadas ao nosso dispor e das competências desenvolvidas para que, enfim...
...CRESCER SE TORNE UMA AVENTURA ALICIANTE!!!

A EMRC ACOMPANHA e DÁ SENTIDO a todo esse percurso de crescimento. Com o teu consentimento e escolha, ela vai rasgando os horizontes do teu SER e do SABER que constróis dia após dia, lançando desafios que te envolvem por inteiro...

sábado, 8 de março de 2008

Mulher!



Tu és o rosto feminino de Deus,


a flor-rainha da nova sociedade.


Corajosa,


poetisa,


plena de sonhos,


estrela-guia da humanidade.


Tu és o rosto feminino de Deus,


espalhando amor pela natureza.


Peregrina e filha do universo,


com sua energia, magia e beleza.


Tu és o rosto feminino de Deus,


em ti estão as asas do futuro.


Em tuas mãos, o segredo da vida.


Em teu coração, o horizonte da Pátria livre.


A vida bem-me-quer!


Parabéns, mulher!



Luizinho Bastos Adorno 9 - Paulinas

sábado, 1 de março de 2008

1 de Março: Dia Internacional para a Abolição da Pena de Morte


A pena de morte


A pena de morte é um assunto envolto em polémica e tema de conversa sempre que acontecem crimes horrendos. É frequente escutarmos expressões como estas: “Matou… deveria morrer”, “Deveria morrer da mesma forma que matou”. Trata-se de um tema importante e por isso deverá merecer reflexão... Afinal, o que está em causa é acabar com vidas...

Os que são a favor dela dizem que é eficaz na prevenção de futuros crimes e que é apropriada como punição para assassinato (discurso baseado na lei do "olho por olho". Os opositores dizem que não é aplicada de forma eficaz e que, como consequência, vários inocentes são executados anualmente. Também afirmam que é uma violação dos direitos humanos e que é usada de forma indiscriminada para executar pessoas de minorias étnicas (como negros e indígenas) e pobres.



Alguns dados sobre a pena de morte em Portugal e no mundo

Ao longo da História, a pena capital foi aplicada na maior parte das civilizações.
Hoje em dia, quase todas as democracias, aboliram a pena de morte.
Os Estados Unidos são uma das raras democracias, assim como o Japão, a continuar a aplicar esta prática. Constituem o segundo país com maior número de execuções por ano; apenas a República popular da China regista um número maior.

A Amnistia Internacional revelou que existem mais de 20.000 pessoas no corredor da morte, a aguardar execução pelos seus próprios governos. Na sua última análise anual sobre o uso da pena de morte, a nível mundial, revelou que, pelo menos, 2.148 pessoas foram executadas, em 22 países, em 2005 – 94% dos quais na China, Irão, Arábia Saudita e EUA – e 5.186 foram condenados à morte em 53 países.
Portugal está de parabéns nesta matéria; foi o primeiro país do mundo a abolir a pena de morte. Em Abril de 1876, a pena de morte foi definitivamente abolida, para todos os crimes.

Porquê abolir a pena de morte?

A Pena de Morte não é uma questão abstracta e teórica. Na verdade, falamos de seres humanos, homens e mulheres que são tratados indiferentemente e condenados à morte. A discriminação sobre indivíduos condenados à morte, o risco, sempre presente, de executar um inocente, a forma "banal" de lidar com indivíduos que sofrem de distúrbios mentais e a aplicação de julgamentos injustos na administração da pena capital, conduzem a uma realidade inaceitável.

A sua aplicação aparece justificada como um impedimento para crimes futuros, mas a verdade é que estudos recentes mostram que Pena de Morte não significa protecção nem traz benefícios para a sociedade. É a punição mais cruel, desumana e degradante que pode existir e, pior, é irrevogável.
Quando uma punição destas é aplicada por sistemas dependentes da acção humana e dos seus possíveis erros, o resultado é que em vez de servida, a justiça é pervertida.


A pena de morte e os direitos humanos

A pena de morte deve ser abolida em todos os casos, sem excepções. Ela viola o direito à vida assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Representa a total negação dos direitos humanos.
É o assassínio premeditado e a sangue frio de um ser humano, pelo estado, em nome da justiça. É o castigo mais cruel, desumano e degradante. É um acto de violência irreversível, praticado pelo estado. É incompatível com as normas de comportamento civilizado. É uma resposta inapropriada e inaceitável ao crime violento.

Em jeito de conclusão, refira-se Pablo Neruda (poeta chileno):

Que os maus não matem os bons nem os bons matem os maus. Digo sem hesitação que não existem assassinos bons.



Nota bene:

1 de Março
- Dia Internacional para a Abolição da Pena de Morte

10 de Outubro
- Dia Mundial contra a Pena de Morte

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